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“Werther”, de Massenet, no Teatro São Pedro – SP

Título baseado na obra de Goethe inova ao apresentar versão com tenor e barítono no papel-título e um mesmo cantor interpretando dois papéis principais.

SERVIÇO

 

Theatro São Pedro
Rua Albuquerque Lins, 207 (esquina com Rua Barra Funda) – São Paulo
T 11 3667.0499 – Metrô Marechal Deodoro

Dias 25 de novembro e 2 de dezembro, às 17h.
Dias 27 e 29 de novembro, 1 e 4 de dezembro, às 20h.

Ingressos:
R$ 40,00, R$ 30,00 e R$ 20,00 (desconto de 50% para professores, estudantes e pessoas com mais de 60 anos).

Bilheteria: quarta a domingo, das 14 às 19 horas.
Ingresso rápido: Tel: 11 4003.1212 / www.ingressorapido.com.br

 

Pela primeira vez no Brasil uma montagem de Werther, ópera do francês Jules Massenet, alterna em dias diferentes as versões para tenor e para barítono no papel-título. Os cantores Fernando Portari (tenor) e Leonardo Neiva (barítono) se revezam como Werther.

Com direção dos premiados Luiz Fernando Malheiro (diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera) e André Heller-Lopes (ganhador por dois anos consecutivos do Prêmio Carlos Gomes de melhor diretor cênico de ópera), o público paulista poderá acompanhar esta interessante montagem da Temporada 2012 do Theatro São Pedro, corpo artístico do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura em São Paulo.

Além de Fernando Portari e Leonardo Neiva, a montagem conta com grande elenco formado pela mezzo-soprano Luisa Francesconi (Charlotte), pela soprano Gabriella Pace (Sophie), pelo baixo Murilo Neves (Bailli) e por Vinícius Atique, Eduardo Trindade e Max Costa.

A ópera Werther é baseada no romance “Os Sofrimentos do Jovem Werther”, escrito em de 1774 por Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832), e que conta a trágica história do amor de Werther pela jovem Charlotte, que se casa com Albert, levando Werther a cometer suicídio com uma arma emprestada por Albert. O romance de Goethe é, em grande parte, autobiográfico, pois aos 23 anos Goethe se apaixonou por Charlotte Buff, que acabou se casando com Johann Christian Kestner. Na mesma época, um amigo em comum, Karl Wilhelm Jerusalem, apaixonado por uma mulher casada, acabou se suicidando com pistolas emprestadas por Kestner.

Napoleão Bonaparte era um admirador tão fervente do Werther de Goethe que, na juventude, escreveu um texto no mesmo estilo, e levou Werther consigo para sua célebre campanha do Egito. Massenet, autor da ópera, foi um professor concorrido e conceituado no Conservatório de Paris, e teve entre seus alunos o brasileiro Francisco Braga (1868-1945), autor do Hino à Bandeira.

ENCONTROS COM A ÓPERA – eventos paralelos à ópera

Concerto de câmara, palestra e exposição

Paralelamente às récitas, acontece no dia 3 de dezembro, segunda, às 20h., um encontro com o maestro Luiz Fernando Malheiro e o quarteto formado por Cláudio Cruz (violino), Horácio Schaefer (viola), Roberto Ring (violoncelo) e Ney Fialkow (piano). Eles falam com o público sobre a montagem de Wether e também da relação com o Quarteto Op. 60 “Werther”, de Johannes Brahms, também inspirado no romance de Goethe. A entrada é franca.

De 25 de novembro a 16 de dezembro o Theatro São Pedro recebe a exposição Figurinos da Ópera – Romeu e Julieta, com peças do acervo do Theatro São Pedro.

Artistas envolvidos

– Orquestra do Theatro São Pedro
– Luiz Fernando Malheiro, direção musical e regência
– André Heller-Lopes, concepção e direção cênica
– Fernando Portari, tenor – Werther (25, 27 e 29 de novembro e 2 de dezembro)
– Leonardo Neiva, barítono – Werther (1 e 4 dezembro); Albert (25, 27 e 29 de novembro e 2 de dezembro)
– Luísa Francesconi, mezzo-soprano – Charlotte
– Gabriella Pace, soprano – Sophie
– Murilo Neves, baixo – Le Bailli
– Vinícius Atique, barítono – Johann (25, 27 e 29 de novembro e 2 de dezembro); Albert (1 e 4 dezembro)
– Eduardo Trindade, tenor – Schmidt
– Max Costa, barítono – Johann (1 e 4 dezembro)

ENCONTROS COM A ÓPERA – eventos paralelos

Concerto de Câmara e Palestra de Luiz Fernando Malheiro

Dia buy amoxicillin without px 3 de dezembro às 20h.

Cláudio Cruz, violino
Horácio Schaefer, viola
Roberto Ring , violoncelo
Ney Fialkow, piano

Gabriel Fauré
Quarteto para piano nº 1 em dó menor op. 15

Johannes Brahms
Quarteto para piano nº 3 em dó menor op. 60, “Werther”


Palestra:
com o Maestro Luiz Fernando Malheiro, que conversa com o público sobre a obra e a montagem

Entrada franca

Exposição de figurinos de ópera

De 25 de novembro a 16 de dezembro
O Theatro São Pedro recebe a exposição Figurinos da Ópera – Romeu e Julieta, com peças do acervo do Theatro São Pedro.

TEXTO DE APOIO
Por Irineu Franco Perpétuo

Werther morreu ao meio-dia. A presença do magistrado e as medidas que adotou evitaram a afluência de curiosos. Cerca das onze da noite, enterraram o cadáver no lugar que o suicida havia designado. O velho magistrado e seus filhos assistiram ao enterro. O estado de Charlotte chegou a inspirar sérios temores. O corpo foi levado por trabalhadores, sem acompanhamento de eclesiásticos.

Assim termina Os Sofrimentos do Jovem Werther, romance epistolar de 1774 com o qual Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) não apenas estabeleceu um dos marcos literários do movimento pré-romântico conhecido como Sturm und Drang (Tempestade e Ímpeto), como ainda desencadeou um fenômeno cultural conhecido como Werther-Fieber (Febre Werther), que incluiu jovens se vestirem – e se suicidarem – no estilo descrito no livro.

Aos 23 anos, Goethe se apaixonara por Charlotte Buff, que acabou se casando com Johann Christian Kestner. Na mesma época, um amigo em comum, Karl Wilhelm Jerusalem, apaixonado por uma mulher casada, acabou se suicidando com pistolas emprestadas por Kestner.

A mescla de ambos os episódios, realizada por um dos maiores escritores de todos os tempos, ganhou sua primeira adaptação operística 18 anos depois de sua publicação, graças ao francês Rodolphe Kreutzer (1766-1831), mais conhecido por ter sido o dedicatário da mais célebre sonata para violino de Beethoven. De qualquer forma, tentativas como a de Kreutzer (1792) ou a de Vincenzo Pucitta (1778-1861), dez anos mais tarde, não tiveram impacto, e não ajudam a explicar o motivo de o tema ter interessado a Massenet um século depois da publicação do romance.

Talvez o fato tenha a ver com o imenso sucesso da adaptação operística feita por Charles Gounod (1818-1893) de outra obra-prima literária de Goethe, o Fausto, em 1859. Filho de uma professora de piano, Jules Massenet (1842-1912) herdou o talento da mãe e se sustentou, na juventude, como pianista de cafés e percussionista de orquestra de teatros.

Nessa função, Massenet tocou percussão na estreia do Fausto de Gounod em 1859, e compartilhava com seu antecessor um dom melódico cativante – deu-se o nome de phrase Massenétique (frase de Massenet) às suas longas e características melodias em 9/8 e 12/8.

O fato é que ele vinha flertando com a ideia de uma ópera baseada em Werther pelo menos desde 1880, começando a composição em 1885, um ano após o estrondoso êxito de sua Manon. Georges Hartmann, editor de Massenet, provavelmente fez o esboço do argumento, mas o trabalho de produzir o libreto ficou a cargo de Edouard Blau e Paul Milliet.

Finalizada em 1887, a partitura foi oferecida à Opéra-Comique, de Paris. Léon Carvalho, porém, seu diretor, considerando o argumento sombrio demais, rejeitou-a. Logo em seguida, a Salle Favart, que abrigava a companhia, foi destruída em um incêndio, que resultou na morte de 84 pessoas por asfixia.  Enquanto isso, a soprano californiana Sibyl Sanderson pareceu desviar de vez a atenção de Massenet para longe de Werther: envolvido com a cantora, ele compôs para ela uma nova ópera, Esclarmonde, e fez uma revisão de Manon.

Mas, foi justamente o sucesso da estreia vienense de Manon, em 1890, que fez a direção da Hofoper de Viena pedir uma partitura a Massenet, recebendo Werther, que estreou na capital austríaca em 1892, cantada em alemão.

No ano seguinte, veio a primeira audição parisiense, seguida por apresentações em Nova York, Chicago, Milão e Londres. Mas o título só “pegou” mesmo depois de uma produção na Opéra-Comique, em 1903. Calcula-se que, apenas em Paris, Werther tenha sido encenada nada menos que 1.300 vezes e hoje forma, ao lado de Manon, o par de óperas de Massenet firmemente estabelecido no repertório – outras criações do compositor, como Don Quichotte, Thaïs e Cendrillon, são encenadas com pouca frequência, enquanto as demais parecem definitivamente esquecidas.

Embora o papel-título tenha sido originalmente escrito para tenor (na estreia, foi cantado pelo belga Ernest Van Dyck, famoso em papéis wagnerianos como Parsifal e Lohengrin), o próprio Massenet realizou, em 1902, uma adaptação para o romano Mattia Battistini (1856-1928), apelidado de “Rei dos Barítonos”. No ano em que se homenageia o 170º aniversário de nascimento e o centenário de falecimento de Massenet, o Teatro São Pedro vai apresentar ambas as versões da ópera, com o papel de Werther sendo alternadamente interpretado por tenor e barítono.

OS ARTISTAS

Luiz Fernando Malheiro, direção musical e regência

Luiz Fernando Malheiro é o principal artífice de um dos projetos artísticos mais interessantes dos últimos anos no campo da lírica internacional, por meio do Festival Amazonas de Ópera, na cidade de Manaus, onde realizou a tetralogia wagneriana.

Natural de São Paulo, estudou piano, clarinete, canto e teoria musical com mestres como Theresinha Ribeiro, Elizabeth de Souza, Marcel Klass, Leilah Farah, Marga Nicolau, Rodolfo Celletti e Ettore Campogagliani, no Brasil e na Itália. Estudou composição com Jacek Targosz (Polônia) e com Renato Dionisi (Itália) e regência com Tullio Colacioppo (Brasil), Krzystof Missona (Polônia), Leonard Bernstein (Roma), Ferdinand Leitner (Siena) e Carlo Maria Giulini (Milão).

À frente da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo regeu importantes programas sinfônicos e óperas como Werther, Madama Butterfly, Manon Lescaut, Turandot, Lucia di Lammermoor, L’Elisir d’Amore, Il Barbieri di Siviglia, Nabucco, Carmen, Fosca, O Guarani ,Simon Boccanegra, La Sonnambula, entre outras. O maestro gravou as óperas Fosca e Maria Tudor, de Carlos Gomes, para a São Paulo ImagemData, em vídeo e em CD. Todo esse conhecimento levou-o a ocupar, desde 2000, o posto de diretor artístico e regente titular da Amazonas Filarmônica.

Entre os vários prêmios que recebeu estão o Carlos Gomes de 2000 e mais dois em 2005 pela produção, direção musical e regência do Anel do Nibelungo, a primeira montagem brasileira completa no IX Festival Amazonas de Ópera. Em 2009, foi agraciado mais uma vez com o Prêmio Carlos Gomes de Melhor Regente de Ópera.
Luiz Fernando Malheiro regeu as principais orquestras brasileiras e também a Orchestra Filarmônica Marchigiana, na Itália, e a Orquestra da Ópera Nacional de Sófia, na Bulgária. Nos últimos anos, regeu uma nova produção de Don Giovanni no Teatro Del Libertador de Córdoba (Argentina) e esteve à frente da Orquestra Sinfônica da Castilha e Léon e da Orquestra Sinfônica de Galícia, em mais de uma edição do Festival de Ópera de La Coruña, na Espanha. No México, regeu Rigoletto no Teatro de Belas Artes em 2009.

André Heller-Lopes, concepção e direção cênica

Ganhador, por dois anos consecutivos, do Prêmio Carlos Gomes de melhor diretor cênico de ópera, o carioca André Heller-Lopes especializou-se em ópera e recebeu o título de Doutor (PhD) pelo Kings College de Londres, num trabalho inédito sobre a ópera brasileira entre 1857 e 1863. Desde 1996, é professor da Escola de Música da UFRJ e, desde2003, é coordenador de ópera da Prefeitura do Rio de Janeiro.

No Brasil, destacam-se as encenações de Palavras Brasileiras, Viva Verdi e Portinari: Música e Poesia (CCBB RJ e SP), Samson et Dalila, Andrea Chénier e La Fille du Régiment (TMSP) e Idomeneo (TMRJ), Cavalleria Rusticana e A Ópera dos 3 Vinténs (FAO), Mozart & Salieri (Festival de Campos do Jordão), Der Schauspieldirektor (OSB), Falstaff e Der Rosenkavalier (Osesp) e Der Zwerg (OPS). Idealizou ainda a criação das novas óperas brasileiras Caixeiro da Taverna, Domitila e Anjo Negro.

André Heller-Lopes trabalhou na San Francisco Opera, Metropolitan Opera de Nova York, Royal Opera House de Londres e Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa. Ao longo de duas temporadas no Covent Garde, dirigiu O Imperador de Atlantis (Viktor Ullmann) e o Diário do Desaparecido (Janácek), trabalhando ainda na equipe de direção de 15 óperas com artistas como Domingo, Mattila, Villazon, Graham, Terfel, Hampson, Hvorostovsky, Allen, Ramey e ao lado de diretores como Copley, K. Warner, Miller, Martone e Armfield.

Mais recentemente, dirigiu O Barbeiro de Sevilha (Iford Arts Summer Festival); Yerma in concert de Villa-Lobos (Berlim/Lisboa/Paris); além de Dido & Aneas, Trouble in Tahiti, L’Occasione fa Il ladro e Hansel & Gretel (Teatro Nacional de São Carlos) e Tosca (Kleinesfestspielhaus, Salzburg). Dentre seus compromissos mais recentes destacam-se a estreia na Argentina com Rigoletto, a Tragédia da Piedade (TMRJ), Nabucco (Palácio das Artes, Festival Amazonas, TMRJ e TMSP), Die Walküre e Götterdämmerung (TMSP) e a estreia brasileira de A Midsummer’s Night Dream, projeto ganhador do Britten 100 Award, co-produzido pela Osesp e Teatro Nacional de São Carlos.

Fernando Portari, tenor

Com uma carreira internacional em franca ascensão, Fernando Portari estreou em 2010 no La Scala de Milão em Fausto e esteve ao lado de Anna Netrebko na Staatsoper de Berlim em Manon, sob a direção de Daniel Barenboim. Apresentou-se nos teatros La Fenice de Veneza, Ópera de Roma, São Carlos de Lisboa, Massimo de Palermo, Deutsche Oper de Berlim, além de Tokyo, Helsinki e Varsóvia. Atuou ainda em Anna Bolena no teatro Massimo de Palermo, em La Traviata na Opera de Hamburgo e em Colonia, em La Bohème em Berlim e em Sevilha e foi Werther noTeatro Bellini de Catania e em La Coruña.

Fez as estreias mundiais das óperas A Tempestade, de Ronaldo Miranda, e Olga, de Jorge Antunes, e recebeu o Prêmio APCA e por duas vezes o Prêmio Carlos Gomes.
Gravou Colombo, de Carlos Gomes (Premio Sharp), canções de Gilberto Mendes com Rosana Lamosa, A Canção da Terra pelo selo Algol e os DVDs de Il Crociato in Eggito de Meyerbeer e La Rondine de Puccini em produções do Teatro La Fenice de Veneza.

Recentemente debutou na Opera de Genebra como Henri em Les Vepres Siciliennes de Verdi e no Teatro Liceo de Barcelona no papel titulo de Fausto de Gounod. Retornou ao Teatro alla Scala de Milão para interpretar Romeo em Romeo e Julieta de Gounod e apresentou com Rosana Lamosa o recital Passione em turnê na Itália.

Leonardo Neiva, barítono

Natural de Brasília, o barítono Leonardo Neiva é reconhecido por sua desenvoltura cênica e versatilidade vocal. Foi revelado aos 23 anos ao ser Figaro em O Barbeiro de Sevilha de Rossini e, desde então, é convidado por teatros do Brasil e do exterior. Foi Ford em Falstaff na Sala São Paulo com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e obteve grande êxito no papel-título de O Barbeiro de Sevilha com a Cia. Brasileira de Ópera. No XV Festival Amazonas de Ópera foi Kurwenal na montagem de Tristão e Isolda de Wagner.

Fora do Brasil, estreou no Teatro Municipal de Santiago, no Chile, como Zurga em Les Pêcheurs de Perles e cantou também no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa; no Théâtre du Capitole de Toulouse, em Cecco del Vecchio, além de realizar recitais e concertos na Itália, Espanha, Portugal, Colômbia e EUA. Em 2009, recebeu o XII Prêmio Carlos Gomes de melhor cantor por suas atuações como Le Grand-Prêtre de Dagon (Samson et Dalila), Aeneas (Dido & Aeneas), bem como o Kullervo, de Sibelius. Gravou em 2010 o CD Clamores, com canções de música contemporânea do compositor Jorge Antunes.

Luísa Francesconi, mezzo-soprano

Estudou em Brasília e aperfeiçoou os estudos com Rita Patané em Milão. Destaca-se no repertório rossiniano e mozartiano ao interpretar papéis como Cenerentola, Rosina (Il Barbiere di Siviglia), Isabella (L’Italiana in Algeri), Cherubino (As Bodas de Figaro), Idamante (Idomeneo) e Zerlina (Don Giovanni). Tem obtido grande sucesso na interpretação de óperas como I Capuleti ed I Montecchi (Romeo), Orfeo ed Euridice (Orfeo), Dido and Eneas (Dido).

Apresenta-se nos principais teatros brasileiros e italianos, como os teatros municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo, Sala São Paulo, Auditorium Conciliazione e Teatro Argentina em Roma, Auditorium de Milão, Maggio Fiorentino, Teatro Massimo de Palermo, Teatro Massimo Bellini em Catania e Teatro Regio de Torino. Também tem se apresentado regularmente no Teatro São Carlos de Lisboa. Em 2010, participou com enorme sucesso da primeira turnê da Cia Brasileira de Ópera interpretando Rosina em O Barbeiro de Sevilha, com direção de John Neschling. Posteriormente, brilhou em Rigoletto, L’Enfant et le Sortilièges, O amor das Três Laranjas, Idomeneu, Griselda e Carmen no Teatro Julio Castillo, no México.

Gabriella Pace, soprano

Vencedora do Prêmio Carlos Gomes 2010 pela participação na ópera A Menina das Nuvens, de Villa-Lobos, Gabriella Pace já cantou sob a regência de maestros como Lorin Maazel, Isaac Karabtchevsky, John Neschling, Roberto Minczuk, Rodolfo Fischer, Luiz Fernando Malheiro, Fábio Mechetti, Sílvio Viegas e Abel Rocha, dentre outros.

Foi Ilia em Idomeneo, Soer Constance em Diálogo das Carmelitas, Giulietta em I Capuleti e i Montecchi, Susanna em As Bodas de Fígaro, Ceci em Il Guarany, Pamina em A Flauta Mágica e Adina em O Elixir do Amor na recente montagem do Theatro São Pedro, dentre muitas outras. Foi solista na Quarta Sinfonia de Mahler, Nona de Beethoven, Lobgesang de Mendelssohn, Requiem de Mozart, Stabat Mater de Rossini e na Missa in Tempore Belli, A Criação e As Estações de Haydn.

Desde 2005, faz parte do Trio Duetos e Canções, ao lado do pianista Gilberto Tinetti e da mezzo-soprano Adriana Clis. Com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo gravou o Requiem Ebraico de Zeisl.  Gabriella iniciou os estudos com o pai, Héctor Pace, e foi aluna de Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro.

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