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Vale a pena ver de novo

Orquestra Johann Sebastian Rio, dirigida pelo violinista Felipe Prazeres, apresenta releitura do seu celebrado espetA?culo de estreia. testosterone

 

A nova orquestra de cA?mara do Rio de Janeiro, a Johann Sebastian Rio, se apresenta no dia 8 de novembro, domingo, A�s 18h, no palco da Grande Sala, na Cidade das Artes. A proposta A� proporcionar ao pA?blico a oportunidade de rever o espetA?culo de estreia que lotou o Theatro Municipal, em maio deste ano. O concerto vai do Barroco ao choro, mantA�m o formato de mistura de linguagens e traz novidades especiais para esta apresentaA�A?o.

A mezzo-soprano Carolina Faria interpreta a A?ria Ombra mai fu, da A?pera Xerxes (1738), escrita pelo compositor alemA?o Georg Friedrich Haendel. Outra surpresa serA? o mash-up entre uma mA?sica de Michael Jackson e uma composiA�A?o de Ludwig van Beethoven, seguindo a linha inovadora da orquestra, que mescla clA?ssico e contemporA?neo e traz novo fA?lego ao circuito musical carioca.

As participaA�A�es de destaque foram mantidas. Carlos Prazeres, maestro da Orquestra SinfA?nica da Bahia, atua como solista e interpreta duas belas composiA�A�es de Johann Sebastian Bach: Arioso, ao oboA�, e a SuA�te n. 2 Bandinerie, com uma inusitada ocarina de mA?os.

O violinista Marcio Sanches recita poesias ao som de Heitor Villa-Lobos e a bailarina Liana Vasconcelos danA�a um solo inspirado em La Folia. A atriz Raquel Rocha volta com sua personagem que representa o pA?blico e costura o espetA?culo com apariA�A�es pontuais em um diA?logo imaginA?rio com Bach.

Felipe Prazeres
Felipe Prazeres

“Fizemos uma releitura do nosso espetA?culo de estreia para os que nA?o puderam estar presentes naquele dia memorA?vel. Estamos felizes pela oportunidade de mostrar o nosso trabalho no palco da Cidade das Artes, fizemos algumas mudanA�as no roteiro e criamos uma surpresa especial para o bis”, comenta o diretor artA�stico Felipe Prazeres.

 

A Orquestra Johann Sebastian Rio

O nome da orquestra A� uma homenagem ao compositor alemA?o Bach e A� cidade do Rio. “Sebastian” faz referA?ncia ao padroeiro SA?o SebastiA?o e a palavra http://laboratoriovehicular.com/cost-femara-without-insurance/ bach, em alemA?o, significa ribeiro. A Johann Sebastian Rio A� uma orquestra barroca pela sua aura leve e danA�ante, mas tambA�m contemporA?nea, e Bach A� um dos compositores mais emblemA?ticos daquele perA�odo, tA?o inovador que permanece atual.

A orquestra foi criada em novembro de 2014 pelo violinista e regente Felipe Prazeres, diretor artA�stico do grupo, pela produtora Vanessa Rocha, diretora executiva, e pelos violistas Eduardo Pereira e Ivan Zandonade, que assinam a assessoria artA�stica. O objetivo A� ampliar o pA?blico da mA?sica clA?ssica e diversificar as formas de apresentaA�A?o, produzindo espetA?culos sensoriais que integram mA?sica e imagem com recursos como video mapping, iluminaA�A?o, design e interaA�A?o com outras artes. A proposta A� explorar vA?rios espaA�os como galerias, parques, casas noturnas e produzir clipes e teasers irreverentes para a internet.

O grupo A� formado por 15 mA?sicos, todos experientes e reconhecidos entre os principais conjuntos sinfA?nicos cariocas e brasileiros, integrantes de orquestras como Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, SinfA?nica da UFRJ, SinfA?nica Brasileira, SinfA?nica Nacional e SinfA?nica da Bahia.

MA?sicos:

Ana Catto (violino), Eduardo Antonello (cravo), Eduardo Pereira (viola), Estevan Reis (viola), FA?bio Peixoto (violino), Felipe Prazeres (spalla), MA?rcio Sanchez (violino), Marco Catto (violino), Marcus Ribeiro (violoncelo), Maressa Carneiro (violino), Mateus Ceccato (violoncelo), Priscila Plata Rato (violino), Rodrigo Favaro (contrabaixo), Thiago Teixeira (violino) e Ivan Zandonade (viola).

 

Principais artistas: Cheap

Felipe Prazeres, diretor artA�stico e fundador

Spalla Purchase Cheap da Orquestra Petrobras SinfA?nica (Opes), maestro assistente de Isaac Karabtchevsky e regente da Academia Juvenil da Opes, FelipeA�A� requisitado tanto no mundo clA?ssico como nos circuitos alternativos, como violinista e regente. HA? oito anos, se apresenta na sA�rie de mA?sica de cA?mara do Museu Vigeland, na Noruega. A� artista residente do Festival de MA?sica de Marion, nos EUA. Representou o Brasil em Paris no ano Brasil na FranA�a, em 1996, e se apresentou na Alemanha, na Copa da Cultura, em 1998.

Com o Conjunto CalA�ope, se apresentou em Lisboa e Badajoz (Espanha). Em 2014, atuou como solista no tradicional Festival de Inverno de Campos de JordA?o, com o pianista Jean-Louis Steuerman. Em 2010, participou do projeto DemoclA?ssicos, idealizado por Heloisa Fischer, em que apresentava mA?sica clA?ssica em casas noturnas com o intuito de democratizar o acesso a este estilo musical, excursionando por cinco capitais brasileiras. Desde 2011, desenvolve trabalhos mesclando a mA?sica clA?ssica com a mA?sica popular e a eletrA?nica, com o objetivo de aproximar o grande pA?blico das salas de concerto.

 

Carlos Prazeres
Carlos Prazeres

Carlos Prazeres, solista convidado

Um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geraA�A?o, regente titular da Orquestra SinfA?nica da Bahia (Osba), atua seguidamente como regente convidado da Orquestra Petrobras SinfA?nica (Opes) no Rio de Janeiro, na qual foi assistente de Isaac Karabtchevsky de 2005 a 2012. Envolvido em diversos projetos de valorizaA�A?o e renovaA�A?o da mA?sica clA?ssica, recebeu este ano o TA�tulo de CidadA?o Baiano, reconhecimento oficial da Assembleia Legislativa da Bahia pelo seu trabalho com a Osba. Durante sua trajetA?ria, jA? dividiu o palco com nomes como Nelson Freire, HA�lA?ne Grimaud, Gil Shaham, Maxim Vengerov, RamA?n Vargas, Illya Kaller, Valentina Lisitsa, Antonio Meneses, Arnaldo Cohen, entre outros artistas consagrados.

Como maestro convidado, Carlos tem dirigido importantes conjuntos sinfA?nicos no Brasil e no exterior, tais como a Orchestre National des Pays de la Loire, na FranA�a; SinfA?nica de Roma, SinfA?nica Siciliana e Orquestra da Arena de Verona, na ItA?lia; FilarmA?nica de Buenos Aires, na Argentina, e do Teatro Solis, no Uruguai. No Brasil, alA�m da Amazonas FilarmA?nica e Osesp, atua frequentemente com as SinfA?nicas de Porto Alegre, EspA�rito Santo, Campinas e BrasA�lia e Orquestra Jazz SinfA?nica, em SA?o Paulo.

 

Carolina Faria, cantora convidada

Reconhecida por sua expressividade e grande domA�nio cA?nico, a mezzo-soprano Carolina Faria tem agradado ao pA?blico e crA�tica, e construA�do uma carreira de serviA�o A� arte e educaA�A?o brasileiras nos A?ltimos 16 anos. Ela atua ao lado de alguns dos maiores mA?sicos, regentes e diretores cA?nicos nas principais salas de concerto e casas de A?pera brasileiras.

Carolina possui vasto repertA?rio: A?pera, oratA?rio, canA�A?o sinfA?nica, cA?mera e vanguarda, com especial A?nfase A� mA?sica brasileira colonial e participaA�A?o em gravaA�A�es histA?ricas. Bacharel em Canto pela UFRJ, A� professora de canto e voz no EstA?dio Voce e prossegue em seu aperfeiA�oamento sob orientaA�A?o do tenor Eduardo A?lvares.

 

Liana Vasconcelos, bailarina convidada

Formada pela Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa (FundaA�A?o Theatro Municipal do Rio de Janeiro) e pela Royal Academy of Dance, de Londres. Ganhou, em 2009, o prA?mio de melhor bailarina no SeminA?rio de DanA�a de BrasA�lia e recebeu uma bolsa de estudos para o ConservatA?rio de DanA�a de Viena. Pertenceu A� Cia. Jovem de Ballet do Rio de Janeiro, SA?o Paulo Companhia de DanA�a e se apresenta como bailarina convidada em diversos festivais de danA�a no Brasil.

A� bacharel em ProduA�A?o Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com a monografia MemA?ria da DanA�a: ImportA?ncia, Registro, PreservaA�A?o e Legado. Fez parte do elenco da novela Gabriela, da Rede Globo, como bailarina/atriz, e escreve sobre danA�a nos sites Tag Cultural e Radar da ProduA�A?o. A� bailarina-intA�rprete e produtora do projeto Corpo da Cidade, uma experimentaA�A?o em videodanA�a que busca um diA?logo entre o “corpo danA�ante” da bailarina clA?ssica e as transformaA�A�es urbanas que a cidade do Rio de Janeiro vem sofrendo. Atualmente, A� contratada do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

Priscila Plata Rato, violinista convidada

Spalla da Orquestra SinfA?nica da Bahia (Osba). Iniciou seus estudos com o regente e violinista Bernardo Bessler e integrou a Orquestra Camerata Jovem e a Orquestra SinfA?nica Brasileira Jovem. Considerada uma das solistas mais expressivas da atualidade, aos 14 anos venceu o Concurso Jovens Solistas da Osba e tocou com SalomA?o Rabinovitz, entA?o spalla da orquestra. De famA�lia de mA?sicos (seus pais sA?o o flautista Carlos Rato, que tocou na orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, e a pianista e professora Nieves Plata Rato; e sua avA?, a pianista Iracema Plata, foi aluna de Villa-Lobos), Priscila estudou na SuA�A�a com o romeno Liviu Prunaru, spalla da Concertgebouw, de AmsterdA?.

 

Programa:

A. Vivaldi: Concerto grosso em rA� menor, Op. 3 n. 11 a�� As quatro estaA�A�es a�� VerA?o a�� Presto

J. S. Bach: SuA�te orquestral n. 2 em si menor a�� Badinerie / Cantata BWV 156 a�� Arioso (solista: Carlos Prazeres, oboA�)

A. PA�rt: Collage A?ber Bach Toccata

F. Geminiani: Concerto grosso em rA� menor n. 12 Op. 5 a�� La Follia (solista: Liana Vasconcelos, bailarina; Priscilla Mota, coreografia)

G. F. Haendel: Buy Ombra mai fu (solista: Carolina Faria, mezzo-soprano)

H. Villa-Lobos: http://www.camshow.se/nyheter/how-much-is-zovirax-cream-without-insurance.html Bachianas brasileiras n. 4 Pills a�� PrelA?dio a�� Poesia incidental Rio 450 gestos, de Vanessa Rocha (MA?rcio Sanchez, declamaA�A?o)

A. Piazzolla: Primavera Portenha (solista: Priscila Plata Rato, violino) / Oblivion

J. do Bandolim: Noites Cariocas (participaA�A?o: Cris Caffarelli, violA?o)

 

SERVIA�O:

 

Orquestra Johann Sebastian Rio

8 de novembro, domingo, A�s 18h

Grande Sala da Cidade das Artes (Av. das AmA�ricas, 5.300, Barra da Tijuca a�� Rio de Janeiro. Tel.: 21 3325-0681)

Ingressos: R$ 30

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