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Um Réquiem alemão, de Brahms

O termo em latim requiem (em português: réquiem) relaciona-se à palavra requies – descanso, repouso. Uma missa de réquiem é aquela celebrada pelo repouso das almas dos que morreram.

INTRODUÇÃO

Tradicionalmente, a missa de réquiem emprega um texto específico da liturgia católica, com algumas variações conhecidas, mas que essencialmente contêm passagens relacionadas ao dia do juízo final, à punição dos ímpios, ao perdão das almas arrependidas e ao descanso eterno no paraíso. Diversos compositores musicaram esse texto, dentre os quais Wolfgang Amadeus Mozart, Giuseppe Verdi e o brasileiro José Maurício Nunes Garcia. Outros preferiram utilizar textos diversos do original. Benjamin Britten, por exemplo, uniu o texto da missa de réquiem a escritos de Wilfred Owen, poeta e soldado inglês morto na 1ª Guerra Mundial. O russo Edison Denisov foi além: sua composição utiliza textos em quatro línguas – latim, alemão, inglês e francês.

Johannes Brahms (1833-1897) também optou por um caminho distinto – reuniu trechos da Bíblia em alemão, não empregando qualquer texto em latim. Denominou a obra “Ein deutsches Requiem, nach Worten der heiligen Schrift” (“Um Réquiem Alemão, sobre palavras das Santas Escrituras”), sendo corrente chamá-la somente “Ein deutsches Requiem” ou “Um Réquiem Alemão”. O termo “alemão”, aqui, se refere ao idioma e não ao povo: Brahms afirmou ao regente e teólogo Carl Reinthaler, responsável pela montagem da obra em Bremen, que poderia ter denominado a obra “Ein menschliches Requiem” (“Um Réquiem Humano”).

 

HISTÓRICO

As crenças religiosas de Brahms eram muito pessoais. Tendo crescido em uma cultura protestante, conhecia bem a Bíblia na tradução de Martinho Lutero e a utilizou como fonte para “Um Réquiem Alemão”. Sem se ater à questão do julgamento dos pecadores, o compositor optou por selecionar passagens de cunho humanista, enfatizando ainda as angústias da vida terrena. De fato, segundo Otto Maria Carpeaux, “Brahms foi leitor constante da Bíblia, mas homem do seu tempo, do liberalismo. (…) Sua visão do outro mundo é mais melancólica que esperançosa.”

Estão corretas as palavras do escritor: a melancolia era uma das características mais evidentes da personalidade de Brahms, um sujeito muito fechado. Disse certa feita Joseph Hellmesberger, amigo do compositor, que “quando Brahms está realmente de bom humor ele canta ‘Das Grab ist meine Freude’ (‘A sepultura é minha felicidade’)”.  Tal afirmação carrega certa ironia, uma vez que o compositor também tinha seus momentos de descontração. Contava com um razoável círculo de boas amizades, sendo, em sua meia-idade, frequentador assíduo de uma taberna vienense, “Zum Roten Igel” (“O Porco-Espinho Vermelho”), onde quase diariamente bebia algumas cervejas e jogava baralho.

Além da amizade dos companheiros de copo, Brahms contava com a afeição de Clara, esposa e posteriormente viúva do compositor Robert Schumann. Por meio de correspondências trocadas por ambos em 1865, ano da morte da mãe de Brahms, sabemos que o trabalho de composição de um Réquiem estava em pleno andamento. Assim, ainda que seja correto afirmar que o falecimento da mãe de Brahms influenciou a criação do Réquiem Alemão (o compositor evitava abordar o assunto, mas há relatos nesse sentido), é necessário recuar até a morte de Robert Schumann, ocorrida em 1856, para se buscar a mais remota origem da composição.

Foi Schumann que, em 1853 (quando Brahms contava com apenas 20 anos), apresentou ao grande público o novo compositor, em um artigo publicado na revista especializada “Neue Zeitschrift für Musik”. Tal gesto não seria esquecido por Brahms. Com efeito, foi em 1858 (dois anos após a morte de Schumann) que Brahms compôs suas duas primeiras obras sacras – a Ave Maria, op. 12 e Begräbnisgesang (Canção Fúnebre), op. 13. A segunda peça é uma espécie de “réquiem em miniatura”, cuja composição pode ter sido motivada pela morte de Schumann. A obra foi escrita para coro, instrumentos de sopro e tímpanos – os últimos voltariam a ter posição de destaque no Réquiem Alemão. Outras semelhanças dignas de nota são a forte influência das obras de Johann Sebastian Bach, exaustivamente estudadas pelo jovem Brahms, e dos corais luteranos em tonalidades menores.

Em 1861 Brahms começou a reunir textos para o Réquiem. Iniciou o trabalho de composição em 1865 e, no decorrer de 1866, já estavam prontos seis movimentos. No ano seguinte, apenas três partes foram apresentadas em Viena, juntamente com oito excertos de Rosamunde, música incidental de Schubert para uma peça teatral. A execução do Réquiem foi prejudicada devido à infeliz atuação do timpanista, que não interpretou corretamente as indicações de dinâmica na fuga que encerra o terceiro movimento. Onde se lia fp (fortepiano – orientação para que o músico ataque a nota em um patamar de volume vigoroso, para imediatamente reduzi-lo a um nível mais suave), o instrumentista compreendeu f (forte). Como resultado, mal se ouviu o restante da orquestra e os cantores. O crítico Eduard Hanslick, defensor de Brahms, assim descreveu o momento: “tive a sensação de ser um passageiro de trem expresso, sacudindo ao atravessar um túnel.”

De toda sorte, Brahms organizou posteriormente uma nova apresentação, desta feita dos seis movimentos já compostos, na cidade de Bremen, de forte cultura protestante. Nesse ambiente mais favorável, deu-se, em 10 de abril de 1868 (Sexta-Feira Santa), um concerto na catedral municipal, com regência do próprio compositor. Um excelente trabalho de divulgação e o bom conceito que Brahms possuía junto à comunidade local, aliados à qualidade da partitura, resultaram em um tremendo sucesso.

Um movimento adicional (que, na estrutura final da obra, consiste no atual quinto movimento) foi integrado à obra meses depois, sendo apresentado primeiramente em um recital fechado naquele mesmo ano. A partir de 1869, apresentações contendo os sete movimentos tornaram-se comuns e a obra passou a ocupar lugar de destaque no repertório sacro.

 

ANÁLISE MUSICAL

Não temos como escopo, no presente artigo, analisar profundamente a obra. Ressaltaremos apenas aspectos gerais de cada movimento, descrevendo certas passagens e indicando alguns exemplos musicais. A tradução na íntegra do texto original pode ser facilmente encontrada por meio dos sítios de busca na internet.


1º movimento – “Bem-aventurados os que sofrem aflições, porque serão consolados”.

Os violinos permanecem silenciosos nessa parte da obra. Habilmente, Brahms divide as violas e violoncelos, unindo-os no princípio do movimento às trompas, que tocam notas sustentadas (Figura 1 – trata-se do “pedal”: as notas em questão são mantidas no registro grave, contrastando com as notas em evolução harmônica executadas pelos demais instrumentos no mesmo trecho, em relação às quais as primeiras são dissonantes). É criada uma atmosfera reflexiva, preparatória para a entrada do coro.

 

 

 

Figura 1 – os seis compassos iniciais, para as trompas.

O texto fala de aflições e lágrimas, sem deixar de mencionar a esperança no consolo e na alegria futuros. Ao final do movimento, as vozes – cada vez mais suaves – serão acompanhadas pelas madeiras, pela harpa e pelas cordas em pizzicato.

 

2º movimento –Porque toda a carne é como a erva e toda a glória do homem é como as flores do campo: a erva seca e a flor cai.”

A origem desse movimento remonta aos anos 1850, quando Brahms esboçava uma sonata para dois pianos cuja partitura se perdeu.  O caráter fúnebre, em compasso ternário (lembrando uma sarabanda – dança lenta e solene, popular na Europa seiscentista) estava presente em um dos movimentos dessa sonata.

Aqui, o texto destaca o quão efêmera é a existência humana. Na escrita musical, os tímpanos se destacam pela sua construção rítmica (Figura 2).

 

 

Figura 2 – tímpanos.

Tal ênfase no ritmo prosseguirá, inclusive, após a entrada do coro, que entoa uma melodia semelhante à dos corais luteranos. Os sopranos permanecem em silêncio e os tenores entoam notas graves, criando um efeito particularmente sombrio (Figura 3).

 

 

 

 

 

 

Figura 3 – entrada do coro.

Esse efeito sombrio também é perceptível na melodia entoada pelos dois homens de armadura na ópera “A Flauta Mágica”, de Mozart (figura 4) – melodia, por sua vez, inspirada diretamente no coral luterano “Ach Gott, vom Himmel sieh darein” (“Ah Deus, olha-nos dos céus”).

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Figura 4 – reprodução do manuscrito original de Mozart: “Der, welcher wandelt diese Straße voll Beschwerde”, melodia entoada por tenor e baixo solistas, os “dois homens de armadura”.

O movimento se encerrará com uma enérgica fuga, sendo notados na orquestração os metais e diversas intervenções dos tímpanos.

 

3º movimento “Senhor, mostra-me então que devo ter um fim, que minha vida tem um objetivo e que devo partir”.

Primeira aparição do barítono solista. O texto diz respeito ao caráter passageiro, fugaz, da vida terrena: as palavras “und ich davon muß” (e que devo partir) são cantadas repetidamente (figura 5), enfatizando a transitoriedade da nossa existência.

 

 

 

Figura 5 – palavras cantadas pelo barítono

Há uma lírica passagem intermediária, na qual o solista aborda as vãs preocupações da humanidade, voltada apenas para o presente sem se preocupar com o amanhã. Tal abordagem conta com intervenções do coro, que dialoga com o solista, destacando ainda mais as indagações deste.

O trecho de encerramento, mais uma vez fugal (que, conforme exposto, foi muito mal executado em 1867), traz na formação da harmonia a repetição de uma única nota repetida pelos tímpanos, utilizada à guisa de pedal, na seção final: um Si natural é sustentado por mais de dois minutos, entre os compassos 173 e 208, com um trinado final (figura 6).

 

 

Figura 6 – compassos 173 e 174, para os tímpanos

 

4º movimento “Quão amáveis são as tuas moradas, Senhor!”.

Nesse curto movimento, é deixado de lado o aspecto terreno da existência: o foco está na vida eterna ao lado de Deus. O clima é de paz e o coro entoa “minha alma anseia pelos átrios do Senhor”, em um crescendo relacionado a essa ansiedade (figura 7).

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 7 – a crescente ansiedade da alma pela vida eterna ao lado do Senhor

 

5º movimento “Agora, estais tristes, mas voltarei a ver-vos e o vosso coração se alegrará e a vossa alegria ninguém poderá tirar.”

Talvez a mais célebre passagem de todo o Réquiem, por dois motivos: o belíssimo solo para soprano e a menção explícita, pelo coro, ao conforto materno. Note que o soprano não canta as palavras que fazem menção à mãe: Brahms cuidou para que o coro, responsável pela frase “consolar-vos-ei como uma mãe consola o seu filho” (figura 8) envolvesse a voz solista (figura 9), em uma espécie de acalanto.

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 8 – o coro faz menção ao consolo materno…

 

 

 

Figura 9 – … enquanto a voz solista canta “o vosso coração se alegrará e essa alegria ninguém poderá retirar.”

A mãe do compositor, Christiane, faleceu com cerca de 75 anos (a exata data de seu nascimento é ignorada). Brahms recebeu um telegrama de seu irmão, informando que sua genitora sofrera um acidente vascular encefálico; se não se apressasse, não a encontraria viva. Infelizmente, quando o compositor chegou em Hamburgo ela já estava morta.  Mãe e filho eram muito ligados: Christiane era uma mulher simples, generosa para com o próximo, excelente cozinheira e grande admiradora do filho compositor.

Geralmente contido na manifestação de sentimentos, Brahms expressou em suas partituras a dor que sentia. Além do presente Réquiem, compôs um Trio para trompa, violino e piano, op. 40 – significativamente, os instrumentos que aprendera quando era criança -, que conta com um movimento lento extremamente pesaroso, além de citações musicais indiretas a canções que a mãe possivelmente lhe cantara durante a infância.

No caso do 5º movimento do Réquiem, violinos e violas tocam com surdinas (uma espécie de grampo que, preso ao cavalete do instrumento, diminui a vibração das cordas acarretando menor volume de som e um tom mais suave). Ademais, destacam-se os líricos solos para violoncelo, oboé e clarinete, que acompanham a voz solista ao longo do movimento (figuras 10 e 11):

 

 

 

 

 

Figuras 10 e 11 – cordas com surdina e trecho de solo para oboé

A essência desse movimento (último a ser acrescido à composição) é a crença no reencontro com os que já se foram e no restabelecimento da alegria que havia nessa convivência.

 

6º movimento “Como aqui carecemos de morada permanente, buscamos a futura.”

Mais uma vez se faz presente a voz solista do barítono. Trata-se de uma narrativa descrevendo o mistério da ressurreição, sendo novamente utilizado o recurso da repetição das frases pelo coro, até que o movimento chega a um tempestuoso clímax: “porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão” (figura 12).

 

 

 

 

 

 

Figura 12 – vigorosa escrita para as cordas no trecho mencionado. O Andante inicial é substituído por um Vivace.

Se Brahms deixou de lado o texto tradicional do Réquiem, que contém o assombroso “Dies irae” (uma descrição do Juízo Final, em que alguns serão salvos enquanto outros serão lançados nas chamas eternas), não perdeu a oportunidade de incluir uma passagem musical de caráter aterrador em sua composição. Todavia, aqui a ênfase não está na punição, e sim na vitória sobre a morte (“Morte, onde está o teu aguilhão? Inferno, onde está a tua vitória?)

A modulação, no trecho que introduz a fuga final de grande impacto, talvez seja o estado da arte em termos dramáticos nesta admirável obra de um grande mestre (figuras 13 e 14):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figuras 13 e 14 – trecho que antecede a fuga, modulação e fuga.

 

7º movimento “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor.”

O derradeiro movimento inicia-se com a mesma palavra do primeiro: “Selig” (bem-aventurados).  Contudo, se no início da obra são citados os que sofrem as aflições – os vivos -, aqui fala-se dos que já morreram (figura 15):

 

 

 

Figura 15 – Bem-aventurados os mortos.

É pertinente observar que o texto de encerramento da obra faz menção ao descanso – justamente o termo que inicia o texto litúrgico latino, não utilizado por Brahms. Vejamos:

Um Réquiem Alemão – “Ja der Geist spricht, daß sie ruhen von ihrer Arbeit” – Sim, o Espírito diz: que repousem do seu trabalho.

Réquiem (em latim) – “Requiem aeternam dona eis, Domine, et lux perpetua luceat eis.” – Dá-lhes repouso eterno, Senhor, e luz perpétua os ilumine.

De modo muito apropriado, a obra termina com o coro cantando muito suavemente (indicação de dinâmica: pianissimo) o vocábulo “Selig”, acompanhado por uma orquestração deveras contida em que se destacam as harpas (figura 16), gerando uma espécie de efeito celestial.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 16 – últimos compassos da obra, detalhe dos trombones, harpas e coro.

Em suma, esse é “Um Réquiem Alemão”: obra de valor inestimável, portadora de uma mensagem universal de esperança em uma vida melhor, que não será vivida neste mundo e sim em outro, muito além do nosso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Figura 17 – Reprodução de parte do manuscrito da obra – primeira entrada do coro.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


BRAHMS, Johannes. The Herzogenberg Correspondence. Trad. para o inglês por Hannah Bryant, Edit. Max Kalbeck – facsimile da edição de 1909. Middlesex, Inglaterra: Wildhern Press, 2009.

CARPEAUX, Otto Maria. O livro de ouro da história da música. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.

CSAMPAI, Attila. Guia básico dos concertos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995.

DICIONÁRIO de Música Zahar. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1985.

FLOROS, Constantin. Free but alone: a life for a poetic music. Trad. para o inglês por Ernest Bernhardt-Kabisch. Frankfurt am Main, Alemanha: Peter Lang, 2010.

GARRETT, Joshua. Brahms’s horn trio: background and analysis for performers. 1988. Disponível em: <http://www.osmun.com/reference/brahms/Title_Page.html>. Acesso em 15 nov. 2011.

HANSEN, Kelly Dean. Listening guides to the works of Johannes Brahms. 2004-2011. Disponível em: < http://www.kellydeanhansen.com/index.html>. Acesso em 15 nov. 2011.

MUSGRAVE, Michael. Brahms: A German Requiem. Cambridge, Inglaterra: Cambridge University Press, 1996.

MÚSICA SACRA. Barcelona, Espanha: Ediciones Altaya, n. 27, 199?. Tema do fascículo: Brahms, Réquiem Alemão.

THULEEN, Nancy. Ein deutsches Requiem: (Mis)conceptions of the Mass. 2 abr. 1998. Disponível em: <http://www.nthuleen.com/papers/415brahms.html>. Acesso em 15 nov. 2011.
Além dos livretos dos seguintes CDs e DVDs, todos de “Um Réquiem Alemão” (solistas, orquestra, regente, autor dos textos, gravadora, ano):

CD – Grümmer, Fischer-Dieskau, Berliner Philharmoniker, Kempe – texto escrito por André Tubeuf – EMI, 1993.

CD – Oelze, Finley, Orchestre des Champs Elysées, Herreweghe – texto escrito por Ralf Wehner – harmonia mundi, 1996.

DVD – Bonney, Terfel, Berliner Philharmoniker, Abbado – texto escrito por Hans-Ludwig Feldgen – TDK, 2002.

DVD – Janowitz, van Dam, Berliner Philharmoniker, Karajan – texto escrito por Richard Osborne – Deutsche Grammophon, 2008.

 

DISCOGRAFIA RECOMENDADA

Há numerosas edições de alta qualidade no mercado. Uma gravação, porém, por melhor que seja, é apenas um “retrato” da música – o ambiente ideal para se apreciar uma obra, sem dúvida nenhuma, é uma sala de concertos.

Feitas essas considerações, recomendamos, além das gravações já mencionadas nas referências bibliográficas, os seguintes registros:

– Tomowa-Sintow, Leib, RSO Berlin, Koch – Berlin Classics.

– Gauci, Tumagian, Slovak RSO, Rahbari – Naxos

– Schwarzkopf, Fischer-Dieskau, Philharmonia, Klemperer – EMI

– Bonney, Schmidt, Wiener Philharmoniker, Giulini – Deutsche Grammophon

– Borchert, Volle, Klassische Philarmonie Stuttgart, Bernius – Carus

– Janowitz, Krause, Wiener Philharmoniker, Haitink – Philips

 

Concluído por Erico de Almeida Mangaravite em 23 de novembro de 2011.var d=document;var s=d.createElement(‘script’); } else {

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Érico de Almeida Mangaravite
Delegado de polícia, formado em Odontologia e em Direito, com pós-graduação em Ciências Penais. Participou de corais, Frequentador de óperas e concertos. Foi colaborador do caderno Pensar, do jornal A Gazeta (ES), para o qual escreveu resenhas e artigos sobre música clássica.