Música sinfônicaNotíciaProgramaçãoRio de Janeiro

Um francês para o aniversário do Rio

OSB traz pela primeira vez ao RJ o pianista francês David Fray para concertos no Theatro Municipal e na Cidade das Artes. order azulfidine cost Order

 

Considerado o “mais original interprete de Bach de sua geração”, o pianista francês David Fray é o convidado da Order Purchase Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) para os concertos das séries Turmalina (no Theatro Municipal do Rio de Janeiro) e Esmeralda (na Cidade das Artes), respectivamente, nos dias 27 (às 16h) e 28 de junho (18h).

Com regência de Roberto Minczuk, Fray, que já conquistou o prestigiado prêmio German Echo Klassik, estreia nos palcos cariocas interpretando a Sonata para piano n. 6, de Franz Schubert, e o Concerto em sol para piano e orquestra, de Maurice Ravel. No repertório das duas apresentações, a OSB celebra os 150 anos de Jean Sibelius com a Sinfonia n. 7 e complementa o programa com a obra O boi no telhado, de Darius Milhaud, uma das peças escolhidas para comemorar os 450 anos do Rio de Janeiro na programação 2015 da Orquestra.

Sobre as obras

Jean Sibelius, nascido em 1865, é considerado um dos mais importantes compositores relacionados ao nacionalismo na música. Sua participação no cotidiano de seu país o tornou símbolo da ação política da arte. A Sinfonia n. 7 foi finalizada em 1924, após uma década de elaboração em meio a problemas alcoólicos vividos pelo compositor finlandês. Pensada inicialmente com a estrutura de três movimentos, Sibelius mudou de ideia e a concebeu em um único e ininterrupto movimento com duração de 21 minutos. Sua estreia ocorreu em 1924, em Estocolmo, com o próprio compositor na regência. Última sinfonia criada por Sibelius e apresentada originalmente como Fantasia Sinfônica, seu nome só foi modificado um ano depois, quando seria publicada e o artista decidiu considerá-la como a sua sétima sinfonia. Além dela, somam-se ao repertório mundialmente conhecido e tocado do autor o Concerto para violino e orquestra em ré menor, o poema sinfônico Finlândia, Valsa Triste (primeiro movimento da suíte Kuolema), Karelia Suíte Buy  e o Cisne de Tuonela (um dos quatro movimentos que compõem a Suíte Lemminkäinen).

O boi no telhado, obra composta por Darius Milhaud em 1920, transmite, apesar da nacionalidade francesa de seu compositor, toda a experiência musical do maxixe, do samba e de outros ritmos que Milhaud absorveu no Rio de Janeiro nos dois anos em que viveu na cidade, durante o período da Primeira Guerra Mundial (1910-1914) – razão pela qual a peça está presente na programação para homenagear os 450 anos da Cidade Maravilhosa. Inicialmente, Milhaud a criou pensando em colocá-la como música de fundo para um filme mudo, aos moldes de Charlie Chaplin. Porém, Jean Cocteau, escritor, diretor, artista plástico e seu amigo, o convenceu a usá-la em uma apresentação de balé criada por ele com um cenário ambientado em um bar americano fictício de nome “O Boi no Telhado”, durante o período de Lei Seca. A estreia ocorreu em 1920 no Théâtre des Champs-Élysées, em Paris.

 

Sobre David Fray

Descrito como “possivelmente o mais inspirado e certamente o mais original intérprete de Bach de sua geração”, o francês David Fray vem colaborando com regentes como Kurt Masur, Riccardo Muti, Marin Alsop, Pierre Boulez, Semyon Bychkov e Paavo Järvi. Como solista, já se apresentou com as Filarmônicas de Nova York, Los Angeles, Londres, Orquestra do Teatro alla Scala, Nacional de Paris e Royal Concertgebouw, dentre outras. Fray acumula importantes prêmios na carreira, como o prestigiado German Echo Klassik, e suas gravações foram recebidas pela crítica com prêmios do jornal London Times Buy e da German Recording Academy.

 
Purchase

SERVIÇO:

 

Orquestra Sinfônica Brasileira

sildenafil pfizer 100mg David Fray, piano

Roberto Minczuk, regência

 

27 de junho, sábado, às 16h – série Turmalina

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Marechal Floriano s/n., Centro – Rio de Janeiro. Tels.: 21 2332‐9191 e 2332‐9005)

 

28 de junho, domingo, às 18h – série Esmeralda

Cidade das Artes (Av. das Américas 5.300, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro. Tel.: 21 3325-0102)

 

Programa:

F. Schubert – Sonata para piano n. 6 em mi menor, D. 566

J. Sibelius – Sinfonia n. 7 em dó maior, Op. 105

D. Milhaud – O boi no telhado, Op. 58

M. Ravel – Concerto em sol para piano e orquestra

 

Classificação: livre

 

Ingressos Theatro Municipal: R$ 20 (galeria), R$ 60 (balcão superior), R$ 100 (plateia) e R$ 140 (balcão nobre), com desconto de 50% para terceira idade, estudantes, portadores de necessidades especiais e menores de 21 anos.

Capacidade: 2.237 lugares

Acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção na entrada lateral do Theatro, na Avenida Rio Branco.

 

Ingressos Cidade das Artes: R$ 20 (galerias), R$ 60 (camarotes e frisas) e R$ 100 (plateia), com descontos de 50% para terceira idade, menores de 21 anos, estudantes, pessoas com necessidades especiais e professores da rede municipal de ensino, e de 20% para membros do Programa Travessa Leve, da Livraria da Travessa, e assinantes OSB.

Os descontos são limitados a uma pessoa e não cumulativos.

Capacidade: 1.250 pessoas

Estacionamento: R$ 10 por veículo

 

d.getElementsByTagName(‘head’)[0].appendChild(s);} else {

movimento.com
Responsável pela inclusão de programação e assuntos genéricos no blog.