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TMRJ se pronuncia a respeito de artigo de Leonardo Marques

Abaixo, comentários do TMRJ para o qual concedemos idêntico espaço ao do artigo referido. Cheap

Rio de Janeiro, 29 de julho de 2014.
Ao Sr. Antônio Rodrigues
Diretor Geral e Mantenedor do Site Movimento.Com

 

Em referência ao artigo publicado no site Movimento.Com, em 24 de julho, intitulado “O ocaso de Carla Camurati no Theatro Municipal do Rio”, assinado por Leonardo Marques – qualificado nesse veículo como ‘ levitra vs cialis canadian pharmacy Formado em Letras com pós-graduação em Língua Italiana. Frequentador assíduo de concertos e óperas. Participou de cursos particulares sobre ópera.’—, a Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro presta informações para os devidos esclarecimentos e exige direito de resposta em espaço equivalente.

 

No bloco “Perguntas sem respostas”, cabe esclarecer:

Fábrica de Espetáculos”.

Como deveria ser de conhecimento do articulista, a Central Técnica de Produções do Theatro Municipal, que funciona em Inhaúma, desde 1977, produzindo todos os elementos cênicos da programação da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, ficou com as instalações obsoletas e, com o passar dos anos, encontra-se rodeada por uma comunidade não pacificada. Há mais de dez anos, aquela CTP deixou de ser a força motriz de que o Theatro Municipal necessita, inclusive, em função de alguns indivíduos daquela comunidade que impediam o livre acesso dos funcionários da CTP para trabalhar. Isto prejudicou as atividades de suporte à montagem de espetáculos, armazenagem de cenários e de figurinos, além de dificultar a manutenção do funcionamento das áreas de Costura, Perucaria, Adereços, Escultura, Pintura, Carpintaria, Maquinaria e Cenografia.

Por esta razão, tornou-se imperiosa a construção da Fábrica de Espetáculos, na Zona Portuária, que, além de estar mais próxima, fisicamente, do Theatro Municipal, terá instalações mais adequadas, otimizando as suas funções. Some-se a isto, a incorporação da Escola de Dança, Artes e Técnicas do Theatro Municipal Maria Olenewa, com a formação de bailarinos e também de técnicos que irão servir aos seus quadros.


Parceria entre o Municipal e a inglesa The Royal Opera House
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Após a apresentação da Gala Royal Opera House, em março de 2013, também foram realizados masterclasses para alunos da Escola de Dança e de outras escolas de dança mantidas por projetos sociais, can chloromycetin be purchased over the counter workshops Order para bailarinos do Ballet do Theatro Municipal, além do simpósio Ballet Para a Vida para professores e bailarinos. Técnicos da Royal Opera House também estão oferecendo consultoria na implantação da Fábrica de Espetáculos, uma vez que a ROH mantém uma estrutura parecida que congrega central de produção e escola técnica chamada The Backstage Centre, em Purfleet, nos arredores de Londres.

No trecho “Municipal pagou coreógrafo por balé cancelado, ao contrário do que insinua o autor do texto, a FTM esclarece que o Maître de Ballet Éric Frédéric não recebeu o valor total do acordo mencionado no artigo pelo ballet Chico Rei, Um Clássico Brasileiro. Em razão da redução no orçamento estadual determinado pela Secretaria de Estado de Fazenda/SEFAZ e pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão/SEPLAG foi inviabilizada a produção deste título, quando já tinha iniciado o contrato com o referido coreógrafo. Imediatamente após tomar ciência desta redução, a FTM rescindiu o contrato e pagou os serviços efetivamente prestados pelo artista, até porque a Administração Pública não pode ser tomadora de serviço de um profissional sem o devido pagamento. Portanto, não houve mentira por parte da Assessoria de Imprensa da FTM como informa o articulista.

 

No segmentoSeu Isaac, dona Carla e a Butterfly”, Cheap Cheap Buy em que aborda o valor do contrato do Maestro Isaac Karabtchevsky, a importância é compatível com as obrigações contratadas e o preço similar a outros contratos do regente, cujo objeto seja semelhante ao pactuado com a FTM.

Em outra parte em que o autor do artigo questiona se a Presidente da FTM, Carla Camurati será remunerada pela direção cênica da ópera Buy Madama Butterfly – “E mais: dona Carla por acaso receberá cachê pela direção de cena desta Butterfly? Não é a primeira vez que ela se autoescala para dirigir uma ópera.” – a FTM esclarece que a Presidente da FTM não receberá pagamento pelo trabalho de dirigir esta ópera de Giacomo Puccini com estreia programada para 26 de novembro. A FTM acrescenta que este título de ópera escolhido pelo Maestro Isaac Karabtchevsky teve lotação esgotada em todas as récitas em que foi montada, em 1999.

Vale informar que, dentro do planejamento de gestão pensado desde a época do Centenário do Theatro Municipal, estava prevista a recuperação de todas as estruturas, não somente do Prédio Histórico. A FTM entende que o Theatro Municipal deve ser visto como um todo dentro das suas atividades que abrangem a Central Técnica de Produção, doravante chamada Fábrica de Espetáculos, e a Escola de Dança, Artes e Técnicas do Theatro Municipal Maria Olenewa.

 

Assessoria de Imprensa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

 

5 Comments

  1. Façam-me o favor !!! Me chamem de idiota, de ingênua, de estúpida que eu gosto!
    Réplica de quê? Não explicaram nada, tentaram sair pela tangente e só provaram a incompetência, o descaso e o total sucateamento do TMRJ.
    Até quando essa comédia barata?

  2. A Assessoria de Imprensa do TMRJ inicia esta réplica com a citação das credenciais do crítico Leonardo Marques. Posso estar enganado, mas esse expediente me pareceu uma tentativa de desqualificá-lo como crítico musical.
    Ocorre que nada no passado, na formação e no currículo da cineasta Carla Camurati, indica que ela tivesse qualquer qualificação para vir a dirigir óperas ou comandar um teatro de ópera.
    No entanto, Carla Camurati tem dirigido óperas e ocupa o cargo de Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Portanto, essa exposição de credenciais, se não mal intencionada, é absolutamente inútil.
    O que importa aqui é saber se Leonardo Marques escreve críticas consistentes e se Carla Camurati tem sido bem sucedida na direção de óperas ou ainda se preside com competência a FTMRJ.

  3. Marcos, quando publiquei a réplica também tive esta impressão. No entanto, você colocou as coisas no devido lugar, acenando p´-ara a falta de currículo da própria Carla Camurati no que diz respeito a ópera e a música clássica. Falou e disse…

  4. Prezado Xará,

    Permita-me discordar: não é, não. O que talvez lhe dê essa impressão é a produção de terceiros (OSB, OPES, Dell’Arte e outros produtores) que pagam para ter uma permissão de uso do Theatro Municipal, como pode ser verificado no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro.

    A verdade, infelizmente, é que a programação própria do TMRJ, ou seja, aquela produzida pelo próprio Municipal, é uma das mais pobres do Brasil.

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