Balé/DançaProgramaçãoRio de Janeiro

TMRJ apresenta o ballet “O lago dos cisnes”

O Ballet do Theatro Municipal tem Direção Artística de Hélio Bejani.


SERVIÇO

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano s/n° – Centro
Informações: (21) 2332-9191

Estreia: 24 de maio, às 20h.
Dia 28, 29 e 31 às 20h.
Dias 25, 26, 30 de maio e 2 de junho às 16h.
Dia 1º de junho às 21h.

Ingressos
– Frisas e camarotes (6 lugares) ……………….  R$  504,00
– Plateia e balcão nobre ……………………………  R$     84,00
– Balcão superior ……………………………………..  R$     60,00
– Galeria …………………………………………………..  R$     25,00

Vendas na Bilheteria, no site da Ingresso.com ou por telefone 21 4003-2330
Desconto de 50% para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes.
Classificação etária: Livre

 

 

Divisor de águas na história do ballet clássico ao trazer uma série de inovações ao gênero, como os trajes ‘tutus’, para facilitar os movimentos de maior técnica exigidos pela coreografia às bailarinas, O Lago dos Cisnes, o mais famoso e popular ballet romântico, retorna, sete anos após sua última temporada, ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – vinculado à Secretaria de Estado de Cultura –, a partir de 24 de maio, dando prosseguimento à programação artística elaborada pelo Maestro Isaac Karabtchevsky.

Na versão criada em 2006, por Yelena Pankova, especialmente para o Ballet do Theatro Municipal, revezam-se nos papéis principais, até 2 de junho, os Primeiros Bailarinos do San Francisco Ballet, a cubana Lorena Feijoo e o brasileiro Vitor Luiz, como convidados especiais, e as estrelas do BTM, Márcia Jaqueline, Cláudia Mota, Filipe Moreira e Denis Vieira . A Orquestra Sinfônica do TM terá à frente o Maestro Sílvio Viegas, seu regente titular.

O Lago dos Cisnes é uma obra referencial e fundamental no repertório não só do Ballet do Theatro Municipal como de todas as grandes companhias clássicas do mundo. É uma das histórias mais importantes pela sua simbologia, ao mesclar magia com os contraditórios sentimentos humanos, brilhantemente traduzidos em movimentos pelos coreógrafos Marius Petipa e Lev Ivanov”, comenta Carla Camurati, presidente da Fundação Teatro Municipal.

A primeira versão de O Lago dos Cisnes fez sua estreia em 1877, com coreografia de Julius Reisinger, para o Teatro Bolshoi de Moscou. Apesar da beleza da música de Tchaikovsky, a temporada foi um fracasso, acentuado pelo fraco desempenho da protagonista, Pelageya Karpakova. Somente em 1894, um ano após o falecimento do compositor russo, o ballet ganharia uma nova versão consagradora. Neste ano – quando outros ballets com música de Tchaikovsky já eram sucesso, como A Bela Adormecida, de 1890, e O Quebra-Nozes, de 1892 –, o príncipe Ivan Alexandrovich, diretor do Teatro Mariinsky de São Petersburgo, decide prestar-lhe uma homenagem com uma nova versão de O Lago dos Cisnes, coreografado por Marius Petipa (1º e 3º atos) e Lev Ivanov (2º e 4º atos). Desde então, tornou-se um dos mais populares ballets do repertório clássico.

Hélio Bejani, diretor do Ballet do TMRJ, resume: “O Lago dos Cisnes, uma das mais importantes obras do repertório do ballet clássico mundial, traz para cena uma integração música-coreografia com tamanha genialidade que, mesmo sem o conhecimento da história, é possível perceber as variações ambientais e sentir toda a emoção e dramaticidade sugeridas dentro das características de cada ato. Esta versão de Yelena Pankova foi criada especialmente para nossa companhia e terá a participação do bailarino Vitor Luiz, que já foi um de nossos artistas principais e retorna, agora, como um convidado mais do que especial. Ele se apresentará com Lorena Feijoo, ambos primeiros bailarinos do San Francisco Ballet.”

Maestro Titular da OSTM, Sílvio Viegas comenta a música de Tchaikovsky, um dos destaques de O Lago dos Cisnes: “A partitura de O Lago dos Cisnes é uma aula de orquestração, um transbordar de melodias inspiradas com uma capacidade de síntese dramática nunca antes vista na História do Ballet. Uma obra que exige excepcional técnica e virtuosismo por parte da Orquestra, como conjunto ou nas partes solistas, com grande destaque para o violino, agraciado com alguns dos mais belos solos da literatura sinfônica. Música de pura emoção, de incrível beleza e que só poderia sair da pena de um compositor inspirado e genial como Tchaikovsky”, explica.

 

A temporada marca também a estreia do projeto Falando de Ballet. Serão palestras gratuitas com uma hora de duração sobre o espetáculo a ser apresentado – aos moldes das opera talks realizadas habitualmente em teatros europeus –, com início uma hora e meia antes do começo da sessão, no Salão Assyrio. Os palestrantes serão Hélio Bejani, diretor do BTM, e a primeira bailarina Ana Botafogo, que se revezarão ao longo das nove récitas, falando sobre a história de O Lago dos Cisnes e abordando também detalhes específicos desta montagem.

 

 

 

SINOPSE

 

Prólogo

A Princesa Odette, de beleza ímpar, passeia distraidamente, quando é capturada e enfeitiçada pelo cruel bruxo Von Rothbart, que a transforma num belo cisne.

 

Primeiro ato – Jardins do castelo

O Príncipe Siegfried e seu “bouffon” predileto comemoram a maioridade do jovem nobre junto a amigos e convidados. O clima de alegria e descontração de todos é  interrompido com a chegada da mãe de Siegfried e suas damas.

A rainha mãe presenteia o filho com uma arma de caça e o adverte de que a maioridade significa transformar-se em homem adulto e responsável. Lembra ainda que, na noite seguinte, Siegfried deverá escolher uma noiva para desposar, tornando-se o rei tão esperado por seus súditos. A escolha será feita durante o baile em sua homenagem, que terá lugar no castelo. Embora apreensivo, o príncipe entrega-se novamente à companhia dos convidados e à alegria dos festejos.

Com a chegada da noite, Siegfried fica sozinho. A angústia invade o jovem. Uma voz interior lhe diz que algo importante está para transformar sua vida. Um bando de cisnes brancos cruza os céus em revoada. Siegfried parte em direção ao lago para caçar.

 

Segundo ato – Um lago na floresta

 

Em busca dos delicados cisnes, Siegfried se aproxima do lago e vê um belíssimo cisne branco.  Prepara-se para atirar. Subitamente, o pássaro se transforma na mais linda jovem que já vira: Odette, a rainha dos cisnes. Assustada, Odette tenta escapar mas Siegfried a detém. A mais preciosa criatura de Rothbart narra então ao Príncipe o encantamento de que foi vítima juntamente com suas amigas: condenadas a viverem como cisnes de dia, resgatando a forma humana apenas entre a meia-noite e a aurora.  Somente um amor puro e verdadeiro será capaz de libertar Odette e suas amigas do malefício do tirano feiticeiro.

Enlevado por sua beleza, Siegfried logo compreende que a bela e triste Odette é o grande amor que tanto esperava um dia conhecer. Odette imagina ter encontrado seu salvador, mas temendo os poderes de Rothbart, foge para reunir-se aos cisnes.

O casal volta a se encontrar e Siegfried jura amor fiel e eterno. Apaixonados, eles prometem se unir. Com a aurora, as jovens se transformam novamente em cisnes.  Odette e Siegfried se despedem.

 

 

Terceiro Ato – O baile no castelo

 

Na festa de seu aniversário, Siegfried deve escolher uma noiva entre as lindas donzelas presentes. Convidados participam da celebração. Nenhuma das jovens atrai sua atenção. O Príncipe pensa unicamente em Odette e em seu juramento de amor eterno e fiel.

Subitamente, Rothbart é anunciado no baile e entra com uma comitiva: seus aliados, que chegam para confundir o Príncipe. Acompanha-o sua linda filha Odile. Vestida de negro, ela é a própria imagem da rainha dos cisnes e, a todo instante, seduz o Príncipe com seus atributos astuciosos de feminilidade e sensualidade. Enfeitiçado por sua beleza, Siegfried apaixona-se por Odile. Cego de paixão e desejo, não percebe a fugaz aparição do cisne branco, numa tentativa derradeira de alertar o jovem para a cilada montada por Rothbart.

Odile conquista o coração de Siegfried que, a pedido do mago, jura amor eterno e fiel ao sedutor cisne negro. É o triunfo de Rothbart: a nova jura de amor anula a promessa feita à Odette, que permanecerá para sempre cativa do sortilégio do feiticeiro.

Percebendo-se enganado, Siegfried se desespera e parte em direção ao lago, ao encontro de sua amada Odette.

 

 

Quarto Ato – Noite no lago

 

As jovens cisnes, compadecidas da tragédia de Odette, dançam desalentadas em torno de sua rainha. Odette lhes conta que Siegfried quebrou o juramento.  Profundamente pesarosas, elas não acreditam mais em Siegfried e consideram fracassada sua única possibilidade de redenção, restando apenas a resignação e a tristeza.

Siegfried, porém, aproxima-se e implora o perdão de Odette por sua traição involuntária ao juramento de amor. Chorando sua sorte, a jovem rainha perdoa o amado. Pressente, no entanto, que seu destino está traçado. Rothbart tenta, com todas as forças que possui, separar os amantes. Animado pela força do amor, o Príncipe Siegfried enfrenta o terrível feiticeiro numa luta mortal, da qual sai vencedor.

A magia que mantém cativas aquelas jovens está enfim desfeito.  Logo virá a aurora anunciando um novo dia.

 

Inovações introduzidas pelo ballet O Lago dos Cisnes

 

* Imprimiu maior lirismo e virtuosismo ao papel feminino, que exige da intérprete um exímio domínio da técnica aliado a uma alta capacidade interpretativa.

*Por ser um ballet de grande habilidade técnica, houve necessidade de uma reformulação nos figurinos utilizados até então, onde imperavam as saias compridas, sendo criados e usados pela primeira vez os “tutus” curtos, que possibilitam maior leveza e flexibilidade.

* Foram executados pela primeira vez na dança clássica, pela bailarina Pierina Legnani, os 32 fouettés do pas-de-deux do III ato – ‘Cisne Negro’, movimento que requer extrema mestria e virtuosismo da intérprete e que, a partir daí, passa a integrar a coreografia da obra, como requisito obrigatório às aspirantes ao papel.

* Uma característica interessante de O Lago dos Cisnes é que os papéis de Odette (II e IV atos) e de Odile (III ato) são dançados por uma só bailarina, o que lhe impõe interpretações ao mesmo tempo tão divergentes quanto contrastantes – lirismo e suavidade, quando representa Odette, e magnetismo e fascinação provocativa, ao personificar Odile.

* É comum, em renomadas companhias da atualidade, dançar-se apenas o II ato, considerado um primor coreográfico criado por Ivanov um ano antes da estreia (1894), como um divertissement capaz de revelar a qualidade técnica e a beleza do elenco feminino de uma grande companhia clássica.

 

 

BIOGRAFIAS

 


Yelena Pankova
, coreógrafa

Yelena é russa de nascimento e formada pela Escola Vaganova de Ballet em São Petersburgo.  Ainda jovem, foi uma das mais promissoras bailarinas do Kirov, dançando, como convidada, de New York a Sidney e nas maiores capitais da Europa. Estreou em São Petersburgo no papel de Kitri em Don Quixote. Foi escolhida como solista do ballet Scoth Symphony, de Balanchine, pela primeira vez dançado na Rússia. A partir de 1990, Yelena passa a dançar como convidada permanente do Kirov, e também em Cincinnati, Florence e no English Ballet de Londres. Foi nomeada ‘Bailarina do Ano’ em Londres em 1992 e, em 1995, em Munique, onde adquiriu um extenso repertório, como Romeu e Julieta e Onegin (J. Cranko), Zakouski e Fearful Summetries (P. Martin), A Dama das Camélias e O Quebra-Nozes (J. Neumeier), Brief Fling (T. Tharp), Black Cake (Hans van Manen), Mozart Piano Concerto (U. Scholz) e Nikiya em La Bayadère, montada por Patrice Bart.

Integrou também as seguintes Companhias: Het Nationale Ballet de Amsterdã, Ópera de Bordeaux, Teatro Maximo em Palermo, Carlo Felice em Gênova, Teatro Alla Scalla de Milão, Ballet da Arena di Verona e Hungarian State Ballet em Budapeste.  Em 2005, recebeu o diploma de professora de dança da Escola Vaganova de São Petersburgo. Como Maître de Ballet trabalhou em Maribor, na Eslovênia, em Praga, Seul, Tokyo e Verona. Como coreógrafa, foi responsável pela criação de inúmeros ballets, entre os quais se destacam O Corsário, em Kazan – Rússia, Les Sylphides, em Brasília (2005) e Munique (2006), O Lago dos Cisnes, para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2006), Papillion, em Praga (2010), Raymonda, em Plzeň, na República Checa (2011), e A Bela Adormecida, em Split, na Croácia (2012). Como bailarina, constam de seu repertório DVDs de O Corsário, La Vivandière,  Les Sylphides e Paquita, com o Kirov Ballet, e Black Cake, com o Bayerisches Staatsballett.

 

 

 


Sílvio Viegas
, regência

É Mestre em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Com apenas 22 anos, foi agraciado com uma bolsa de estudos, indo estudar regência na Itália. Em 2001, ficou com o primeiro lugar no Concurso Nacional “Jovens Regentes”, organizado pela Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB).  Sílvio Viegas tem uma ligação estreita com a dança, tendo dirigido, no Theatro Municipal do RJ, os ballets Giselle, Coppélia, O Quebra-Nozes e Carmen de Roland Petit. Tem atuação de destaque no meio operístico regendo óperas como Così fan Tutte, Le Nozze di Figaro e A Flauta Mágica de Mozart, Tiradentes de Manuel Joaquim de Macedo, La Bohème de Puccini, O Barbeiro de Sevilha de Rossini, Carmen de G. Bizet, Cavalleria Rusticana de P. Mascagni, Il Trovatore e Nabucco de Verdi, Romeu e Julieta de Gounod, Lucia di Lammermoor de Donizetti e Tosca de Puccini.

Esteve à frente das Orquestras Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica, Orquestra do Teatro da Paz, Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Sinfônica de Minas Gerais, Filarmônica do Espírito Santo, Sinfônica do Paraná, Jazz Sinfônica de São Paulo, Sinfônica de Burgas (Bulgária), Sinfônica do Festival de Szeged (Hungria), Orquestra do Algarve (Portugal), Coro e Orquestra Sinfônica del Sodre (Uruguay) e Orquestra Sinfônica do Teatro de La Plata (Argentina), entre outras. Foi Diretor Artístico da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes de 2003 a 2005 e, atualmente, é o Maestro Titular da Orquestra Sinfônica da casa. É também Professor de Regência na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Entre suas apresentações na temporada 2012/2013 estão concertos com a Orquestra Sinfônica de Roma, Filarmônica do Amazonas e dois concertos dentro da Temporada Sinfônica da Arena de Verona, na Itália.

 

 

Gisèle Santoro, Coreógrafa Assistente

 

Natural de Brasília, filha do compositor e maestro Cláudio Santoro e da coreógrafa Gisèle Santoro, iniciou seus estudos de dança aos sete anos com sua mãe na Alemanha. Regressando em 1978 a Brasília, ingressou aos 16 anos por concurso no Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Tendo participado de vários cursos de aperfeiçoamento no país e exterior (EUA, França, Alemanha, Itália) obteve, em 1982, uma Bolsa de Estudos de dois anos do Governo Soviético para a Escola Coreográfica Estatal de Ballet de Kiev. Solista do Nationaltheater Mannheim (Alemanha) até 1991 foi (de 1992 a 2005) 1ª Bailarina, Maître de Ballet Assistente do Theater Magdeburg e Professora da Escola de Ballet do Theater Magdeburg, onde recebeu o Prêmio de Estímulo a Jovens Artistas.

Foi fundadora, diretora e organizadora do Festival Internacional de Escolas de Dança, realizado de 2000 a 2004 na cidade de Magdeburg (Alemanha). Coreografou em 2006 Cartas de Mozart, produção com Lilian Barreto. Em 2012, foi assistente de montagem da versão de Yelena Pankova de A Bela Adormecida para o Teatro Nacional da Croácia Split e coreografou a versão completa do O Quebra- Nozes a convite da Orquestra Sinfônica Nacional do Teatro Cláudio Santoro (Brasília).

Professora, solista e assistente de direção do Seminário Internacional de Dança de Brasília (de 1991 a 2012). Maître de Ballet convidada no Brasil por diversas companhias como a Cisne Negro Companhia de Dança, Companhia de Dança Deborah Colker, Ballet da Cidade de Niterói e Ballet do Theatro Municipal Rio de Janeiro, onde foi, em 2007 e 2008, responsável pela remontagem de O Lago dos Cisnes na versão de Yelena Pankova. No exterior, representou o espetáculo no English National Ballet School, Oper Leipzig, Oper Hannover, Badisches Staatstheater Karlsruhe, Hessisches Staatstheater Wiesbaden, Mainfranken Theater Würzburg, Theater Nordhausen e Balletschule der Wiener Staatsoper.

 

 

 


SOLISTAS


Lorena Feijoo
(Odette/Odile)

Nascida em Havana, estudou na Escola de Ballet Nacional de Cuba, onde teve início sua carreira profissional.  Dançou com o Ballet de Monterrey, no México, o Royal Ballet of Flanders, na Bélgica, e o Joffrey Ballet, antes de ingressar no San Francisco Ballet como Primeira Bailarina, em 1999.  Seu repertório clássico inclui papéis-título de Giselle, A Bela Adormecida, Romeu e Julieta, O Lago dos Cisnes, O Quebra-Nozes e Don Quixote. Diversos  coreógrafos criaram ballets inspirados em sua arte, entre eles Tomasson – Blue Rose; Caniparoli – Ibsen’s House; Yuri Possokhov – Study in motion, Reflections, Fusion e Diving into the Lilacs; Christopher Wheeldon – Quaternary; e Ratmansky – Le Carnaval des Animaux. Interpretou ainda, como solista, obras relevantes dos renomados George Balanchine, William Forsythe, Lar Lubovitch, Mark Morris, Jerome Robbins, Natalia Makarova e Antony Tudor.

Recebeu o Prêmio de Dança Isadora Duncan (2003 e 2012) e foi indicada ao Benois de La Danse (2011). Dançou como convidada em diferentes Companhias, com destaque para o  American Ballet Theatre e o Teatro dell’Opera di Roma, tendo participado ainda de variadas Galas  e espetáculos beneficentes. Seus pais deixaram-lhe de herança a veia artística. Sendo a mãe também bailarina e professora de ballet e o pai, ator, Lorena esteve sempre ávida por novas experiências nas artes.  Paralelamente à sua carreira de bailarina internacional, encontrou tempo para atuar em diversos filmes, peças de teatro e musicais, entre eles Lost City, com Andy Garcia e Dustin Hoffman, Tosca, com Rachel Ticotin e o American Conservatory Theater, e West Side Story, dirigido por Rita Moreno, que lhe rendeu reconhecimento no mundo artístico e na mídia internacional, com destaque em revistas como Time Magazine e Vogue de Paris.

 

 

Márcia Jaqueline (Odette/Odile)

Márcia Jaqueline é natural do Rio de Janeiro e é formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Aos 14 anos de idade, entra para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde vem se destacando como Primeira Bailarina nos ballets de repertório da Companhia, como Coppélia, O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, Les Sylphides, Raymonda, La Fille Mal Gardée, Onegin, Serenade, Voluntaries, Nuestras Valses, La Bayadère, Paquita, Giselle,  Don Quixote, O Quebra-Nozes, L’Arlésienne, Carmen de Roland Petit e, recentemente, Romeu e Julieta de John Cranko, obtendo grande sucesso de público e de crítica. Também vem representando o BTM em diversas Galas nacionais e internacionais.

No Brasil, nas cidades de Salvador, Londrina, Joinville, Corumbá, São Paulo, Campos, Brasília, Belo Horizonte, Natal, Recife, Campo Grande-MT, Belém, Fortaleza. No exterior, apresentou-se nas cidades de Montevidéu e Punta Del Este, no Uruguai, em Assunción, no Paraguai, e na Gala Internacional de Miami, nos EUA. Márcia é Primeira Bailarina do Ballet do Theatro Municipal do RJ desde 2007, apresentando-se em todas as temporadas da Companhia. Com presença constante, como convidada, em diversas Companhias de Dança em todo o Brasil, teve atuação marcante com a Cisne Negro Cia de Dança, no espetáculo O Quebra-Nozes.

 

Cláudia Mota (Odette/Odile)

 

Carioca, Cláudia iniciou seus estudos com Valéria Moreyra. É formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Trabalhou com o Maître Fernando Alonso, no Ballet de Camagüey, Cuba. Aperfeiçoou-se no Ballet Dalal Achcar. Atualmente faz um trabalho de aprimoramento técnico e artístico com Pedro Krazsczuk e Cecília Kerche.

É Primeira Bailarina do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 2007, tendo dançado todos os primeiros papéis do repertório da Cia, incluindo as obras de Balanchine. Primeira bailarina brasileira a interpretar Carmen de Roland Petit no Brasil, recebendo grande elogio da crítica francesa pela Revista European Dance News. Eleita por Vladimir Vassiliev como a melhor intérprete de ‘Lady Capuleto’, em sua versão de Romeu e Julieta. Fez intercâmbio com o American Ballet Theatre e San Francisco Ballet, indicada por Natália Makarova e Dalal Achcar.

É constantemente partner de bailarinos estrelas convidados pelo Theatro. Apontada como um dos maiores talentos dos últimos anos do Theatro Municipal e do país, foi agraciada com o título de Melhor Bailarina da América Latina, por seu reconhecimento técnico, sua versatilidade e grande potencial artístico. Como partner de Iñaki Urlezaga, interpretou Giselle, em turnê pela Argentina com o Ballet Concierto. A convite do Maître de Ballet Pedro Pablo Peña, participou da International Gala of Étoiles of Miami, USA. Atualmente integra, como Estrela Convidada, o ‘Ballet en Gala’, Cia de Primeiros Bailarinos Sul-Americanos, apresentando-se em galas mundiais. Nessa temporada, Claudia completa dez anos interpretando o papel principal de Odete e Odile.

 

Vítor Luiz (Príncipe Siegfried)

Vítor Luiz nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Iniciou seus estudos de ballet com os professores Vítor Navarro e Dalal Achcar. Mais tarde, continuou sua formação com o professor Pedro Kraszczuck. Em 1999, recebeu bolsa integral na mundialmente conceituada The Royal Ballet School, em Londres. Pouco depois, integrou-se ao Birmingham Royal Ballet, dando então início à sua carreira profissional. Ingressou, em seguida, no Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde recebeu o título de Primeiro Bailarino, sendo apontado como um dos maiores destaques masculinos surgidos no Brasil nas últimas décadas. Atualmente,  integra o San Francisco Ballet.  Em suas atuações junto à Companhia, vem confirmando sua notável capacidade artística.

Sua carreira internacional inclui apresentações na Inglaterra, Hong Kong, Dinamarca, Estados Unidos e, em especial, para a IV Gala de Estrelas Internacionais, ocorrida na Venezuela, em 2004, entre outras.  Ao longo de sua trajetória, tem-se destacado em diversas temporadas, interpretando um expressivo número de protagonistas, aí incluídas criações de Tomasson, como O Lago dos Cisnes, Romeu e Julieta, Giselle e O Quebra-Nozes; Balanchine – Coppélia, Theme and Variations, Serenade e Symphony in C; Frederick Ashton – La Fille Mal Gardée e Symphonic Variations; Martha Graham – Maple Leaf Rag; Sir Kenneth MacMillan – Winter Dreams; Yuri Possokhov – Classical Symphony e Raku Ratmansky – Russian Seasons; Wheeldon – Ghosts levitra how long does it last ; John Cranko – A Megera Domada e Onegin; e ainda O Quebra-Nozes de Dalal Achcar, Giselle de Peter Wright e O Lago dos Cisnes de Eugenia Feodorova. Luiz desempenha um papel importante na dança contemporânea, atuando em premières mundiais de obras significativas de reconhecidos coreógrafos como Possokhov, em Talk to Her; Tomasson, em Trio; Wheeldon, em Number Nine; e Renato Zanella, em Underskin.

 

Filipe Moreira (Príncipe Siegfried)

Paulistano, Filipe iniciou seus estudos de ballet clássico no Núcleo de Dança Nice Leite e Ilara Lopes, trabalhando também com Ismael Guiser e Tony Sá. Em 2003, ingressou no Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, destacando-se desde então como solista, dançando todo o repertório da Cia. Foi reconhecido pela crítica e pelo público como um dos maiores talentos dos últimos tempos, dado a sua virilidade, excelência técnica, física e interpretativa.   No BTM, desempenhou com sucesso os primeiros papéis nos ballets O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, O Quebra-Nozes, Raymonda, Coppélia, Giselle, Floresta Amazônica de Dalal Achcar, Carmen de Roland Petit, Onegin e Romeu e Julieta de John Cranko. Em 2010, integrou como solista a São Paulo Companhia de Dança. Filipe é convidado para representar o Ballet do Theatro Municipal e o Brasil em várias Galas e Festivais Internacionais. Recentemente apresentou-se na Gala Internacional de Miami, nos EUA.

 

Denis Vieira (Príncipe Siegfried)

 

Denis Vieira nasceu em Joinville, Santa Catarina. Iniciou seus estudos de dança na Escola do Teatro Bolshoi, aos oito anos de idade, onde mais tarde formou-se e entrou para a Companhia Jovem do Bolshoi-Brasil. Foi intérprete de grandes ballets como O Quebra-NozesGiselle. Participou de Galas em Ravello, na Itália, no Festival de Miami, EUA, e em diversas cidades em todo o Brasil. Teve a oportunidade de trabalhar com renomados mestres da dança clássica como Vladimir Vasiliev, Galina Koslova, Jane Bourne, Márcia Haydée e Richard Cragun, entre outros.

esde 2010, integra o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi a partir do sucesso de sua atuação em seu primeiro papel solo – o matador Espada, do ballet Don Quixote, com versão de Dalal Achcar – que Denis começou a interpretar os solos nos ballets A Criação de Uwe Scholz, Carmen de Roland Petit, Lensky em Onegin e Romeu em Romeu e Julieta, ambos de John Cranko. Em 2012, promovido a Primeiro Solista do BTM, Denis fez sua estreia em papel principal como Franz, no ballet Coppélia, de Enrique Martinez.

 

 

 

OUTROS ARTISTAS ENVOLVIDOS

– Com base na criação original de Marius Petipa e Lev Ivanov
– Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
– Coreografia: Yelena Pankova
– Coreógrafa Assistente: Gisèle Santoro
– Iluminação: Felício Mafra
– Direção Artística do BTM: Hélio Bejani
– Regência: Sílvio Viegas

 

SOLISTAS – récitas

 

– Dias 24, 26 e 29/05 – Lorena Feijoo e Vitor Luiz
– Dias 25, 30/05 e 01/06 – Márcia Jaqueline e Filipe Moreira
– Dias 28, 31/05 e 02/06 – Cláudia Mota e Denis Vieira

 

 

Falando de Ballet

Apresentação: Hélio Bejani e Ana Botafogo, alternadamente

Salão Assyrio / Avenida Rio Branco, s/nº – Centro

Entrada Franca, mediante a apresentação do ingresso

– Dias 24, 28, 29, 31 às 18h30
– Dias 25, 26, 30 às 14h30

– Dia 01 de
junho às 19h30
– Dia 02 de junho às 14h30

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