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TMRJ – “Carmina burana”: apresentações extras

Ballet, Coro e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

SERVIÇO

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano s/n° – Centro
Informações: (21) 2332-9191

Dias 13 e 14.09, às 20h
Dia 15.09, às 17h

Ingressos

Frisas e camarotes (6 lugares)  ………………. R$ 504,00
Plateia e balcão nobre ……………………………. R$    84,00
Balcão superior ……………………………………… R$    60,00
Galeria …………………………………………………… R$     25,00

Vendas na Bilheteria, no site da Ingresso.com ou por telefone 21 4003-2330

Desconto de 50% para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes.

Classificação etária: Livre

 

 Falando de Ballet
Apresentação: Maestro Tobias Volkmann
Salão Assyrio / Avenida Rio Branco, s/nº – Centro

Entrada Franca, mediante a apresentação do ingresso

Dias 13 e 14 de setembro, às 18:30h.
Dia 15 de setembro, às 15:30h.

 

 

 Composição mais célebre do alemão Carl Orff e uma das mais famosas obras sinfônicas com coral do século XX, a cantata Carmina Burana, composta em 1937, inspirou o coreógrafo argentino Mauricio Wainrot na criação do ballet homônimo, que chega pela primeira vez ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – espaço da Secretaria de Estado de Cultura. Ecos e Chopin Nº 1, também de Wainrot, completam o programa do espetáculo que estreia em 22 de agosto, dando prosseguimento à programação artística elaborada pelo Maestro Isaac Karabtchevsky.

Entre os solistas do ballet, estarão os primeiros bailarinos do BTM, Cecília Kerche, Cláudia Mota, Márcia Jaqueline e Francisco Timbó, revezando-se com os primeiros solistas Deborah Ribeiro, Karen Mesquita, Priscila Albuquerque, Priscila Mota, Cícero Gomes, Edifranc Alves, Filipe Moreira, Joseny Coutinho, Moacir Emanoel e Rodrigo Negri. O Ballet do Theatro Municipal tem Direção Artística de Sérgio Lobato.

À frente da Orquestra Sinfônica, Coro do Theatro Municipal e do Coro Infantil da UFRJ, que faz participação neste espetáculo, estará o Maestro convidado Abel Rocha. Os cantores líricos Lina Mendes (soprano), Sebastião Câmara (tenor) e Homero Velho (baixo) serão os solistas em Carmina Burana.

“Temos a satisfação de receber este trabalho de Mauricio Wainrot, que proporciona aos nossos bailarinos a chance de mostrar seus talentos em coreografias contemporâneas, unidos em torno do vibrante oratório Carmina Burana, de Carl Orff, junto com solistas e cantores de nosso Coro e os músicos de nossa Orquestra Sinfônica”, destaca Carla Camurati, presidente da Fundação Teatro Municipal.

Cantada em francês antigo, alemão medieval e latim, Carmina Burana é baseada em textos poéticos do século XIII, pertencentes ao manuscrito conhecido como Codex Latinus Monacensis, encontrado em 1803 no convento de Benediktbeuern, na Baviera. O códex é composto por 315 composições poéticas de monges errantes, das quais o compositor extraiu algumas canções e arranjou para orquestra e coro, estruturando a obra em prólogo e três partes. No prólogo há uma invocação à deusa Fortuna. Na primeira parte – Primo Vere (Primavera) – celebra-se o encontro do Homem com a Natureza. Na segunda – In Taberna (Na Taberna)– predominam os cantos goliardescos que celebram as maravilhas do vinho. Na terceira – Cour D’Amours (Corte de Amores) – exalta-se o amor. Ao final, repete-se o coro de invocação à Fortuna. A obra estreou na Ópera de Frankfurt, em 1937, e integra a trilogia completada com Catulli Carmina (1943) e Trionfo di Afrodite (1952).

Criado para o Royal Ballet de Flanders, na Bélgica, o ballet Carmina Burana obteve grande sucesso em sua estreia e na turnê que se seguiu pela Europa e Ásia. Mauricio Wainrot seguiu o mesmo padrão cíclico em sua coreografia, mantendo as cinco seções nas quais a música de Orff é dividida – Fortuna, Primavera, Corte do Amor, Na Taberna e Fortuna. “Eu uso a música como um todo, em cada parte o corpo de baile tem muito a dizer e dançar, como também há diferentes solistas principais e solos importantes. Carmina Burana é uma obra coreográfica para uma companhia de ballet inteira”, explica Wainrot. Além do Royal Ballet de Flandres, o ballet integra o repertório de companhias como Royal Winnipeg Ballet do Canadá, Ballet de l’Opera de Bordeaux na França, Ballet Contemporáneo del Teatro San Martin, na Argentina, National Ballet da Turquia e Cincinnati Ballet, nos EUA.

Chopin Nº 1 é a primeira coreografia de Wainrot sobre a obra do compositor, o Concerto Nº 1 para piano e orquestra em mi menor, que terá o pas-de-deux do segundo movimento apresentado neste programa: “Com seu extraordinário romantismo, Chopin provocou em mim imagens e emoções profundas, únicas, que surgiam  irremediavelmente de sua maravilhosa música, para serem trasladadas ao movimento, situações e as diferentes frases coreográficas que formam hoje minha obra”, comenta o coreógrafo

Criado em 1997 para o Jovem Ballet de Quebec, companhia da escola do Les Grands Ballet Canadiens de Montreal, o pas-de-deux Ecos, elaborado sobre a música de Samuel Barber, Adágio para Cordas, obteve grande sucesso desde então. Renomados bailarinos, como Julio Bocca e Eleonora Cassano, dançaram-no por quase uma década com o Ballet Argentino. Estreou em Paris, no Palais de Sports, com Sylvianne Bayard, ganhadora do Prix de Lausanne, e seu marido Daryl Phillips, e ainda em Buenos Aires, no Teatro Colón, com Silvina Perrillo e Alejandro Parente. “O duo segue a linha romântica da música, é muito lírico e é como uma relação noturna entre os seres que se encontram”, define Mauricio Wainrot.

O diretor do Ballet do TMRJ, Sérgio Lobato, comenta: “Carmina Burana – do latim medieval, da canção dos viajantes eruditos – apresentado por nossos três Corpos Artísticos, é a celebração da poesia lírica e cênica. O também erudito Mauricio Wainrot seduziu os bailarinos, com seu carinho e generosidade, arregimentando-os às suas fortes raízes técnica e artística, seus conceitos e plástica. Com certeza o espetáculo irá proporcionar ao público uma grande diversidade de movimentos e sentimentos, uma agradável harmonia entre a música de Carl Orff e a exuberante interpretação de nossos artistas”.

A temporada terá mais uma edição do projeto Falando de Ballet. Serão palestras gratuitas com uma hora de duração sobre o espetáculo a ser apresentado – aos moldes das opera talks realizadas habitualmente em teatros europeus –, com início uma hora e meia antes do começo da sessão, no Salão Assyrio. O palestrante será Tobias Volkmann, Maestro Assistente da OSTM, que falará sobre a história das obras musicais e abordará também detalhes desta montagem.

 

PROGRAMA

Chopin Nº 1
Concerto para piano No.1 | 2º Movimento
Música: Frédéric Chopin
Coreografia: Mauricio Wainrot

– Solistas:
Márcia Jaqueline / Moacir Emanoel
Cláudia Mota / Filipe Moreira
Deborah Ribeiro / Edifranc Alves


Ecos
Adágio para Cordas
Música: Samuel Barber
Coreografia: Mauricio Wainrot

Solistas:
Cecília Kerche / Moacir Emanoel
Cláudia Mota / Joseny Coutinho
Priscila Albuquerque / Francisco Timbó


Carmina Burana

Música: Carl Off
Coreografia: Mauricio Wainrot

Solistas:
Cláudia Mota / Cicero Gomes
Priscila Albuquerque / Rodrigo Negri
Marcia Jaqueline / Moacir Emanuel
Karen Mesquita / Felipe Moreira
Priscila Mota / Sergio Landin


Cantores Solistas

Priscila Duarte, soprano (dias 13, 14, 15)
Jacques Rocha, tenor (dias 13, 14, 15)
Leonardo Páscoa, barítono (dias 13, 14, 15)

Pianista solista: Priscila Bomfim

 

ARTISTAS ENVOLVIDOS

Mauricio Wainrot, coreógrafo

Mauricio Wainrot nasceu em Buenos Aires. Diretor Artístico do Ballet Contemporâneo do Teatro San Martín de Buenos Aires, foi Coreógrafo do Royal Ballet de Flanders-Bélgica de 1991 a 2004, criando para esta importante companhia europeia 11 de suas obras mais destacadas: Carmina Burana, El Mesías, Las 8 Estaciones, La Consagración de la Primavera, Tango Plus, Looking Through Glass, Beyond Memory, Pájaro de Fuego, Canciones del Caminante, Journey e Distant Light. Atuou como Diretor Artístico do Les Ballets Jazz de Montreal, no Canadá, onde foi também Coreógrafo Residente, e do Grupo de Danza Contemporánea del Teatro San Martín. Em Hildesheim Stadttheater, na Alemanha, esteve como Coreógrafo Convidado Permanente. Estudou dança no Teatro Colón com Vasil Tupin e Eda Aisemberg.

Foi Primeiro Bailarino convidado do Royal Winnipeg Ballet do Canadá, Ballet de Câmara de Caracas e Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde dançou Romeu e Julieta de Oscar Araiz. Após trabalhar no Teatro San Martín, em 1986 foi convidado pelo coreógrafo Ulf Gaad, Diretor Artístico da Goteborg Opera-Suécia, a apresentar lá suas obras Anne Frank, Sinfonía de Salmos e Tres Danzas Argentinas. Devido ao enorme sucesso deste programa, Wainrot passou a montar suas obras na Europa, América e Ásia. Começa desta forma uma carreira internacional que o levou a colaborar com 49 companhias em diversos países nos últimos 20 anos. Junto com o cenógrafo e artista plástico Carlos Gallardo criou mais de 40 obras, das quais mencionamos Flamma Flamma, La Tempestad, Medea, Carmina Burana, Un Tranvía llamado Deseo, 4 Janis for Joplin, Estaciones Porteñas e Travesías.

Wainrot conquistou inúmeros prêmios: nos EUA, o Choo-San Go Choreographic Award em 1993 e 1998 por Perpetual Motion, obra que criou para o Hubbard Street Dance Chicago, e por Now and Then (Ahora y Entonces), criada para o  Richmond Ballet. Em 1991, 1994, 1998 e 1999 a Associação de Críticos Chilena o distinguiu com o APES, a melhor produção do ano, respectivamente por Anne Frank, 4 Janis para Joplin, Libertango e El Mesías. Em 1999 ganhou na Argentina o prêmio Konex de Platina como Melhor Coreógrafo da Década e o Prêmio Teatros del Mundo por El Mesías. Em 2000 foi agraciado duas vezes por Un Tranvía Llamado Deseo com o Prêmio Trinidad Guevara e o Prêmio Ace.

Em 2001 conquistou o prêmio Teatro XXI por Now and Then (Ahora y Entonces). Em 2003, Wainrot foi finalista por Distant Light no Gran Premio Internacional Benois de la Danse, que é dado no Teatro Bolshoi de Moscou, considerado um dos mais importantes galardões da dança  no mundo. Nesta ocasião recebeu Menção Especial por sua obra. Atuou como Professor convidado no Mudra Internacional, na Escola de Dança do Ballet do Século XX de Maurice Bejart-Bruxelas, na Hochschule fur Müsik und Darstellende Kunste-Frankfurt, na Juilliard School-New York, na Universidade de Iowa, e em Buenos Aires, na Escola de Arte do Teatro Colón e Taller de Danza del Teatro San Martín. Em 2008 Mauricio Wainrot foi condecorado pelo Rei da Bélgica, como Cavaleiro da Ordem de Leopoldo I por seu extraordinário aporte artístico no mundo da dança, e especialmente para o povo Belga.


Abel Rocha
, regência

Foi diretor artístico do Teatro Municipal de São Paulo e regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal nos anos de 2011 e 2012. Abel Rocha é um especialista em ópera, mas sua posição de destaque no cenário brasileiro se deve a uma atuação versátil e diversificada, no repertório sinfônico e também na direção musical de espetáculos cênicos, como balés, peças de teatro, e de diversos shows e musicais. Foi o responsável pela regência e direção musical de óperas do barroco de Monteverdi à modernidade de Schönberg e Debussy, passando por Handel, Mozart, Rossini, Donizetti, Verdi, Bizet e Puccini, entre outros, tendo realizado ainda a estreia mundial de títulos brasileiros como Anjo Negro, de João Guilherme Ripper, e A tempestade, de Ronaldo Miranda.

Entre 2004 e 2009, teve atuação marcante como diretor artístico e regente titular da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, onde empreendeu um profundo trabalho de reestruturação artística e administrativa. Em sua atividade como regente orquestral, vem conduzindo programas sinfônicos com orquestras como a Sinfônica Brasileira (OSB), Sinfônica de Porto Alegre, Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), entre outras. Paralelamente, de 1983 a 2010, dirigiu o coral Collegium Musicum de São Paulo. Além da carreira artística, Abel Rocha tem sido professor e regente em diversos festivais de música e, atualmente, é professor de regência da Unesp. Formado pela Unesp, realizou especialização em regência de ópera na Robert-Schumann Musikhochschule de Düsseldorf, Alemanha, e obteve o doutorado pela Unicamp. Durante os anos de formação foi orientado por Hans Kast, Roberto Schnorrenberg e Eleazar de Carvalho.


Cecília Kerche
, primeira bailarina

Cecília Kerche possui o título de Embaixatriz da Dança outorgado pelo Conselho Brasileiro da Dança, órgão vinculado à UNESCO, por reconhecimento às suas atuações internacionais. Seu nome constitui um dos expoentes mais notáveis surgidos no ballet latino-americano das últimas décadas. Nascida no Brasil, iniciou seus estudos com Vera Mayer, Halina Biernacka e Pedro Kraszczuk, seu maestro e marido. Integra o Ballet do Theatro Municipal do RJ como Primeira Bailarina desde 1992 e, paralelamente, tem sido convidada a se apresentar nos mais renomados Festivais Brasileiros e Internacionais e em Galas em Madri, Moscou, Odessa, Novosibirsky, Tashkent e Ufá (estas cinco últimas na Rússia), Londres, Melbourne, Sidney, Santander, Peralada, Nervi, Jerez, México, Caracas, Santiago de Chile, Assunção, Montevidéu, Buenos Aires, Porto Rico, Dresden, Bruxelas, Antuérpia e Paris, onde tomou parte no espetáculo Les Géants de La Danse, junto à Maya Plissetskaya.

Seu vasto repertório inclui diversas versões dos mais importantes clássicos. Apresentou-se junto ao Ballet Nacional de Cuba, Ballet Nacional do Chile e Teatro Colón na Argentina, dançando O Quebra-Nozes em comemoração ao centenário de falecimento de Tchaikovsky, assim como em Companhias na Rússia. No English National Ballet, atuou como Senior Principal Resident Guest Artist em turnês pela Coreia e Inglaterra. Foi aclamada por Mme. Makarova como a melhor intérprete de Odette/ Odile em O Lago dos Cisnes .


Cláudia Mota
, primeira bailarina

Carioca, é formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Trabalhou com Fernando Alonso, no Ballet de Camagüey, Cuba.  Aperfeiçoou-se no Ballet Dalal Achcar com Miriam Guimarães, Maria Luíza Noronha e Sergio Lobato. Atualmente faz um trabalho de aprimoramento com Pedro Krazskzuk e Cecília Kerche. É Primeira Bailarina do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 2007. De seu repertório constam os primeiros papéis nos principais ballets de repertório da Companhia, incluindo as obras de Balanchine. Primeira bailarina brasileira a interpretar Carmen de Roland Petit no Brasil. Foi considerada por Vasiliev a melhor intérprete de Lady Capuleto, em sua versão de Romeu e Julieta.

Fez intercâmbio no American Ballet Theatre e San Francisco Ballet, indicada por Makarova e Dalal Achcar. Apontada como um dos maiores talentos dos últimos anos do Theatro Municipal e do país, foi agraciada com o Diploma de Melhores de 2005, pela Sociedade Cultural Latino-Americana. Participou como bailarina convidada da Companhia do Ballet Concierto, dançando a produção do ballet Giselle com o bailarino Iñaki Urlezaga em tournée pela Argentina. A convite do Maître de Ballet Pedro Pablo Peña participou da Internacional Gala of Étoiles of Miami, EUA.


Márcia Jaqueline
, primeira bailarina

Márcia Jaqueline é natural do Rio de Janeiro. Formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, aos 14 anos entra para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde vem se destacando como Primeira Bailarina nos ballets de repertório da Companhia, como Coppélia, O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, Les Sylphides, Raymonda, La Fille Mal Gardée, Onegin, Serenade, Voluntaries, Nuestras Valses, La Bayadère, Paquita, Giselle,  Don Quixote, O Quebra-Nozes, L’Arlésienne, Carmen de Roland Petit e, recentemente, Romeu e Julieta de John Cranko, obtendo grande sucesso de público e de crítica.

Também vem representando o BTM em diversas Galas nacionais e internacionais.  No Brasil, nas cidades de Salvador, Londrina, Joinville, Corumbá, São Paulo, Campos, Brasília, Belo Horizonte, Natal, Recife, Campo Grande-MT, Belém, Fortaleza. No exterior, apresentou-se nas cidades de Montevidéu e Punta Del Este, no Uruguai; em Assunción, no Paraguai; e na Gala Internacional de Miami, nos EUA. Márcia tem presença constante, como convidada, em diversas Companhias de Dança em todo o Brasil, tendo tido atuação marcante com a Cisne Negro Cia de Dança, no espetáculo O Quebra-Nozes.


Francisco Timbó
, primeiro bailarino

Iniciou seus estudos de dança na Escola do SESI, em Fortaleza, sua cidade natal, sob a direção de Dennis Gray.  Aos 15 anos, complementa sua formação, cursando a escola Mudra, em Bruxelas, sob a direção de Maurice Béjart. Em sua trajetória, integrou o Balé da Cidade de São Paulo, o Corpo de Baile Lina Penteado (Campinas-SP), o Ballet Nacional de Cuba e o Ballet Teatre L’Ensemble (Itália). Como Primeiro Bailarino do Theatro Municipal do RJ, destacou-se em Giselle, Don Quixote, O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, Coppélia, O Quebra-Nozes, Raymonda, La Fille Mal Gardée, Paquita, La Bayadère, La Sylphide, Les Sylphides, Les Préssages, A Megera Domada, Romeu e Julieta (Vasiliev), Suíte em Blanc (Serge Lifar), Serenade e Divertimento nº. 15 (Balanchine), Les Noces (Nijinska), Tempo de Tango (Luis Arrieta) Eugene Onegin (Cranko) e Floresta Amazônica, com música de Villa-Lobos e coreografia de Dalal Achcar, entre outros ballets neoclássicos e contemporâneos. Recebeu do Ministério da Cultura o Prêmio MINC – 1º. Mambembe de Dança: Melhor Bailarino Nacional. Participou do Encontro Contemporâneo de Dança em New York, com coreografia de Regina Miranda. Foi o homenageado do XVII FIDA-Festival Internacional de Dança da Amazônia em 2010.

 

Priscila Duarte, soprano

Priscila Duarte é natural do Rio de Janeiro, graduada em Canto pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ, onde estudou com o Professor Ignácio de Nonno e Cilene Fadigas. Seu début operístico aconteceu em 2005 em Dido e Eneias, de Henry Purcell, no papel de Segunda Dama. No mesmo ano, atuou como Zerlina em Don Giovanni, de Mozart, e Gretel em Hansel und Gretel, de Humperdink. Em 2007, cantou Constanza em Rapto do Serralho, de Mozart. Em 2008, em comemoração aos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, interpretou a Condessa Ernesta na ópera As Damas Trocadas, de Marcos Portugal. Em 2009, participou de Der Zwerg, de Alexander von Zemlinsky, no papel de Erste Zofe, na Sala Cecília Meireles, sob a regência do Maestro Isaac Karabtchevsky e direção de André Heller-Lopes. Atualmente integra o naipe de sopranos do Coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, como contratada, desde 2008.

 

Leonardo Páscoa, barítono

Leonardo Páscoa foi iniciado na música por seus pais. Aos 6 anos, começa a estudar piano com sua mãe e, aos 17, canto com seu pai, o baixo Manuel Páscoa. Cursou o bacharalado em canto pela EM-UFRJ. Há 18 anos integra o Quadro Artístico do Theatro Municipal do RJ, onde foi orientado pelo barítono José Roque. Cantou nas mais importantes Casas de Ópera do País, regido pelos Maestros Abel Rocha, Claudio Cohen, Eugene Kohn, Henrique Morelenbaum, Isaac Karabtchevsky, Luís Gustavo Petri, Roberto Duarte, Sílvio Barbato, Sílvio Viegas e dirigido por Alberto Renault, Bibi Ferreira, Diva Pieranti, Francisco Mayrink, P. Francesco Maestrini e Sonja Frisel, entre outros.

Estreou em 1999, em turnê nacional, dirigido por Fernando Bicudo, com Lo Schiavo, interpretando Iberê e Gianfèra. É intérprete de belas obras do repertório lírico e sinfônico, entre as quais as óperas Aida, La Traviata, Rigoletto, Un Ballo in Maschera Turandot, Lo Schiavo e Il Guarany, as operetas Die Fledermauss, A Viúva Alegre e Candide; o Requiem de Fauré, Christmas Oratory de Saint-Säens e Carmina Burana de Orff. Destaca entre seus trabalhos a 9ª Sinfonia de Beethoven nas comemorações de 30 anos do “Projeto Aquarius”, para um público de 30.000 pessoas, e a ópera Carmen de Bizet, montada ao ar livre para 42.000 espectadores. Em 2011 protagonizou I Pagliacci de Leoncavallo, no I Festival de Ópera de Brasília, Il Guarany de Carlos Gomes, no Theatro São Pedro/SP, e a comentada ópera L’Amour des Trois Oranges de Prokofiev, no Theatro Municipal do Rio. Em 2012 cantou La Bohème, Cavalleria Rusticana e Carmen.

 

Jacques Rocha, tenor

Carioca, formado em canto pela Escola de Música Villa-Lobos, Jacques Rocha participou de corais como Polifonia Carioca, Coro Sinfônico do Rio de Janeiro e Núcleo de Ópera da Escola de Música Villa-Lobos. Como solista, atuou em A Criação, de Haydn; Messias, de Häendel; Oratório de Natal, de Camille Saint-Säens. Em 2007, foi finalista do Concurso Jovens Intérpretes de Francisco Mignone. Em 2008, estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro na ópera La Bohème, de Puccini, sob a regência de Silvio Viegas, com direção de Pier Francesco Maestrini. Ainda no TMRJ e sob a regência do Maestro Viegas, em 2010, cantou Romeu e Julieta, de Gounod, com direção de cena de Carla Camurati; integrou o elenco da ópera Nabucco, de Verdi, em 2011, com direção de André Heller-Lopes; e participou como solista de Carmina Burana, de Carl Orff, neste ano, no evento em Comemoração aos 104 Anos do Theatro Municipal e no Concerto em Homenagem aos Participantes da 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus (ICOM).

 

Priscila Bomfim – pianista

É pianista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde, desde 2000, trabalha com os cantores e solistas nas produções de ópera. Aos nove anos flagyl for body odor de idade venceu seu primeiro concurso de piano, em Braga, Portugal, onde nasceu. É Bacharel e Mestre em Piano pela UFRJ, onde estudou com Mary Benaion, Luis Henrique Senise e Miriam Grossman. Atualmente cursa regência na mesma instituição na classe do Maestro Ernani Aguiar. Fez cursos com Linda Bustani e Daysi de Luca nos EUA, Umberto Finazzi na Itália e com os cravistas Edmundo Hora e Jaques Ogg.

Vem se apresentando em importantes Salas de Concerto do Brasil, além do Carnegie Hall em NY/EUA (2010), em cidades do Chile (2000), da Itália  (2013) e no Teatro Opera Kalmeralna da Varsóvia, Polônia (2013). Dirigiu em 2010 as óperas do Projeto Ópera no Bolso da Prefeitura do Rio de Janeiro, com direção cênica de André Heller e a ópera Domitila (Ripper), no Circuito Funarte de Música Clássica. Em 2012, atuou como maestrina preparadora dos cantores solistas da temporada de ópera da Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera & Repertório. Trabalha diretamente com renomados maestros e artistas brasileiros e estrangeiros e integra o Grupo Camerístico do RJ e o Trio Di Prima.

 

Desenho de Luz: Eli Sirlin
Cenógrafo: Carlos Gallardo
Figurinistas: Mini Zucheri (Chopin Nº1) e Carlos Gallardo (Carmina Burana e Ecos)
Remontagem: Miguel Angel Elias e Eric Frederic

Participação

Coral Infantil da UFRJ
Direção Artística e Regência: Maria José Chevitarese

 

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