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“Suor Angelica” na série Ópera do Meio-dia no TMRJ

meclizine 25 mg for sale Considerada uma das melhores composições de Puccini, ópera só de mulheres será o quarto título do projeto com solistas do Coro.

 

SERVIÇO

 


Foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano s/n° – Centro
Informações: (21) 2332-9191

Dias 06, 13, 20 e 27 de agosto (quartas-feiras), às 12h.

Dias 03, 10, 17 e 24 de setembro (quartas-feiras), às 12h
Preço único: R$ 5,00

online Vendas na Bilheteria, no site da Ingresso.com ou por telefone 21 4003-2330

Classificação etária: livre

 

 

Integrante do repertório de grandes divas operísticas, Senza Mamma é uma das árias mais conhecidas de Suor Angelica, de Giacomo Puccini, quarto título do projeto Ópera do Meio-Dia, que será apresentado em sua versão completa (com piano e sem cenários???) por solistas do Coro do TM. A Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura, dá prosseguimento à programação artística sob a responsabilidade do Maestro Isaac Karabtchevsky com esta bem-sucedida série realizada em sessões de 60 minutos para 100 espectadores no Foyer do Theatro. Esta quarta temporada contará com elenco totalmente feminino, com o elenco caracterizado com figurinos.

Com excelente receptividade, as três primeiras edições deste projeto – O Elixir do Amor (abril e Maio), La Cenerentola (junho) e As Bodas de Fígaro (julho) – tiveram lotação esgotada. Estão previstas outras duas temporadas neste segundo semestre de 2014, com João e Maria, de Humperdinck (outubro); e Amahl e os Visitantes da Noite, de Menotti (dezembro). O projeto Ópera do Meio-Dia tem a finalidade de divulgar esta forma de arte e oferecer uma opção de lazer a quem trabalha no Centro durante a pausa para descanso. Além disso, é uma oportunidade aos integrantes do Coro atuarem em solo ao público.

“Temos a satisfação de constatar que o projeto Ópera do Meio-Dia já pegou e caiu no gosto dos espectadores. As lotações esgotadas nas temporadas de O Elixir do Amor, La Cenerentola e As Bodas de Fígaro estão aí para comprovar isso. Desta vez, oferecemos ao nosso querido público esta pérola da obra de Puccini, que é Suor Angelica”, afirma Carla Camurati, Presidente da Fundação Teatro Municipal.

A trama, que tem libreto de Giovacchino Forzano é ambientada em um convento na Toscana, no fim do século XVII, e conta a história da jovem Angelica, que é mandada pela família para vida religiosa depois que teve um filho fora do casamento, fato imperdoável para a sociedade naquela época.

 

Sobre a ópera

Suor Angelica é integrante de um programa que reúne três óperas de um ato, cada, chamado de Il Trittico – no qual também estão Il Tabarro e Gianni Schicchi – que estreou em dezembro de 1918 no Metropolitan, em New York. A ideia de combinar uma reunião de óperas de um ato num único espetáculo tinha povoado os pensamentos de Puccini ao longo de toda a sua carreira, mas seu editor, Giulio Ricordi, discordava do projeto. Após a morte deste, Puccini começou a compor Il Tabarro, extraído de uma peça a que havia assistido em 1912 em Paris.

A obra ficou pronta em 1916, mas ele ainda não tinha em mente quais seriam as outras duas partes, até que em 1917, o dramaturgo Giovacchino Forzano lhe ofereceu o libreto de um ato passado num convento, Suor Angelica. Na sequência, forneceu outro texto com tema cômico intitulado Gianni Schicchi. Prontamente aceitos, as duas óperas foram finalizadas no início de 1918 e as três estreadas em dezembro do mesmo ano. O Rio de Janeiro foi a 4ª cidade do mundo a ouvir Il Trittico.

O Trittico completo caiu em desuso logo após sua estreia. Somente Gianni Schicchi foi reconhecido, de imediato, como uma obra-prima, e ficou no repertório mundial, sempre combinado com outra ópera de curta duração. Suor Angelica, considerada o patinho feio do trítico, seguiu abandonada pelos teatros. Nos últimos 20 anos, no entanto, voltou com força total ao repertório dos grandes teatros, agora reconhecida como uma obra-prima, não só à altura do Schicchi, mas dentro do cânon pucciniano.

 

Sinopse

As freiras acabam suas preces e, alegremente, saem para os seus afazeres, enquanto Angelica tenta disfarçar sua infelicidade pelos sete anos que está no convento e nos quais não teve notícias de sua família. Logo, a abadessa anuncia que sua tia, a princesa, chegou para visitá-la. Introduzida, Angelica fica chocada com a atitude gélida com que é tratada pela tia. Da conversa ficamos sabendo que Angelica foi posta no convento pela sua família como castigo de ter tido um filho ilegítimo. A princesa vem exigir-lhe que abra mão de sua herança em favor de sua irmã menor que iria se casar.

Angelica pede piedade, mas sua tia, friamente, informa-lhe que seu filho morreu e sai. Sozinha, chora desesperada, desejando que sua infelicidade tenha um fim e que possa juntar-se ao filho no céu (Senza Mamma). As freiras aliam-se a ela numa prece à Virgem Maria. Deixada isolada, bebe um veneno, enquanto canta um alegre adeus à vida. Sua paz, todavia, é quebrada pela realização que, tendo se matado, está amaldiçoada e ficará eternamente separada do filho. Reza desesperadamente à Madonna. As vozes dos anjos se unem à sua oração e a própria Madonna aparece, trazendo a criança que conduzirá sua mãe ao paraíso.

 

Rubens Lima Júnior – Diretor Cênico

Rubens já dirigiu mais de 50 espetáculos teatrais, sendo alguns premiados no Brasil e Espanha. No circuito carioca, foi responsável pela encenação de Fascinante Gershwin – Uma Revista Musical, que ficou em cartaz entre 2010 e 2013 em diferentes teatros do Rio. Atualmente, assina a direção do bem-sucedido Buy The Book of Mormon, versão brasileira do musical da Broadway de autoria de Trey Parker e Matt Stones (mesmos criadores da comédia musical South Park), que desde dezembro de 2013 vem fazendo temporadas na Sala Paschoal Magno, na UNIRIO; no Teatro da UERJ e, recentemente, na Cidade das Artes.

Este espetáculo é o sétimo título montado no projeto Teatro Musicado, que Rubens Lima Júnior coordena na UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), onde é professor da cadeira de Interpretação Teatral. Na Espanha, desde 1993, trabalha com Pills workshops e apresentações de espetáculos nos teatros El Canto de la Cabra, Sala Triangulo e Círculo de Bellas Artes, todos em Madri.

Possui graduação em Licenciatura em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1992), graduação em Bacharelado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1988), graduação em Direção Teatral pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1988) e graduação em Bacharelado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1984). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Direção, Dramaturgia, Iluminação e Elaboração de livros educacionais na área de Teatro junto à Fundação Roberto Marinho (RJ) e Instituto Paulo Freire (SP). Foi durante 10 anos (1989-1999) um dos diretores cênicos da Escola de Samba Beija-Flor de Nilópolis (RJ), retornando no ano de 2009 às suas atividades junto à Escola.

 

Jésus Figueiredo – Diretor Musical

Natural do Rio de Janeiro, Jésus Figueiredo é formado em Regência, em Órgão de Tubos e é Mestre em Acústica Musical pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desde 1999, é maestro do Theatro Municipal, onde trabalha diretamente com o Coro e também com a Orquestra Sinfônica na preparação de óperas e concertos. Em 2012, trabalhou como Maestro Titular do Coro Ópera Brasil e, em 2013, assumiu a Direção Musical da Associação de Canto Coral.

Vem se dedicando também à regência de balés. Com o Ballet do Theatro Municipal, a Escola do Teatro Bolshoi do Brasil e a Cia. Brasileira de Ballet regeu títulos como Les Sylphides, O Quebra-NozesCoppélia e Don Quixote, além de ter preparado a Orquestra Sinfônica que acompanhou em 2011 e 2012 as temporadas brasileiras respectivamente do Balé Kirov de São Petersburgo (Rússia), em O Lago dos Cisnes e do Ballet do Alla Scala de Milão (Itália), em Giselle. Jésus Figueiredo já esteve à frente de orquestras como a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica do Ceará, a Acadêmica do Teatro Colón de Buenos Aires, a da Ópera de San Juan (Argentina) e a da Sinfônica Brasileira O&R, entre outras.

 


Solistas

– Suor Angelica – Marianna Lima,  soprano
La Zia Principessa – Daniela Mesquitacontralto
Suor Genovieffa – Gisele Dinizsoprano
La Prima Sorella Cercatrice – Eliane Lavigne, soprano
Suor Dolcina / Una Conversa – online Márcia Brandãosoprano
La Badessa – Andressa Ináciocontralto
La Suora Zelatrice – Vivian Delfini onlinemezzo-soprano
La Suora Infermiera – Hellen Maximilianomezzo-soprano
La Maestra Delle Novizie – Rejane Ruascontralto
Suor Osmina / Seconda Novizia – Eleonora Reyssoprano
La Seconda Sorella Cercatrice / Seconda Conversa – Katya Kazzazmezzo-soprano
Una Novizia –  Beatriz Simõesmezzo-soprano

Piano – Eliara Puggina
Órgão e Regência InternaCláudio Ávila
Direção Musical: Jésus Figueiredo
Direção Cênica: Rubens Lima Junior
Direção Geral: Bruno Furlanetto buy tetracycline without prescription
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