Minas GeraisMúsica sinfônicaProgramação

Solo de vibrafone

Rafael Alberto, percussionista principal da FilarmA?nica de Minas Gerais, A� solista em obra de Villani-CA?rtes para vibrafone.

 

Rafael Alberto, percussionista principal da Orquestra FilarmA?nica de Minas Gerais, A� o solista convidado dos concertos que o conjunto realiza nos dias 25 e 26 de maio, A�s 20h30, na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte. O mA?sico interpretarA? o Concerto para vibrafone, de Villani-CA?rtes. Sob regA?ncia do maestro Fabio Mechetti, a orquestra executa, ainda, Serenata para sopros em rA� menor, de DvorA?k; MA?sica de concerto para cordas e metais, de Hindemith, e Concerto para orquestra, de KodA?ly.

Antes das apresentaA�A�es, das 19h30 A�s 20h, o pA?blico poderA? participar dos Concertos Comentados online , palestras que abordam aspectos do repertA?rio. Os dois encontros terA?o como palestrantes o maestro Mechetti, que falarA? sobre as famA�lias de instrumentos da orquestra, e o percussionista Rafael Alberto, que mostrarA? a beleza pouco conhecida do vibrafone, instrumento solista do programa.

 

PROGRAMA

AntonA�n DvorA?k (1841-1904) e a obra Serenata para sopros em rA� menor, Op. 44
As serenatas, os divertimentos e as mA?sicas noturnas, gA?neros feitos para embalar festividades aristocratas, caracterizavam-se, no perA�odo setecentista, como leves e acessA�veis. No sA�culo 19, tal gA?nero ganha ares de espetA?culo. Que o digam a Serenata para cordas, de Tchaikovsky, e as duas serenatas de DvorA?k a�� uma destinada A�s cordas; outra, aos sopros. Composta em curto tempo, a Serenata para sopros, Op. 44, estrearia em novembro de 1878, em Praga, sob a batuta do prA?prio compositor. Na obra, destacam-se os toques irA?nicos, a comeA�ar pela marcha inicial, que parece ter uma solenidade arremedada e aparece duas vezes emoldurando um episA?dio mais lA�rico. O DvorA?k lA�rico e ligado ao folclore estA? presente nos outros dois movimentos da Serenata. Extrovertida, a peA�a nA?o apenas caiu no gosto popular, como serviu para mostrar o gA?nio artA�stico do grande mA?sico da BoA?mia.

Paul Hindemith (1895-1963) e a obra MA?sica de concerto para cordas e metais, Op. 50
Um dos mais renomados compositores da primeira metade do sA�culo 20, Hindemith destacou-se como educador e como instrumentista virtuose. Desde cedo, interessou-se pela mA?sica cA?nica, gA?nero para o qual compA?s diversas obras importantes. Abrangente, sua produA�A?o inclui peA�as de carA?ter didA?tico e se marca pelo carA?ter neoclA?ssico. A MA?sica de concerto para cordas e metais, Op. 50, foi composta em 1930, para as comemoraA�A�es dos 50 anos da Orquestra SinfA?nica de Boston, a pedido de Serge Koussevitzky, que regeu a estreia, na cidade de Boston, em abril de 1931. Trata-se da A?ltima de uma sA�rie de trA?s peA�as que Hindemith intitulou Konzertmusik (MA?sica de concerto para viola e orquestra de cA?mara, Op. 48, e MA?sica de concerto para piano, metais e duas harpas, Op. 49). Na Konzertmusik, Op. 50, o compositor divide a orquestra em metais versus cordas.

http://nablamex.com/purchase-zestril-online/ Edmundo Villani-CA?rtes Order (1930-) e a obra Concerto para vibrafone
Mineiro de Juiz de Fora, Villani-CA?rtes transitou, como pianista, arranjador e maestro, por orquestras noturnas, de baile e de jazz, sinfA?nicas, jazz-sinfA?nicas e grupos de rA?dio e televisA?o. Em 1994, quarenta anos apA?s estrear seu 1A? Concerto para piano e orquestra, vivenciava o A?pice de sua fecunda produA�A?o. Naquele ano, escreveria duas obras dedicadas ao vibrafone: a Ritmata n. 3 http://pelangitourtravel.com/purchase-rizact-medicine/ e o Concerto para vibrafone e orquestra a�� cuja estreia ocorreu durante o Festival de Campos do JordA?o de 1996, pelo vibrafonista AndrA� Juarez, com regA?ncia de Benito Juarez, do pai do solista, A� frente da SinfA?nica de Campinas. A obra foi premiada como melhor peA�a experimental pela AssociaA�A?o Paulista de CrA�ticos de Arte. O vibrafone A� composto por lA?minas de metal, devidamente dispostas como as teclas do piano. Surgido no sA�culo 20, o vibrafone foi popularizado por Lionel Hampton e Gary Burton, ambos artistas ligados ao jazz.

ZoltA?n KodA?ly (1882-1967) e a obra Concerto para orquestra viagra tablet in pakistan
Um dos pais da Etnomusicologia, pedagogo e linguista, KodA?ly revelou-se, tambA�m, grande compositor, apesar da obra pouco extensa: duas A?peras, alguma mA?sica de cA?mara e outro tanto de peA�as para piano e coral. De sua produA�A?o sinfA?nica, destacam-se a suA�te extraA�da da A?pera HA?ry JA?nos e o Concerto para orquestra, peA�a encomendada para comemoraA�A?o do 50A? aniversA?rio da Orquestra SinfA?nica de Chicago, que a estreia, em 1941, sob regA?ncia de Frederick Stock. A obra de KodA?ly nA?o se restringe A� tA�pica proposta de concerto a�� peA�a musical a pA?r em relevo um A?nico instrumento solista. Ele reelabora, na verdade, o chamado a�?concerto grossoa�?, procedimento comum ao perA�odo Barroco, no qual mais de um solista desponta do corpo orquestral. AlA�m disso, suas pesquisas etnomusicA?logas aparecem na peA�a, que combina a arquitetura do primeiro Pills Concerto de Brandemburgo, de Bach, A� mA?sica tradicional magiar.

 

ARTISTAS

Percussionista principal da FilarmA?nica de Minas Gerais desde maio de 2011, Rafael Alberto nasceu em Santos (SP) e iniciou os estudos formais no ConservatA?rio de TatuA�. Seguiu A� Universidade Estadual Paulista (Unesp), na qual se graduou, como bacharel em PercussA?o. Em 2011, concluiu mestrado em MA?sica pela Stony Brook University, em Nova York, como bolsista integral da instituiA�A?o. Integrou a Orquestra SinfA?nica de Stony Brook, o Contemporary Chamber Players, grupo especializado em mA?sica dos sA�culos 20 e 21, e a Banda SinfA?nica Jovem do Estado de SA?o Paulo, alA�m de atuar como mA?sico convidado da Amazonas FilarmA?nica, durante o 13A? Festival Amazonas de A�pera. Na mA?sica de cA?mara, participou do Percorso Ensemble, com o qual gravou o A?lbum MA?sica Plural, do Grupo de PercussA?o do ConservatA?rio de TatuA� e do Piap a�� Grupo de PercussA?o da Unesp.

Fundou o grupo PercuTRIZ a�� Trio Percussivo. Em 2012, foi solista junto A� FilarmA?nica de Minas Gerais, no Concerto para vibrafone e orquestra, de Ney Rosauro, e em A MA?quina de Escrever, de Leroy Anderson. Participou do 7A? Festival MA?sica nas Montanhas, em PoA�os de Caldas, e do Festival de MA?sica de Santa Catarina. Bolsista do Festival Internacional de Inverno de Campos do JordA?o em quatro ediA�A�es, participou, em 2014, do 33A? Cloyd Duff Timpani Masterclass, na Universidade da Georgia (EUA). Em 2010, fundou, com o percussionista Leonardo Gorosito, o grupo Desvio, dedicado A� composiA�A?o e A� execuA�A?o de novas peA�as para percussA?o. Com trA?s espetA?culos autorais no currA�culo (Ca��Alma, Miniaturas e Cancioneiro), Desvio tem peA�as executadas por mA?sicos de outros paA�ses, como Inglaterra, FranA�a, BA�lgica, JapA?o, Cingapura, Dinamarca e EUA. Sua mais recente produA�A?o A� a trilha sonora do espetA?culo Pai, da Cia. Antonio NA?brega de DanA�a, e o Concerto para dois pandeiros e orquestra de cordas, para a Orquestra Ouro Preto.

 

Desde 2008, Fabio Mechetti A� diretor artA�stico e regente titular da Orquestra FilarmA?nica de Minas Gerais. Com seu trabalho, posicionou a orquestra mineira nos cenA?rios nacional e internacional e conquistou vA?rios prA?mios. Com ela, realizou turnA?s pelo Uruguai e Argentina e realizou gravaA�A�es para o selo Naxos. Natural de SA?o Paulo, Mechetti serviu recentemente como regente principal da Orquestra FilarmA?nica da MalA?sia, tornando-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiA?tica. Depois de 14 anos A� frente da Orquestra SinfA?nica de Jacksonville, Estados Unidos, atualmente A� seu regente titular emA�rito. Foi tambA�m regente titular da SinfA?nica de Syracuse e da SinfA?nica de Spokane. Desta A?ltima A�, agora, regente emA�rito. Foi regente associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra SinfA?nica Nacional de Washington e com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no CapitA?lio norte-americano. Da Orquestra SinfA?nica de San Diego, foi regente residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Orquestra SinfA?nica de Nova Jersey e tem dirigido inA?meras orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. A� convidado frequente dos festivais de verA?o nos Estados Unidos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York. Fabio Mechetti recebeu tA�tulos de mestrado em RegA?ncia e em ComposiA�A?o pela prestigiosa Juilliard School de Nova York.

Realizou diversos concertos no MA�xico, Espanha e Venezuela. No JapA?o dirigiu as orquestras sinfA?nicas de TA?quio, Sapporo e Hiroshima. Regeu tambA�m a Orquestra SinfA?nica da BBC da EscA?cia, a Orquestra da RA?dio e TV Espanhola em Madrid, a FilarmA?nica de Auckland, Nova ZelA?ndia, e a Orquestra SinfA?nica de Quebec, CanadA?. Vencedor do Concurso Internacional de RegA?ncia Nicolai Malko, na Dinamarca, Mechetti dirige regularmente na EscandinA?via, particularmente a Orquestra da RA?dio Dinamarquesa e a de Helsingborg, SuA�cia. Recentemente fez sua estreia na FinlA?ndia, dirigindo a FilarmA?nica de Tampere, e na ItA?lia, dirigindo a Orquestra SinfA?nica de Roma. Em 2016 estreou com a FilarmA?nica de Odense, na Dinamarca.

 

Order Foto: Fernando Lara

 

SERVIA�O:

 

Orquestra FilarmA?nica de Minas Gerais

Rafael Alberto, vibrafone

Fabio Mechetti, regA?ncia

 

25 e 26 de maio, quinta e sexta-feira, A�s 20h30

Sala Minas Gerais Cheap (R. Tenente Brito Melo, 1.090, Barro Preto a�� Belo Horizonte. Tel.: 31 3219-9000)

 

Ingressos: R$ 105 (balcA?o principal), R$ 85 (plateia central), R$ 62 (balcA?o lateral), R$ 50 (mezanino) e R$ 40 (balcA?o palco e coro), com meia-entrada para estudantes, pessoas com mais de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiA?ncia

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