Música de câmaraProgramaçãoRio de Janeiro

Série Cidade das Artes com a OSB

Apresentação camerística da série Cidade das Artes da OSB traz quinteto de sopros da orquestra. Buy

SERVIÇO

 

Cidade das Artes
Avenida das Américas 5.300, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Fone: 21 3325-0102

Dia 14 de junho, às 16h.
 
Ingressos: Plateia alta e baixa – R$ 50,00 (preço único) online online

Descontos:
50% – Maiores de 60 anos, menores de 21 anos, estudantes, pessoas com necessidades especiais.
20% – Programa Travessa Leve, da Livraria da Travessa 20% – Metrô Rio
20% – Assinantes OSB 2014
Os descontos são limitados a uma pessoa e não cumulativos. A compra através da faixas de descontos para parceiros e assinantes está limitada à 20% da capacidade de cada setor.

Bilheteria: Terça a domingo, de 13 às 19h. Em dias de espetáculo, a partir das 13h. até 30 minutos após o início do espetáculo.
Compras e informações através do telefone 4003-1212, pelo site www.ingressorapido.com.br Cheap , pós-venda: 4003-2051 e na bilheteria. 
Formas de pagamento: cartões de crédito, débito, e dinheiro.
Estacionamento: R$ 8,00 por veículo (de segunda a sexta até as 18h – R$8,00 / de segunda a sexta após as 18h e finais de semana R$10,00)

 

 

No mês de junho, os músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira continuam se reunindo em diferentes formações para apresentações de câmara. A segunda performance camerística acontece com o Quinteto de Sopros da OSB. Formado pelos músicos Clara Martinez (flauta), Jorge Postel Pavisic (oboé), Whatson Cardoso (clarineta), Thiago Rodrigues (trompa), e Luís Felipe Destéfano Pérez (fagote), o grupo interpreta obras de Carl Nielsen, György Ligeti, Anton Reicha, e Samuel Barber.

 

PROGRAMA
Carl Nielsen
Quinteto de Sopros, Op.43

Composta em 1922, na Suécia, a obra surgiu de um desejo de Nielsen em escrever uma série de concertos, cada um para um músico do quinteto de sopros de Copenhagen. Conseguiu compor apenas dois enquanto estava vivo: Concerto para Flauta e o Concerto para Clarinete. A primeira apresentação pública da obra “Quinteto de Sopros” se deu em outubro de 1922 em uma pequena sala de concertos de Copenhagen. A peça é considerada indispensável no repertório de um grupo profissional.

Cheap György Ligeti
6 Bagatelas

Inicialmente pensada como uma obra para piano, “6 Bagatelas” foi composta em 1953 e faz parte de um conjunto de 12 Bagatelas criadas por Ligeti.

 

Anton Reicha Cheap
Quinteto nº2 em Mi bemol maior, Op.88

O compositor é theco, mas naturalizado francês.
Pills Samuel Barber
Summer Music, Op.31

Composta em 1953, encomendada pela Sociedade de Música de Câmara de Detroit, o norte-americano Barber inicialmente a pensou para um septeto. Somente depois de experimentações com os músicos dos instrumentos de sopro do quinteto de Nova York que o compositor adaptou a obra para um grupo de cinco músicos. A première aconteceu em 1956, no Instituto de Artes de Detroit, com músicos da Orquestra Sinfônica da cidade. “Summer Music” é a única composição de Barber para instrumentos de sopro, mas deixou seu legado no meio clássico como sendo uma das peças fundamentais para este tipo de instrumento.

 

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Para os amantes da música de câmara, a OSB e a Cidade das Artes oferecem na Sala de Música de Câmara nos meses de maio, junho, setembro, outubro e novembro, os músicos da orquestra reunidos em diferentes conjuntos. Em sete exibições, todas aos sábados, os músicos experimentam repertórios e apresentam novidades.

Sobre a OSB

A Orquestra Sinfônica Brasileira é o mais tradicional conjunto sinfônico do país. Roberto Minczuk é o maestro titular. Composta por 71 músicos tem por meta alcançar o número de 95 até 2016. Fundada em 1940, pelo maestro José Siqueira, a OSB foi a primeira a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. As missões institucionais contemplam a conquista de novos públicos para a música sinfônica, o incentivo a novos talentos e a divulgação de um repertório diversificado, objetivos alcançados em mais de quatro mil concertos realizados durante sete décadas de trajetória ininterrupta.

A história da OSB se compôs através da contribuição de grandes músicos e regentes como Eleazar de Carvalho e Isaac Karabtchevsky. Além de ter revelado nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses, a OSB também contou em sua história com a colaboração de alguns dos maiores artistas do século XX: Leonard Bernstein, Zubin Mehta, Kurt Sanderling, Arthur Rubinstein, Martha Argerich, Kurt Masur, Claudio Arrau, Mstislav Rostropovich, Jean-Pierre Rampal e José Carreras, dentre outros.

As atividades da OSB são viabilizadas pelo apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da mineradora Vale e de um conjunto de investidores da iniciativa privada e investimentos públicos.

Apostando num amplo espectro da música – da produção barroca aos compositores contemporâneos – a Orquestra Sinfônica Brasileira busca continuamente a excelência artística e, por consequência, a concretização de seus objetivos sociais e educativos.

 

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