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Sala cancela concerto presencial do Dia Nacional da Música

Considerando o agravamento da pandemia de Covid-19 em todo o país, a FUNARJ, a Sala Cecília Meireles e a Orquestra Petrobras Sinfônica informam as seguintes mudanças na programação da Sala Cecília Meireles nos dias 5 e 6 de março:

1 – O concerto da orquestra Petrobras Sinfônica, previsto para sexta-feira, 5 de março, às 19 horas, será realizado, sem a presença de público, às 15 horas com transmissão direta  pelo canal da Sala Cecília Meireles no YouTube. O concerto celebra o Dia Nacional da Música Clássica e contará com a participação da maestrina Priscila Bomfim e da pianista Erika Ribeiro.

2 –  Está cancelado o concerto da orquestra Petrobras Sinfônica previsto para sábado, 6 de março, às 19 horas.

3 – A empresa Sympla, responsável pela bilheteria, entrará em contato com as pessoas que adquiriram ingressos para os concertos de 5 e 6 de março, para informar como será feito o ressarcimento

 

A Sala Cecília Meireles, espaço da FUNARJ, abre a Temporada 2021 comemorando o Dia Nacional da Música, sexta-feira, dia 5 de março, às 19 horas, coincidindo com o aniversário de nascimento de Heitor-Villa-Lobos (05/03/1887).

Para estes concertos inaugurais, os primeiros com público em 2021, a convidada é a Orquestra Petrobras Sinfônica, com regência de Priscila Bonfim, tendo como solista a pianista Erika Ribeiro. No programa, só compositores brasileiros: Heitor Villa-Lobos, Ronaldo Miranda, Alexandre Levy, Edino Krieger e Camargo Guarnieri.

No sábado, dia 6, também às 19 horas, a Orquestra Petrobras Sinfônica repete o programa, com transmissão pelo YouTube, dentro da série #SalaDigital, além da presença do público.

A Temporada 2021 da Sala Cecília Meireles tem o patrocínio da PETROBRAS.

 

PROGRAMA

Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
Prelúdio das Bachianas Brasileiras nº 4

Ronaldo Miranda (1948)
Concertino para piano e orquestra de cordas

Alexandre Levy (1864-1892)
Andante para cordas, op.22

Edino Krieger (1928)
Divertimento para orquestra de cordas

Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993)
Concerto para cordas e percussão
I – Vigoroso
II – Saudoso
III – Jocoso
 

 

SERVIÇO

 

Sala abre temporada no Dia Nacional da Música

Dia 5 de março, sexta-feira, às 19h –  não presencial

 

Priscila Bonfim

Além de seu reconhecido trabalho como pianista, Priscila Bomfim tem se destacado nos últimos anos pela sua atuação no meio musical também como maestrina. Regeu espetáculos eleitos entre os melhores concertos do ano na cidade do Rio de Janeiro pelo Jornal O Globo: a ópera Serse em 2017, com elenco da Academia Bidu Sayão e a Orquestra da UFRJ e, em 2018, a ópera de câmara Piedade, do compositor João Guilherme Ripper, na Sala Cecília Meireles.

Priscila Bomfim é pianista e maestrina assistente da Orquestra Sinfônica no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde regeu concertos e óperas da sua temporada: Serse, de Händel (2016), La Tragédie de Carmen, de Bizet/Constant (2017), Os Contos de Hoffmann, de Offenbach e Orphée de Glass (2019), dentre outros concertos.

Durante cursos com os maestros Leonid Grin, Alexander Polianychko, Fábio Mechetti, Abel Rocha, Isaac Karabtchevsky, Neeme Järvi e Paavo Järvi, apresentou-se à frente das Orquestras Sinfônica Nacional do Chile (Chile), Sinfônica Jovem de São Petersburgo (Rússia), Filarmônica de Minas Gerais (MG), Sinfônica de Santo André (SP), Sinfônica Cesgranrio (RJ) e Järvi Academy Sinfonietta (Estônia).

Em 2018, além de concertos com a Orquestra Sinfônica da Bahia, a Orquestra Académica Bomfim (Portugal), do Concerto Mendelssohn e da Série Primavera da Dança com o Balé e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do RJ, foi uma das seis maestrinas escolhidas internacionalmente para participar da 4ª Residência do Linda and Mitch Hart Institute para Mulheres Regentes, do The Dallas Opera (Texas/EUA).

Priscila iniciou seus estudos musicais em Portugal, onde nasceu e venceu seu primeiro concurso de piano. Estudou Piano e Regência Orquestral na UFRJ, onde também concluiu seu Mestrado em Piano com um relevante trabalho sobre Estratégias de Leitura à Primeira Vista ao Piano.

 

Erika Ribeiro

Conhecida pela elegância, inteligência e sutileza de suas interpretações, a pianista Erika Ribeiro é considerada uma das artistas mais expressivas de sua geração. Sua musicalidade singular e grande versatilidade, fazem com que ela seja conhecida pelos diversos estilos pianísticos que aborda tanto em sua maneira de tocar quanto nos repertórios que interpreta.

Erika iniciou seus estudos musicais com sua mãe aos quatro anos de idade. Doutora em Música (UNIRIO), Mestre em Musicologia e Bacharel em Piano pela Universidade de São Paulo (USP), realizou especialização em piano por dois anos na Hochschule für Musik “Hanns Eisler” Berlim, Alemanha (2003-05) e aperfeiçoamento na Écoles d’ Art de Fontainebleau, França (2008).

Participou de cursos de férias nos Estados Unidos, Suíça e Alemanha. É vencedora de 10 concursos nacionais de piano – entre eles o III Concurso Nélson Freire. Tem se apresentado como solista e camerista nas principais salas de concerto do Brasil, como Sala São Paulo, Sala Minas Gerais, Theatro Municipal de São Paulo, Theatro Pedro II, Cidade das Artes, Sala Cecília Meireles, etc…

Seu disco “Images of Brazil”, lançado internacionalmente pelo selo Naxos Latin Music Series, recebeu elogiosos comentários da crítica especializada. Atualmente, é professora na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, onde em 2013 assumiu a cátedra de Piano, Música de Câmera e Recital. Erika se apresentou na Sala em 2020 dentro da Série Integral das Sonatas de Beethoven para violino e piano.

 

Protocolo de segurança

A Sala Cecília Meireles segue o Protocolo de Segurança Sanitária elaborado pela FUNARJ, ratificado pela Secretaria Especial da Covid-19 do Estado do RJ e adotado pelo Governo do Rio de Janeiro, via decreto. As principais medidas adotadas incluem medição da temperatura de cada espectador antes de entrar na Sala; a redução da capacidade para 240 lugares (com espaços de duas poltronas vazias entre cada uma ocupada); a instalação de filtros Hepa (High Efficiency Particulate Air) em todos os equipamentos de refrigeração, os mesmos recomendados para uso em hospitais, laboratórios, nas indústrias farmacêutica e alimentícia e em cabines de segurança biológica; estações de álcool gel para higienização das mãos no hall e nos banheiros; sinalização para a manutenção do  distanciamento social; proteção para as cabines de bilheteria; corredores exclusivos para entrada e saída.

 

 

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