Minas GeraisMúsica sinfônicaProgramação

Regente alemão em BH

Filarmônica de Minas Gerais convida o regente Henrik Schaefer e o pianista brasileiro Ronaldo Rolim. amoxil reviews

 

Em sua estreia com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, o regente convidado Henrik Schaefer faz uma releitura da Purchase Sinfonia n. 2, de Jean Sibelius, e introduz o poema sinfônico Hamlet e Ofélia, de Walton. Um dos jovens pianistas brasileiros mais promissores, Ronaldo Rolim, interpreta a Cialis Professional buy Fantasia para piano e orquestra, de Debussy. O concerto ocorre nos dias 23 e 24 de novembro, às 20h30, na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte.

Na série de palestras sobre obras, compositores e solistas que a Filarmônica promove antes das apresentações, das 19h30 às 20h, o palestrante das duas noites será o ator Arildo de Barros, do Grupo Galpão. As palestras são gravadas em áudio e ficam disponíveis no site da Orquestra.

 

ARTISTAS

O regente convidado Henrik Schaefer é, desde janeiro de 2014, diretor musical da Ópera de Gotemburgo, na Suécia, um dos principais teatros do Norte da Europa. Aos 22 anos, ele ingressou na Filarmônica de Berlim como violista – era então o mais novo membro da orquestra. Nessa época, estudou regência orquestral na Escola de Música de Leipzig. No ano 2000, foi escolhido por Claudio Abbado como seu assistente e, nesta função, regeu por muitas vezes a Filarmônica de Berlim. Sua carreira de regência começou com uma produção de balé de A Sagração da Primavera, de Stravinsky, com os corpos artísticos do Gewandhaus de Leipzig. Desde então, tornou-se um maestro requisitado também para obras de Wagner, Mozart e óperas românticas italianas e francesas. Schaefer tem regido como convidado nas óperas em Leipzig, Rouen, Chemnitz, Seul, Hong Kong entre outras. Como regente convidado para concertos sinfônicos, tem tido muito sucesso em todo o mundo com as sinfônicas de Tokyo e Helsingborg, as filarmônicas de Osaka e Stuttgart, as orquestras das rádios da Suécia e Holandesa, entre outras.

Ronaldo Rolim Cialis Professional purchase vem se estabelecendo como um dos principais nomes da nova geração de pianistas brasileiros. Como solista convidado, apresentou-se frente a diversas orquestras brasileiras e internacionais, como as sinfônicas da Capela de São Petersburgo, de Phoenix e a Brasileira, a Tonhalle, a Musikkollegium Winterthur e as filarmônicas de Liverpool e Minas Gerais. Um ávido camerista, é membro fundador do Trio Appassionata, ao lado da violinista Lydia Chernicoff e da violoncelista Andrea Casarrubios. Aos 18 anos, após vencer os concursos Nelson Freire e Magda Tagliaferro, mudou-se para os EUA, onde concluiu os estudos. Recentemente defendeu sua tese de doutorado na Universidade de Yale, baseada nas obras programáticas de Karol Szymanowski, e cujo conteúdo será tema de um projeto fonográfico previsto para 2018.

Ronaldo Rolim (foto de Wasin Prasertlap)

 

REPERTÓRIO

William Walton (1902-1983) e a obra Hamlet e Ofélia
Entre as décadas de 1930 e 1960, a composição de trilhas para filmes representava a opção mais lucrativa para os compositores ingleses. Assim, Vaughan William, Benjamin Britten, Walton e outros figurariam com frequência nos créditos da efervescente indústria cinematográfica da época. Entre 1934 e 1969, Walton escreveu música para 14 filmes. Dentre eles, alguns foram feitos em parceria com o lendário ator, produtor e diretor Laurence Olivier, destacando-se a doxycycline malaria costa rica http://www.happyfruit.ie/neurontin-600-mg-street-price/ Trilogia Shakespeare, que inclui buy amoxil online Henrique V (1944), Hamlet (1947) e Buy Ricardo III (1955). Segundo Walton, três são os elementos que orientam a composição de uma trilha para uma peça shakespeariana: o humor, a atmosfera e a noção estilística de período. O primeiro é dado pelos efeitos incidentais, o segundo é sugerido pelas grandes sequências e cenas, e o terceiro trata-se das alusões à música elisabetana. Composta e gravada em novembro e dezembro de 1947, a música de Hamlet foi concebida como um conjunto de peças adaptáveis às salas de concerto. Da trilha para o filme surgiu, entre 1967 e 1968, o arranjo de Muir Mathieson, nolvadex cheap Hamlet e Ofélia, que é ouvida neste programa.

Claude Debussy (1862-1918) e a obra Fantasia para piano e orquestra
Debussy manteve-se em constante renovação. O marco mais decisivo de sua trajetória foi a estreia, em 1894, do Prelúdio para a tarde de um fauno, sinalizando um ponto de virada para a música moderna. Suas muitas obras-primas seguintes mostram faces diversas e, sob vários aspectos, contraditórias. Inovam sempre e sinalizam caminhos inesperados. Já a Fantasia para piano e orquestra é anterior ao Prelúdio – foi escrita em 1889-1890. Ela revela a influência de Fauré e adota o princípio cíclico à moda de Vincent d’Indy e César Franck, possuindo a forma tripartida de um concerto tradicional. A Fantasia permaneceu inédita, pois Debussy, obstinado e insatisfeito, planejava refazê-la totalmente. Após a morte do compositor, a estreia ocorreu simultaneamente em Londres (com Alfred Cortot) e em Lyon (com Marguerite Long), no dia 20 de novembro de 1919.

Jean Sibelius (1865-1957) e a obra Sinfonia n. 2 em ré maior, Op. 43
Sibelius começou a escrever a Sinfonia n. 2 em 1900, na Itália. A composição ficou pronta apenas em janeiro de 1902. A estreia, com a Sociedade Filarmônica de Helsinque, sob a regência do próprio compositor, marcada para aquele mês de janeiro, teve de ser adiada para 8 de março. A Segunda foi reapresentada nos dias 10, 14 e 16, com ingressos esgotados para todas as apresentações. Jamais uma obra nova havia obtido tanto sucesso na Finlândia. Com o Opus 43, pode-se dizer que Sibelius começou seu desenvolvimento propriamente sinfônico. Antes, sua ênfase maior estava na música de câmara, o que fazia com que sua escrita orquestral refletisse muito esse outro gênero. Sibelius evitava falar de suas criações. A Buy Order viagra buy Segunda é definitivamente uma obra original, prova de que nenhum gênero musical é tão antigo que não possa ser sempre trabalhado e renovado. Bastou a força do talento de um compositor como Sibelius para trazer novos ares.

 

Foto do post: Kike Barona http://diniharie.mhs.narotama.ac.id/2018/02/02/over-the-counter-ditropan/

 

SERVIÇO:

 

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Ronaldo Rolim, piano

Henrik Schaefer, regência

 

23 e 24 de novembro, quinta e sexta-feiras, às 20h30

real propecia australia Sala Minas Gerais (R. Tenente Brito Melo, 1.090, Barro Preto – Belo Horizonte. Tel.: 31 3219-9000)

 

Ingressos: R$ 105 (balcão principal), R$ 85 (plateia central), R$ 62 (balcão lateral), R$ 50 (mezanino) e R$ 40 (balcão palco e coro), com meia-entrada para estudantes, pessoas com mais de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação

 

movimento.com
Responsável pela inclusão de programação e assuntos genéricos no blog.