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“Recitais Eubiose” encerra 2012

“Recitais Eubiose” apresenta o trio Luíz Fïlíp (violinista), Thaís Coelho (violista) e Salvatore Percacciolo (pianista).

SERVIÇO

 

Sociedade Brasileira de Eubiose
Sala Henrique José de Souza (201 lugares)
Av. Lacerda Franco, 1059 – Aclimação
Tel: 11 3208-9914 / 3208-6699

Dia 17 de dezembro, sábado, às 20h

Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00
Meia-entrada para terceira idade, estudantes, e associados.

Retirar os ingressos até uma hora antes do recital. Antecipadamente após as 14h30, por telefone, ou por email contato@recitaiseubiose.com.br

Adquira seu ingresso on-line pelo site www.recitaiseubiose.com.br

Estacionamento conveniado no número 1074 até as 23h.

 

Luíz Filíp e Thaís Coelho são brasileiros, irmãos e residem atualmente na Alemanha. Ele toca na Filarmônica de Berlim e integra o grupo de câmara Ensemble Berlim.  Ela integra o naipe de viola da Orquestra Filarmônica de Munique. Salvatore Percacciolo é italiano e diretor musical da Orquestra Sinfônica do Mediterrâneo.

Será a última apresentação desse ano dos Recitais Eubiose. “Ficamos bem satisfeitos com essa experiência inicial de promover apresentações musicais na Eubiose e esperamos poder ampliar no ano que vem e finalmente colocarmos a Eubiose como mais espaço de música erudita em São Paulo,” comenta Carlos Augusto de Souza Lima.

 

gumigem PROGRAMA
Mozart
Trio em Mi b maior K.498

Händel
Halvorsen – Passacaglia

Rebecca Clarke
Dumka para violino, viola e piano

 


Luíz Filíp – violino

 

Luiz Filíp

Luíz Fïlíp, natural de São Paulo, reside na Alemanha desde 2001, apresentando-se regularmente em cidades como Berlim, Roma, Tóquio, Tel Aviv e Paris, onde teve o seu debut na série de concertos do Auditorium do Museu do Louvre. Entre seus parceiros de música de câmara figuram Guy Braunstein, Dashin Kashimoto, François Leleux, Gilbert Audin, Amihai Grosz, Wilfried Strehle e participou de vários festivais de música de câmara entre os quais o Festival Rolandseck e o Festival Aix-en- Provence.

 

Foi membro da Academia da Filarmônica de Berlim, ocasião em que trabalhou sob a batuta dos mais importantes regentes da atualidade. Em reconhecimento ao seu trabalho, foi convidado pelo governo alemão, em 2009, a se apresentar no Palácio Bellevue no encerramento da visita oficial do Presidente do Brasil, Luiz Ignácio Lula da Silva, à Alemanha.

No CD dedicado à música de J. S. Bach, gravado ao vivo na Philharmonie, com a Academia da Filarmônica de Berlim, Luíz Fïlíp atuou como solista do concerto BWV 1043, sob a direção do regente de música antiga Reinhard Goebel.
Gravou um DVD com os três concertos para violino e orquestra do compositor Camargo Guarnieri com a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, sob a regência de Lutero Rodrigues. Este projeto teve o patrocínio da PETROBRAS.

Gravou ainda na Alemanha um CD com obras do compositor Edmundo Villani-Côrtes com o pianista Paul Rivinius.
No Brasil, Luíz Fïlíp recebeu diversos prêmios em concursos nacionais. Na Europa, foi premiado no 37º Concurso Internacional Tibor Varga, na Suíça, no I Concurso Internacional Henry Marteau, na Alemanha e o primeiro prêmio no Concurso Gerhard Taschner em Berlim.

Luíz Fïlíp iniciou seus estudos de violino aos quatro anos de idade na Escola Fukuda de São Paulo, tendo aulas com a violinista Elisa Fukuda até os 16 anos, ocasião em que se transferiu para a Alemanha com bolsa de estudos oferecida pelo 32º Festival de Inverno de Campos do Jordão e, mais tarde, com bolsa de estudos oferecida pela Fundação Vitae. Estudou na Hochschule Hanns Eisler e na UdK-Berlin, com Guy Braunstein, concluindo a sua pós-graduação com distinção.

Aperfeiçoou-se ainda na Universidade de Música Pitea, Suécia, com Zakhar Bron. Integra o Ensemble Berlin, grupo de câmara da Filarmônica de Berlim. Luíz Fïlíp toca num violino Lorenzo Storioni de 1774 pertencente ao Governo Alemão e oferecido pela Deutsche Stiftung Musikleben de Hamburgo.

Camargo Guarnieri – Violin Concerto No. 1, 1st mov

http://youtu.be/614MgBirq4w – solista Luiz Fílipe (esse eu tenho o DVD)

Luíz Fïlíp- Lalo Symphonie Espagnole 5th Mov Rehearsal http://youtu.be/bcEIV55a6g8

Luís Filíp como integrante da Filarmônica de Berlim Schreker: Chamber Symphony / Rattle · Orchestra Academy of the Berliner Philharmonikerhttp://youtu.be/6V1d4mKGeUM

 

Thaís Coelho – viola

 

Thaís Coelho

Natural de São Paulo, reside na Alemanha desde 2001, onde desenvolve a sua carreira de solista e camerista. Integra o naipe de viola da Orquestra Filarmônica de Munique. Participou do Akanthus Ensemble Berlin e atualmente integra o grupo Bracce de música de câmara da Filarmônica de Munique. Entre seus parceiros de música de câmara figuram Lorenz Nasturica-Herschowici e Paul Rivinius.

 

Em 2000, foi selecionada para participar da UBS Verbier Youth Orchestra, na Suíça, quando tocou sob a regência dos maestros Yuri Temirkanov, Zubin Mehta, James Levine. Foi membro da Academia da Filarmônica de Berlim de 2001-2002 com bolsa de estudos oferecida pela Fundação Vitae. Continuou a sua orientação com o violista solo da Filarmônica de Berlim, Wilfried Strhele, na Universität der Kunste-Berlin.

Integrou a DSO-Deutsches Symphonie Orchester Berlin e, a partir de 2006, transferiu-se para a Filarmônica de Munique, com a qual trabalha sob a direção do maestro Christian Thielemann. Apresentou-se à frente de várias orquestras no Brasil e no exterior, destacando-se a OCTSP, OSSA, Camerata Fukuda, Sinfonia Cultura e a Orchestre Jeunes de Fribourg, na Suíça.

Foi premiada nos concursos Pró-Música de Juiz de Fora e Jovens Instrumentistas Brasil Piracicaba. No Brasil, Thaís Coelho foi aluna de Elisa Fukuda e Marcelo Jaffé. Integrou a Orquestra Experimental de Repertório e a Camerata Fukuda. Gravou na Alemanha um CD com obras do compositor Edmundo Villani-Côrtes com o pianista Paul Rivinius.

 

Salvatore Percacciolo – piano

 

Salvatore Percacciolo

O Maestro e pianista italiano Salvatore Percacciolo, estudou piano, composição e regência com Piero Bellugi, em Florença, e na Scuola di Musica di Fiesole, com Jorma Panula. Vencedor de numerosos concursos pianísticos na Itália e no exterior, maturou vasta experiência como pianista acompanhador na “Fondazione Teatro Massimo” em Palermo, colaborando com a “Deutsche Oper” de Berlim e com o Teatro “Royal de La Monnaie” de Bruxelas.

 

Trabalhou ao lado de artistas tal como Angela Gheorghiu, Roberto Alagna, Daniela Dessì e Placido Domingo, participando como assistente musical na gravação de diversas óperas pela “Deutsche Grammophon”, além de, pela mesma etiqueta, gravar a parte do pianista “Lazinsky” na ópera “Fedora” de U. Giordano.

O seu repertório vai do período barroco à música contemporânea. No ano de 2005, venceu o prêmio “Carlo Maria Giulini” para jovens regentes da Comunidade Europeia e, em 2008, foi admitido como regente na “Scuola dell’ ópera Italiana” do Teatro Comunale de Bolonha.

Como regente de ópera, Salvatore Percacciolo conquistou público e crítica na direção de óperas como Fidelio Off, uma reescritura em chave contemporânea da ópera Fidelio de Beethoven, em Bolonha, (2005), Tosca de Puccini no Festival Puccini em Torre del Lago (2009) e Madame Butterfly, em 2010.

Além de produções operísticas, Salvatore Percacciolo realizou numerosos concertos sinfônicos nas mais importantes cidades italianas, assim como na Bélgica, Franca, Alemanha, Bulgária, Romênia, Espanha e nos Estados Unidos com diversas orquestras, destacando-se a Florence Symphonietta, a Camerata Instrumental de Prato, a Orquestra a Filarmônica Nacional de Kiev, a Orquestra Sinfônica de Oradea (Romênia), a “I Pomeriggi Musicali” de Milao, entre outras.

No âmbito da música contemporânea, apresentou a primeira execução de obras de compositores como Claudio Scannavini, Maurizio Pisati, Mauro Montalbetti, Nunzio Ortolano, Giuseppe Liberto, Antonio Fortunato, entre outros.
Em 2010, regeu o concerto comemorativo “Omaggio a Eliodoro Sollima” pela “Fondazione Teatro Massimo di Palermo”, e, em 2011, regeu o concerto de celebração do 150° aniversário da União da Itália no Teatro Lírico de Cagliari.
Desde 2008, ocupa o cargo de diretor musical da Orquestra Sinfônica do Mediterrâneo.

 

Sociedade Brasileira de Eubiose

Aprofunda, através de cursos e práticas, o estudo da Cosmogênese (origem dos universos) e da Antropogênese (origem do homem) para o oferecimento de subsídios com vistas a uma construção crítica do autoconhecimento ancorada no crescimento coletivo e na fraternidade universal, dentro de uma visão espiritualista comprometida com a realidade. Com esse foco se dedica também a ações sociais, culturais e artísticas.

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