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“Quebra-Nozes” encerra programaA�A?o 2016 do TMRJ

Tradicional espetA?culo com mA?sica de Tchaikovsky tem versA?o de Dalal Achcar, com BalA�, Coro e Orquestra SinfA?nica do TMRJ. Ingressos estA?o esgotados.

 

O tradicional O Quebra-Nozes, um dos balA�s mais populares da histA?ria, encerra a temporada 2016 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O grandioso espetA?culo que encanta toda a famA�lia, na versA?o assinada por Dalal Achcar, tem apresentaA�A�es de 16 a 30 de dezembro de 2016. O espetA?culo tem como solistas dos personagens centrais de Fada AA�ucarada, PrA�ncipe Quebra-Nozes, Rainha das Neves e PrA�ncipe das Neves os primeiros bailarinos Claudia Mota, MA?rcia Jaqueline, Karen Mesquita, CA�cero Gomes, Francisco TimbA?, Filipe Moreira e Moacir Emanoel A� frente dos solistas e demais integrantes do BalA� do Theatro Municipal, sob a direA�A?o de Ana Botafogo e de CecA�lia Kerche, acompanhados porA�Coro e Orquestra SinfA?nica do TMRJ. A produA�A?o com belos cenA?rios e figurinos de JosA� Varona conta ainda com a participaA�A?o especial dos alunos da Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa. A regA?ncia serA? de Javier Logioia Orbe. Os ingressos, entretanto, estA?o esgotados.

“Chegamos ao fim de 2016 com a produA�A?o mais aguardada pelo pA?blico carioca, o balA� O Quebra-Nozes. Na histA?ria do Theatro Municipal do Rio de Janeiro nA?o existe outro espetA?culo que tenha merecido tantas temporadas desde 1981, quando foi concebido por Dalal Achcar e apresentado pela primeira vez com a magnA�fica cenografia de JosA� Varona. JA? sA?o mais de trinta anos de sucesso. O Quebra-Nozes A� um dos balA�s mais encenados em todo o mundo, muitas vezes em temporadas anuais seguidas, como aqui”, afirma o diretor artA�stico do Theatro Municipal, AndrA� Cardoso.

A enorme popularidade de O Quebra-Nozes comprova o fascA�nio exercido nas plateias a partir do encontro do conto de Alexandre Dumas com a mA?sica de Tchaikovsky e a coreografia original de Marius Petipa e Lev Ivanov. Sua estreia foi em 1892, na RA?ssia. A primeira apresentaA�A?o no ocidente sA? aconteceu em 1934, no Sadler’s Wells Theatre, em Londres. Desde entA?o, tornou-se um dos balA�s mais montados. A versA?o atual de Buy O Quebra-Nozes danA�ada pelo BTM A� de Dalal Achcar, estreou em 1981 e foi apresentada completa no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, novamente, em 1983, 1984, 1985, 1986, 1992, 1994, 1999, 2001, 2007, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014.

“Todos nA?s temos em algum momento de nossas vidas fascA�nio pelo mA?gico. A� como se nA?s tivA�ssemos o poder de, atravA�s de um gesto ou de um pensamento muito forte, fazer com que as coisas aconteA�am de um jeito que nos encante. A� assim que a crianA�a brinca. A� assim que o adulto alimenta suas esperanA�as e sua fA� por toda a vida. Aqueles que nA?o tA?m sentimento algum de magia, encantamento, fA� e esperanA�a sA?o como A?rvores tristes e secas, pois perderam pelo mundo afora parte da crianA�a que todos guardamos dentro de nA?s. A� esta crianA�a adulta que nos mantA�m vivos, presentes e com capacidade de sonhar e correr atrA?s de seu sonho. O Quebra-Nozes A� apenas um exemplo de como poder sonhar A� bom”, explica Dalal.

 

A ProduA�A?o

A grandiosa produA�A?o envolve nA?meros expressivos. As mudanA�as dos quatro cenA?rios completos que compA�em a montagem sA?o todas feitas em cena aberta por uma equipe de 65 tA�cnicos. Um total de 123 bailarinos a�� sendo 71 do BTM e 52 alunos da Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa a�� se reveza nas cenas do prA?logo e nos dois atos do ballet. Somam-se a isto 89 mA?sicos da Orquestra SinfA?nica e 44 coristas do Coro do Theatro Municipal, totalizando 256 pessoas trabalhando diretamente. Para dar uma ideia do que envolve uma produA�A?o deste porte, sA?o usados 60 rolos de esparadrapo e 400 pares de sapatilhas, desde os ensaios atA� o fim da temporada.

 

A HistA?ria

O balA� conta a histA?ria da menina Clara, que ganha do padrinho um quebra-nozes em formato de soldadinho e se encanta pelo presente. Ela fica desolada, no entanto, quando um de seus irmA?os, que fica enciumado toma-lhe o brinquedo, atira-o ao chA?o e bate-lhe com o pA�, quebrando-o. O padrinho a consola e conserta o brinquedo. Ela vai dormir e, a partir daA�, a magia toma conta do balA�: Clara sonha que um exA�rcito de ratos estA? invadindo o salA?o. O boneco quebra-nozes adquire vida e ataca os ratos, comandando um exA�rcito de soldadinhos de chumbo. O Rei dos Ratos fere o boneco que, desarmado, estA? prestes a perder a batalha, quando Clara o salva, atirando seu sapato na cabeA�a dele. A menina sente a presenA�a do padrinho, que, num passe de mA?gica, transforma o boneco em um belo prA�ncipe. O prA�ncipe a conduz ao Reino das Neves e depois ao Reino dos Doces, onde vive a Fada AA�ucarada, que homenageia a menina com uma grande festa, com danA�as tA�picas da Espanha, China, RA?ssia, entre outras, e com um pas-de-deux da Fada AA�ucarada. O espetA?culo continua com uma sucessA?o de danA�as de diversas regiA�es do planeta, e outras que simbolizam o cafA�, os chocolates, as flores e, por fim, o pas-de-deux entre a fada e o prA�ncipe. Ao final, todos danA�am a valsa de despedida para Clara e o PrA�ncipe, que retornam para casa. SerA? que Clara sonhou?

 

Solistas dos personagens centrais

Claudia Mota
Formada pela Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa, A� primeira bailarina do TMRJ desde 2007, protagonizando todo o repertA?rio da Companhia. Com grande destaque em seu paA�s, Claudia representa o Brasil em galas internacionais danA�ando em diversas cidades da Argentina, assim como Paraguai, Cuba, Estados Unidos, CanadA? e, recentemente, a convite de Julio Bocca, estrelou a versA?o de La BayadA?re de Natalia Makarova junto ao BalA� Nacional Sodre, em MontevidA�u. Recebeu o PrA?mio de melhor bailarina da AmA�rica Latina pelo Conselho Latino-americano de DanA�a e, por seu desempenho artA�stico e tA�cnico e representatividade no cenA?rio internacional da danA�a, conquistou o tA�tulo de membro do Conselho Internacional de DanA�a da Unesco.

MA?rcia Jaqueline
A� natural do Rio de Janeiro e formada pela Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa. Aos 14 anos, entra para o BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no qual vem se destacando como primeira bailarina nos balA�s de repertA?rio da Companhia tais como Coppelia, O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, Les Sylphides, Raymonda, La Fille Mal GardA�e, Onegin, Serenade, Voluntaries, Nuestros Valses, La BayadA?re, Paquita, Giselle, Don Quixote, O Quebra-Nozes, La��ArlA�sienne e Carmen de Roland Petit, Romeu e Julieta de John Cranko e O Espectro da Rosa de Fokine. MA?rcia A� primeira bailarina do BalA� do Theatro Municipal do RJ desde 2007, apresentando-se em todas as temporadas da Companhia, representando o BTM em galas nacionais e internacionais, e com presenA�a constante, como convidada, em companhias de danA�a de todo o Brasil.

Karen Mesquita
Carioca, Karen iniciou seus estudos de danA�a aos 3 anos de idade no Grupo Cultural de DanA�a Ilha, concluindo-os em 2006. No mesmo ano ingressou na Akademie des Tanzes Mannheim e fez parte do corpo de baile da Badisches Staattheater Karlsruhe-Alemanha. Fez parte da Cia. Brasileira de BalA�, participando de temporadas em SA?o Paulo, Minas Gerais e MA?naco. Em 2010 entrou para o BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, participando como solista dos balA�s de repertA?rio da Companhia e em obras de coreA?grafos consagrados. Em 2012 Karen foi promovida a primeira solista e, a partir desta temporada em 2016, A� nomeada primeira bailarina. Participa de galas ao redor do paA�s, como convidada, jurada, ministrando workshops entre outras atividades correlatas A� danA�a.

CA�cero Gomes
Formado na Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa, no Rio, CA�cero tem passagens pela Escola de DanA�a da A�pera de Vienna e Elmhurst School for Dance by Birminghan Royal Ballet. Seu nome estA? na CalA�ada da Fama do Festival de Joinville, onde conquistou prA?mio de melhor bailarino em 2005. Trabalhou na Cia. Jovem de BalA� do RJ. Bailarino solista do Theatro Municipal desde 2007, CA�cero A� nomeado primeiro bailarino nesta temporada em 2016. Estreou em O Lago dos Cisnes, no papel de Bobo da Corte, obtendo sucesso de pA?blico e crA�tica nos papA�is principais das temporadas, incluindo Coppelia, O Quebra-Nozes, Don Quixote, Romeu e Julieta, Onegin, L’ArlA�sienne de Roland Petit e Le Spectre de La Rose, de Fokine. Convidado em galas de danA�a no Brasil e AmA�rica Latina. Trabalhou com nomes de peso do cenA?rio mundial da danA�a.

Francisco TimbA?
Iniciou seus estudos de danA�a na Escola do Sesi, em Fortaleza, sua cidade natal, sob a direA�A?o de Dennis Gray. Aos 15 anos, complementa sua formaA�A?o, cursando a escola Mudra, em Bruxelas, direA�A?o de Maurice BA�jart. Em sua trajetA?ria, integrou o BalA� da Cidade de SA?o Paulo, o Corpo de Baile Lina Penteado em Campinas, o BalA� Nacional de Cuba e o BalA� Teatre La��Ensemble-ItA?lia. Como primeiro bailarino do BalA� do Theatro Municipal do RJ destacou-se em can i buy fagyl at the pharmacy Giselle, Don Quixote, O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, Coppelia, O Quebra-Nozes, Order Raymonda, La Fille Mal GardA�e, Paquita, La BayadA?re, Les Sylphides, Les PrA�ssages, A Megera Domada e Onegin (Cranko), Romeu e Julieta (Vasiliev), Suite en Blanc (Serge Lifar), Serenade e Divertimento n. 15 (Balanchine), Les Noces Pills (Nijinska), SA�tima Sinfonia Buy , Jeunehomme e A CriaA�A?o (Uwe Scholz), Tempo de Tango (Luis Arrieta) e Floresta AmazA?nica, com mA?sica de Villa-Lobos e coreografia de Dalal Achcar, entre outros balA�s neoclA?ssicos e contemporA?neos. Recebeu do MinistA�rio da Cultura o PrA?mio Minc a�� 1A? Mambembe de DanA�a: melhor bailarino nacional. Participou do Encontro ContemporA?neo de DanA�a em New York, com coreografia de Regina Miranda. Foi o homenageado do XVII Festival Internacional de DanA�a da AmazA?nia em 2010.

Filipe Moreira
Paulistano, iniciou seus estudos de danA�a clA?ssica no NA?cleo de DanA�a de SA?o Paulo. Em 2003 ingressou no BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e nesta temporada em 2016 A� nomeado primeiro bailarino. Filipe vem se destacando ao danA�ar todos os primeiros papA�is dos balA�s de repertA?rio da Companhia como O Lago dos Cisnes Purchase , A Bela Adormecida, chloroquine phosphate cost O Quebra-Nozes, Raymonda, Coppelia, Giselle, Floresta AmazA?nica, Onegin, Romeu e Julieta, Carmen e La BayadA?re. Filipe A� convidado para representar o BalA� do Theatro Municipal e o Brasil em galas internacionais. Recentemente apresentou-se na Gala de Miami. Foi reconhecido pela crA�tica e pelo pA?blico como um dos maiores talentos dos A?ltimos tempos, dada a sua virilidade, excelA?ncia tA�cnica, fA�sica e interpretativa.

Moacir Emanoel
Paranaense de MaringA?, Moacir estudou na Escola do Teatro GuaA�ra em Curitiba, na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, em Joinville, e na Cia. Brasileira de BalA�, no Rio. TambA�m aperfeiA�oou sua tA�cnica em cursos com importantes coreA?grafos, a exemplo de Tadheo de Carvalho, Henrique Talmah, MA?rio Nascimento, Ilara Lopes e Jorge Teixeira. Recebeu diversas premiaA�A�es em Festivais no Brasil e na Europa. Apresenta-se em eventos pelo Brasil ao lado de grandes nomes da danA�a como Ana Botafogo, Marianela NuA�ez e Thiago Soares. Desde 2010, integra o BalA� do Theatro Municipal do RJ, e nesta temporada em 2016 A� nomeado primeiro bailarino. Apresentou-se com destaque como solista nos balA�s Romeu e Julieta (Paris) e Onegin (Gremin) e nos primeiros papA�is de O Quebra-Nozes (PrA�ncipe das Neves), na versA?o de Dalal Achcar, e La��ArlA�sienne (FrA�dA�ri).

 

CenA?grafo e figurinista JosA� Varona

CenA?grafo e figurinista argentino de ampla projeA�A?o internacional. Em 1962, apA?s importante participaA�A?o nas temporadas do ColA?n de 1959 a 1962, viajou para os EUA, incorporando-se imediatamente ao movimento lA�rico, coreogrA?fico e teatral. Realizou trabalhos para a A�pera e o BalA� de San Francisco, Kennedy Center, Washington Opera Society, Baltimore Civic Opera, Dallas Civic Opera, New York Shakespeare Festival, American Opera Center, Caramoor Festival e, especialmente, para a New York City Opera. Nesta A?ltima, desenhou 15 produA�A�es, muitas delas cantadas por Beverly Sills: JA?lio CA�sar, Manon, Roberto Devereux, Anna Bolena, Fausto, Lucia di Lammermoor, El Gallo de Oro e Os Contos de Hoffmann, entre outras. Para Joan Sutherland, criou os cenA?rios e figurinos de Norma, Os Contos de Hoffmann, Lucrezia Borgia, A ViA?va Alegre, Rodelinda e os figurinos para as apresentaA�A�es de JA?lio CA�sar, na A�pera de Hamburgo. O Festival da Holanda contou com a sua colaboraA�A?o nas produA�A�es de Orfeu e EurA�dice, La Traviata, Il Tabarro e Gianni Schicchi. A partir de 1973, Varona tornou-se hA?spede permanente da A�pera de Paris, onde realizou Il Trovatore, A CoroaA�A?o de Pompeia e O Rapto do Serralho, esta A?ltima sob a direA�A?o de Gunther Rennett e regA?ncia de Karl Bohm. A estes tA�tulos soma-se o sucesso dos cenA?rios e figurinos para A Bela Adormecida, posto em cena por AlA�cia Alonso. Foi o responsA?vel pelos cenA?rios e figurinos da primeira versA?o do balA� Floresta AmazA?nica, de Villa-Lobos, criada para Margot Fonteyn por Dalal Achcar. Para o Theatro Municipal RJ, nas gestA�es de Dalal Achcar, criou cenA?rios e figurinos para Coppelia, Don Quixote, O Circo dos Animais e O Quebra-Nozes. As obras pictA?rico-cenogrA?ficas de JosA� Varona estA?o em exibiA�A?o em vA?rios museus e coleA�A�es particulares da Europa e da AmA�rica.

CoreA?grafa Dalal Achcar

Bailarina e coreA?grafa, Dalal nasceu no Rio de Janeiro. Aprimorou seus conhecimentos em Paris, Nova York e Londres. Como coreA?grafa, notabilizou-se por criaA�A�es de grande porte como Floresta AmazA?nica, Don Quixote e O Quebra-Nozes, considerado um dos melhores do mundo. Foi idealizadora e pioneira na criaA�A?o de musicais infanto-juvenis de grande sucesso como Cinderela, Sonho de uma Noite de Carnaval, Romeu e Julieta e Branca de Neve. Foi diretora artA�stica do BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e duas vezes presidente da FundaA�A?o Teatro Municipal. Fundou a AssociaA�A?o dos Amigos do Theatro Municipal, a primeira do gA?nero no paA�s. Quando presidente da FundaA�A?o, criou a sA�rie EducaA�A?o com Arte, com espetA?culos exclusivos de A?pera e balA�, com um programa de orientaA�A?o aos professores e assistido por milhares de alunos de escolas pA?blicas do Rio de Janeiro. Temas brasileiros sempre foram sua paixA?o. Incentivou a produA�A?o de clA?ssicos brasileiros com sua criaA�A?o Floresta AmazA?nica e a realizaA�A?o de Gabriela e O Boto, alA�m das produA�A�es de alta qualidade tA�cnica e artA�stica como Coppelia, Giselle, Romeu e Julieta, La BayadA?re, O Lago dos Cisnes e O Morcego. E tambA�m a peA�a Abelardo e Heloisa, da sA�rie Buy Cartas de Amor, em que reuniu teatro, mA?sica instrumental, canto lA�rico e danA�a, utilizando os espaA�os do saguA?o e do foyer do Theatro como cenA?rio. Criou o primeiro Curso Superior de FormaA�A?o de Professores de DanA�a do PaA�s, na Faculdade da Cidade (antiga UniverCidade) no Rio de Janeiro. A� condecorada pela Rainha Elizabeth II com a Order of British Empire; pelo Ministro da Cultura da FranA�a como Chevalier de la��Ordre des Arts et des Lettres; sendo posteriormente elevada ao grau de Officer pelo governo do Brasil com a Ordem do Rio Branco e com a Ordem do MA�rito Cultural (no grau de Comendador).

Regente Javier Logioia Orbe

Flautista, violoncelista e regente argentino, foi aluno de Pedro Ignacio CalderA?n e de Guillermo Scarabino. Formou-se no ConservatA?rio Nacional de MA?sica, Instituto Superior de Artes do Teatro ColA?n de Buenos Aires, Academia de Jovens Regentes (Washington, USA) e Academia de MA?sica de Viena. Em 25 anos de carreira, foi regente titular das orquestras sinfA?nicas de Mendoza, CA?rdoba e RosA?rio, da Orquestra FilarmA?nica de Buenos Aires, Orquestra EstA?vel do Teatro Argentino de La Plata, Orquestra SinfA?nica da Universidade de ConcepciA?n (Chile) e da Orquestra FilarmA?nica de MontevidA�u (Uruguai), onde realizou pela primeira vez o ciclo completo das sinfonias de G. Mahler, por ocasiA?o do centenA?rio de morte do compositor austrA�aco. AlA�m disso, A� regularmente convidado como regente da Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi assistente de Yehudi Menuhin, Zubin Mehta, Jean Fournet e Valery Gergiev, entre outros. Acompanhou a Orquestra FilarmA?nica de Buenos Aires em trA?s turnA?s europeias pela FranA�a, Holanda, SuA�A�a, BA�lgica, Alemanha, A?ustria, Inglaterra, Espanha e GrA�cia. Na mA?sica sinfA?nica, seu repertA?rio inclui os ciclos de sinfonias de Beethoven, Schubert, Schumann, Mendelssohn, Brahms, Rachmaninoff, Guy Ropartz, Sibelius, Bruckner, Tchaikowsky, Prokofiev e Mahler. No campo do balA�, dirigiu companhias como o BalA� do Teatro ColA?n de Buenos Aires, BalA� do Teatro Argentino de La Plata, Companhia Cisne Negro, BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, BalA� de Montecarlo, BalA� de Lyon, BalA� do Teatro Nacional de VarsA?via, BalA� do Teatro Bolshoi de Moscou e BalA� do Teatro Mariinsky de SA?o Petersburgo. No repertA?rio lA�rico, dirigiu A?peras como Tosca, Stiffelio, RomA�o et Juliette, Madama Butterfly, La BohA?me, Il Trittico, Don Pasquale, La��occasione fa il Ladro, Nabucco, Attila, The Consul, Belisario, Falstaff, Der FreischA?tz, MacBeth, Norma e Eugeny Oneguin.

 

Foto: Sheila GuimarA?es

 

SERVIA�O:

 

“O Quebra-Nozes”, balA� em prA?logo e dois atos (1892)

 

BalA�, Coro e Orquestra SinfA?nica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Javier Logioia Orbe, regA?ncia

 

16, 17, 22, 23, 27, 28, 29 e 30 de dezembro, A�s 20h; 18 de dezembro, domingo, A�s 17h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (PraA�a Floriano s/n, Centro a�� Rio de Janeiro. Tel.: 21 2332-9191)

 

Ingressos esgotados

 

DuraA�A?o: 120 minutos, com intervalo

SugestA?o etA?ria: livre

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