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Orquestra Jovem do Estado anuncia temporada 2020

De fevereiro a dezembro, a Orquestra apresenta uma série de concertos na Sala São Paulo com a participação de regentes convidados como o chileno Rodolfo Fischer, o estoniano Arvo Volmer e a italiana Valentina Peleggi, além de solistas como a violinista irlandesa Diane Daly.

 Com mais de 40 anos de música e história, a Orquestra Jovem do Estado, grupo ligado à EMESP Tom Jobim instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, anuncia a temporada 2020 e o segundo ano de seu plano de assinaturas com uma programação que acompanha a progressão pedagógica do grupo e dialoga com os diferentes períodos da música clássica.

De fevereiro a dezembro, a Orquestra realiza sete concertos na Sala São Paulo com a participação de regentes e solistas convidados do Brasil e de países como Chile, Irlanda, Itália, Holanda e Estônia.

A temporada inicia em fevereiro com um monumento da música ocidental. Sob a regência do diretor musical e maestro titular Cláudio Cruz, a Orquestra interpreta a suíte O Anel sem Palavras, que compila a saga do Anel do Nibelungo, de Richard Wagner (1813-1883). Trechos de todas as óperas da tetralogia – O Ouro do Reno, A Valquíria, Siegfried e O Crepúsculo dos Deuses – foram selecionados pelo maestro norte-americano Lorin Maazel (1930-2014), criando uma das versões orquestrais mais famosas e interpretadas da obra de Wagner.

No mês de maio, a Orquestra Jovem inicia as homenagens aos 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven (1770-1827). Com o maestro chileno Rodolfo Fischer como convidado, a Orquestra interpreta a abertura do balé As Criaturas de Prometeu, do compositor. Completam o repertório duas peças de compositores russos, o Concerto de Violino de Dmitri Kabalevsky (1904-1987), com a participação da solista irlandesa Diane Daly, e a Sinfonia nº 5 de Dmitri Shostakovich (1906-1975). O concerto será realizado em parceria com o Consulado Geral da Irlanda em São Paulo.

As comemorações continuam no mês de junho. Cláudio Cruz volta ao comando do grupo que interpreta a Sinfonia nº 1. O concerto conta ainda com a participação especial do Coral Jovem do Estado, do Coral Juvenil do Guri e do Coral EMESP Tom Jobim que se unem à Orquestra Jovem do Estado no palco da Sala São Paulo para interpretar uma das mais conhecidas peças de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Choros nº 10, Rasga o Coração.

O maestro estoniano Arvo Volmer é o regente convidado do programa de agosto. Aclamado por sua regência em óperas e concertos, Volmer comanda o grupo nas obras O Carnaval Romano, de Hector Berlioz (1803-1869), Sinfonia da Requiem, de Benjamin Britten (1913-1976); e Sinfonia nº 3, de Johannes Brahms (1833-1897).

No mês de setembro, a Orquestra apresenta a Sinfonia nº 3, do compositor norte-americano Aaron Copland. O programa contempla ainda uma peça que será interpretada pelo vencedor do concurso Jovens Solistas.

Já no mês de outubro é a vez de duas mulheres compartilharem o palco com a Orquestra Jovem do Estado: a maestrina italiana Valentina Peleggi e a violinista holandesa Rosanne Philippens. No repertório, Prelúdio Sinfônico, de Giacomo Puccini (1858-1924), Concerto para Violino, de Benjamin Britten (1913-1976), e Vitrais de Igreja, de Ottorino Respighi (1879-1936).

A Sinfonia nº 9, de Gustav Mahler (1860-1911), e a estreia mundial de uma obra nacional encerram a temporada 2020 da Orquestra Jovem do Estado. Sob regência do maestro Cláudio Cruz, o grupo interpreta a peça Repercurso, do compositor Paulo Zuben (1969), que é diretor artístico-pedagógico da Santa Marcelina Cultura. Na ocasião, acontece ainda o anúncio dos vencedores do 9º Prêmio Ernani de Almeida Machado.

Os concertos na Sala São Paulo ocorrem aos sábados e domingos, sempre às 21h e às 16h, respectivamente. O programa de assinaturas garante o ingresso para todas as apresentações e as vendas para novas assinaturas iniciam no dia 28 de novembro. O pacote custa R$ 199,50 (inteira) e R$ 99,75 (meia), fixo para todos os setores.

 

PROGRAMAÇÃO

 FEVEREIRO

Dia 16 de fevereiro, domingo, às 16h

Cláudio Cruz, regência

Richard Wagner  (1813-1883)
O Anel Sem Palavras
Da tetralogia O Anel do Nibelungo, compilação de Lorin Maazel

 

MAIO

Dia 10 de maio, domingo, às 16h

Rodolfo Fischer, regência
Diane Daly, violino

Ludwig Van Beethoven  (1770 – 1827)
Criaturas de Prometeu

Dmitri Kabalevsky (1904 – 1987)
Concerto de violino em Dó maior, Op.48

Dmitri Shostakovich (1906 – 1975)
Sinfonia nº5 em Ré menor, Op.47

 

JUNHO

Dia 13 de junho, sábado, às 21h

Cláudio Cruz, regência
Coral Jovem do Estado
Coral EMESP Tom Jobim
Coral Juvenil do Guri
Solista a ser anunciado

Ludwig Van Beethoven (1770 – 1827)
Sinfonia nº1 em Dó maior, Op.210

Heitor Villa-Lobos  (1887-1959)
Choros nº10 – Rasga o Coração

 

AGOSTO

Dia 15 de agosto, sábado, às 21h

Arvo Volmer, regência

Hector Berlioz 
O Carnaval Romano, Op.9 – Abertura

Benjamin Britten 
Sinfonia da Requiem, Op.20

Johannes Brahms 
Sinfonia nº 3 em Fá maior, Op.90

 

SETEMBRO

Dia 12 de setembro, sábado, às 21h

Cláudio Cruz, regência

Aaron Copland  (1900 – 1990)
Sinfonia nº3

 

OUTUBRO

Dia 25 de outubro, domingo, às 16h

Valentina Peleggi, regente
Rosanne Philippens, violino
Giacomo Puccini  (1858-1924)
Prelúdio Sinfônico

Benjamin Britten (1913-1976)
Concerto para violino em Ré menor, Op.15

Ottorino Respighi  (1879-1936)
Vitrais de Igreja

 

DEZEMBRO

Dia 6 de dezembro, domingo, às 16h

 9º Prêmio Ernani de Almeida Machado
Cláudio Cruz, regência

Paulo Zuben  (1969)
Repercurso (estreia mundial)

Gustav Mahler  (1860-1911)
Sinfonia nº9 em Ré maior

           

Outros concertos

Além da temporada na Sala São Paulo, a Orquestra Jovem do Estado realiza concertos em cidades do interior do Estado, se apresenta com outros corpos artísticos do Estado de São Paulo e integra a programação do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão.

No início do mês de março, a Orquestra Jovem do Estado recebe a São Paulo Companhia de Dança para quatro apresentações no Theatro São Pedro. No programa, sob regência de Cláudio Cruz, a Suíte Pernambucana e Ponteio, de César Guerra-Peixe, em coreografia inédita de Ana Catarina Vieira, e o balé Raymonda, de Alexander Glazunov, assinado pelo coreógrafo Guivalde Almeida.

Ainda em março, a Orquestra Jovem realiza concerto dentro da temporada da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) nos dias 26, 27, 28 e 29 de março, na Sala São Paulo.  No programa Variações Temporais – Beethoven Revisitado, de Ronaldo Miranda, e as peças Romance nº2 e Sinfonia nº6, de Beethoven.

E no mês de julho, a Orquestra Jovem do Estado apresenta a Sinfonia nº5 em Ré menor, do compositor russo Dmitri Shostakovich, dentro da programação do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão.

 

PLANO DE ASSINATURAS

 Novas Assinaturas: Até 28 de janeiro de 2020

 Assinaturas

Individual (inteira): R$ 199,50
Individual (meia): R$ 99,75

* valores fixos para todos os setores da Sala São Paulo: Plateia Central, Plateia Elevada Mezanino, Coro, Balcão Superior e Camarote Superior.

Formas de Pagamento: boleto bancário ou cartão de crédito; parcelamento em até 9 vezes.

 

Atendimento Assinaturas:

Orquestra Jovem do Estado | Santa Marcelina Cultura

suporte@byinti.com | ri@santamarcelinacultrua.org.br

 


Orquestra Jovem do Estado de São Paulo

Referência tanto por seu bem-sucedido plano pedagógico quanto por sua cuidadosa curadoria artística, a Orquestra Jovem do Estado é sinônimo de excelência musical no Brasil. Desde sua reformulação, em 2012, a Orquestra passou a ter uma exigente programação artística aliada a um novo plano pedagógico elaborado pela Santa Marcelina Cultura, o que ocasionou um expressivo salto de qualidade do grupo.

A Santa Marcelina Cultura convidou Cláudio Cruz em 2012 para assumir a direção musical e a regência principal da Orquestra, que hoje apresenta uma marcante identidade sonora, com uma forte coesão interna que permite a construção de repertórios cada vez mais desafiadores técnica e estilisticamente. Esse resultado é fruto também da abrangência das atividades pedagógicas propostas, que formam e inspiram os jovens instrumentistas.

Ciente da importância da vivência internacional para a formação dos jovens músicos, a Orquestra realiza regularmente turnês no exterior. Com atuações elogiadas pelo público e crítica internacional, o grupo já se apresentou em importantes salas de concerto, como o Lincoln Center, em Nova York, o Kennedy Center, em Washington e a Konzerthaus, em Berlim – além de ter participado como orquestra residente do Festival Berlioz, na cidade natal do compositor francês, La Côte-Saint-André, interpretando a “Sinfonia Fantástica”.

 

Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim

Com 30 anos de atuação, a Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP Tom Jobim) tem como objetivo a formação dos futuros profissionais da música erudita e popular. Com um corpo docente altamente qualificado, a EMESP Tom Jobim vem construindo um projeto pedagógico inovador, com foco no ensino de instrumento, no convívio dos alunos com grandes mestres e nas práticas coletivas (música de câmara e prática de conjunto), além de disciplinas teóricas de apoio. Em constante diálogo com as principais instituições de formação musical do Brasil e do mundo, a EMESP Tom Jobim oferece a cada ano centenas de shows, concertos, workshops e master classes.

A EMESP Tom Jobim mantém um eixo de difusão artística complementar às atividades de formação com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de seus alunos e criar uma ponte entre o aprendizado e a profissionalização, além de fomentar a formação de público e a difusão da música em todas as modalidades. A EMESP mantém os grupos artísticos: Banda Sinfônica Jovem do Estado, Coral Jovem do Estado, Orquestra Jovem do Estado e Orquestra Jovem Tom Jobim que oferecem bolsas para os alunos da Escola. A EMESP Tom Jobim é uma escola do Governo de São Paulo gerida em parceria com a Santa Marcelina Cultura, Organização Social ligada à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

 

Santa Marcelina Cultura

Criada em 2008, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado. É responsável pela gestão do Guri da capital e região Metropolitana de São Paulo e da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim). O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade.

Desde maio de 2017, a Santa Marcelina Cultura também gere o Theatro São Pedro, desenvolvendo um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores e instrumentistas para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro.

Para acompanhar a programação artístico-pedagógica do Guri Capital e Grande São Paulo, da EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na App Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.

 

Foto do post: Heloísa Bortz

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