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Orquestra Experimental de Repertório no “carnaval”

Em formação camerística, Orquestra formada por instrumentistas pré-profissionais, em sua ampla maioria, toca sob a regência de seu regente assistente, Guilherme Rocha, e na companhia da mezzo soprano Luciana Bueno, neste domingo (14/2), no horário reservado ao grupo, às 11h; concerto também será transmitido ao vivo pela internet.

Em seu segundo programa da temporada 2021, a Orquestra Experimental de Repertório (OER) vai se dedicar à segunda metade do século 19. O grupo, criado em 1990, sobe ao palco do Theatro Municipal de São Paulo neste domingo (14/2) de um carnaval atípico pelo País por conta da pandemia. O concerto ocorre às 11h e os ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia).

 

Oportunidade para conferir a OER, seja presente na Sala de Espetáculos e seguindo todos os protocolos de segurança sanitária, ou mesmo na comodidade de casa, que pode acompanhar ao vivo, de graça, pelo canal do Theatro Municipal no YouTube: youtube.com/theatromunicipalsp. E o que é melhor, o conteúdo fica disponível on demand para acesso posterior, a qualquer hora e sem necessidade de cadastro.

Neste programa, a Orquestra estará sob a batuta de seu regente assistente Guilherme Rocha, com a participação da solista Luciana Bueno (mezzo soprano), uma das principais vozes líricas brasileiras. O grupo, em formação reduzida, interpreta o poema sinfônico para orquestra de câmara Idílio de Siegfried, do alemão Richard Wagner (1813-1883), seguido do ciclo de canções Lieder eines Fahrenden Gesellen que Gustav Mahler (1860-1911) compôs sobre seus próprios textos, e fecha com o opus 54 de Suíte Lírica, do norueguês Edvard Grieg (1843-1907).

No ano passado, a Orquestra Experimental de Repertório celebrou 30 anos de uma história marcada pela formação não só de novos músicos, mas também pela proposta de repensar o formato tradicional de apresentação orquestral, dialogando com o cinema, com o teatro e com a música popular, e que a cada ano se renova e evolui ao incorporar novas linguagens.

Nesta trajetória, mais de 600 músicos já passaram pela Experimental e o aprendizado musical adquirido serviu de base para que muitos pudessem ingressar nas principais orquestras do país e do exterior, como Europa e Estados Unidos.

Os concertos presenciais no Theatro Municipal de São Paulo seguem todos os protocolos de segurança e prevenção à propagação do Coronavírus (Covid-19) e as orientações do Plano São Paulo e da Prefeitura Municipal de São Paulo para retomada consciente das atividades. Ao público espectador presente na Sala de Espetáculos, é necessário seguir os protocolos de segurança estipulados em nosso Manual do Espectador, disponível no site.

 

PROGRAMA

Richard Wagner
Idílio de Siegfried 

Gustav Mahler
Lieder eines Fahrenden Gesellen 

Edvard Grieg
Suíte Lírica, Op. 54 

 


SERVIÇO

 

Orquestra Experimental de Repertório apresenta Wagner, Mahler e Grieg

Concerto presencial aberto ao público e transmitido ao vivo pela internet: youtube.com/theatromunicipalsp

 

Dia 14 de fevereiro, domingo, *as 11h

Theatro Municipal de São Paulo (Pça Ramos de Azevedo, s/nº, Sé – próximo à estação do metrô Anhangabaú)

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Classificação etária: Livre

Atenção: não será permitida a entrada de público após o início do espetáculo.

 

Bilheteria: em função da pandemia de COVID-19 a bilheteria do Theatro Municipal de São Paulo está fechada por tempo indeterminado. A venda de ingressos está sendo feita exclusivamente pelo site do Theatro Municipal de São Paulo: theatromunicipal.org.br.

Transmissões ao vivo e concertos gravados: as transmissões ao vivo e os concertos gravados poderão ser vistos gratuitamente pelo canal de YouTube do Theatro Municipal de São Paulo: youtube.com/theatromunicipalsp

Manual do Espectador e Informações sobre os protocolos sanitários do Complexo Theatro Municipal: consulte os protocolos de segurança do Theatro Municipal no site.

 

Teatro Municipal de São Paulo

O edifício do Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento cultural localizado na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras). Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado.

O Patrimônio Theatro Municipal de São Paulo tem implantação retangular, sendo as medidas aproximadas de 92 metros (fachadas leste e oeste), e 42 metros (fachadas norte e sul). Divide-se basicamente em três corpos com funções distintas: o corpo da fachada – vestíbulo, a escada nobre, salão, portaria, restaurante e dependências da administração; a parte central – sala de espetáculo com seus corredores e galerias; o corpo posterior – palco e suas galerias laterais, camarins e salas de artistas. Composto de 09 (nove) pavimentos, sendo um subterrâneo, 07 (sete) correspondendo aos planos e ordens da ala de espetáculo e/ou administração, e o pavimento referente a cúpula central. Tem área total construída de aproximadamente 17.000m².

 

Santa Marcelina Cultura

Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs do ano de 2019 e de 2020, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. Criada em 2008, é responsável pela gestão do Guri na Capital e região Metropolitana de São Paulo e da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim).

O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. Desde maio de 2017, a Santa Marcelina Cultura também gere o Theatro São Pedro, desenvolvendo um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores e instrumentistas para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro. A Santa Marcelina Cultura assumiu em 1º de novembro de 2020 um Termo de Colaboração emergencial para administração dos objetos culturais vinculados ao Complexo Theatro Municipal de São Paulo.

 

Foto do post: Crédito: Rafael Salvador

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