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Orquestra de Câmara de Toulouse no Rio

Esta belíssima orquestra de câmara se apresenta na Escola de Música da UFRJ, com entrada franca. Um programa de alto nível e imperdível.

SERVIÇO

 

reduction in lasix Escola de Música da UFRJ
Rua do Passeio, 98
Fone: 21 2240 1391

Dia 17.09, às 18h.

Entrada franca

 

Fundada em 1953 por Louis Auriacombe, a OCT executa todo tipo de música, do período barroco às criações contemporâneas. Numerosos compositores trabalharam com ela em concertos e em gravações, dedicando-lhe obras específicas. A Orquestra propõe a seus ouvintes mais de 100 concertos temáticos a cada ano ; em realizações em Salas de Concertos, Igrejas, Centros Culturais, Escolas, Universidades e até mesmo em Usinas.

 

PROGRAMA

Edward Elgar (1857-1934)
Sérénade

Félix Mendelssohn (1809-1847)
Concerto pour Piano en la mineur.
– Soliste Héléna Élias

W. A.  Mozart (1756-1791)
Symphonie n°40
– Transcription pour cordes de Cimador (1761-1805)

 

Orquestra de Câmara de Toulouse

A orquestra se apresentou regularmente com renomados solistas, tais como Christophe Coin, Gautier Capuçon, Natalie Dessay, Michel Kiener e David Kadouch. Foi convidada para participar de vários Festivais na França (La Chaise Dieu, La Vézère, Pablo Casals à Prades, Septembre Musical de l’Orne), e  no exterior ( Japão, Suécia, Suíça e Espanha).

A OCT vem sendo dirigida por  Gilles Colliard desde 2004, com intenso e profundo trabalho, integrando qualidade com autenticidade nas apresentações tanto concertos barrocos com instrumentos antigos, quanto concertos modernos com instrumentos atuais, e ainda executando programas reunindo os dois tipos de peças e de instrumentos.

Com estilo e numa linguagem barroca, executa as obras com exuberância, jorrando criatividade pela sua maneira de tocar os instrumentos de época, e, é ao mesmo tempo eminentemente contemporânea na sua abordagem de interpretações e na sua relação com o público.

A Orquestra propõe a seus ouvintes mais de 100 concertos temáticos a cada ano ; em realizações em Salas de Concertos, Igrejas, Centros Culturais, Escolas, Universidades e até mesmo em Usinas. A OCT é uma Sociedade Cooperativa de Produção convencionada pela Cidade de Toulouse, pelo Conseil Général de la Haute-Garonne, pelo Conseil Régional de Midi-Pyrénées e pela Direction Régionale des Affaires Culturelles de Midi-Pyrénées.

 

Gilles Colliard – Diretor Musical

Gilles Colliard

Nascido na Suíça, estudou no Conservatório Superior de Música de Genebra com Jean-Pierre Wallez, onde obteve o primeiro prêmio de virtuosidade. Aperfeiçoou-se junto a TiborVarga e, paralelamente, especializou-se na interpretação do repertório barroco com instrumentos de época. Solista, maestro, compositor e pedagogo, Gilles Colliard é um músico de múltiplas faces.

Primeiro violino no Quarteto Ravel, diretor artístico do Departamento de Música antiga do CRR de Toulouse e professor de violino neste mesmo estabelecimento, dirige a Orquestra de Câmara de Tolouse desde 2004. Em 1996, foi convidado por Christophe Coin a atuar junto ao mesmo no Ensemble Baroque de Limoges para uma grande turnê internacional como solista e camerista.

Regularmente é convidado a participar de Festivais (Casals, Berlin, Santander) se apresentou em Paris (Chatelet), Tóquio (Kyoi Hall), Londres (Queen Elisabeth Hall), Moscou (Conservatório Tchaïkovsky), Berlin (KL. Philarmonie) e Genebra (Victoria Hall). Interessa-se por todo tipo de música  e constam de seu repertório concertos de Brahms, Beethoven, Bartók, Tchaïkovsky e Paganini, dentre outros.

Apresentou-se com orquestras tais como a London Soloist Chamber Orchestra, Orchestre de La  Suisse Romande, o Concentus Hungaricus  de Budapest,  Orquestra da Carolina do Norte,  Orquestra Filarmônica da Boêmia. Sua trajetória musical o leva a pesquisar a autenticidade do discurso musical ; almejando combater os eternos preconceitos entre o antigo e o moderno.

Sua discografia compreende mais de 30 gravações ( integral dos concertos de Haydn, Mozart, Bach, obras para violino e múltiplas criações) dentre elas, muitas são premiadas ( Télérama, Diapason d’Or, Monde de la Musique). Colliard toca com um violino de António Stradivarius de 1732.

 

Helena Elias – piano

Professora de piano da Ecole Normale de Musique de Paris, pesquisadora associada à l’OMF/ Universidade Sorbonne Paris IV, e  professora convidada à l’Académie de Musique du Grand Nancy onde ministra masterclasses de piano.
Mestrado em piano na UFRJ (“Os  toques caracteristicos e a realização sonora do primeiro caderno d’Images de Claude Debussy,”1985, sob a direção de H. Alimonda).  Doutorado em História da Música e Musicologia na Universidade Sorbonne – Paris IV sob a direção de M. Kelkel ( “Villa-Lobos, l’homme et son oeuvre pour le piano,” 1996; Presses Universitaires du Septentrion).

Helena Elias graduou-se em piano em Portugal, no Conservatório Nacional Superior de Lisboa, na classe do pianista Campos Coelho e é titular de vários prêmios: Prêmio Rodrigo da Fonseca e Prêmio Alexandre Rey-Colaço em Portugal, Primeiro prêmio unanime no Concurso Jacques Klein/UFRJ/Sala Cecília Meireles, 1982.  Prêmio Barroso Netto no Concurso Internacional de Piano Villa-Lobos no Rio de Janeiro, 1981.

Em Paris, realizou cursos de aperfeiçoamento em piano com Lucette Descaves, Edson Elias, Nikita Magaloff, Pierre Sancan e Magda Tagliaferro. Membro do juri de diversos concursos internacionais de piano, Helena Elias possui repertório eclético e desenvolve atividades como solista, recitalista e em música de câmara. Em 2003 foi solista da primeira audição na Polônia das Bachianas Brasileiras n° 3 para piano e orquestra de Villa-Lobos,  Orquestra Filarmônica de Poznan e Florêncio Jr. Solista no Festival de Câmara do Para, Concerto n°1 de Brahms, Orquestra do Festival, Luc Dewez. Entre suas atividades vem se destacando com Recitais no Brasil e no exterior.

Críticas

Sob os dedos da  artista o piano torna-se instrumento  confidente e o público numeroso se deixa embalar por suas sonoridades fluidas… Com Helena Elias tudo parece surgir naturalmente,  emana dela uma grande serenidade mesmo nos momentos de grande fuoco…Ela nos transporta ao século XX terminando seu recital com a prodigiosa Toccata opus 11 de Prokofiev, nos revelando assim a pluralidade de seu talento.” – La voix du Nord, Festival de Musique du Touquet, 2000

Helena Elias deu um dos melhores recitais da temporada de 1991…. Sua interpretação se caracterizou pela elegância e perfeição do fraseado de contornos de uma grande clareza que nos fez evocar interpretações também remarcáveis de Walter Gieseking, Antonieta Rudge, Guiomar Novaes e Wilhelm Kempf…. Em suma, um recital para ninguém botar defeito”. – José da Veiga Oliveira, São Paulo, recital Sala São Luiz 1991

Impressionante demonstração de um excelente pianismo  pela sonoridade, pela expressividade e pela perfeita acuidade rítmica.”  – Marques Ribeiro, revista Antena – Lisboa, Portugal, 1970

 

No vídeo abaixo, a Orquestra de Câmara de Toulouse acompanha Nathan Mierdl em “LÉstate”, de Antonio Vivaldi.
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