Música sinfônicaProgramaçãoRio de Janeiro

Opes e Kameda tocam Tchaikovsky

Violinista alemão une-se à Petrobras Sinfônica em concertos na Sala Cecília Meireles, sob regência de Roberto Tibiriçá.

 

A Orquestra Petrobras Sinfônica (Opes) recebe o premiado violinista alemão Koh Gabriel Kameda e o maestro Roberto Tibiriçá para dois concertos na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, nos dias 28 e 29 de julho (sexta e sábado), às 20h. O programa inclui duas obras de Tchaikovsky: Concerto para violino em ré maior, Op. 35 e Sinfonia n. 5 em mi menor, Op. 64 Purchase viagra buy .

Kameda construiu parte significativa de sua carreira no Japão, onde seus admiradores mantêm um fã-clube. Há anos o violinista também desenvolve o projeto voluntário Música Cura, em que apresenta concertos para pacientes em hospitais. O trabalho gerou até um documentário exibido pela TV Tokyo, em 1999.

 

Artistas convidados

Vencedor do primeiro prêmio na Henryk Szeryng Intenational Violon Competition em 1997, o violinista Koh Gabriel Kameda é reconhecido pelo público internacional e por seus colegas como um dos mais proeminentes artistas de sua geração. Após ouvi-lo tocar, Yehudi Menuhin entusiasticamente disse estar impressionado com a performance do violinista. Aos 12 anos, Kameda tornou-se aluno do professor Josef Nissin na Universidade de Música em Karlsruhe, Alemanha. Em seguida, foi convidado por Pinchas Zukerkman para ser seu aluno na Manhattan School of Music. Kameda colaborou em uma série de concertos com Witold Lutoslawsky em 1993, além de ter se apresentado na Europa, América e Ásia. De 2004 e 2009, ensinou na Universidade de Artes de Zurique. Em 2010, ele aceitou a posição de professor na Universidade de Música Detmold.

 

Nascido em São Paulo, Roberto Tibiriçá recebeu orientações de Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nelson Freire e Gilberto Tinetti. Foi discípulo do maestro Eleazar de Carvalho, com quem teve a oportunidade de trabalhar durante 18 anos, após ter vencido o Concurso para Jovens Regentes da Osesp em duas edições seguidas. Ocupou o cargo de regente assistente no Teatro Nacional de São Carlos (Lisboa/Portugal) e em 1994 tornou-se diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Brasileira. Recebeu em 2010 e 2011 o 13º e 14º Prêmios Carlos Gomes como melhor regente sinfônico (por seu trabalho com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli).

 

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Aos 45 anos, a Opes se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como diretor artístico e regente titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

 

SERVIÇO:

 

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28 e 29 de julho, sexta-feira e sábado, às 20h

Sala Cecília Meireles (Largo da Lapa, 47, Centro – Rio de Janeiro. Tels.: 21 2332-9223 e 2332-9224)

 

Ingressos: R$ 40, com meia-entrada para estudantes e pessoas com mais de 60 anos, e R$ 2 para estudantes de música mediante apresentação da carteirinha

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