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Óperas para 2019

Saiba que óperas serão encenadas ou levadas em forma de concerto no Brasil.

Pelo sétimo ano consecutivo, o Movimento.com traz este post sobre óperas apresentadas no Brasil. O motivo disto é muito simples. Durante anos passados, recebemos muitas reclamações de que, quando o release de alguma ópera ia para o ar, já não havia mais ingressos para venda. Bom frisar que o atraso da publicação dos releases não é de responsabilidade do site, mas sim da produção ou divulgação da ópera. Para que as pessoas possam se antecipar, criamos este post dedicado exclusivamente a este assunto. Acompanhe e cuide de buscar seus ingressos a tempo e hora.

 

Dias 09 e 10 de fevereiro – encenada 

Ópera “O inferno de wall street“, de Lívio Tragtenberg

SESC Pompeia – SP

O Inferno de Wall Street (1876) é um texto do poeta Joaquim de Sousândrade (1833-1902) no qual testemunha, na Nova Iorque do final do século XIX, a efervescência da bolsa de valores num quadro de falcatruas, escândalos políticos, morais e religiosos, que moldam o inferno das financeiras norte-americano. O texto faz parte do poema épico “O Guesa”, em que Sousândrade incorpora a mitologia Inca, e conta a trajetória de um menino oferecido em sacrifício aos deuses. Como seu alter-ego, o Guesa, escapa dos sacerdotes do sacrifício e penetra na cidade norte-americana, onde encontra o Inferno da usura.
– Performance musical: Lívio Tragtenberg (teclado, voz e clarone) / Emerson Boy (saxofones, cítara e cavaquinho) / Wellington Tibério (glass harmônica) / Celso França (percussão) / Márcio Barreto (voz e trompete)

 

Dias 14, 15, 16, 17, 19, 20 e 21 de fevereiro – encenada 

Ópera “O barbeiro de Sevilha“, de Gioacchino Rossini

Theatro Municipal de SP – 11 3397 0327

Conta a história de Fígaro, um barbeiro que faz de tudo na sua cidade: arranja casamentos, ouve confissões, espalha boatos, enfim… um verdadeiro prodígio de imaginação. A trama começa com uma serenata sob o balcão da casa de Rosina pelo Conde Almaviva, disfarçado de Lindoro.
– Direção cênica de Cléber Papa. Regência de Roberto Minczuk. Cenários e figurinos de José de Anchieta.
– Elenco: Figaro (Michel de SouzaDavid Marcondes, barítonos) / Rosina (Luísa Francesconi e Luciana Bueno, mezzo-sopranos) / Conde de Almaviva (Jack Swanson e Aníbal Mancini, tenores) / Dr. Bartolo (Sávio Sperandio e Saulo Javan, baixos) / Don Basilio (Carlos Eduardo Marcos e Matheus França, baixos) / Fiorello (Vítor Mascarenhas e Vicente Sampaio, barítonos) / Berta (Débora Dibi e Denise Yamaoka, sopranos) / Sargento (Andrey Mira, baixo) / Ambrogio (Fabrízio Santos, ator) / Notário (Sérgio Seixas, ator). Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e Coro Lírico.

 

Dias 15 e 17 de março – encenada 

Ópera “Côndor“, de Carlos Gomes

Theatro Municipal RJ – 21 2332 9191

A abertura, que evoca o Oriente num delicado solo de harpa, mostrando a rainha Odalea no seu reino de Samarcanda (no atual Uzbequistão), no século XVII. Os três atos se desenrolam a partir da paixão de Côndor, chefe do exército que invade o país, por Odalea, as tentativas da rainha de livrá-lo da ira do seu povo e a fúria das hordas inimigas ao saber que o seu líder é um traidor.
– Direção cênica de André Heller-Lopes. Regência de Luiz Fernando Malheiro
– Elenco: Côndor: Fernando Portari (tenor) // Odalea: Eliane Coelho (soprano) // Adin: Michele Menezes (soprano) // Zuleida: Marianna Lima (soprano) // Almazor: Murilo Neves (baixo) // Mufti: Ciro d’Araújo (barítono) – Orquestra e Coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro

 

Dias 06 e 07 de abril – encenada 

Ópera “A noiva do condutor“, de Noel Rosa

Cidade das Artes – Teatro de Câmara – 21 3325-0102

A opereta conta a história de Joaquim, um condutor de bondes que, para conquistar o coração de sua amada Helena, se faz passar por um advogado. E para atingir seu objetivo, que é casar com sua amada, ele, além de enfrentar a oposição do pai de Helena ao namoro, se mete em algumas peripécias. O enredo coloca em xeque os valores morais dos personagens, revelando o apego ao dinheiro e ao status social. Com humor e fina ironia, características fundamentais de toda a sua obra, Noel cria uma opereta tipicamente carioca onde os valores mudam a todo instante, de acordo com a conveniência do momento.
– Direção Musical e Regência de Miguel Torres. Direção Cênica de Anderson Paiva. Piano: Glícia Campos / Violão e Fagote: Jeferson Cerqueira / Percussão: Isa Oliveira. Preparação Vocal: Júlia Anjos
– Elenco: Joaquim – Wendell Pereira e Gabriel Oliveira / Helena – Júlia Anjos / Pai de Helena (Dr. Henrique) – Marcos Vianna / Mãe de Helena (D. Gloria) – Ana Felipe / Pai de Joaquim (J. Barbosa) – Washington Souza e Patrick Wuillaume / Mãe de Joaquim (D. Margarida) – Verônica Basile / Amigos de Joaquim – Cleiton Sobreira, Gabriel Oliveira e Wendell Pereira / Amigas de Helena – Giselle Mota e Vitória Anheti

 

Dias 20, 22, 24. 26 e 28 de abril – encenada 

Ópera “O elixir do amor“, de Gaetano Donizetti

Palácio das Artes – 31 3236 7400

Um título musicalmente mais leve, uma história divertida. Com mais de 300 pessoas na produção e apresentação, o espetáculo certamente encantará o público. As equipes de criação e elenco de alta qualidade artística são compostas por profissionais brasileiros e de outros países da América Latina.
– Direção musical e regência de Sílvio Viegas. Concepção, direção cênica, cenários e iluminação de Pablo Maritano. Cenários e figurinos de Desirée Bastos. Preparação do Coral Lírico de Lara Tanaka. Produção executiva de Márcio Ângello. Direção de produção de Cláudia Malta.
– Elenco é formado pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, pelo Coral Lírico de Minas Gerais e pelos solistas Carla Cotini, soprano (Adina) / Santiago Martínez, tenor (Nemorino) / Homero Velho, barítono (Belcore) /  Homero Pérez-Miranda, baixo-barítono (Dr. Dulcamara) e Fabíola Protzner, soprano (Giannetta).

 

Dias 26 e 28 de abril, 01, 03 e 05 de maio – encenada 

Ópera “La clemenza di Tito“, de Mozart

Theatro São Pedro – 11 3667 0499

La Clemenza di Tito é uma ópera séria dividida em dois atos, com libreto do poeta e escritor italiano Pietro Metastasio, adaptado por Caterino Mazzolà. Para esta montagem, a tradução para o português foi feita por Ligiana Costa, escritora, pesquisadora e cantora lírica.
– Direção musical de Félix Krieger. Concepção, Encenação e Iluminação de Caetano Vilela. Figurino de Fause Haten. Caracterização e Maquiagem de LíviaCamargo (Tiça). Arte Adereços de Bosco Bedeschi. Cenógrafo associado Fernando Passetti
– Elenco:  Caio Duran (Tito Vespasiano), tenor / Gabriella Pace (Vitellia), soprano / Marly Montoni (Servilia), soprano / Luísa Francesconi (Sesto), mezzo-soprano /Luciana Bueno (Annio), mezzo-soprano / Saulo Javan (Publio), baixo-barítono.

 

Dias 26 e 28 de abril – em forma de concerto 

Ópera “Ernani”, de Giuseppe Verdi

Teatro Amazonas

Festival de Ópera do Amazonas.
– Regência: Luiz Fernando Malheiro
– Elenco: Maria Katzarava (soprano), Enrique Bravo (tenor), Rodolfo Giugliani (barítono), Luiz-Ottávio Faria (baixo), dentre outros. Coral do Amazonas. Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica 

 

Dias 05, 10 e 12 de maio – encenada 

Ópera “Maria Stuarda”, de Gaetano Donizetti

Teatro Amazonas

Festival Amazonas de Ópera. Não há registros de que Mary Stuart, rainha da Escócia, e Elizabeth I, regente na Inglaterra, tenham se encontrado, porém as figuras históricas entram em conflito na peça de Friedrich Schiller, na qual foi baseado o libreto da ópera.
– Regência e Direção Musical de Marcelo de Jesus. Direção cênica de Davide Garattini Raimondi. Cenários de Giorgia Massetani. Figurinos de Fábio Namatame. Desenho de Luz de Fábio Retti
– Elenco: Tatiana Nogueira (soprano – Elisabetta) / Cristina Gianelli (soprano – Maria Stuarda) / Paulo Mandarino (tenor – Roberto) / Pepes do Valle (baixo – Giorgio Talbot) / Dhijana Nobre (soprano – Anna Kennedy) dentre outros. Coral do Amazonas. Amazonas Filarmônica.

 

Dias 11, 17 e 19 de maio – encenada 

Ópera “Tosca”, de Puccini

Teatro Amazonas

Festival Amazonas de Ópera. Em três atos, a ópera é focada nos três personagens principais. Caravadossi e Tosca estão apaixonados, porém o pintor é simpatizante de Napoleão e é perseguido por Scarpia, que é obcecado pela cantora de ópera – criando assim o cenário para uma tragédia.
– Regência: Luiz Fernando Malheiro. Direção: Jorge Takla. Cenários de Nicolás Boni. Figurinos de Pablo Ramirez. Desenho de Luz de Fábio Retti
– Elenco: Daniella Carvalho (soprano – Floria Tosca), Fernando Portari (tenor – Mario Cavaradossi) e Rodrigo Esteves (barítono – Barão Scarpia), dentre outros. Coral do Amazonas. Amazonas Filarmônica. 

 

Dias 16, 18 e 19 de maio – concerto cênico 

Ópera “Os contos de Hoffmann“, de J. Offenbach

Theatro Municipal RJ – 21 2332 9191

O libreto da ópera de Offenbach é de Jules Barbier, baseado em contos de E. T. A. Hoffmann, escritor alemão que ficou conhecido como um dos principais nomes da literatura fantástica. O escritor é, aliás, o principal personagem da ópera, cuja história gira em torno das decepções amorosas do poeta Hoffman por três musas: a boneca Olympia, a inocente Antonia e a cortesã Giulietta. No presente, ele disputa a paixão de Stella com um vilão rico e sem escrúpulos. “Os Contos de Hoffmann” é uma das óperas mais produzidas no mundo.
– Regência e Direção Musical de Priscila Bomfim. Direção cênica de André Heller-Lopes
– Elenco: Eric Herrero (poeta Hoffmann) / Vinícius Atique (vilão) / Marina Considera e Marianna Lima (Giulietta, a Cortesã), Maria Gerk e Rose Provenzano-Páscoa (Olympia, a Boneca sem Vida) e Ludmilla Bauerfeldt e Michele Menezes (Antônia, a Virtuosa). Geilson Santos, Noeli Mello, Ossiandro Brito, Cícero Pires e Patrick Oliveira, além do baixo Murilo Neves, solista convidado.

 

Dias 17, 18 e 19 de maio – encenada 

Ópera “Pagliacci“, de Ruggero Leoncavalo

Teatro Santa Isabel – Recife – 81 3355 3323

No palco, cantores e atores apresentam a trágica história de amor e comédia com direito a figurinos e efeitos cênicos que possibilitam ao público a experiência completa de Pagliacci. A ópera já teve trechos interpretados por nomes importantes do canto e música clássica, como o tenor Luciano Pavarotti.
– Direção musical e regência de Wendell Kettle. Figurino e cenários de Marcondes Lima. Produção executiva de Jéssica Soares
– Elenco: Lucas Melo e Diel Rodrigues (Canio) / Anita Ramalho e Gleyce Melo (Nedda) / Anderson Rodrigues (Tonio) / Elias Marques e Estêvão Batista (Beppe) / Adriano Soares e Tiago Costa (Silvio) – Coro da Academia de Ópera e RepertórioSinfonieta UFPE.

 

Dia 19 de maio – forma de concerto 

Ópera “Suor Angelica“, de Giacomo Puccini

Cidade das Artes – RJ – 21 3325 0102

Composta em 1917, é uma das mais belas do compositor italiano. Por conta da sua curta duração e enredo cativante, apresenta uma oportunidade não só do fomento do consumo de ópera, mas também da projeção de jovens artistas no mercado lírico.
– Direção de cena: Antônio Ventura. Direção musical e piano: Cláudio Ávila. Diretor musical da ACC: Jésus Figueiredo. Cenografia e figurino: Comitê de Artes Cênicas da ACC. Fotógrafo: Comitê de Audiovisual da ACC. Operador de luz: Bernardo Pimentel. Design gráfico: Víctor Borborema. Assessora de Comunicação: Andrea Shad. Produção: Celeste Figueiredo
– Elenco: Rita de Cássia Cabús, Ana Carolina Lobo, Sandra Villar, Solange Sampaio, Marina Maia, Jussara Cruz, Elizabeth Babo, Karla Danielle, Fernanda Capelli, Maria de Fátima Santana, Maria Helena Magalhães, Mariângela Vieira, Andressa Furiati, Simone de Paula, Lídice Picolin, Paola Soneghetti, Maria Loreto Pastene, Cláudia Jack

 

Dias 26, 28 e 30 de maio – encenada 

Ópera “Alma“, de Cláudio Santoro

Teatro Amazonas

Festival Amazonas de Ópera
– Regência de Marcelo de Jesus. Direção de Julianna Santos
– Elenco: Denise de Freitas (mezzosoprano), Juremir Vieira (tenor) e Homero Velho (barítono), dentre outros.

 

Dia 28 de maio – encenada 

Ópera “Bastião e Bastiana“, de W. A. Mozart

Grande Teatro SESC Palladium – BH

É uma ópera cômica em um ato, escrita em 1768, quando Mozart tinha apenas doze anos de idade. O enredo conta a história de Bastiana, uma jovem camponesa, que acredita estar sendo traído por seu amado, Bastião. Ela procura a ajuda do mago Colás e pede que ele use seus poderes mágicos para trazer o amor de Bastião de volta. A trama se desenvolve sobre os “conselhos” de Colás aos dois amantes, que após muita confusão, chegam a um final feliz.
– Regência de André Brant. Diretor artístico Sérgio Anders.
– Elenco: soprano Daiana Melo (Bastiana) / tenor Jordane Messias (Bastião) / baixo-barítono Diego D’Almeida (Colás). Orquestra Virtuosi.

 

De 14 a 23 de junho – encenada 

Ópera “O caso Makropulos“, de Leoš Janáček

Theatro São Pedro – 11 3667 0499

Será a primeira montagem da ópera no país – em 2010, o Teatro Municipal do Rio de Janeiro apresentou uma única récita em formato de concerto cênico. Escrita com base na comédia de Karel Capek, um dos mais influentes escritores tchecos, a ópera é dividida em três atos e tem Elina Makropulos como personagem central. Em busca da longevidade e de manter-se jovem, ela ingere uma poção de elixir que a faz viver por mais de 300 anos, agora sob o nome Emilia Marty, uma arrogante diva de ópera.
– Direção musical de Ira Levin (EUA). Direção cênica de André Heller-Lopes. Cenografia de Renato Theobaldo. Iluminação de Fábio Retti.
– Elenco: Eliane Coelho (Emilia Marty) / Eric Herrero (Albert Gregor, um descendente dos Makropulos) / o barítono Vinícius Atique (Dr. Kolenatý) / o barítono Michel de Sousa (barão Jaroslav Prus)  / Daniel Umbelino (pai de Janek) / mezzo-soprano Luísa Francesconi (Kristina).

 

Dias 20, 21, 23, 24, 26, 27, 28 e 30 de julho – encenada 

Ópera “Rigoletto“, de Giuseppe Verdi

Theatro Municipal SP – 11 2626 0857

Rigoletto estreou no Teatro la Fenice, em Veneza, em 11 de março de 1851. Uma produção polêmica para a época, inspirada na peça O Rei se diverte, de Victor Hugo, que retratava um monarca libertino que explorava o seu criado corcunda, totalmente complexado por sua condição.
– Regente: Roberto Minczuk / Direção Cênica: Jorge Takla / Cenários: Nicolás Boni / Figurinos: Fábio Namatame / Desenho de Luz: Ney Bonfanti. Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e Coro Lírico
– Elenco: Rigoletto (barítono) – Fabian Veloz e Rodrigo Esteves / Duque de Mântua (tenor) – Fernando Portari e Dario Schmunck / Gilda (soprano) – Olga Pudova e Carla Cottini / Maddalena (mezzosoprano) – Juliana Taino e Magda Painno / Sparafucile (baixo) –  Luiz-Ottávio Faria / Conde Monterone ( barítono) – Davi Marcondes / MatteoBorsa (tenor) – Eduardo Trindade / Marullo (barítono) – Wladimyr Carvalho / Conde Ceprano (barítono) – Daniel Lee / Condessa Ceprano (mezzosoprano) – Carla Rizzi / Giovanna (soprano) – Karen Stephanie / Pajem (soprano) – Ludmilla Thompson / Oficial (baixo) – Andrey Mira

 

Dias 27, 28, 29 e 30 de junho – encenada

Ópera “O elixir do amor“, de Gaetano Donizetti

Escola de Música da UFRJ – 21 2240 1441

O Elixir do Amor é um bom exemplo da música de Donizetti, conhecida por sua beleza melódica, orquestração simples, mas habilidosa, e linhas vocais requintadas. A história se passa em uma aldeia basca no final do século XVIII, onde Nemorino, um camponês ingênuo e pobre apaixona-se por Adina, rica proprietária de terras, que está interessada em Belcore, um militar de passagem pela região. Nemorino encontra no Elixir do Amor, comercializado pelo charlatão Dr. Dulcamara, o remédio para curar os males do desamor.
– Direção musical de Inácio De Nonno. Direção cênica de Menelick de Carvalho. Regência de Sílvio Viegas e Felipe Damico. Direção geral deAndrea Adour. Cenário e figurinos, estudantes dos cursos de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes, sob coordenação das professoras Andrea Renk e Desirree Bastos. Projeto de luz de José Henrique Moreira.
– Elenco: solistas formandos e formados da Escola de Música e do Instituto Villa-Lobos da UNIRIO / Orquestra Sinfônica da UFRJ / Coral Brasil Ensemble.

 

Dias 14, 17, 19, 21, 24, 26 e 28 de julho – encenada

Ópera “Fausto“, de Gounod

Theatro Municipal RJ – 21 2332 9191

Esta ópera encerra as comemorações dos 110 anos do teatro carioca.
– Direção musical e regência de Ira Levin. Concepção e Direção Cênica de André Heller-Lopes
– Elenco: Fausto – Atalla Ayan (dias 14, 17, 19 e 21) / Giovanni Tristacci (dias 24, 26 e 28) – Mefistófeles – Homero Pérez Miranda – Marguerite – Gabriela Pace (dias 14, 17, 19 e 21) / Flávia Fernandes (dias 24, 26 e 28) – Valentin – Homero Velho – Siebel – Lara Cavalcanti – Marta – Andressa Inácio – Wagner – Ciro d’Araújo. Ballet do TMRJ – Coro e Orquestra Sinfônica do TMRJ

 

De 02 a 11 de agosto – encenada 

Ópera “L’Italiana in Algeri“, de Rossini

Theatro São Pedro – 11 3667 0499

Composta em dois atos e com libreto de Angelo Anelli, a obra narra a história de uma bela prisioneira sequestrada por terríveis berberes (povos do Norte da África), mas que permanece tranquila, pois sabe que com sua beleza atraente pode fazer o que quiser com eles. O tradicional enredo de ópera se inverte: dessa vez, a mulher é a heroína que liberta o amante da escravidão.
– Direção musical de Valentina Peleggi. Direção cênica de Lívia Sabag.
– Elenco: mezzo-soprano Ana Lúcia Benedetti (Isabella) / tenor Aníbal Mancini (Lindoro)soprano Ludmilla Bauerfeldt (Elvira, esposa de Mustafá) / barítonos Douglas Hann (Taddeo) e Rodolfo Giugliani (capitão Haly)

 

Dias 05, 06 e 07 de julho – encenada

Ópera “O elixir do amor“, de Gaetano Donizetti

Teatro Municipal de Niterói – 21 2620 1624

O Elixir do Amor é um bom exemplo da música de Donizetti, conhecida por sua beleza melódica, orquestração simples, mas habilidosa, e linhas vocais requintadas. A história se passa em uma aldeia basca no final do século XVIII, onde Nemorino, um camponês ingênuo e pobre apaixona-se por Adina, rica proprietária de terras, que está interessada em Belcore, um militar de passagem pela região. Nemorino encontra no Elixir do Amor, comercializado pelo charlatão Dr. Dulcamara, o remédio para curar os males do desamor.
– Direção musical de Inácio De Nonno. Direção cênica de Menelick de Carvalho. Regência de Sílvio Viegas e Felipe Damico. Direção geral deAndrea Adour. Cenário e figurinos, estudantes dos cursos de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes, sob coordenação das professoras Andrea Renk e Desirree Bastos. Projeto de luz de José Henrique Moreira.
– Elenco: solistas formandos e formados da Escola de Música e do Instituto Villa-Lobos da UNIRIO / Orquestra Sinfônica da UFRJ / Coral Brasil Ensemble.

 

Dias 27, 28 e 29 de setembro – encenada 

Ópera “Ritos de Perpassagem“, de Flô Menezes

Theatro São Pedro – 11 3667 0499

Definida pelo compositor como uma “NeutrinÓpera em dois Trans-Atos”, a obra – escrita para narrador, 7 vozes solistas, coro, 8 percussionistas, orquestra e eletrônica – gira em torno do Pitagorismo, dos Ritos de Passagem e dos Neutrinos. Entrecruzando episódios do início e do fim do Pitagorismo – eventos das vidas de Pitágoras (570a.C.-495a.C.) e de Johannes Kepler (1571-1630) –, a obra desafia a narratividade linear operística e aborda aspectos históricos, físico-matemáticos, musicais, filosóficos e políticos do Pitagorismo, situando-o como talvez a mais influente escola de pensamento da história, em meio a um cuidadoso mosaico de textos que vão de Anaxágoras a Roland Barthes, de Pitágoras a Augusto de Campos. Serão três récitas, nos dias 27, 28 e 29 de setembro.
– Direção musical do maestro brasileiro radicado nos EUA Eduardo Leandro. Direção cênica de Marcelo Gama
– Elenco: Grupo PIAP (Grupo de Percussão do Instituto de Artes da Unesp). Restante do elenco ainda será confirmado.

 

Dias 18, 20, 20, e 24 de outubro – encenada 

Ópera “La Traviata“, de Giuseppe Verdi

Palácio das Artes – 31 3236 7400

Uma das mais belas histórias de amor já representadas nos palcos retorna ao Grande Teatro do Palácio das Artes em outubro: La Traviata, de Giuseppe Verdi. A produção foi sucesso de público e crítica em 2018.
– Direção musical e regência de Silvio Viegas. Concepção e Direção Cênica original de Jorge Takla. Remontagem de Ronaldo Zero
– Elenco: Violetta – Jaquelina Livieri / Alfredo – Fernando Portari / Germont – Fabian Veloz / Flora – Juliana Taino / Annina – Fabíola Protzner / Gastone – Thiago Soares / Barão Douphol – Pedro Vianna / Marquês d’Obigny – Cristiano Rocha / Dr. Grenvil – Mauro Chantal / Giuseppe – Lucas Damasceno / Mordomo de Flora e Mensageiro – Thiago Roussin Coral Lírico de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes

 

Dias 25, 26, 27, 29 e 31 de outubro – encenada 

Ópera “Orphée“, de Philip Glass

Theatro Municipal RJ – 21 2332 9191

Escrita por um dos mais influentes artistas do fim do século XX, Philip Glass, conhecido por seu estilo minimalista, a ópera “Orphée” foi composta tendo por base o famoso filme homônimo, dirigido por Jean Cocteau em 1950. Glass não só musicou como também escreveu o libreto, tirado diretamente do roteiro cinematográfico, numa versão fiel ao desenrolar do filme “Orphée”.
– Direção musical e regência de Priscila Bomfim. Concepção e Direção Cênica de Felipe Hirsch
– Elenco: Orphée – Leonardo Neiva / Princesa – Carla Caramujo / Euridice – Ludmila Bauerfeldt / Heurtebise – Giovanni Tristacci / Cégeste – Geilson Santos / Aglaonice – Lara Cavalcanti / Juiz/Poeta – Murilo Neves / Reporter/Glazier – Ivan Jorgensen / Comissário/Policial – Patrick Oliveira Orquestra Sinfônica do TMRJ

 

Dias 26 e 27 de outubro – encenada 

Ópera “A estrela“, de Emmanuel Chabrier

Theatro São Pedro – 11 3667 0499

A Academia de Ópera e a Orquestra Jovem do Theatro São Pedro fazem sua primeira montagem do ano.
– Direção cênica de Wálter Neiva. Direção musical de André dos Santos.

 

Dias 14 e 15 de dezembro – encenada 

Ópera “O peru de Natal“, de Leonardo Martinelli

Theatro São Pedro – 11 3667 0499

Encomenda realizada pela Santa Marcelina Cultura em parceria com Dinâmica Produções e Cia. Ópera São Paulo.
– Direção musical de Miguel Campos Neto. Direção cênica de Mauro Wrona.

 

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