Balé/DançaProgramaçãoRio de Janeiro

“O Lago dos Cisnes” no Municipal do RJ

Temporada do espetA?culo com mA?sica de Tchaikovsky e coreografia de Yelena Pankova celebra 80 anos do BalA� do TMRJ.

 

Mais famoso e popular dos balA�s romA?nticos, O Lago dos Cisnes volta ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com BalA� e Orquestra SinfA?nica do TMRJ nos dias 10, 14, 15, 17 e 18 de junho, A�s 20h, e nos dias 11 e 12 de junho, A�s 17h. Com mA?sica de Piotr I. Tchaikovsky, a montagem A� uma versA?o coreogrA?fica de Yelena Pankova criada especialmente para o BalA� do TMRJ em 2006, e que teve como base a criaA�A?o original dos coreA?grafos Marius Petipa e Lev Ivanov.

Nos papA�is centrais do espetA?culo nesta temporada a�� que celebra os 80 anos do BalA� do TMRJ a�� revezam-se os primeiros bailarinos Claudia Mota (Odette/Odile, dias 10 e 15), MA?rcia Jaqueline (Odette/Odile, dias 11 e 18), Karen Mesquita (Odette/Odile, dias 12 e 14), CA�cero Gomes (Bobo da Corte, dias 10, 11, 12 e 18), Filipe Moreira (PrA�ncipe Siegfried, dias 10 e 15) e Moacir Emanoel (PrA�ncipe Siegfried, dias 11 e 18), alA�m dos solistas Carolina Neves, Deborah Ribeiro, Mel Oliveira (Odette/Odile, dia 17), Priscila Albuquerque, Priscilla Mota, Anderson Dionisio, Carlos Cabral, Diego Lima (PrA�ncipe Siegfried, dias 12 e 14), Edifranc Alves, Joseny Coutinho, Murilo Gabriel (PrA�ncipe Siegfried, dia 17, e Bobo da Corte, dia 14), Rodrigo Negri (Bobo da Corte, dia 17) e Wellington Gomes (Bobo da Corte, dia 15). A produA�A?o conta ainda com a participaA�A?o de alunos da Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa. O BalA� do Theatro Municipal tem direA�A?o artA�stica de Ana Botafogo e de CecA�lia Kerche. Na regA?ncia estA? o maestro Javier Logioia Orbe.

Divisor de A?guas na histA?ria do balA� clA?ssico, ao trazer uma sA�rie de inovaA�A�es ao gA?nero a�� como os trajes Buy tutus, para facilitar os movimentos de maior tA�cnica exigidos pela coreografia A�s bailarinas a��, O Lago dos Cisnes fez sua estreia em 1877, com coreografia de Julius Reisinger, para o Teatro Bolshoi de Moscou. Apesar da beleza da mA?sica de Tchaikovsky, a temporada foi um fracasso, acentuado pelo fraco desempenho da protagonista, Pelageya Karpakova. Somente em 1894, um ano apA?s o falecimento do compositor russo, o balA� ganharia uma nova versA?o consagradora. Naquele ano a�� quando outros balA�s com mA?sica de Tchaikovsky jA? eram sucesso, como A Bela Adormecida, de 1890, e O Quebra-Nozes, de 1892 a��, o prA�ncipe Ivan Alexandrovich, diretor do Teatro Mariinsky de SA?o Petersburgo, decide prestar-lhe uma homenagem com uma nova versA?o de O Lago dos Cisnes, coreografado por Marius Petipa (1A? e 3A? atos) e Lev Ivanov (2A? e 4A? atos). Desde entA?o, tornou-se um dos mais populares balA�s do repertA?rio clA?ssico.

O Lago dos Cisnes A� considerado um dos maiores clA?ssicos da danA�a, sendo reconhecido como o tA�tulo que melhor representa a arte do balA�. Seus elementos constitutivos, roteiro, mA?sica e coreografia, ainda que individualmente possam ser julgados de forma mais crA�tica, juntos formam uma obra-prima que, desde sua recriaA�A?o em 1895, se tornou universal”, comenta o diretor artA�stico da FundaA�A?o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, maestro AndrA� Cardoso.

 

TrajetA?ria do BTMRJ

A histA?ria do BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro comeA�a em 1927, quando a bailarina Maria Olenewa funda a primeira Escola de DanA�a do Brasil, sediada no Theatro Municipal. Inicialmente, Corpo de Baile e Escola de DanA�a se fundiam numa A?nica estrutura na apresentaA�A?o de espetA?culos, atA� que em 1936, foi oficialmente criado o Corpo de Baile, com a separaA�A?o definitiva entre escola e companhia profissional. Em 1937, sob a direA�A?o de Olenewa, estreou a Primeira Temporada Nacional de Bailados. A coreA?grafa Eugenia Feodorova estreou no Theatro Municipal em 1958 como Buy maA�tre de ballet e montou pela primeira vez na AmA�rica do Sul, O Lago dos Cisnes completo. Desde os primA?rdios de suas atividades a Companhia de BalA� vem sendo dirigida por A�cones da danA�a no paA�s, brasileiros ou nA?o, a exemplo, tambA�m de Vaslav Velchek, Tatiana Leskova, Dalal Achcar, Nora Esteves, Dennis Gray e Jean-Yves Lormeau, incluindo as atuais diretoras artA�sticas.

“O BTMRJ se orgulha em ter sido a primeira Companhia na AmA�rica do Sul a apresentar os quatro atos de O Lago dos Cisnes, em 1959, sob a cuidadosa remontagem de dona Eugenia Feodorova d’aprA?s Petipa e Ivanov, tendo como protagonistas as estrelas Bertha Rosanova e Aldo Lotufo”, diz CecA�lia Kerche, diretora do BalA� do TMRJ.

“Em comemoraA�A?o aos 80 anos de existA?ncia do Corpo de Baile, O Lago dos Cisnes volta ao palco do Municipal, com a versA?o criada especialmente por Yelena Pankova, apresentando a�� ao lado de Claudia Mota e MA?rcia Jaqueline a�� os recA�m-nomeados Karen Mesquita, CA�cero Gomes, Filipe Moreira e Moacir Emanoel, para ocupar a exigente posiA�A?o de primeiros bailarinos”, completa Ana Botafogo, diretora do BTMRJ.

 

Sinopse

PrA?logo
A Princesa Odette, de beleza A�mpar, passeia distraidamente, quando A� capturada e enfeitiA�ada pelo cruel bruxo Von Rothbart, que a transforma num belo cisne.

1A? ato a�� Jardins do castelo
O PrA�ncipe Siegfried e seu Bobo da CorteA�predileto comemoram a maioridade do jovem nobre junto a amigos e convidados. O clima de alegria e descontraA�A?o de todos A� interrompido com a chegada da mA?e de Siegfried e suas damas. A rainha mA?e presenteia o filho com uma arma de caA�a, e o adverte de que a maioridade significa transformar-se em homem adulto e responsA?vel. Lembra ainda que, na noite seguinte, Siegfried deverA? escolher uma noiva para desposar, tornando-se o rei tA?o esperado por seus sA?ditos. A escolha serA? feita durante o baile em sua homenagem, que terA? lugar no castelo. Embora apreensivo, o prA�ncipe entrega-se novamente A� companhia dos convidados e A� alegria dos festejos.
Com a chegada da noite, Siegfried fica sozinho. A angA?stia invade o jovem. Uma voz interior lhe diz que algo importante estA? para transformar sua vida. Um bando de cisnes brancos cruza os cA�us em revoada. Siegfried parte em direA�A?o ao lago para caA�ar.

2A? ato a�� Um lago na floresta
Em busca dos delicados cisnes, Siegfried se aproxima do lago e vA? um belA�ssimo cisne branco. Prepara-se para atirar. Subitamente, o pA?ssaro se transforma na mais linda jovem que jA? vira: Odette, a rainha dos cisnes. Assustada, a jovemA�tenta escapar, mas Siegfried a detA�m. A mais preciosa criatura de Rothbart narra entA?o ao PrA�ncipe o encantamento de que foi vA�tima juntamente com suas amigas: condenadas a viverem como cisnes de dia, resgatando a forma humana apenas entre a meia-noite e a aurora. Somente um amor puro e verdadeiro serA? capaz de libertar Odette e suas amigas do malefA�cio do tirano feiticeiro.
Enlevado por sua beleza, Siegfried logo compreende que a bela e triste Odette A� o grande amor que tanto esperava um dia conhecer. Odette imagina ter encontrado seu salvador mas, temendo os poderes de Rothbart, foge para reunir-se aos cisnes. O casal volta a se encontrar e Siegfried jura amor fiel e eterno. Apaixonados, eles prometem se unir. Com a aurora, as jovens se transformam novamente em cisnes. Odette e Siegfried se despedem.

3A? ato a�� O baile no castelo
Na festa de seu aniversA?rio, Siegfried deve escolher uma noiva entre as lindas donzelas presentes. Nenhuma das jovens atrai sua atenA�A?o. O PrA�ncipe pensa unicamente em Odette e em seu juramento de amor eterno e fiel. Subitamente, Rothbart A� anunciado no baile e entra com uma comitiva: seus aliados, que chegam para confundir o PrA�ncipe. Acompanha-o sua linda filha Odile. Vestida de negro, ela A� a prA?pria imagem da rainha dos cisnes e, a todo instante, seduz o PrA�ncipe com seus atributos astuciosos de feminilidade e sensualidade. EnfeitiA�ado por sua beleza, Siegfried apaixona-se por Odile. Cego de paixA?o e desejo, nA?o percebe a fugaz apariA�A?o do cisne branco, numa tentativa derradeira de alertar o jovem para a cilada montada por Rothbart.
Odile conquista o coraA�A?o de Siegfried que, a pedido do mago, jura amor eterno e fiel ao sedutor cisne negro. A� o triunfo de Rothbart: a nova jura de amor anula a promessa feita A� Odette, que permanecerA? para sempre cativa do sortilA�gio do feiticeiro. Percebendo-se enganado, Siegfried se desespera e parte em direA�A?o ao lago, ao encontro de sua amada Odette.

4A? ato a�� Noite no lago
As jovens cisnes, compadecidas da tragA�dia de Odette, danA�am desalentadas em torno de sua rainha. Odette lhes conta que Siegfried quebrou o juramento. Profundamente pesarosas, elas nA?o acreditam mais em Siegfried e consideram fracassada sua A?nica possibilidade de redenA�A?o, restando apenas a resignaA�A?o e a tristeza.
Siegfried, porA�m, aproxima-se e implora o perdA?o de Odette por sua traiA�A?o involuntA?ria ao juramento de amor. Chorando sua sorte, a jovem rainha perdoa o amado. Pressente, no entanto, que seu destino estA? traA�ado. Rothbart tenta, com todas as forA�as que possui, separar os amantes. Animado pela forA�a do amor, o PrA�ncipe Siegfried enfrenta o terrA�vel feiticeiro numa luta mortal, da qual sai vencedor. A magia que mantA�m cativas aquelas jovens estA? enfim desfeito. Logo virA? a aurora anunciando um novo dia.

 

InovaA�A�es introduzidas pelo balA� O Lago dos Cisnes

+ Imprimiu maior lirismo e virtuosismo ao papel feminino, que exige da intA�rprete um exA�mio domA�nio da tA�cnica aliado a uma alta capacidade interpretativa.

+ Por ser um balA� de grande habilidade tA�cnica, houve necessidade de reformulaA�A?o nos figurinos utilizados atA� entA?o, onde imperavam as saias compridas, sendo criados pela primeira vez os tutus curtos, que possibilitam maior leveza e flexibilidade.

+ Foram executados pela primeira vez na danA�a clA?ssica, pela bailarina Pierina Legnani, os 32 fouettA�s do pas de deux do terceiro ato a�� Cisne Negro a��, movimento que requer extrema maestria da intA�rprete e que, a partir daA�, passa a integrar a coreografia da obra, como requisito obrigatA?rio A�s aspirantes ao papel.

+ Uma caracterA�stica interessante de O Lago dos Cisnes A� que os papA�is de Odette (II e IV atos) e de Odile (III ato) sA?o danA�ados por uma sA? bailarina, o que lhe impA�e interpretaA�A�es ao mesmo tempo tA?o divergentes quanto contrastantes a�� lirismo e suavidade, quando representa Odette, e magnetismo e fascinaA�A?o provocativa, ao personificar Odile.

+ A� comum, em renomadas companhias da atualidade, danA�ar-se apenas o II ato, considerado um primor coreogrA?fico criado por Ivanov um ano antes da estreia (1894), como um divertissement capaz de revelar a qualidade tA�cnica e a beleza do elenco feminino de uma grande companhia clA?ssica.

 

Primeiros bailarinos

Claudia Mota e MA?rcia Jaqueline (foto de JA?lia RA?nai)
Claudia Mota e MA?rcia Jaqueline (foto de JA?lia RA?nai)

Claudia Mota (Odette/Odile)
Formada pela Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa, A� primeira bailarina do TMRJ desde 2007, protagonizando todo o repertA?rio da companhia. Com grande destaque em seu paA�s, Claudia representa o Brasil em galas internacionais em diversas cidades da Argentina, assim como Paraguai, Cuba, Estados Unidos, CanadA? e, recentemente, a convite de Julio Bocca, estrelou a versA?o de La BayadA?re, de Natalia Makarova junto ao BalA� Nacional Sodre, em MontevidA�u. Recebeu o prA?mio de melhor bailarina da AmA�rica Latina pelo Conselho Latino-americano de DanA�a e, por seu desempenho artA�stico e tA�cnico e representatividade no cenA?rio internacional da danA�a, conquistou o tA�tulo de membro do Conselho Internacional de DanA�a da Unesco.

MA?rcia Jaqueline (Odette/Odile)
Natural do Rio de Janeiro, A� formada pela Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa. Aos 14 anos, entrou para o BalA� do TMRJ, no qual vem se destacando como primeira bailarina (desde 2007) nos balA�s de repertA?rio da Companhia tais como Coppelia, obat diflucan O Lago dos Cisnes Buy , A Bela Adormecida, Les Sylphides, Raymonda, La Fille Mal GardA�e, Onegin, Serenade, Voluntaries, Nuestros Valses, La BayadA?re, Paquita, Giselle, Don Quixote, O Quebra-Nozes, La��ArlA�sienne e Carmen de Roland Petit, Order Romeu e Julieta de John Cranko e O Espectro da Rosa de Fokine. MA?rcia jA? representou o BTMRJ em galas nacionais e internacionais, e com presenA�a constante, como convidada, em companhias de danA�a de todo o Brasil.

Karen Mesquita (Odette/Odile)
Carioca, Karen iniciou seus estudos de danA�a aos 3 anos de idade no Grupo Cultural de DanA�a Ilha, concluindo-os em 2006. No mesmo ano ingressou na Akademie des Tanzes Mannheim e fez parte do corpo de baile da Badisches Staattheater Karlsruhe-Alemanha. Fez parte da Cia. Brasileira de BalA�, participando de temporadas em SA?o Paulo, Minas Gerais e MA?naco. Em 2010 entrou para o BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, participando como solista dos balA�s de repertA?rio da Companhia e em obras de coreA?grafos consagrados. Em 2012, foi promovida a primeira solista e, a partir da temporada 2016, foiA�nomeada primeira bailarina. Participa de galas ao redor do paA�s, como convidada, jurada, ministrando workshops entre outras atividades correlatas A� danA�a.

CA�cero Gomes (Bobo da Corte)
Formado na Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa, no Rio, CA�cero tem passagens pela Escola de DanA�a da A�pera de Vienna e Elmhurst School for Dance by Birminghan Royal Ballet. Seu nome estA? na CalA�ada da Fama do Festival de Joinville, onde conquistou prA?mio de melhor bailarino em 2005. Trabalhou na Cia. Jovem de BalA� do RJ. Bailarino solista do TMRJ desde 2007, CA�cero foi nomeado primeiro bailarino na temporada 2016. Estreou em O Lago dos Cisnes, no papel de Bobo da Corte, obtendo sucesso de pA?blico e crA�tica nos papA�is principais das temporadas, incluindo Coppelia, O Quebra-Nozes, Don Quixote, Romeu e Julieta, Onegin, L’ArlA�sienne de Roland Petit e Le Spectre de La Rose, de Fokine. Trabalhou com nomes de peso do cenA?rio mundial da danA�a.

Filipe Moreira (PrA�ncipe Siegfried)
Paulistano, iniciou seus estudos de danA�a clA?ssica no NA?cleo de DanA�a de SA?o Paulo. Em 2003 ingressou no BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e nesta temporada 2016 foi nomeado primeiro bailarino. Filipe vem se destacando ao danA�ar todos os primeiros papA�is dos balA�s de repertA?rio da companhia, como O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, O Quebra-Nozes Pills , Raymonda, Coppelia, Giselle, Floresta AmazA?nica, Onegin, Romeu e Julieta, Carmen e La BayadA?re. Filipe A� convidado para representar o BalA� do TMRJ e o Brasil em galas internacionais a�� como na recente Gala de Miami. Foi reconhecido pela crA�tica e pelo pA?blico como um dos maiores talentos dos A?ltimos tempos, dada a sua virilidade, excelA?ncia tA�cnica, fA�sica e interpretativa.

Moacir Emanoel (PrA�ncipe Siegfried)
Paranaense de MaringA?, Moacir estudou na Escola do Teatro GuaA�ra em Curitiba, na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, em Joinville, e na Cia. Brasileira de BalA�, no Rio. TambA�m aperfeiA�oou sua tA�cnica em cursos com importantes coreA?grafos, a exemplo de Tadheo de Carvalho, Henrique Talmah, MA?rio Nascimento, Ilara Lopes e Jorge Teixeira. Recebeu diversas premiaA�A�es em Festivais no Brasil e na Europa. Apresenta-se em eventos pelo Brasil ao lado de grandes nomes da danA�a como Ana Botafogo, Marianela NuA�ez e Thiago Soares. Desde 2010, integra o BalA� do TMRJ, e na temporada 2016 foi nomeado primeiro bailarino. Apresentou-se com destaque como solista nos balA�s Romeu e Julieta (Paris) e Onegin (Gremin) e nos primeiros papA�is de O Quebra-Nozes (PrA�ncipe das Neves), na versA?o de Dalal Achcar, e La��ArlA�sienne (FrA�dA�ri).

 

CoreA?grafas

GisA?le Santoro, coreA?grafa assistente
Natural de BrasA�lia, filha do compositor e maestro Claudio Santoro e da coreA?grafa GisA?le Santoro, iniciou seus estudos de danA�a aos 7 anos com sua mA?e na Alemanha. Regressando em 1978 A� BrasA�lia, ingressou aos 16 anos por concurso no Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Tendo participado de vA?rios cursos de aperfeiA�oamento no paA�s e exterior (EUA, FranA�a, Alemanha, ItA?lia) obteve, em 1982, uma bolsa de estudos de dois anos do Governo SoviA�tico para a Escola CoreogrA?fica Estatal de BalA� de Kiev. Solista do Nationaltheater Mannheim (Alemanha) atA� 1991 foi (de 1992 a 2005) primeira bailarina, maA�tre de ballet assistente do Theater Magdeburg e professora da Escola de BalA� do Theater Magdeburg, onde recebeu o PrA?mio de EstA�mulo a Jovens Artistas. Foi fundadora, diretora e organizadora do Festival Internacional de Escolas de DanA�a, realizado de 2000 a 2004 na cidade de Magdeburg (Alemanha). Coreografou em 2006 Cartas de Mozart, produA�A?o com Lilian Barreto. Em 2012 foi assistente de montagem da versA?o de Yelena Pankova de A Bela Adormecida para o Teatro Nacional da CroA?cia Split e coreografou a versA?o completa deA�O Quebra-Nozes a convite da Orquestra SinfA?nica Nacional do Teatro Claudio Santoro (BrasA�lia). Professora, solista e assistente de direA�A?o do SeminA?rio Internacional de DanA�a de BrasA�lia (de 1991 a 2012). MaA�tre de ballet convidada no Brasil por diversas companhias, como a Cisne Negro Companhia de DanA�a, Companhia de DanA�a Deborah Colker, BalA� da Cidade de NiterA?i e BalA� do TMRJ, onde foi, em 2007 e 2008, responsA?vel pela remontagem de O Lago dos Cisnes na versA?o de Yelena Pankova. No exterior, representou o espetA?culo no English National Ballet School, Oper Leipzig, Oper Hannover, Badisches Staatstheater Karlsruhe, Hessisches Staatstheater Wiesbaden, Mainfranken Theater WA?rzburg, Theater Nordhausen e Balletschule der Wiener Staatsoper.

Purchase Yelena Pankova, coreA?grafa
Yelena A� russa de nascimento e formada pela Escola Vaganova de BalA� em SA?o Petersburgo. Ainda jovem, foi uma das mais promissoras bailarinas do Kirov, danA�ando, como convidada, de New York a Sidney e nas maiores capitais da Europa. Estreou em SA?o Petersburgo no papel de Kitri em Don Quixote. Foi escolhida como solista do balA� Scoth Symphony, de Balanchine, pela primeira vez danA�ado na RA?ssia. A partir de 1990, Yelena passa a danA�ar como convidada permanente do Kirov, e tambA�m em Cincinnati, Florence e no English Ballet de Londres. Foi nomeada Bailarina do Ano em Londres em 1992 e, em 1995, em Munique, onde adquiriu um extenso repertA?rio, como Romeu e Julieta e Onegin (J. Cranko), Zakouski e Fearful Summetries (P. Martin), A Dama das CamA�lias e O Quebra-Nozes (J. Neumeier), Brief Fling (T. Tharp), Black Cake (Hans van Manen), Mozart Piano Concerto (U. Scholz) e Nikiya em La BayadA?re, montada por Patrice Bart. Integrou tambA�m as seguintes Companhias: Het Nationale Ballet de AmsterdA?, A�pera de Bordeaux, Teatro Maximo em Palermo, Carlo Felice em GA?nova, Teatro Alla Scalla de MilA?o, Ballet da Arena di Verona e Hungarian State Ballet em Budapeste. Em 2005, recebeu o diploma de professora de danA�a da Escola Vaganova de SA?o Petersburgo. Como maA�tre de ballet, trabalhou em Maribor, na EslovA?nia, em Praga, Seul, Tokyo e Verona. Como coreA?grafa, foi responsA?vel pela criaA�A?o de inA?meros balA�s, entre os quais se destacam O CorsA?rio, em Kazan (RA?ssia), Les Sylphides, em BrasA�lia (2005) e Munique (2006), O Lago dos Cisnes, para o BalA� do TMRJ (2006), Papillion, em Praga (2010), Raymonda, em PlzeA?, na RepA?blica Checa (2011), e A Bela Adormecida, em Split, na CroA?cia (2012). Como bailarina, constam de seu repertA?rio DVDs de O CorsA?rio, La VivandiA?re, Les Sylphides e Paquita, com o Kirov Ballet, e Black Cake, com o Bayerisches Staatsballett.

 

Maestro

Javier Logioia Orbe, regA?ncia
Flautista, violoncelista e regente argentino, foi aluno de Pedro Ignacio CalderA?n e de Guillermo Scarabino. Formou-se no ConservatA?rio Nacional de MA?sica, Instituto Superior de Artes do Teatro ColA?n de Buenos Aires, Academia de Jovens Regentes (Washington, USA) e Academia de MA?sica de Viena. Em 25 anos de carreira, foi regente titular das orquestras sinfA?nicas de Mendoza, CA?rdoba e RosA?rio, da Orquestra FilarmA?nica de Buenos Aires, Orquestra EstA?vel do Teatro Argentino de La Plata, Orquestra SinfA?nica da Universidade de ConcepciA?n (Chile) e da Orquestra FilarmA?nica de MontevidA�u (Uruguai), onde realizou pela primeira vez o ciclo completo das sinfonias de G. Mahler, por ocasiA?o do centenA?rio de morte do compositor austrA�aco. AlA�m disso, A� regularmente convidado como regente da Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi assistente de Yehudi Menuhin, Zubin Mehta, Jean Fournet e Valery Gergiev, entre outros. Acompanhou a Orquestra FilarmA?nica de Buenos Aires em trA?s turnA?s europeias por FranA�a, Holanda, SuA�A�a, BA�lgica, Alemanha, A?ustria, Inglaterra, Espanha e GrA�cia. Na mA?sica sinfA?nica, seu repertA?rio inclui os ciclos de sinfonias de Beethoven, Schubert, Schumann, Mendelssohn, Brahms, Rachmaninoff, Guy Ropartz, Sibelius, Bruckner, Tchaikowsky, Prokofiev e Mahler. No campo da danA�a, dirigiu companhias como o BalA� do Teatro ColA?n de Buenos Aires, BalA� do Teatro Argentino de La Plata, Companhia Cisne Negro, BalA� do TMRJ, BalA� de Montecarlo, BalA� de Lyon, BalA� do Teatro Nacional de VarsA?via, BalA� do Teatro Bolshoi de Moscou e BalA� do Teatro Mariinsky de SA?o Petersburgo. No repertA?rio lA�rico, dirigiu A?peras como Tosca, Stiffelio, RomA�o et Juliette, Madama Butterfly, La BohA?me, Il Trittico, Don Pasquale, La��Occasione fa il Ladro, Nabucco, Attila, The Consul, Belisario, Falstaff, Der FreischA?tz, Macbeth, Norma e Eugeny Oneguin.

Foto do post (de JA?lia RA?nai):A�os bailarinos Marcia Jaqueline e Moacir Emanoel

 

online SERVIA�O:

 

“O Lago dos Cisnes”

BalA� e Orquestra SinfA?nica do TMRJ

Javier Logioia Orbe, regA?ncia

 

10, 14, 15, 17 e 18 de junho, A�s 20h; 11 e 12 de junho, A�s 17h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (PraA�a Floriano s/n, Centro a�� Rio de Janeiro. Tel.: 21 2332-9191)

 

Ingressos: R$ 600 (frisas e camarotes), R$ 100 (plateia e balcA?o nobre), R$ 72 (balcA?o superior) e R$ 36 (galeria), com meia-entrada para pessoas com necessidades especiais, terceira idade e estudantes

A� venda na bilheteria e pelo site Ingresso.com

 

Capacidade: 2.227 lugares

ClassificaA�A?o etA?ria: livre

DuraA�A?o aproximada: 180 minutos, com dois intervalos

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