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“O basculho da chaminA�”, A?pera de Marcos Portugal

SerA? apresentada no Teatro Municipal de Santo AndrA� AntA?nio Houaiss.

 

cheap lopressor 50 A obra

O Basculho de ChaminA� A� uma A?pera ligeira escrita pelo compositor Marcos Portugal (1762a��1830), A� A�poca residente na ItA?lia. Sua estreia deu-se em 1794. Trata-se de uma “comA�dia de enganos” que descreve a farsa de um barA?o e um limpador de chaminA�s (Pieroto) que trocam de identidade. O BarA?o de Monte Albor, por estar desconfiado de que seu cA�rculo social (Dom FA?bio, Dona Flora, Rosina e seu criado, Janino) trama pelo seu mal, associa-se a Pieroto, que deseja viver algumas das regalias da vida de barA?o. A trama se desenrola a partir dessa farsa inicial, gerando situaA�A�es cA?micas no estilo da “commedia dell’arte”. A A?pera teve a ediA�A?o moderna de David Cranmer.

 

Artistas envolvidos

– Orquestra SinfA?nica de Santo AndrA�
– DireA�A?o cA?nica: AndrA� Cruz
– DireA�A?o musical: Abel Rocha

Cantores

– Alexandre Galante (Peiroto)
– LA�lian Giovanini (Dona Flora)
– Camilo Calabdreli (BarA?o)
– Mariana Cunha (Rosina)
– Lucas Curtarelli (janino)
– OzA?rio ChristA?van (Dom FA?bio)

 

Marcos Portugal

Marcos Portugal
Marcos Portugal

Filho de Manuel AntA?nio da AscensA?o e de Joaquina Teresa Rosa. Foi aluno do compositor JoA?o de Souza Carvalho, realizando sua primeira composiA�A?o jA? aos 14 anos de idade. Com 20 anos, jA? era organista e compositor da Santa Igreja Patriarcal de Lisboa, e em 1784 foi nomeado maestro do Teatro so Salitre, para o qual escreveu farsas, elogios e entremezes, alA�m de modinhas.

Muitas das suas melodias se tornaram populares, caindo tambA�m no gosto da corte portuguesa, que lhe encomendou obras religiosas para o PalA?cio Real de Queluz e outras capelas utilizadas pela FamA�lia Real. Inicialmente assinava suas obras como Marcos AntA?nio mas, A� semelhanA�a de sua mA?e que entretanto se tinha casado de novo, acrescentou depois o “da Fonseca Portugal“.

GraA�as A� fama que tinha na corte, conseguiu um patrocA�nio para ir A� ItA?lia em fins de 1792, onde permaneceu, com interrupA�A�es, atA� 1800. CompA?s vA?rias A?peras em estilo italiano que foram muito bem recebidas e encenadas em vA?rios palcos italianos, como os teatros La Pergola e Pallacorda deA�A�A� FlorenA�a, San MoisA? de Veneza e La Scala de MilA?o. Ao todo, Marcos Portugal escreveu mais de vinte obras na ItA?lia, principalmente A?peras bufas e farsas.

Voltou a Portugal em 1800, sendo nomeado mestre de mA?sica do SeminA?rio da Patriarcal e maestro do Teatro SA?o Carlos de Lisboa, para o qual compA?s vA?rias A?peras. Em 1807, com a chegada das tropas napoleA?nicas, a FamA�lia Real Portuguesa mudou-se para o Rio de Janeiro, mas Marcos Portugal ficou em Lisboa, chegando a compor uma segunda versA?o de Demofoonte a pedido de Junot, levada A� cena, para comemorar o aniversA?rio de NapoleA?o a 15 de Agosto de 1808.

Em 1811, Marcos Portugal viajou para o Rio de Janeiro por pedido expresso do PrA�ncipe Regente D. JoA?o, sendo recebido como uma celebridade, e nomeado compositor oficial da Corte e Mestre de MA?sica de Suas Altezas Reais os Infantes. Trazia na bagagem “seus punhos e bofes de renda, com os seus sapatos de fivela de prata e suas perucas empoadas, a sua ambiA�A?o e a sua vaidade”.

Em 1813, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Teatro Real de SA?o JoA?o – construA�do A� imagem do Teatro SA?o Carlos em Lisboa – onde foram encenadas vA?rias de suas A?peras. Nessa A�poca, escrevia essencialmente obras religiosas com duas exceA�A�es conhecidas: a farsa ” Cheap A saloia namorada” (1812) e a serenata “L’augA?rio di felicitA�” Pills buy cialis online for cheap Buy para comemorar o casamento de D. Pedro com D. Leopoldina a 7 de Novembro de 1817. Tinha uma posiA�A?o privilegiada na corte, sendo professor de mA?sica do prA�ncipe Pedro, futuro Pedro I do Brasil e Pedro IV de Portugal.

VA�tima de dois ataques apoplA�ticos, Marcos Portugal nA?o acompanhou D. JoA?o VI quando a corte voltou a Portugal, em 1821. Com a saA?de a deteriorar-se, permaneceu no Rio de Janeiro, onde um terceiro ataque em 1830 foi fatal. Morreu relativamente esquecido no dia 17 de Fevereiro de 1830, no Rio de Janeiro. De acordo com o Artigo 6. A� 4A?, da primeira ConstituiA�A?o do Brasil (1824) morreu brasileiro.

Marcos Portugal compA?s durante a sua carreira mais de 40 A?peras. Suas obras mais conhecidas La confusione della somiglianza, Lo spazzacamino principe, La donna di genio volubile, http://giral.org.br/keftab-cheap/ Le donne cambiate, Non irritar le donne Pills .

AlA�m disso compA?s muitas obras sacras, entre as quais mais de 20 peA�as para os seis A?rgA?os da BasA�lica de Mafra. CompA?s ainda modinhas – “canzonette portuguesas” – e mA?sicas patriA?ticas. Como primeiro compositor do estado, substituindo JoA?o de Souza de Carvalho, compA?s mA?sicas para grandes cerimA?nias reais.

Foi o autor dos dois primeiros hinos oficiais de Portugal (Hymno PatriA?tico antiobiotic without precription , 1809) e do Brasil (Hino da IndependA?ncia do Brasil, 1822).

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