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Nelson Freire e Beethoven em MG

FilarmA?nica de Minas Gerais recebe o pianista para interpretar concerto para piano de Beethoven e sinfonia de Bruckner.

 

O aclamado pianista http://test.okjcp.jp/?p=9911 Nelson Freire apresenta-se com a Orquestra FilarmA?nica de Minas Gerais nos dias 22 e 23 de junho, A�s 20h30, na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, e interpreta o Concerto para piano n. 4, de Beethoven. Sob regA?ncia do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra interpretarA?, ainda, pela primeira vez, a Sinfonia n. 3, de Bruckner. Nelson Freire vem colaborando com a FilarmA?nica hA? muitas temporadas, e esta serA? a oitava vez que o artista se apresenta com a Orquestra. Os ingressos estA?o esgotados.

Antes das apresentaA�A�es, das 19h30 A�s 20h, o pA?blico poderA? participar dos Concertos Comentados, palestras que abordam aspectos do repertA?rio. A convidada das duas noites A� a bailarina e historiadora Regina Amaral, professora da Escola, que irA? apresentar a riqueza das duas narrativas de Orfeu sob o olhar de Stravinsky e Liszt.

 

aborsi RepertA?rio

http://vasdaqcf.com/blog/2018/02/02/coreg-without-prescription/ Ludwig van Beethoven (1770-1827) e a obra Concerto para piano n. 4 em sol maior, Op. 58
No sA�culo 19, muitas eram as oportunidades para os compositores, que passaram a ter mais facilidade para publicar suas obras e se apresentarem em pA?blico. A composiA�A?o de um concerto servia-lhes para demonstrar seu alto conhecimento musical, como compositor e como instrumentista. Beethoven compA�e seu Concerto para piano n. 4 nesse momento e o estreia em 1807, em Viena, em concerto privado na casa de seu patrono, o PrA�ncipe Franz Joseph von Lobkowitz, com o compositor ao piano. A primeira performance pA?blica da obra, na A?ltima apariA�A?o de Beethoven como solista, realiza-se, tambA�m, em Viena, em dezembro de 1808, no Theater an der Wien. Na peA�a, o compositor soube explorar todas as possibilidades expressivas do piano, de modo a colocA?-lo em pA� de igualdade com a orquestra. Pela primeira vez, o instrumento ganha independA?ncia e se torna um dos protagonistas da cena.

Anton Bruckner (1824-1896) e a obra Sinfonia n. 3 em rA� menor (ediA�A?o por Franz Schalk)
A despeito dos detratores de sua mA?sica em Viena, e da discussA?o sobre o wagnerismo de sua linguagem, Bruckner seguiu convicto, a revelar vigor e delicadeza em orquestraA�A�es para as quais trouxe a sonoridade de seu instrumento, o A?rgA?o. O sinfonismo bruckneriano A� atravessado pelo senso de convicA�A?o, pela sinceridade e pelo espA�rito de devoA�A?o que aproximam suas obras de peA�as religiosas. AlA�m disso, o mA?sico age como um dramaturgo, que dA? a cada tema a�� como a um personagem a�� o tempo que ele precisa para desempenhar seu papel. Na Sinfonia n. 3 em rA� menor, dedicada a Wagner, percebe-se a presenA�a do tema de abertura nA?o apenas em seu retorno A� reexposiA�A?o, mas, tambA�m, no desenvolvimento e na seA�A?o conclusiva, tal a pregnA?ncia da cor orquestral, das harmonias e dos motivos melA?dicos. A obra expressa devoA�A?o, amor A� vida e uma visA?o alA�m de seus limites.

 

Maestro Fabio Mechetti

Desde 2008, Fabio Mechetti A� diretor artA�stico e regente titular da Orquestra FilarmA?nica de Minas Gerais. Com seu trabalho, posicionou a orquestra mineira nos cenA?rios nacional e internacional e conquistou vA?rios prA?mios. Com ela, realizou turnA?s pelo Uruguai e Argentina e realizou gravaA�A�es para o selo Naxos. Natural de SA?o Paulo, Mechetti serviu recentemente como regente principal da Orquestra FilarmA?nica da MalA?sia, tornando-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiA?tica. Depois de 14 anos A� frente da SinfA?nica de Jacksonville, Estados Unidos, atualmente A� seu regente titular emA�rito. Foi tambA�m regente titular das SinfA?nicas de Syracuse e de Spokane. Desta A?ltima A�, agora, regente emA�rito. Foi regente associado de Mstislav Rostropovich na SinfA?nica Nacional de Washington, e com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no CapitA?lio norte-americano. Da SinfA?nica de San Diego, foi regente residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a SinfA?nica de Nova Jersey e tem dirigido inA?meras orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. A� convidado frequente dos festivais de verA?o nos Estados Unidos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.

Realizou diversos concertos no MA�xico, Espanha e Venezuela. No JapA?o dirigiu as orquestras sinfA?nicas de TA?quio, Sapporo e Hiroshima. Regeu tambA�m a Orquestra SinfA?nica da BBC da EscA?cia, a Orquestra da RA?dio e TV Espanhola em Madrid, a FilarmA?nica de Auckland, Nova ZelA?ndia, e a Orquestra SinfA?nica de Quebec, CanadA?. Vencedor do Concurso Internacional de RegA?ncia Nicolai Malko, na Dinamarca, Mechetti dirige regularmente na EscandinA?via, particularmente a Orquestra da RA?dio Dinamarquesa e a de Helsingborg, SuA�cia. Recentemente fez sua estreia na FinlA?ndia, dirigindo a FilarmA?nica de Tampere, e na ItA?lia, dirigindo a Orquestra SinfA?nica de Roma. Em 2016 estreou com a FilarmA?nica de Odense, na Dinamarca.

Fabio Mechetti recebeu tA�tulos de mestrado em RegA?ncia e em ComposiA�A?o pela prestigiosa Juilliard School de Nova York.

 

Nelson Freire

Nelson Freire atingiu raro consenso entre ouvintes de mA?sica clA?ssica. Todas as peA�as interpretadas pelo pianista mineiro parecem receber, de suas mA?os, a versA?o mais poA�tica, perfeita e comovedora. Consagrado, o mA?sico A� convidado a tocar nas melhores salas de concerto, com orquestras e regentes mais prestigiosos. As pompas, porA�m, nA?o alteraram o carA?ter do menino de Boa EsperanA�a (MG), que, aos 5A�anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde foiA�orientado por Nise Obino e LA?cia Branco. Finalista do I Concurso Internacional de Piano do Rio de Janeiro, o pianista recebeu, do entA?o presidente Juscelino Kubitschek, a bolsa de estudos que o leva a Viena, onde estudou sob a direA�A?o de Bruno Seidlhofer. Aos 19, conquista o primeiro prA?mio no Concurso Internacional Vianna da Motta, em Lisboa. Seu dA�but se deu aos 23, em Londres, em apresentaA�A?o considerada sensacional pela crA�tica, a ponto de o Times chamA?-lo de a�?o jovem leA?o do tecladoa�? Buy .

Em cinco dA�cadas, e com atuaA�A�es em cerca de 70 paA�ses, Freire tornou-se estrela internacional de mA?xima grandeza. Gravou para Sony/CBS, Teldec, Philips e Deutsche Grammophon. Desde 2003, tem contrato de exclusividade com a Decca. Seus discos obtiveram os prA?mios Diapason da��Or, Grand Prix du Disque, Victoire dA?Honneur, Edison Award, Gramophone Award e o Grammy Latino, por Nelson Freire Brasileiro. Apresentou-se com os prestigiados regentes Valery Gergiev, Rudolf Kempe, Rafael Kubelik, Yuri Temirkanov, Seiji Ozawa, Riccardo Chailly, Charles Dutoit, Andre Previn, Pierre Boulez, Lorin Maazel, Kurt Masur e Sir Colin Davis. Esteve, ainda, com as orquestras filarmA?nicas de Berlim, Londres, Nova York e Israel, Concertgebouw de Amsterdam, Gewandhaus de Leipzig, e sinfA?nicas de Paris, Nacional da FranA�a, Munique, TA?quio, SA?o Petersburgo, Boston, Chicago e Viena. Esta A� a oitava apresentaA�A?o de Nelson Freire com a FilarmA?nica de Minas Gerais.

 

Foto: Rafael Motta

 

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Orquestra FilarmA?nica de Minas Gerais

Nelson Freire, piano Pills

Fabio Mechetti, regente

 

22 e 23 de junho, quinta e sexta-feiras, A�s 20h30

Sala Minas Gerais (R. Tenente Brito Melo, 1.090, Barro Preto a�� Belo Horizonte. Tel.: 31 3219-9000)

 

Ingressos: R$ 105 (balcA?o principal), R$ 85 (plateia central), R$ 62 (balcA?o lateral), R$ 50 (mezanino) e R$ 40 (balcA?o palco e coro), com meia-entrada para estudantes, pessoas com mais de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiA?ncia, de acordo com a legislaA�A?o

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