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“Nabucco”, de Verdi, em Belo Horizonte

Com regência do maestro Silvio Viegas e direção de cena de André Heller-Lopes, esta montagem será apresentada também no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em julho.

Serviço national socialist movement

Grande Teatro – Palácio das Artes

Dias  19, 21, 23, 25 e 27 de junho
Horários: domingo às 18h e segunda, terça, quinta-feira e sábado às 20h

Ingressos
Valor: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (*meia-entrada)
Meia-entrada para estudantes e maiores de 60 anos, conforme a lei.

Informações: (31) 3236-7400

 

De 19 a 27 de junho, o Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, recebe Nabucco, de Giuseppe Verdi (1813-1901). É a primeira vez que a ópera é produzida na capital mineira por meio da Fundação Clóvis Salgado. Oito solistas de diferentes estados e países foram convidados: Rodrigo Esteves (RJ), Eiko Senda (Japão), Sávio Sperandio (GO), Rita Medeiros (MG), Marcos Paulo (RJ), Cristiano Rocha (MG), Júlio César Mendonça (MG) e Fabíola Protzner (MG).

Além de um grande elenco, a ópera contará com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, o Coral Lírico de Minas Gerais e o Coral Lírico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Mais de 400 profissionais estão envolvidos na produção. A montagem é mais uma ação de intercâmbio promovida pela Fundação Clóvis Salgado com outras casas produtoras de óperas no país. Além da circulação para outras cidades, cerca de 20 integrantes do Coral Lírico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro participam do coro e parte dos figurinos foi produzida pelo Theatro Municipal de São Paulo.  “Belo Horizonte tem se consolidado como um dos principais centros de produção operística do Brasil. Temos como desafio estimular ainda mais a interação entre as produções, otimizando custos e estimulando a circulação das montagens”, destaca a presidente da Fundação Clóvis Salgado, Solanda Steckelberg. A opção por Nabucco é uma homenagem de Minas Gerais aos 150 anos da unificação italiana, comemorada em 2011.

Para o maestro Silvio Viegas, Nabucco foi um sucesso não só pela música – visceral, inovadora, intensa, bruta e, ao mesmo tempo, delicada – mas também porque a história que se passava no palco era um eco do que acontecia na Itália daqueles tempos. Assim como os judeus eram dominados pelos babilônios na ópera, a Itália era governada pelo Império Austríaco. A música e a poesia se tornaram o veículo perfeito para o sentimento de um povo que não aceitava tal situação. O “Coro dos Escravos” (Va, pensiero, sull’alli dorate / Vai, pensamento, sobre asas douradas) tornou-se não somente um trecho da obra, mas um hino pela liberdade. Desde a sua estreia, a música de Nabucco tornou-se o hino do “Risorgimento” italiano pela unificação, que agora, em 2011, comemora 150 anos.

Para o diretor Andre Heller-Lopes, a história de Nabucco é atemporal. Na montagem, seu ponto de partida foi o desejo de trazer ao público de Belo Horizonte um Nabucco moderno e renovado, sem esquecer seu lado histórico e pleno de emoção. “Essa abordagem foi tão atual que, quase 170 anos depois, é possível identificar em ditadores do Oriente Médio a ganância e a loucura de Nabucco. Em falsos profetas, a intransigência religiosa e o desrespeito com a fé do outro marcam a personagem Zaccaria. Já o amor de Abigaille, Ismaele e Fenena, felizmente, ainda movem o mundo”, destaca.

 

Um toque de história (por Silvio Viegas)

Improvável… Destinado… Miraculoso… Tudo isso poderia ser dito sobre Verdi. Nasceu no seio de uma família humilde, sem qualquer tradição musical. Ao ouvir o som rude da rabeca de um cliente da Taberna de seu pai apaixonou-se pela música ainda criança. Aprendeu-a quase que de forma autodidata, tocando sem professor seu primeiro instrumento: uma espineta já usada, que, até hoje, é conservada em sua Vila. Viajou para Milão a fim de tentar estudar no Conservatório (que hoje leva seu nome) e foi reprovado.

Com muito esforço, conseguiu levar, ao palco do La Scala, a sua primeira ópera: Oberto, Conte di San Bonifacio. Em função do relativo sucesso que obteve, recebeu a encomenda de três novas óperas, sendo a primeira uma cômica, Un Giorno di Regno. No entanto, no período de composição, Verdi, que já havia perdido seus dois filhos, viu chegar a morte de sua jovem esposa. Além da perda pessoal, o sucesso também lhe virou as costas. A ópera foi um incontestável fracasso e ele prometeu nunca mais compor.

Sem família, sem música e sem esperança, mudou-se para um pequeno quarto mobiliado na parte antiga de Milão e jantava todos os dias em uma taberna simples, relativamente distante do Teatro. Em um dia de rigoroso inverno, ali encontrou, por acaso, com Morelli, diretor do La Scala, que, mesmo contra a vontade de Verdi, arrastou-o até o Teatro e o forçou a levar o libreto de Nabucco – que foi parar em suas mãos em função da recusa de Nicolai, compositor de As Alegres Comadres de Windsor, de transformá-lo em música.

Em suas memórias, Verdi conta que quando chegou ao seu quarto o libreto caiu de seu casaco e abriu na página que iniciava com o texto: “Va’ Pensiero sull’ali dorate”. Destino? Difícil dizer… Após ler mais um pouco, tentou dormir, mas não foi capaz. Sentiu sua alma agitada, sentiu nascer, de novo em si, a energia criativa que o marcaria para toda sua vida. Na estreia, em nove de março de 1842, ao término do primeiro ato, o compositor foi aplaudido de pé por vários minutos. Ao final da ópera, ovacionado pelo público, cantores e músicos de forma raramente vista, era claro que nascia, de forma definitiva, o compositor Giuseppe Verdi.

 

Andre Heller-Lopes

Ganhador, por dois anos consecutivos, do Prêmio Carlos Gomes de melhor diretor cênico de ópera, o carioca André Heller-Lopes é dono de uma trajetória ímpar no Brasil. Diário do Desaparecido e Savitri (CCBB-SP e DF) foram apontados como “espetáculos do ano” (O Jornal O Globo); enquanto Ariadne em Naxos (TMSP), “impactante, simples, arrojado e bem-humorado” (Folha de SP) e “demonstra ser possível inovar com bom senso e bom gosto” (O Estado de SP).

Sua mais recentemente encenação, Tosca no Kleinesfestpielhaus (Haus für Mozart), em Salzburgo, foi descrita como um “retumbante sucesso”, colhendo elogios de público e crítica. Especializado em ópera, recebeu o título de Doutor (PhD) pelo Kings College, de Londres, num trabalho inédito sobre a Ópera Nacional Brasileira, entre 1857 e 1863. Sua monografia de Mestrado, intitulada Vozes Brasileiras, abordou, igualmente, o universo operístico brasileiro do século XIX, debruçando-se, de forma detalhada, sobre a vida de cantoras líricas europeias que vinham ao Brasil entre 1844 e 1852.

Desde 1996, é professor do Departamento Vocal da Escola de Música da UFRJ. Em 2003, tornou-se coordenador de Ópera da Prefeitura do Rio, desenvolvendo extensa programação dedicada ao público jovem – atualmente em seu sétimo ano consecutivo. No Brasil, destacam-se suas encenações para espetáculos diversos, como os ciclos ‘Palavras Brasileiras’, ‘Viva Verdi’ e ‘Portinari: Música e Poesia’ (CCBB RJ e SP), Samson et Dalila, Andrea Chenier e La Fille du Régiment (TMSP) e Idomeneo (TMRJ), Cavalleria Rusticana e A Ópera dos 3 Vinténs (FAO), Mozart & Salieri (Festival de Campos do Jordão), Der Schauspieldirektor (OSB), Falstaff e Der Rosenkavalier (OSESP), Der Zwerg (OPS).

Idealizou, ainda, a criação de novas óperas brasileiras (Caixeiro da Taverna, Domitila, Anjo Negro). André Heller-Lopes, trabalhou na San Francisco Opera, Metropolitan Opera (Nova York), Royal Opera House (Londres) e Teatro Nacional de São Carlos (Lisboa). Ao longo de duas temporadas no Covent Garden, dirigiu O Imperador de Atlantis (Viktor Ullmann) e Diário do Desaparecido (Janácek), trabalhando, ainda, na equipe de direção de 15 óperas, com artistas como Domingo, Mattila, Villazon, Graham, Terfel, Hampson, Hvorostovsky, Allen, Ramey, e ao lado de diretores como Copley, K. Warner, Miller, Martone ou Armfield. Mais recentemente, dirigiu O Barbeiro de Sevilha (Iford Arts Summer Festival, UK); Yerma in concert, de Villa-Lobos (Berlim/Lisboa/Paris); além de Dido & Aneas, Trouble in Tahiti, L’Occasione fa Il ladro e Hansel & Gretel (Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa) e Tosca (Kleinesfestspielhaus, Salzburg).

Dentre seus compromissos futuros, destacam-se novas produções de Nabucco (Palácio das Artes de Belo Horizonte, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Festival Amazonas de Ópera e Theatro Municipal de São Paulo), Die Walküre (Theatro Municipal de São Paulo) e a estreia brasileira de A Midsummer’s Night Dream, projeto ganhador do Britten 100 Award e que será co-produzido pela OSESP e pelo Teatro Nacional de São Carlos.

 

Silvio Viegas

Natural de Belo Horizonte, é Mestre em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, tendo sido discípulo dos maestros Oiliam Lanna, Sergio Magnani e Roberto Duarte. Ainda jovem, foi agraciado com uma bolsa de estudos, indo estudar regência na Itália. Em 2001, ficou com o primeiro lugar no Concurso Nacional Jovens Regentes, organizado pela Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB).

Desde o início de sua carreira tem se destacado por sua atuação no meio operístico, regendo óperas como Così fan Tutte, Le Nozze di Figaro e A Flauta Mágica, de Mozart; Tiradentes, de Manuel Joaquim de Macedo; La Bohème, de Puccini; O Barbeiro de Sevilha, de Rossini; Carmen, de G. Bizet; Cavalleria Rusticana, de P. Mascagni; Il Trovatore, de Verdi; Romeu e Julieta, de Gounod; e, mais recentemente, Lucia di Lammermoor, de Donizetti.

Esteve à frente das Orquestras Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica, Orquestra do Teatro da Paz, Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Sinfônica de Minas Gerais, Sinfônica de Burgas (Bulgária), Sinfônica do Festival de Szeged (Hungria), Orquestra do Algarve (Portugal), entre outras. Foi diretor Artístico da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, de 2003 a 2005. Atualmente, é Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e professor de Regência na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais.

 

SOLISTAS

Rodrigo Esteves – (Nabucco – Rei da Babilônia)

Eiko Senda (Abigaille – Escrava que se acreditava filha primogênita de Nabucco)

Sávio Sperandio (Zaccaria – Sumo sacerdote dos hebreus)

Rita Medeiros (Fenena – Filha de Nabucco)

Marcos Paulo (Ismaele – Chefe de Guarda)

Cristiano Rocha (Grande Sacerdote dos Baibilônios)

Júlio César Mendonça (Abdallo – Oficial de Nabucco)

Fabíola Protzner (Anna – Irmã de Zaccaria)

 

DEMAIS INTEGRANTES

Coro – Soldados Babilônios, Soldados Hebreus, Levitas, Virgens Hebreas, Mulheres Babilônias, Magos, Poderosos do Reino Babilônio, Povo.

Cenários – Renato Theobaldo

Figurinos – Marcelo Marques

Iluminação – Fábio Retti

Caracterização cênica – Elizinha Ducarmo e equipe

Direção de produção – Cláudia Malta

 

GIUSEPPE VERDI

Guiseppe Verdi nasceu na aldeia de Le Roncole, na Itália, em 1813. Filho de um estalajadeiro, recebeu uma educação rudimentar, mas desde cedo se revelou um talento musical incomum. Antonio Barezzi, um comerciante abastado, tornou-se seu mecena e custeou a educação erudita de Giuseppe em Milão. Mais tarde, em 1839, Verdi casou-se com a filha de Barezzi.

 

Neste mesmo ano, o compositor estreou sua primeira ópera – Oberto – no teatro La Scala de Milão, com grande sucesso e recebendo, inclusive, encomendas para três novas óperas. Daí surgiram obras como Um Giorno di Regno (1840), que foi um fracasso, e Nabucco, em 1842, que foi o primeiro grande sucesso do compositor. Esta ópera consolidou o prestígio de Verdi e marcou o seu encontro com a soprano Guiseppina Strepponi, sua segunda esposa.

A partir de então, o italiano escreveu 27 óperas, entre elas Macbeth (1843), Rigoletto (1851), Il Trovatore (1853), Um Ballo in Maschera (1859), Aída (1871), Otello (1887) e Falstaff (1893), além do Réquiem (1874) e outras peças do repertório religioso. Graças à diversidade e à qualidade de sua obra, Verdi é considerado o mais importante compositor italiano do século XIX. Em 1897, após o falecimento de Guiseppina, a saúde do compositor entrou em declínio e ele faleceu após um ataque cardíaco, em 1901.

 

A OBRA

Libreto de Temistocle Solera e música de Giuseppe Verdi


Sinopse

Ato I:  Jerusalém

Os judeus oram diante templo de Salomão. O sumo-sacerdote Zacarias entra com Ana, sua irmã, e Fenena, filha de Nabucco, tida como refém pelos judeus. Zacarias avisa ao povo que Javé não vai abandonar o povo judeu. Ismael, chefe militar e sobrinho do rei de Jerusalém, entra com seus soldados e avisa de que Nabucco destrói tudo.

Zacarias espera que haja um milagre e entrega Fenena a Ismael para que ela tenha sua segurança garantida. Ambos são amantes, e se conheceram na Babilônia. Abigail, a outra filha de Nabucco – que também é apaixonada por Ismael – entra conduzindo um exército de assírios para ocupar o templo. Os assírios estão vestidos como judeus. Abigail chantageia Ismael, dizendo que ela salvará seu povo caso ele lhe retribua o amor, mas Ismael não aceita.

Reaparecem os judeus, assustados com a reaproximação de Nabucco, que é enfrentado por Zacarias, que o denuncia por blasfêmia e ameaça executar Fenena. Esta é entregue a Nabucco por Ismael, que é reprimido pelos judeus. Nabucco manda incendiar o templo.
Ato II:  O Blasfemo

Palácio de Nabucco, na Babilônia. Abigail acha um pergaminho no qual é dito que ela é filha de escravos e não de Nabucco. Jura vingança a ele e a Fenena, enquanto se lembra de Ismael e acha que ele poderia ter salvado sua vida. Entra o Sumo Sacerdote e avisa que Fenena mandou libertar os prisioneiros judeus, e que, devido à traição, Abigail será nomeada herdeira do trono, ao invés de Fenena.

Em outro local, Zacarias ora e tenta convencer os assírios a esquecerem seus ídolos. Fenena entra nos aposentos de Zacarias, e este tenta convertê-la. Os levitas entram e encontram Ismael, que fora banido. Zacarias perdoa Ismael, por este ter salvado um judeu – Fenena, agora convertida. Abdalo, conselheiro do palácio, entra e avisa Fenena dos boatos sobre a morte de Nabucco, e que sua vida está em risco.

Entra o Sumo Sacerdote e proclama a regência de Abigail. É anunciada a sentença de morte aos judeus. Fenena se recusa a entregar o cetro a Abigail. Inesperadamente, entra Nabucco, toma a coroa e a coloca em sua cabeça. Nabucco diz que derrotou Baal e Javé, e por isso mesmo não é rei. É Deus. Nesse instante, cai um raio na cabeça de Nabucco, que fica louco. Abigail recupera a coroa.
Ato III:  A Profecia

Jardins suspensos da Babilônia. Abigail é proclamada regente e é instigada a condenar à morte os judeus, mas, antes disso, Nabucco entra atordoado. Abigail explica que está na função de regente porque o rei está impedido de reinar, e lhe entrega a ordem de execução aos judeus, esperando que ele decrete a morte de Fenena – agora, convertida ao judaísmo. Nabucco assina, mas pergunta sobre o que vai acontecer a Fenena, e Abigail avisa que ela também vai morrer, junto com os outros judeus. Nabucco tenta mostrar o documento a Abigail dizendo que ela é uma impostora, mas ela já o tem em mãos e o rasga em pedaços. Nabucco chama os guardas, mas não é atendido. Sem saída, roga clemência a Abigail, que permanece irredutível.

Enquanto isso, os judeus permanecem descansando do trabalho escravo, diante das margens do Eufrates, e relembram sua pátria perdida. Zacarias anuncia que eles estarão livres do cativeiro em breve, e Javé os ajudará a derrotar a Babilônia.
Ato IV:  O ídolo destruído

Nabucco está em seus aposentos e ouve o grito de Fenena. Ao olhar para a janela, vê que ela está sendo executada. Ao tentar abrir a porta, dá-se conta de que é prisioneiro. Neste momento,  implora perdão a Javé, rogando-lhe conversão, juntamente como a seu povo. Ao recuperar a razão, entra Abdalo se certifica de que Nabucco é novamente ele próprio, e já está com todas as suas faculdades recuperadas. E tenta buscar o trono.

Os carrascos preparam a execução de Zacarias e de seu povo. Fenena é aclamada como mártir ,e em sua última prece, roga a Javé que a receba no céu. Nabucco acaba com a escravidão dos judeus e anuncia que ele próprio é um deles. A estátua de Baal e destruída e Abigail se suicida, implorando a Ismael que se una novamente a Fenena. O povo reconhece o milagre, e direciona louvores a Javé.

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4 Comments

  1. Irei assistir a apresentação no Teatro Belas Artes em BH.
    Gostaria muito de participar de um Coral.
    Será que poderiam me indicar um em BH?

    Atenciosamente
    Bernadete Prado

  2. Saludos al Gran Bajo Sávio Sperandio en el roll de Zaccaria, el Sumo sacerdote de los hebreos, desde Argentina, un gran abrazo y un gran suceso que sin duda alguna lo sera. Auguriiiii….!!!!!

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