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Municipal de SP volta a ser Quartier Latin

A�pera terA? sete rA�citas, com participaA�A?o de artistas circenses e do Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de MA?sica.

 

Uma das A?peras mais populares do repertA?rio lA�rico, La BohA?me, de Giacomo Puccini, A� o tA�tulo que abre a temporada lA�rica 2016 do Theatro Municipal de SA?o Paulo. SerA?o sete apresentaA�A�es – dias 30 de abril; 1, 3, 4, 5, 6, 7 e 8 de maio. Os ingressos custam deA�R$ 50 a R$A�160, com meia-entrada para todos os setores, e estA?o disponA�veis nas bilheterias do Theatro Municipal.

Esta A� a concepA�A?o, de 2013, de Arnaud Bernard para o Theatro Municipal, com remontagem de Julianna Santos. A direA�A?o musical A� de Eduardo Strausser, maestro residente da Orquestra SinfA?nica Municipal. O regente estarA? A� frente da OSM em todas as rA�citas. TambA�m participam o Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo, alA�m de artistas circenses e das crianA�as e jovens do Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de MA?sica de SA?o Paulo, da FundaA�A?o Theatro Municipal.

Dividida em quatro atos, La BohA?me tem nos papA�is protagonistas as sopranos Cristina Pasaroiu e Maija Kovalevska, como MimA�, e os tenores Ivan Magri e Riccardo Gatto, dividindo o papel de Rodolfo. “Trata-se de um elenco bastante jovem, porA�m muito experiente“, destaca Strausser, que comanda o grupo de solistas de diferentes nacionalidades – ItA?lia, Brasil, RomA?nia, LetA?nia, China e Chile.

EstarA?o em cena os cantores Mattia Olivieri, ZhengZhong Zhou, Order Mihaela Marcu, Anna Maria Sarra, Patricio SabatA�, Mattia Denti, Murilo Neves, InA?cio De Nonno, Leonardo Pace e Renato Tenreiro. “Como o elenco A� praticamente todo novo – somente dois nomes estavam na versA?o de 2013 -, novas relaA�A�es estA?o sendo construA�das. Estamos seguindo outros caminhos que chegarA?o ao mesmo resultado”, comenta Julianna.

Tanto para a direA�A?o cA?nica quanto para a musical, La BohA?me A� uma A?pera com quatro atos bem amarrados, porA�m bem diferentes entre si. A movimentaA�A?o cA?nica A� uma consequA?ncia da mA?sica, sempre costurado pela atmosfera onA�rica da construA�A?o da paixA?o do casal protagonista.


HistA?ria de Amor

O enredo de La BohA?me narra o encontro de Rodolfo e Mimi, que se conhecem na vA�spera do Natal. A florista, desde o inA�cio apresenta sintomas da tuberculose. JA? Rodolfo, um poeta, vive cercado por seus amigos – tA?o pobretA�es quanto ele – Marcello, um pintor, Colline, um filA?sofo, e Schaunard, um mA?sico, que formam um quarteto de amigos fiA�is na dedicaA�A?o A� arte e aos prazeres da vida. As histA?rias cotidianas do grupo servem como pano de fundo para o desenrolar de uma trA?gica histA?ria de amor. A A?pera estreou no Teatro Regio de Turim, na ItA?lia, em 1A? de novembro de 1896, regida pelo jovem maestro Arturo Toscanini.

Ato I

Em uma mansarda, na vA�spera de Natal, o poeta Rodolfo, o pintor Marcello e o filA?sofo Colline buscam maneiras de enfrentar o frio parisiense. A penA?ria A� tanta que nA?o hA? recursos sequer para comprar lenha para a lareira. A situaA�A?o A� salva por Schaunard, o mA?sico, que divide o teto com os outros trA?s amigos, e traz o dinheiro que obteve com um excA?ntrico nobre inglA?s. Batem A� porta: A� BenoA�t, o proprietA?rio, cobrando o aluguel. Os amigos dA?o de beber ao velho que, embora casado, acaba por se vangloriar de suas conquistas femininas. Fingindo indignaA�A?o, os jovens aproveitam a oportunidade para expulsA?-lo de casa, julgando assim paga a dA�vida. Eles decidem celebrar a ocasiA?o no CafA� Momus, no Quartier Latin. Rodolfo fica para trA?s, para terminar um artigo de jornal. Nesse instante, bate A� sua porta uma vizinha, de saA?de frA?gil, em busca de fogo. Atrapalhada, ela acaba perdendo a chave no apartamento do poeta. Rodolfo aproveita o escuro para pegar a mA?o da moA�a, que revela ser a florista MimA�. Impacientes, do lado de fora, Marcello,Colline e Schaunard chamam Rodolfo que, tendo trocado votos de amor com MimA�, resolve se juntar a eles.

Ato II

Em um Quartier Latin tomado pela multidA?o, Rodolfo apresenta MimA� aos amigos. Eles ocupam uma mesa no CafA� Momus, onde Marcello se abala com a chegada de Musetta, sua ex-namorada, acompanhada pelo velho Alcindoro. A moA�a faz todo tipo de escA?ndalo para chamar a atenA�A?o do pintor, atA� que, queixando-se de seu calA�ado estar apertado, manda Alcindoro se dirigir a um sapateiro, para comprar outro. Marcello nA?o resiste ao flerte e se joga nos braA�os de MimA�, quando a multidA?o eufA?rica, se reA?ne para saudar uma parada militar. Nesse instante, a conta do jantar no cafA� A� apresentada. Os jovens estA?o sem dinheiro, e Musetta surge com a soluA�A?o: deixar a despesa para Alcindoro.Os amigos se retiram junto com o desfile militar, enquanto Alcindoro,de volta ao Momus, encontra apenas as contas a esperA?-lo.

Ato III

MimA� chega a um posto alfandegA?rio, junto ao qual hA? um cabarA�, no qual Marcello trabalha como pintor. Tossindo, ela se queixa ao amigo dos ciA?mes de Rodolfo. Sabendo da presenA�a do poeta, MimA� resolve se esconder. Rodolfo discute sua situaA�A?o com Marcello; inicialmente, faz acusaA�A�es a MimA�, para, por fim, dizer a verdade. A saA?de da namorada A� frA?gil demais e ele nA?o dispA�e de recursos para ajudA?-la. Comovida pelo que ouve, MimA� se revela, e o casal opta pela separaA�A?o – nA?o durante o inverno, mas quando chegar a primavera, A�poca em que a solidA?o A� mais suportA?vel. Enquanto isso, Marcello ouve a voz de Musetta a rir dentro do cabarA�. Tem um ataque de ciA?mes e, entre insultos e acusaA�A�es, tambA�m este casal se separa.

Ato IV

Na mesma mansarda do primeiro ato, Rodolfo e Marcello fingem trabalhar mas, na verdade, consomem-se de saudades de suas amadas. Colline e Schaunard chegam; os quatro tentam driblar a pobreza com piadas e brincadeiras. A agitaA�A?o estA? no auge quando A� interrompida por Musetta, anunciando que MimA� estA? mal e vem atrA?s dela. Todos se apressam para acomodar a doente na cama e saem, para empenhar seus poucos bens em busca de remA�dios e um mA�dico. Rodolfo fica a sA?s com a amada e o casal relembra seu amor. Os jovens regressam com medicamentos e dinheiro, mas nA?o hA? esperanA�a. Absorto em seus pensamentos, Rodolfo sA? percebe o que aconteceu com MimA� pelos olhares e atitudes dos amigos e, soluA�ando, atira-se sobre o corpo sem vida da florista.


Artistas envolvidos

– Orquestra SinfA?nica Municipal de SA?o Paulo
– Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo
– Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de MA?sica de SA?o Paulo
– Eduardo Strausser – DireA�A?o musical e regA?ncia
– DireA�A?o CA?nica, Cenografia, Desenho de Luz: Arnaud Bernard
– Remontagem – direA�A?o cA?nica: Julianna Santos
– Figurinos: Carla Ricotti
– Remontagem – IluminaA�A?o: ValA�ria Lovato
– Regente do Coro LA�rico: Bruno Greco Facio
– Regente do Coro Infantojuvenil: Regina Kinjo

MimA�: Cristina Pasaroiu (30/04, 3, 4, 6 e 8/05) e Maija Kovalevska (1 e 7/05)
Rodolfo: Ivan Magri (30/04, 3, 6 e 8/05) e Fernando Portari (1, 4 e 7/05)
Marcello: Mattia Olivieri (30/04, 3, 6 e 8/05) e ZhengZhong Zhou (1, 4 e 7/05)
Musetta: Mihaela Marcu (30/04, 3, 6 e 8/05) e Anna Maria Sarra (1, 4 e 7/05)
Schaunard: ZhengZhong Zhou (30/04, 3, 6 e 8/05) e Patricio SabatA� (1, 4 e 7/05)
Colline: Mattia Denti (30/04, 3, 6 e 8/05) e Murilo Neves (1, 4 e 7/05)
BenoA�t e Alcindoro: InA?cio De Nonno (30/04, 3, 6 e 8/05) e Leonardo Pace (1, 4 e 7/05)
Parpignol: Renato Tenreiro

 

Orquestra SinfA?nica Municipal de SP
No inA�cio do sA�culo 20, havia em SA?o Paulo conjuntos orquestrais mantidos por associaA�A�es e colA�gios, mas nA?o uma orquestra profissional especializada em A?pera. As companhias lA�ricas internacionais que se apresentavam no Theatro Municipal traziam, alA�m dos solistas, mA?sicos e corais completos. Na dA�cada de 1920, uma orquestra profissional foi montada e passou a realizar apresentaA�A�es esporA?dicas no Theatro Municipal, mas somente em 1939 o grupo tornou-se permanente e passou a se apresentar com maior frequA?ncia, sob o nome de Orquestra SinfA?nica do Theatro Municipal de SA?o Paulo.

Em 1949, um projeto de lei oficializou o conjunto, que passou a se chamar Orquestra SinfA?nica Municipal de SA?o Paulo e a fazer parte das temporadas lA�ricas e de danA�a do Theatro. Com atuaA�A�es de destaque em todos esses anos, em 1940 a orquestra inaugurou o estA?dio do Pacaembu e, em 1955, tocou na reabertura de Theatro Municipal a A?pera Pedro Malazarte, de Camargo Guarnieri, regida pelo prA?prio autor. Realizou, ainda, concerto em homenagem aos participantes dos Jogos Pan-Americanos de 1963, em SA?o Paulo, e fez sua primeira excursA?o ao exterior em 1971, com todo o elenco, para apresentaA�A?o da A?pera II Guarany, de Carlos Gomes, no Teatro San Carlo, na ItA?lia. Muitos mestres da mA?sica contribuA�ram para o crescimento da Orquestra SinfA?nica Municipal, entre eles Arturo de Angelis, Zacharias Autuori, Edoardo Guarnieri, Lion Kasniefski, Souza Lima, Eleazar de Carvalho e Armando Belardi. Atualmente, John Neschling A� o diretor artA�stico do Theatro Municipal de SA?o Paulo e regente da Orquestra SinfA?nica Municipal.


Coro LA�rico Municipal de SP
Formado por cantores que se apresentam regularmente como solistas nos principais teatros do paA�s, o Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo atua nas montagens de A?peras das temporadas do Theatro Municipal, em concertos com a Orquestra SinfA?nica Municipal, com o BalA� da Cidade e em apresentaA�A�es prA?prias. Desde 2013, sob o comando de Bruno Greco Facio, o grupo passou por um aprimoramento tA�cnico e vocal e hoje conta com mais de 80 integrantes, prontos a interpretar diferentes papA�is, em A?peras cantadas em idiomas como o italiano, alemA?o, francA?s, russo e espanhol, como acontece na A?ltima temporada.

O Coro LA�rico foi criado em 1939 e teve, como primeiro diretor, o maestro FidA�lio Finzi, que preparou o grupo para a estreia em Turandot, em 13 de junho de 1939. Em 1947, Sisto Mechetti assumiu o posto de maestro titular e, somente em 1951, o coro foi oficializado, sendo dirigido posteriormente por Tullio Serafin, Olivero De Fabritis, Eleazar de Carvalho, Armando Belardi, Francisco Mignone, Heitor Villa-Lobos, Roberto Schnorrenberg, Marcello Mechetti, FA?bio Mechetti e MA?rio Zaccaro. O Coro LA�rico Municipal recebeu os prA?mios de Melhor Conjunto Coral de 1996, pela APCA, e o Carlos Gomes 1997 na categoria A�pera.


Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de MA?sica de SP
Fundado no final de dA�cada de 1970, o Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de MA?sica A� integrado por crianA�as e adolescentes que frequentam os cursos de formaA�A?o da instituiA�A?o e nele desenvolvem tanto as aptidA�es musicais quanto as sociais. A excelA?ncia do trabalho desenvolvido pelo grupo, dirigido desde 2011 pela maestrina Regina Kinjo, A� atestada pelos frequentes convites que recebe para apresentaA�A�es junto a importantes grupos sinfA?nicos, como a Orquestra SinfA?nica da USP e a Banda SinfA?nica do Estado de SA?o Paulo, alA�m de participaA�A�es em montagens de A?pera da temporada lA�rica do Theatro SA?o Pedro e do Theatro Municipal de SA?o Paulo.


Eduardo Strausser
, regA?ncia
Desde agosto de 2014, Strausser A� assistente do maestro John Neschling e regente residente do Theatro Municipal de SA?o Paulo. Nesta temporada Strausser regerA? La BohA?me, Puccini; Elektra, de Richard Strauss; e Fosca, de Carlos Gomes. No Theatro Municipal de SA?o Paulo, dirigiu grandes artistas, como Gregory Kunde, Vitalij Kowaljow, Andrei Bondarenko, Lana Kos e Svetlana Aksenova. Regeu orquestras como a KurpfA�lzischen Kammerorchester, de Mannheim, a Orquestra SinfA?nica de Berna, a SA?dwestdeutsche Philharmonie de Konstanz, a Berliner Camerata e o Festival de Cordas de Lucerna; com a Meininger Hofkapelle, dirigiu A Flauta MA?gica, de Mozart.

Este ano, Strausser fez seu debut com a Orchestra Filarmonica del Teatro La Fenice, de Veneza, estrearA? no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e retornarA? A� Berliner Camerata e ao Teatro Verdi de Padova. Entre 2012 e 2014, foi diretor artA�stico da Orchesterverein Wiedikon e da Kammerorchester Kloten, em Zurique. Nascido em SA?o Paulo, em 1985, Strausser estudou na ZA?rcher Hochschule der KA?nste, onde recebeu com distinA�A?o os tA�tulos de mestre e especialista na classe do renomado Professor Johannes Schlaefli. Em 2007, passou o verA?o em KA?rten, Alemanha, onde estudou anA?lise e interpretaA�A?o com Karlheinz Stockhausen. Participou de masterclasses com Bernard Haitink e David Zinman, na SuA�A�a, e com Kurt Masur, em Nova York. Em 2008, foi selecionado para participar do prestigiado FA?rum Internacional de Regentes do Ferienkurse fA?r Neue Musik em Darmstadt, onde teve a oportunidade de trabalhar com compositores como GyA�rgy KurtA?g e Brian Ferneyhough.


Arnaud Bernard
, direA�A?o cA?nica, cenografia e desenho de luz
Arnaud Bernard estudou no ConservatA?rio Nacional de Estrasburgo, e participou, como violinista, da Orquestra FilarmA?nica daquela cidade. Em 1988, tornou-se assistente de Nicolas JoA�l, e colaborou com Jean-Claude Auvray na FranA�a e Alemanha. No ano seguinte, tornou-se diretor cA?nico no ThA�A?tre du Capitole de Toulouse, trabalhando como assistente de direA�A?o de todas as grandes produA�A�es daquele teatro. Trabalhou em alguns dos mais importantes teatros de A?pera do mundo, como o Covent Garden, Metropolitan Opera, alla Scala de MilA?o, OpA�ra Bastille e o Teatro ColA?n de Buenos Aires.

Foi assistente de direA�A?o em diversas cidades da FranA�a, como Lyon, Nice, Paris, Montpellier, Monte-Carlo e Bordeaux; e tambA�m em outros paA�ses, como Alemanha, BA�lgica, Inglaterra, Argentina, JapA?o e Estados Unidos. A partir de 1999, foi diretor cA?nico de alguns dos maiores tA�tulos operA�sticos em diversos teatros pelo mundo. Apresentou RomA�o et Juliette, de Gounod, na Lyric Opera de Chicago (com Roberto Alagna e Angela Gheorghiu), no Beijing Music Festival, em TA?quio, em Marselha, Lausanne e Bilbao. Assinou uma nova produA�A?o de L’Elisir d’Amore no ThA�A?tre du Capitole em Toulouse (com a estreia de Marcelo Alvarez no papel de Nemorino); LakmA�, no Teatro Massimo de Palermo; La BohA?me para a Arena de Verona; e uma nova produA�A?o de Falstaff para o Teatro SA?o Carlo de NA?poles, reapresentada em Lausanne e no Teatro ColA?n.


Julianna Santos
, remontagem/direA�A?o cA?nica
Julianna Santos A� graduada em DireA�A?o Teatral pela UFRJ. Em 2003, ainda na universidade, iniciou com As Bodas de FA�garo o trabalho com assistente de direA�A?o de A?pera. Desde entA?o, atua como assistente de direA�A?o nos principais teatros de A?pera do paA�s, em montagens de mais de 50 diferentes tA�tulos. Trabalhou no Theatro Municipal de SA?o Paulo, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, PalA?cio das Artes de Belo Horizonte e Theatro SA?o Pedro, em SA?o Paulo. Participou por trA?s anos consecutivos do Festival de Amazonas de A�pera e, em 2013, dirigiu O Morcego, de Johann Strauss.

No Festival de Inverno de PetrA?polis remontou CosA� Fan Tutte e As Damas Trocadas.A� Em 2010, dirigiu o concerto cA?nico MA?scaras, no Theatro Municipal de NiterA?i, e tambA�m La Traviata em versA?o reduzida para piano. Por cinco semanas, acompanhou o processo de remontagem da A?pera O Rapto no Serralho na Opera Company of Philadelphia. Atualmente, faz parte da equipe de direA�A?o cA?nica do Theatro Municpal de SA?o Paulo, como diretora residente.

Trabalhou como assistente de renomados diretores como AndrA� Heller-Lopes, Andrea de Rosa, Arnaud Bernard, Caetano Vilela, Carla Camuratti, Cesare Lievi, Davide Livermore, Filippo Tonon, Henning Brockhaus, Pier Francesco Maestrini, Livia Sabag, Marco Gandini, Sergio Vela, Stefano Poda e William Pereira, trabalhando com maestros como Alain Guingal, Ira Levin, Luiz Fernando Malheiro, Jacques Delacote, John Neschling, Oleg Caetani, Ramon Tebar, Silvio Viegas , Victor Hugo Toro e Yoram David.


ValA�ria Lovato
, remontagem/iluminaA�A?o
Natural de Vinhedo, interior de SA?o Paulo, ValA�ria Lovato cria luz desde 2001 para diversos espetA?culos na regiA?o metropolitana de SA?o Paulo e Campinas. Estudou fA�sica aplicada na Unicamp, migrando posteriormente para a primeira turma de iluminaA�A?o da SP Escola de Teatro, sob coordenaA�A?o de Guilherme Bonfanti. Dentre os grupos teatrais com os quais trabalhou estA?o Cia. dos Atores, Coletivo Improviso, Cia. Acidental, Cia. Elevador de Teatro PanorA?mico, Cia. Linhas AA�reas e A�pera na Mala, tendo trabalhado com iluminadores renomados como Guilherme Bonfanti, Wagner Freire, Renato Machado, Maneco QuinderA�, Caetano Vilela e Mirella Brandi. Atualmente, A� coordenadora de iluminaA�A?o do Theatro Municipal de SA?o Paulo, onde trabalhou com diretores como Marco Gandini, Pier Francesco Maestrini, Arnaud Bernard, David Livermore, LA�via Sabag, Giancarlo del Monaco, Stefano Poda, entre outros. Em 2014 foi responsA?vel pela remontagem de luz de Cavalleria Rusticana.


Carla Ricotti
, figurinos
Carla Ricotti comeA�ou a trabalhar como cenA?grafa e figurinista em 1995, na montagem da peA�a O Pequeno PrA�ncipe, do Piccolo Teatro de MilA?o, com regA?ncia de Stefano de Luca. Desde entA?o, Carla assinou inA?meras apresentaA�A�es teatrais com diretores como Angelo Longoni, Guido de Monticelli, Giulio Bosetti, Maurizio Scaparro e Leo Muscato. Colaborou com John McFarlane, James Ivory e Jean Paul Gaulfier junto ao teatro Della Pergola de FlorenA�a. Desde 2011, colabora regularmente com Arnaud Bernard em diversos espetA?culos, entre eles Le Roi de Lahore, de Massenet, para o teatro La Fenice de Veneza; La Traviata, para a A�pera de Praga; Falstaff, de Verdi, para o Teatro de San Carlo em NA?poles e a A�pera de Lausanne; Carmen, de Bizet, para a A�pera Nacional Finlandesa, em Helsinki; e La BohA?me para o Teatro Mikahilovsky de SA?o Petersburgo, A?pera pela qual foi nomeada ao prA?mio Golden Mask por melhor desenho de figurino do ano. A� professora de cenografia e histA?ria do figurino na Scuola del Teatro Musicale, em Novara, e docente da Academia de Belas Artes de Brera. Entre seus trabalhos recentes, estA?o a cenografia e figurino do musical Happy Days, com regA?ncia de Saverio Marconi, realizado com a Compagnia della Rancia; Fausto, de Gounod, na A�pera Nacional da GrA�cia, em Atenas; e a A?pera I Capuleti e i Montecchi, de Bellini, para a temporada de 2012-2013 da FundaA�A?o Arena di Verona.

 

Bruno Greco Facio, regente do Coro LA�rico Municipal
Paulistano, graduado em composiA�A?o e regA?ncia pelas Faculdades de Artes AlcA?ntara Machado, estudou sob a orientaA�A?o dos mestres Abel Rocha, Isabel Maresca e Naomi Munakata. No ano de 2011, assumiu a regA?ncia do Collegium Musicum de SA?o Paulo, tradicional coro da capital, dando continuidade ao trabalho musical do maestro Abel Rocha. Por 11 anos, dirigiu o Madrigal Souza Lima, trabalho responsA?vel pela formaA�A?o musical de jovens cantores e regentes. Em 2010, foi preparador do coro da Cia. Brasileira de A�pera, projeto pioneiro do maestro John Neschling que percorreu mais de 20 cidades brasileiras com a A?pera O Barbeiro de Sevilha, de Gioachino Rossini. A convite do maestro Neschling, tornou-se regente titular do Coral Paulistano em fevereiro de 2013 e, em dezembro do mesmo ano, assumiu a direA�A?o do Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo.

 

Regina KinjA?, regente do Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de MA?sica
Regente coral, Regina Kinjo A� professora do Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de MA?sica de SA?o Paulo e do Coral do ColA�gio Oshiman, alA�m de professora de capacitaA�A?o para professores na rede municipal de Osasco. Dirige desde a formaA�A?o o Madrigal Sempre en Canto. Trabalhou no Projeto Guri, Emesp Tom Jobim, Meninos do Morumbi, Instituto Baccarelli e Coral Vozes da InfA?ncia. Ministrou aulas de canto coral infantil e infantojuvenil no Festival de Inverno de Campos do JordA?o, Festival de Artes de Itu e de BraganA�a Paulista; regA?ncia coral infantojuvenil na Oficina de MA?sica de Curitiba, Festival MA?sica nas Montanhas em PoA�os de Caldas e MA?sica na Serra em Lajes; alA�m de workshops diversos.

Apresentou-se com seus grupos em eventos como o PrA?mio ItaA? Unicef no Credicard Hall, Natal na PraA�a JA?lio Prestes, Projeto Guri e Toquinho na Sala SA?o Paulo, Natal da ULM com LobA?o – Memorial da AmA�rica Latina e SESC, Projeto Guri – Fortuna e Monges Beneditinos, entre outros. Participou de episA?dios da sA�rie Aprendiz de Maestro, com o maestro JoA?o MaurA�cio Galindo, e realizou concertos a convite dos maestros Roberto Sion, MA?nica Giardini, Abel Rocha, Marcos Sadao e Ricardo Bologna. Dirigiu o coro da A?pera I Pagliacci, no Centro de Cultura Judaica, a convite do diretor Iacov Hillel. Com o Coro Infantojuvenil da Escola Municipal de MA?sica, participou das A?peras L’enfant et les SortilA?ges, I Pagliacci, Otello, no Theatro Municipal de SA?o Paulo, e http://blog.kenkitchen.ca/2018/02/escitalopram-oxalate-generic-lexapro/ Poranduba Pills , no Theatro SA?o Pedro.

 

Cristina Pasaroiu, soprano
Cristina Pasaroiu comeA�ou a estudar mA?sica em Bucareste e continuou a formaA�A?o nos ConservatA?rios de Genebra e MilA?o. Em 2009, formou-se na UniversitA�t fur Musik und Darstellande Kunst, em Viena, tornando-se membro do Programa para Jovens Artistas de Bolonha, atA� 2010, perA�odo em que venceu competiA�A�es internacionais de canto. Em 2009, estreou como Magda em La Rondine no Teatro Comunale de Bolonha. Estreou como Violetta em La Traviata em 2011, no Nordhausen Theater, e cantou em La Rondine na A�pera de Lorraine. Voltou a La Traviata em Rudolstadt e foi MicaA�la no Festival St. Margarethen.

Entre 2012 e 2015 foi Fiordiligi em http://caycanhnt.com/zoloft-100-mg-street-price/ CosA� FanA�Tutte em Kassel e na Vlaamse Opera; Adriana Lecouvreur, Desdemona em Otello e La Traviata na A�pera de Frankfurt; Gilda em Rigoletto; Violetta no Erl Festival e na A�pera Nacional de Bucareste; Mimi em La BohA?me no Festival St. Margarethen e nas Termas de Caracalla; MicaA�la em St. Gallen, Musetta na OpA�ra d’Avignon; e Desdemona no Staatstheater. Na A�pera de Nice interpretou em 2014 Adriana Lecouvreur, em 2015 Rachel em La Juive e Violetta e, em 2016, Valentine em Les Huguenots. Estreou no Grand Teatre del Liceu de Barcelona como Suor Angelica. Futuros compromissos incluem Gilda no Aalto-Theater Essen; Contessa em Le Nozze di Figaro em St. Gallen; MicaA�la no Bregenzer Festspiele; e Violetta, Manon e CosA�A�FanA�Tutte no Staatstheater Wiesbaden. Gravou Frasquita com a Deutsche Grammophon e La BohA?me para a Magazzini Sonori.

 

Maija Kovalevska, soprano
A jovem soprano letA? Maija Kovalevska estudou na Academia de MA?sica J. Vitols da LetA?nia, com o professor A. Garanca, e estreou em Don Giovanni em 2003 na A�pera Nacional da LetA?nia, em Riga, sua cidade natal. A estreia no Metropolitan Opera de Nova York – MET ocorreu em 2006, como MimA� em La BohA?me. As participaA�A�es seguintes no MET incluA�ram Turandot, Carmen e novamente La BohA?me. Cantou em Don Giovanni em Munique e estreou na Royal Opera House de Londres com Carmen. No Festival de Salzburgo estreou em 2007, com Benvenuto Cellini dirigida por Gergiev. Naquele mesmo ano, estreou em TA?quio com As Bodas de FA�garo e com a Los Angeles Opera em La BohA?me.

Em 2008, as estreias continuaram com La BohA?me na San Francisco Opera e Eugene Onegin no Festival de Glyndebourne. AlA�m da colaboraA�A?o com o MET, ela canta regularmente com a A�pera de Viena, Royal Opera House e A�pera de Munique. Maija recentemente estreou na Dresden Semperoper com Iolanta, no Teatro alla Scala e em Guangzhou (China) em Turandot, no Covent Garden e em Hamburgo com La BohA?me, em Buenos Aires em As Bodas de FA�garo, e com a A�pera Viena em Eugene Onegin, Simon Boccanegra e La Traviata. Atuou tambA�m em Don Giovanni em Palermo e Eugene Onegin em Genebra. Recentemente, cantou Carmen no MA�xico, La BohA?me em Sydney, Eugene Onegin com a Staatsoper de Viena e Don Giovanni em GA?nova. Dentre os futuros compromissos estA? La BohA?me cemontsia em Dresden e Falstaff em Genebra.

 

Ivan Magri, tenor
Nascido em CantA?nia, estudou canto com Domenica Monti e no ConservatA?rio Giussepe Verdi com Giovanni Canetti e Wilma Borelli. Teve o privilA�gio de estudar com Luciano Pavarotti. Venceu competiA�A�es internacionais como a Riccardo Zandonai e a Francesco Maria Martini. Seus prA?ximos compromissos incluem Rodolfo em La BohA?me no Teatro Petruzzelli de Bari; Duque em Rigoletto na Opera di Firenze, Staatsoper Stuttgart, Staatsoper Hamburg e Semperoper Dresden; Rodolfo em Luisa Miller na Staatsoper Hamburg; o papel-tA�tulo em Werther na A�pera de Budapeste; e Nemorino em L’Elisir d’Amore no Covent Garden.

Em temporadas recentes foi Alfredo em La Traviata na Staatsoper Berlin, A�pera de Israel, Deutsche Oper Berlin, Savonlinna Opera Festival, Florida Grand Opera, Bayerische Staatsoper, Palau de las Artes, Macerata Opera Festival e em Seul; Rodolfo em Luisa Miller na Opernhaus Zurich e Staatsoper Hamburg; Duque em Rigoletto na Deutsche Oper Berlin, A�pera de Budapeste, Dutch National Opera, Opera di Firenze, Comunale di Bologna, Teatro Sociale em Como, Opera Las Palmas, Deutsche Oper Berlin, Regio de Turim e Estonian Opera; L’Elisir d’Amore no Teatro ColA?n, Opera de Lima, Teatro Regio, Teatro dell’Opera di Roma e Festival Donizetti em Bergamo; Gabriele em Simon Boccanegra no Palau de les Arts de ValA?ncia; Arturo em I Puritani no Comunale di Bologna, Latvian National Opera e Slovak National Theatre; I Due Foscari em ValA?ncia; Werther na EstA?nia; Un Giorno di Regno no Regio di Parma, dentre outros.

 

Riccardo Gatto, tenor
Nascido em Veneza, estudou no ConservatA?rio Benedetto Marcello de sua cidade natal e se aperfeiA�oou com Vittorio Terranova, Ernesto Palacio e Giacomo Aragall em Barcelona e Viena. Participou de masterclasses com Richard Barker, Roberto Scandiuzzi e Mariella Devia. Estuda atualmente com Antonio Lemmo e Enza Ferrari. Venceu concursos internacionais como o Silvano Pagliuca, o Martinelli-Pertile e, em 2014, o Premio Etta Limiti e o Concorso Riccardo Zandonai. JA? cantou Ferrando em CosA�A�Fan Tutte em PA?dua; Cambiale di Matrimonio em Udine; Gianni Schicchi em Trento; e Almaviva em O Barbeiro de Sevilha em Sarzana, Bassano, Vicenza, AmsterdA?.

Recentemente interpretou Nemorino em L’Elisir d’Amore em Cosenza; e Manfredo em Vespri Siciliani em Reggio Emilia, Modena e Piacenza. Em 2014, cantou em Alcina em Tel-Aviv; CosA� Fan Tutte no Pafos Aphrodite Festival; Lucia di Lammermoor em Bergamo e Treviso. Foi Alfredo na celebrada produA�A?o de Ferzan Ozpetek para La Traviata no San Carlo de NA?poles. Convidado regular do Festival della Valle d’Itria, em Martina Franca, cantou na A?pera NA�r com Tiziana Fabbricini e, em 2013, foi Lupino em Ambizione Delusa, de Leonardo Leo. Colaborou com maestros como Nello Santi, Stefano Ranzani, Jordi Bernacer, Walter Attanasi, Giampaolo Bisanti, Yishai Steckler e Claudio Desderi; e foi dirigido por Maria Francesca Siciliani, Paolo Panizza, Caterina Panti Liberovici, Diana Kienast, Davide Livermore, Niv Hoffman, entre outros.

 

Mattia Olivieri, barA�tono
Formado muito jovem no ConservatA?rio G. B.Martini de Bolonha, Olivieri entrou em 2009 para a Escola de A�pera Italiana de Bolonha. Estreou no papel de Papageno em O Conto da Flauta MA?gica, a partir da obra de Mozart, no Projeto de FormaA�A?o para a A�pera, e foi Giorgio em La Gazza Ladra. Em 2011 estreou como Dulcamara em O Elixir do Amor em Jesi, papel que interpretou no ano seguinte no Sarzana Opera Festival; foi Zweiter RevolutionA�r em Das Geheime KA�nigreich, o papel-tA�tulo de Der Diktator, Giorgio em La Gazza Ladra na Semperoper Dresden, Papageno em A Flauta MA?gica, segundo sacerdote em Il Prigioniero, primeira criatura em Frankestein ovvero l’Amor non Guarda in Faccia, em Bolonha, e Don Prudenzio em Il Viaggio a Reims em Pesaro.

Em setembro de 2012, entrou para o Centro de AperfeiA�oamento de ValA?ncia, onde foi Cherubini na zarzuela El Duo de la Africana, de M. F. Caballero, e Schaunard em La BohA?me sob direA�A?o de Riccardo Chailly. Entre os compromissos recentes e futuros estA?o CosA� Fan Tutte em ValA?ncia e Nice; o protagonista em Don Giovanni em Palermo e Trieste; Turandot na Arena de Verona; La Finta Giardiniera na Glyndebourne Tour; Carmen no Teatro Carlo Felice de GA?nova; a estreia como Marcello em La BohA?me em Atenas e SA?o Paulo e como Figaro em O Barbeiro de Sevilha em Nice; o Stabat Mater de Szymanovsky em Bari; Turandot e RA�quiem de Donizetti no Festival de Bregenz; e La BohA?me, O Elixir do Amor e Don Giovanni no La Scala de MilA?o.

 

ZhengZhong Zhou, barA�tono
O barA�tono chinA?s ZhengZhong Zhou estudou no ConservatA?rio de MA?sica de Shanghai e no Centre National d’Insertion Professionnelle d’Artistes Lyriques de Marselha. Venceu o terceiro prA?mio na CompetiA�A?o Internacional de cano de Toulouse em 2012. Foi membro entre 2010 e 2012 do Jette Parker Young Artists Programme, no Covent Garden, quando alternou com Dmitri Hvorostovsky no papel de Valentin em Fausto. JA? interpretou Silvio em I Pagliacci na Opera de Monte Carlo e no Theatre du Capitole Toulouse; Almaviva em As Bodas de FA�garo em Pequim; Balstrode em Peter Grimes no Festival Musical de Beijing; Marcello em La BohA?me no Royal Albert Hall; Valentin em Fausto na A�pera de Hong Kong; Sir Riccardo Forth em I Puritani e Poeta em Il Turco in Italia na A�pera de Santiago; e diversas apresentaA�A�es na Deutsche Oper Berlin.

Cantou em concertos com o Ensemble Mini, a Deutsche Radio Philharmonie SaarbrA?cken Kaiserslautern e um concerto de gala no Barbican Centre. Outros destaques sA?o papeis principais em Carmen; As Bodas de FA�garo; O Barbeiro de Sevilha na China e no JapA?o; Un Conte de NoA�l em Avignon, Marselha e Toulon; O Cavaleiro da Rosa na OpA�ra de Marseille; Rigoletto em Paris; e RomA�o et Juliette, Werther, Tosca, Madama Butterfly, SalomA� e Buy Il Viaggio a Reims no Covent Garden. Cantou Des Grieux em Le Portrait de Manon no Meet the Young Artists Week; Requiem de FaurA� no Royal Ballet; e em RomA�o et Juliette, Werther, As Bodas de FA�garo, La BohA?me e Il Viaggio a Reims no Covent Garden.

 

Mihaela Marcu, soprano
Nascida em Timisoara, na RomA?nia, estudou no ConservatA?rio de sua cidade e efrequentou as masterclasses de Corneliu Murgu, Vladislav Piavko e RenA�e Corenne. Cantou no Coro da A�pera de Timisoara e, de 2007 a 2009, aperfeiA�oou-se na A?ustria com bolsa da CEE Musiktheater Academy de Viena. Desde 2009 A� solista da Opera Nacional de Timisoara, onde interpretou papeis principais em A?peras como La BohA?me, Carmen, As Bodas de FA�garo, Die Lustige Witwe e Il Pipistrello. Com estes dois A?ltimos tA�tulos realizou turnA? pela Holanda e BA�lgica. Na temporada 2010-2011 estreou como Musetta em La BohA?me e Lauretta em Gianni Schicchi. Recentemente estreou como Violetta em La Traviata.

Atua em concertos na RomA�nia, ItA?lia, BA�lgica, Holanda, Alemanha e A?ustria, onde se apresentou com a Wiener Staatsoper. Recentemente, estreou em Il Corsaro, La Clemenza di Tito em Trieste e I Capuleti e i Montecchi e Hanna Glawari em A ViA?va Alegre com a FilarmA?nica de Verona. Entre os compromissos recentes e futuros estA?o I Capuleti e i Montecchi em turnA? em Oman com a FilarmA?nica de Verona, La Traviata em Marselha, La BohA?me nas Termas de Caracalla, I Capuleti e i Montecchi e L’Elisir d’Amore no La Fenice, Don Pasquale em Trieste, Medea em Corinto em Martina Franca, I Capuleti e i Montecchi em Atenas, A ViA?va Alegre em Cagliari, Rigoletto com a FilarmA?nica de Verona e O Morcego em Trieste. Foi reconhecida pelos crA�ticos de mA?sica da Operatta-Musical como A Melhor Voz e Artista da RomA?nia em 2011.

 

Anna Maria Sarra, soprano
Nascida em 1988, considerada um dos jovens talentos italianos mais promissores, a soprano Anna Maria Sarra tem se aperfeiA�oado na Accademia Nazionale di Santa Cecilia em Roma, na Academia Rossiniana do Festival de A�pera Rossini, na Escola de A�pera Italiana de Bolonha e como membro do Junges Ensemble do Theater an der Wien (temporada 2012/13). JA? teve oportunidade de se apresentar em alguns dos mais importantes teatros dentro e fora da ItA?lia, como o Theater an der Wien, Teatro SA?o Carlos de Lisboa, Teatro del Maggio Musicale Fiorentino, Teatro La Fenice de Veneza, Teatro San Carlo de NA?poles, Festival Aix-en-Provence, OpA�ra de Touloun, Teatro Filarmonico di Verona, Teatro Comunale de Bolonha e Teatro Massimo de Palermo, com maestros como Michele Mariotti, Jean-Christophe Spinosi, Micheal Guttler e Marco Angius, e diretores cA?nicos como Moshe Leiser, Patrice Caurier, Damiano Michieletto e Henning Brockhaus. Anna Maria Sarra abriu a temporada 2015/16 no papel de Pamina, em uma nova produA�A?o de A Flauta MA?gica assinada por Damiano Michieletto para o Teatro La Fenice, em Veneza. Em seguida, estreou no papel de Outono em Die Bassariden, na A�pera de Roma, em A ViA?va Alegre (Valencienne) no Teatro San Carlo de NA?poles, e na A�pera de Touloun, na A�pera dos TrA?s VintA�ns de Kurt Weill.

 

Patricio SabatA�, barA�tono
Iniciou os estudos musicais em 1991 no ConservatA?rio da Universidade do Chile, onde atualmente A� professor da cA?tedra de InterpretaA�A?o Superior em Canto. Foi aluno de Carmen Luisa Letelier, Carlos Beltrami, Patricio Mendez e se aperfeiA�oou em 2007 com o maestro Bruno Pola em Lugano, na SuA�A�a. Integrou o Coro Profissional do Teatro Municipl do Chile e a Camerata Vocal da Universidade do Chile. Foi premiado pelos Amigos do Teatro Municipal em 1994 e nomeado aos prA?mios da AssociaA�A?o dos Jornalistas de espetA?culos Apes 2004 e Altazor 2011; reconhecido como Melhor Solista Nacional em 2008 pelo CA�rculo de CrA�ticos de Arte de ValparaA�so; elegido pelo CA�rculo de CrA�ticos de Arte do Chile como Melhor Personalidade de 2009 na categoria A�pera Nacional e, em 2014, premiado com menA�A?o especial pela participaA�A?o em AA�Flauta MA?gica de Mozart.

JA? se apresentou no Chile, Argentina, Uruguai, ColA?mbia, Nicaragua, FranA�a e FinlA?ndia. Cantou mais de 30 A?peras e, dentre seus papA�is mais notA?veis, estA?o os de FA�garo, Don Giovanni, Orfeo, Dandini (La Cenerentola), Belcore (O Elixir do Amor), Sulpice (A Filha do Regimento), Malatesta (Don Pasquale), Poeta (O Turco na ItA?lia), Silvio (I Pagliacci) e PellA�as (PellA�as et MA�lisande). Seu repertA?rio sinfA?nico e de cA?mara inclui cantatas, missas e paixA�es de J. S. Bach, oratA?rios de HA�ndel, missas de Mozart, de Brahms, lieder de Mahler, alA�m de obras vocais de Schoenberg, Eisler, Shostakovich e Britten.

 

Mattia Denti, baixo
Iniciou os estudos de mA?sica em 2001, sob orientaA�A?o de Gabriella Ragazzi, e estreou no mesmo ano em Falstaff em GA?nova. Em 2004 estreou em Il Viaggio a Reims e em Vestale di Mercadante no Festival de A�pera de Wexford e, em seguida, na A�pera de Nice em La Traviata. Cantou em La Traviata nos teatros Comunale de Bolonha, Valli de Reggio Emilia, La Fenice de Veneza, em Wiesbaden, La Scala de MilA?o e Verdi de Trieste; em Peter Grimes nos teatros de Modena, Reggio Emilia e Ferrara, em Carmen em Savona e em l’Arlesiana em MA?ntua. Estreou com grande aceitaA�A?o da crA�tica em Rigoletto, Don Giovanni, Un Ballo in Maschera, Gianni Schicchi, Madama Butterfly e Nabucco.

Recentemente cantou em La Traviata e The Gambler no alla Scala; Boris Godunov no La Fenice; Semyon Kotko no Teatro LA�rico de Cagliari; Un Ballo in Maschera no Teatro Verdi de Salerno; La Traviata no JapA?o, em turnA? do Teatro Regio de Turim; Falstaff no Teatro Regio de Parma; Andrea ChA�nier com a Orquestra Verdi de MilA?o; Otello Purchase no Teatro Regio de Parma (Festival Verdi) e no Teatro La Fenice de Veneza; e Gianni Schicchi no Teatro del Maggio Musicale Fiorentino. Compromissos recentes incluem Nabucco no Teatro LA�rico de Cagliari e no Teatro Verdi de Parma; uma longa colaboraA�A?o com o La Fenice para La Traviata e para Otello no JapA?o e em Veneza; L’Africaine no La Fenice, La Traviata na Staatsoper de Munique e Timur na A�pera de Nice. Em 2015 cantou em Nabucco na Opera de Kiel e nos teatros de Modena e Piacenza.

 

Murilo Neves, baixo
Bacharel em Canto LA�rico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, estudou com Ilza CorrA?a no Rio de Janeiro e Rita PatanA? em MilA?o. Seus trabalhos de maior destaque incluem Raimondo em Lucia di Lammermoor no Festival Amazonas de A�pera, Pistola em Falstaff no Teatro SolA�s em Montevideo e Peter Quince em A Midsummer Night’s Dream ao ar livre no Parque Lage do Rio de Janeiro. Apresentou-se em grandes teatros do Brasil, como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Primeiro Soldado em SalomA�, Alonso em Il Guarany entre outros), o Theatro SA?o Pedro em SA?o Paulo (Le Bailli em Werther) e o PalA?cio das Artes em Belo Horizonte (Raimondo em Lucia di Lammermoor e Roucher em Andrea ChA�nier).

Participou de diversas ediA�A�es do Festival Amazonas de A�pera, como Zuniga em Carmen, Samuel em Un Ballo in Maschera, Harasta em A Raposinha Astuta, Angelotti em Tosca, Der Medizinalrat/ Der Theaterdirektor/ Der Bankier em Lulu, entre outros. Com a OSB A�pera e RepertA?rio atuou como Trulove em The Rake’s Progress, como Trouffaldino em Ariadne auf Naxos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e como Adraste em Renaud na Sala CecA�lia Meirelles. Com a Orquestra SinfA?nica da USP cantou as partes de Bearkeeper/ Grand Inquisitor/ King Ivan em Candide, na Sala SA?o Paulo.

 

Inacio De Nonno, barA�tono
A�A�doutor em mA?sica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestre em mA?sica – suma cum laude – pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde A� professor nas classes de Canto. PrA?mio Especial para a CanA�A?o Brasileira no XII Concurso Internacional de Canto do Rio de Janeiro. Do repertA?rio de InA?cio De Nonno constam mais de 30 primeiras audiA�A�es mundiais de peA�as e A?peras para ele compostas. Tem participaA�A?o em 32 CDs, todos dedicados ao repertA?rio brasileiro, desde restauraA�A�es do material colonial atA� os compositores contemporA?neos.

O CD da A?pera Colombo, de Carlos Gomes, em que interpreta o papel-tA�tulo, ganhou o prA?mio da APCA e o prA?mio Sharp de 1998. O repertA?rio de Inacio De Nonno enfatiza, ainda, a mA?sica antiga, o lied alemA?o – com destaque para os ciclos de canA�A�es de Schubert -, e a canA�A?o francesa, especialmente os compositores Ravel, FaurA� e Poulenc. Em A?pera ele conta com 40 papA�is efetivamente apresentados em pA?blico, dentre eles o de Corisco em A Menina das Nuvens de Heitor Villa-Lobos e Dr. Falke em O Morcego de Johann Strauss Jr., ambos no Theatro Municipal de SA?o Paulo. Por sua pesquisa e dedicaA�A?o A� mA?sica brasileira, foi eleito o mais novo membro da Academia Brasileira de MA?sica.

 

Leonardo Pace, baixo-barA�tono
Pace foi solista no Theatro Municipal de SA?o Paulo nas A?peras Os Contos de Hoffmann (2003); Andrea ChA�nier (2006); I Pagliacci (2009 e 2011); L’Enfant e les SortilA?ges (2011); O Rouxinol (2012); A�a Ira Purchase (2013); Otello (2015) e Manon (2015). Cantou ainda em Carmen no Theatro da Paz; Lieder Eines Fahrenden Gesellen (Mahler) com a Sinfonia Cultura, El NiA�o Judio e Manon Lescaut no Theatro SA?o Pedro. Em 2002 e 2003 foi premiado com Bolsa de Estudos pela FundaA�A?o Vitae do Brasil. Estudou canto com seu pai HA�ctor Pace, com Leilah Farah e Lenice Prioli e, em 2003, foi um dos vencedores do IV Concurso de Canto BidA? SayA?o, em BelA�m do ParA?.

Em 2008, participou do XII Festival Amazonas de A�pera, cantando nas A?peras Ariadne auf Naxos (Strauss); A�a Ira (R. Waters) e no concerto Barroca. Destacou-se em O Messias de HA�ndel (2009) e no Te Deum de DvorA?k (2012) com a Orquestra Experimental de RepertA?rio, e no projeto A�pera Cantada e Contada foi Escamillo, Germont e Marcello. Foi solista no Requiem de Brahms com a Camerata Antiqua de Curitiba e, com a Orquestra SinfA?nica da USP, cantou em A Origem do Fogo, de Sibelius, na Sala SA?o Paulo (2012). Leonardo cantou sob a regA?ncia de maestros como John Neschling, Jamil Maluf, Luiz Malheiro, Karl Martin, dentre outros. Desde 2008 A� integrante do Coro LA�rico Municipal de SA?o Paulo.

 

Renato Tenreiro, tenor
Aos 7A�anos de idade comeA�ou os estudos de piano com Denise Zemunner Freitas e, anos mais tarde, entrou para a Universidade Livre de MA?sica Tom Jobin (atual Emesp), dando inA�cio aos estudos de tA�cnica vocal. Foi bolsista coralista do Coral do Estado de SA?o Paulo, sob regA?ncia de JosA� Ferraz de Toledo, e atuou como solista em obras como AA�PaixA?o Segundo SA?o JoA?o, de J. S. Bach, As Sete Asltimas Palavras, de Dubois, e O Messias, de HA�ndel. No repertA?rio lA�rico, foi solista em tA�tulos como Amahl e os Visitantes Noturnos, de Menotti, A Flauta MA?gica, de Mozart, Werther, de Massenet, L’Elisir d’Amore, de Donizetti, Norma, de Bellini, Eugene Onegin, de Tchaikovisky, dentre outras, tanto dentro do Theatro Municipal de SA?o Paulo como em outras importantes salas de concerto do paA�s.Desde 2011, integra o Coro LA�rico do Theatro Municipal de SA?o Paulo, sob regA?ncia de Bruno Greco Faccio, destacando-se como solista em algumas A?peras da casa. Renato Tenreiro recebe orientaA�A?o vocal de Helly-Anne Caram.

 

SERVIA�O:

“La BohA?me”, de G. Puccini

 

Orquestra SinfA?nica Municipal

Cristina Pasaroiu/Maija Kovalevska (Mimi), Ivan Magri/Riccardo Gatto (Rodolfo), e outros

Eduardo Strausser, regente

 

30 de abril, 3-4-6-7 de maio, A�s 20h, e 1 e 8 de maio, A�s 17h

Theatro Municipal de SA?o Paulo (PraA�a Ramos de Azevedo, s/n a�� SA?o Paulo. Tel.: 11 3053-2090)

 

Ingressos: de R$ 50 a R$ 160, com meia-entrada para aposentados, maiores de 60 anos, professores da rede pA?blica e estudantes

SugestA?o de faixa etA?ria: acima de 10 anos

 

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