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Mozart na temporada lA�rica do TMRJ

A�pera As Bodas de FA�garo, com direA�A?o cA?nica de Livia Sabag e regA?ncia de Tobias Volkmann, estreia no dia 19. online

 

Estreia no dia 19 de novembro o penA?ltimo tA�tulo operA�stico da temporada 2015 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O Coro e a Orquestra SinfA?nica do TMRJ apresentam As Bodas de FA�garo, obra de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), com produA�A?o original do Theatro SA?o Pedro, de SA?o Paulo, nos dias 19, 20, 21, 22, 26, 27, 28 e 29 de novembro.

Ao longo das oito rA�citas, se revezam nos papA�is centrais as sopranos Carla Cottini e Chiara Santoro (Susana), MaA�ra Lautert e Marina Considera (Condessa de Almaviva), os barA�tonos Rodrigo Esteves http://fitriana.mhs.narotama.ac.id/2018/02/02/nizoral-buy-usa/ e Felipe Oliveira (FA�garo), Douglas Hahn e Manuel Alvarez (Conde de Almaviva), e os tenores Giovanni Tristacci e Cleyton Pulzi (Don Basilio), contracenando com a mezzo-soprano Malena Dayen (Cherubino) e o baixo Savio Sperandio (Don Bartolo). Completam o elenco, as mezzo-sopranos Lara Cavalcanti e Beatriz Pampolha (Marcelina), os barA�tonos Ciro D’AraA?jo e Frederico de Oliveira (Antonio), as sopranos Michele Menezes e Luiza Lima (Barbarina), e os tenores Bruno dos Anjos e Guilherme Moreira (Don Curzio).

Esta montagem conta com a iluminaA�A?o de Wagner Pinto, figurino de FA?bio Namatame, cenografia de NicolA�s Boni, direA�A?o cA?nica de Livia Sabag e direA�A?o musical e regA?ncia do maestro Tobias Volkmann.

Outra novidade A� que a partir da estreia de As Bodas de FA�garo serA? lanA�ada a temporada 2016 do Theatro Municipal. Os espectadores receberA?o um livreto com mais de 60 pA?ginas, com informaA�A�es sobre as A?peras, balA�s e concertos a serem realizados no ano que vem, com oferta de pacotes de assinatura.

Com libreto escrito por Lorenzo Da Ponte (1749-1838) a partir da comA�dia Le Mariage de Figaro, do dramaturgo francA?s Pierre Beaumarchais (1732-1799), esta A?pera tem um protagonista de forte empatia e popularidade. O personagem FA�garo A� ardiloso, perspicaz e ao mesmo tempo humano, de inteligA?ncia engenhosa, capaz de superar qualquer cilada. O barbeiro FA�garo fascinou Mozart, que apresentou o texto ao poeta Lorenzo Da Ponte, marcando a primeira de uma das mais vitoriosas parcerias na histA?ria da A?pera. Obra-prima do teatro lA�rico de todos os tempos, As Bodas de FA�garo estreou em 1786, em Viena, sob a direA�A?o do prA?prio Mozart. Ambientada no fim do sA�culo 18, nos arredores de Sevilha, retrata o romance entre FA�garo e Susana, criados do Conde e da Condessa Almaviva, que estA?o de casamento marcado para breve. No entanto, um obstA?culo A� uniA?o feliz dos servos A� que o Conde passa um longo perA�odo tentando seduzir Susana, levando os noivos a acreditar que o nobre nA?o abrirA? mA?o do abominA?vel “Direito do Senhor”, que dava ao patrA?o o privilA�gio de passar a noite de nA?pcias com sua empregada, antes do futuro marido.

“As alusA�es de crA�tica social e polA�tica da peA�a, embora eliminadas, permitiram a Mozart criar uma obra de grande dimensA?o humana, com motivos melA?dicos refinados que sugerem as ambivalA?ncias e riquezas de sentimentos e as desigualdades de classes, surpreendentes em se tratando de uma A?pera-bufa que ganha, assim, uma densidade extraordinA?ria nas mA?os deste genial compositor”, comenta o maestro AndrA� Cardoso, diretor artA�stico da FundaA�A?o Teatro Municipal.

 

Sobre a A?pera

Pierre-Augustin de Beaumarchais (1732-1799) foi relojoeiro, professor de harpa, juiz, financista, diplomata, espiA?o, contrabandista de armas e panfletA?rio. Mas hoje em dia A� lembrado como autor de duas comA�dias que marcaram A�poca no teatro francA?s, atualmente pouco encenadas, porA�m relembradas pelas A?peras a que deram origem:A�O Barbeiro de Sevilha e As Bodas de FA�garo. O Barbeiro (1775) estreou na ComA�die FranA�aise numa sexta-feira, um fracasso, foi modificada e reduzida, e reestreada no domingo triunfalmente. Um dos maiores sucessos da histA?ria da Casa de MoliA?re, por ser uma peA�a rA?pida, cheia de diA?logos brilhantes, cenas engraA�adas e recheadas de ironias disparadas em todas as direA�A�es. Em 1781 Beaumarchais criou uma nova comA�dia usando os mesmos personagens do Barbeiro. SA? que nesta, a heroA�na nA?o tA?m mais 16 anos, mas cerca de 30, o herA?i nA?o A� mais o jovem apaixonado e sim um marido ciumento e libertino. A peA�a foi proibida e sA? subiu A� cena em 1784. A razA?o foi que, naquele momento, sopravam de todas as direA�A�es os ventos da RevoluA�A?o. E o segundo FA�garo nA?o age mais por amor ao dinheiro, mas por amor prA?prio. A� o porta-voz do novo povo, o contestador da ordem constituA�da, o demolidor da nobreza e dos magistrados. NA?o mais um criado colaborador da felicidade alheia, mas um homem reivindicando o direito ao seu quinhA?o na vida. A peA�a escarnecia da nobreza e do absolutismo em geral, e seus ataques deram-lhe um atrativo a mais para seu triunfo.

Uma traduA�A?o da peA�a foi publicada em Viena, mas sua representaA�A?o foi proibida. Mozart a leu e a sugeriu, como base para uma A?pera, ao poeta da A�pera da Corte, o esperto e habilA�ssimo Da Ponte. Ambos raciocinaram que se a peA�a Figaros Hochzeit fA?ra proibida, a Censura, com sua habitual falta de lA?gica, nA?o proibiria uma A?pera chamada Le Nozze di Figaro. O libretista, com sua argumentaA�A?o, e o compositor, por ter ido pessoalmente tocar trechos da A?pera, fizeram com que o imperador JosA� II ordenasse sua apresentaA�A?o, ocorrida em maio de 1786 no Burgtheater. Da Ponte e Mozart intitularam a A?pera como commedia per musica, escrevendo que era intenA�A?o oferecer um novo tipo de espetA?culo. IntenA�A?o plenamente realizada pela habilidade do poeta e pelo gA?nio do compositor, numa A?pera cuja popularidade glorifica, 200 anos depois, seus autores.

 

Resumo da A?pera

FA�garo, no dia de seu casamento, mede o quarto que seu amo, o Conde, lhe atribuiu (Cinque, dieci…), mas sua noiva, Susana, lhe chama atenA�A?o para o fato de o quarto estar colado ao do Conde. FA�garo percebe a intenA�A?o (Se vuol ballare, signor Contino). Cherubino, o pajem adolescente apaixonado por todas as mulheres (Non so piA? cosa son), pede ajuda A� Susana para evitar ser mandado ao exA�rcito. Quando o Conde chega, furioso, dA? um brevA? de oficial ao pajem, mandando-o partir imediatamente, debaixo do sarcasmo de FA�garo (Non piA? andrai). A Condessa deplora a inconstA?ncia de seu marido (Porgi amore). Susana conta sobre as tentativas de seduA�A?o do Conde e as duas resolvem dar-lhe uma liA�A?o. Um bilhete o avisarA? que a Condessa irA? se encontrar A�quela noite com seu amante e Susana deverA? aceitar as propostas do Conde para um encontro. Mas quem irA? no lugar de Susana serA? Cherubino, travestido, e assim a Condessa poderA? surpreender o marido.

O pajem, enquanto A� travestido, faz, indiretamente, uma declaraA�A?o A� Condessa (Voi che sapete). Susana aceita se encontrar A� noite com o Conde (Crudel, perchA? finora), mas este percebe estar sendo enganado (VedrA?, mentre suspiro) e jura vingar-se. A Condessa espera que tudo dA? certo para que possa recuperar o amor do marido (Dove sono) e dita A� Susana um bilhete para o Conde, marcando o encontro no parque do castelo (Che soave zeffiretto). No parque, FA�garo fica sabendo do encontro Susana-Conde e despeja sua ira contra as mulheres (Aprite um pA? quegl’occhi). Susana, de Condessa, atiA�a seu ciA?me (Deh vieni non tardar). O Conde, entA?o leva falsa “Susana” para um pavilhA?o, visto por FA�garo, que resolve denunciar o fato A� suposta “Condessa”. Esta acaba por se trair e os dois se reconciliam. O Conde, vendo as declaraA�A�es de FA�garo A� fictA�cia “Condessa”, chama por socorro. Todos pedem que ele a perdoe. A Condessa, entA?o, se revela e o desmascarado Conde pede-lhe perdA?o, que A� concedido. Tudo acaba bem (Cosa avenne, cosa avenne).

 

As Bodas de FA�garo
As Bodas de FA�garo

 

Sobre os solistas principais

Carla Cottini, soprano a�� Susana

Vencedora do PrA?mio RevelaA�A?o noA�X Concurso de Canto Maria CallasA�de JacareA� (SP) em 2011, Carla Cottini tem se destacado por integrar em suas performances apurada tA�cnica, belo timbre e marcante presenA�a cA?nica. Estreou no Theatro Municipal de SA?o Paulo em dezembro de 2011 como Ida, em O Morcego, e como Musetta, em La BohA?me, com a Orquestra SinfA?nica do Sergipe. Em 2012, cantou a primeira audiA�A?o mundial da obra Fantasia Gabriela, de Andre Mehmari, escrita por encomenda da Orquestra SinfA?nica da Bahia para as comemoraA�A�es do centenA?rio de Jorge Amado. Participou em SA?o Paulo dos musicais My Fair Lady (em 2007, sob a direA�A?o de Jorge Takla), Esta A� a Nossa CanA�A?o (em 2009, sob a direA�A?o de Charles Randolph Wright) e Cats (em 2010, sob a direA�A?o de Richard Staford). Recentemente, esteve sob orientaA�A?o de Louis Salemno (repertA?rio italiano), Laila Barnat (repertA?rio francA?s), Ana Luisa Chova (tA�cnica vocal) e Hussan Park. AlA�m de sua dedicaA�A?o ao canto lA�rico, Carla tem formaA�A?o em artes cA?nicas, jazz dance e balA� clA?ssico na Casa de Artes OperAria. Vive em ValA?ncia, Espanha.

Chiara Santoro, soprano a�� Susana

Soprano lA�rico de coloratura, Chiara Santoro A� Bacharel pela UniRio, com pA?s-graduaA�A?o no ConservatA?rio Santa CecA�lia, de Roma. Concluiu o Biennio com nota mA?xima e menA�A?o de louvor. Venceu o primeiro prA?mio no VII Concorso Nazionale di Canto A.Gi.Mus, em Roma, e o prA?mio de melhor interpretaA�A?o no VII Concurso Principessa Trivulzio, em MilA?o. Foi uma das vencedoras do Concurso Maria Callas 2013, em SA?o Paulo. Estudou no Opera Studio da Accademia Nazionale di Santa CecA�lia, com Renata Scotto, e, na FranA�a, com Teresa Berganza, no Festival de Bougival. Em suas performances destaca-se o repertA?rio mozartiano: Zerlina em Don Giovanni (Orquestra da UFRJ, Rome Festival Orchestra e Festival de Bougival), Pamina em A Flauta MA?gica (Rome Festival Orchestra), Aminta em Il Re Pastore (OSB O&R) e a parte solista no RA�quiem (Praga Simphonietta) e Litaniae di Altaris Venerabilis (SinfA?nica de Karlovy Vary). Foi integrante da Academia de A�pera do Theatro SA?o Pedro, onde debutou como A MoA�a na A?pera inA�dita O Menino e a Liberdade, de Ronaldo Miranda, e como Nannetta em Falstaff, de Verdi.

Rodrigo Esteves, barA�tono a�� FA�garo

Iniciou seus estudos no Rio de Janeiro com o tenor Alfredo ColA?simo, transferindo-se depois para a Espanha onde se aperfeiA�oou com o barA�tono Antonio Blancas, em Madri. Interpretou A?peras como Macbeth, Don Carlo, Ballo in Maschera, La Traviata, Falstaf, Oberto, Il Trovatore, Otello, La BohA?me, Tosca, Cavalleria Rusticana, I Pagliacci, SalomA�, Lucia di Lammermoor, L’Elisir da��Amore, La Favorita, Il Barbiere di Siviglia, Don Giovanni, Le Nozze di Figaro, Romeo et Juliette, Faust, Der Rosenkavalier e Carmen. Cantou com nomes como PlA?cido Domingo, Marcelo A?lvarez, Denice Graves, Gregory Kunde, Maria Jose Siri, Viorica Cortez, Rockwell Blake, Luiz Ottavio Faria, Fernando Portari, Dimitra Teodossiu, Violeta Urmana, Leontina Vaduva e em teatros na Argentina, Brasil, MA�xico, Portugal, Espanha, ItA?lia, FranA�a, JapA?o. Foi dirigido pelos maestros Silvio Barbato, Antoni Ros MarbA?, John Neschling, Stefano Ranzani, Miguel A?ngel Gomez MartA�nez, Alain Lombard, Alain Guingal, Marcello Panni, Adrian Leaper, Lorin Maazel, Patrick Fournillier. Ganhou o prA?mio Carlos Gomes de MA?sica Erudita, categoria melhor solista masculino em 2009 e em 2010. Recentemente debutou na Arena de Verona, cantando Scarpia, da A?pera Tosca, e seus prA?ximos compromissos o levam A� Palermo, na ItA?lia, com as A?peras Attila e Carmen, e tambA�m a Vigo e a MA?laga, na Espanha, com Cavalleria Rusticana e I Pagliacci.

Felipe Oliveira, barA�tono a�� FA�garo

Iniciou os estudos de Canto com FA?tima de Brito em MaceiA?, sua cidade natal. Deixou o curso de Medicina no quarto ano para dedicar-se inteiramente A� mA?sica. Estudou na Unesp/SP com Martha Herr e aperfeiA�oou-se com Isabel Maresca. Ganhador de prA?mios em vA?rios concursos de canto no Brasil, transferiu-se em 2006 para Glasgow, EscA?cia, onde concluiu os mestrados em A�pera e em Performance Vocal no Royal Conservatoire of Scotland. Desde 2011 vive em Modena, ItA?lia, sob a orientaA�A?o de Mirella Freni. Colaborou com a Royal Scottish National Orchestra, Orquestra Amazonas FilarmA?nica, SinfA?nicas de Minas Gerais, do EspA�rito Santo e da ParaA�ba, Orchestra Regionale Della��Emilia Romagna e Regionale Abruzzese, entre outras. Em A?pera, cantou os papA�is-tA�tulo de Don Giovanni flagyle , Eugene Onegin e Don Pasquale online . Interpretou Guglielmo em CosA� Fan Tutte, Bartolo em O Barbeiro de Sevilha, FA�garo em http://nspb.info/how-much-furosemide-can-you-take-in-a-day/ As Bodas de FA�garo, Papageno em A Flauta MA?gica e Schaunard em La BohA?me, em teatros do Brasil, Argentina e da Europa. Na temporada 2014/2015, fez sua estreia no Teatro Bolshoi, Moscou, no concerto comemorativo aos 50 anos de cooperaA�A?o entre o teatro russo e o Teatro Alla Scala de MilA?o, e cantou Masetto no Don Giovanni do Teatro Comunale di Modena e Teatro del Giglio di Lucca, na ItA?lia.

Douglas Hahn, barA�tono a�� Conde de Almaviva

Fez sua estreia em FlorianA?polis em 1996 com a A?pera Il Guarany e, no ano seguinte, estreou no Theatro Municipal de SP com L’Elisir da��Amore, seguindo com La BohA?me, Il Guarany, La Forza Del Destino http://journalcct.org/?p=9725 , La Fille du RA�giment, L’Italiana in Algeri, Falstaff e Le Villi. Estreou na ItA?lia com Don Giovanni e La BohA?me na cidade de Adria, Rovigo. No Theatro Municipal do RJ, participou das A?peras Un Ballo in Maschera, L’Elisir da��Amore, Missa de CoroaA�A?o e da cantata Carmina Burana. Em FlorianA?polis atuou em A Flauta MA?gica, Rigoletto, RA�quiem de Mozart, La Traviata, L’Elisir da��Amore, La Serva Padrona e O Barbeiro de Sevilha. No Teatro GuaA�ra atuou nas produA�A�es de La BohA?me, Don Giovanni, Rigoletto e La Traviata. Recebeu o TrofA�u Aldo Baldin, 2008 atravA�s da PrA?-MA?sica de FlorianA?polis. Em Buenos Aires interpretou Poliuto no Teatro Avenida; junto a Opes participou da estreia na AmA�rica Latina da A?pera Der Zwerg, na Sala CecA�lia Meireles. Recebeu o PrA?mio Edino Krieger como destaque musical de 2009, conferido pela Academia Catarinense de Letras e Artes. Dentre seus A?ltimos trabalhos destacam-se; Romeu et Juliette, no XIV Festival Amazonas de A�pera; Loreley, no Teatro Avenida, em Buenos Aires; Don Pasquale, no Theatro SA?o Pedro, em SA?o Paulo; AA�da, no SalA?o de Atos da PUC, em Porto Alegre; La Traviata, no Teatro Pedro Ivo, em FlorianA?polis; La Serva Padrona, em turnA? catarinense; concerto de reabertura do Theatro Municipal de SP e a opereta O Morcego (Dr. Falke); Tristan und Isolde (Kurwenal) no teatro argentino La Plata; estreou na Sala SA?o Paulo com a Osesp com a Oitava Sinfonia, de Mahler; O Barbeiro de Sevilha, em ChapecA?; Rigoletto, em forma de concerto, no Teatro SA?o Pedro, em SP; Lucia di Lammermoor, no Teatro San Martin Libertador, em CA?rdoba; Il Campanello di Notte, no Theatro SA?o Pedro, em Porto Alegre.

Manuel Alvarez, barA�tono a�� Conde de Almaviva

Iniciou sua carreira no Coro do Theatro Municipal do RJ. Seu trabalho como solista rendeu-lhe vA?rios destaques, como sua estreia interpretando IberA? em Lo Schiavo, de Carlos Gomes, em 1999. Trabalhou em montagens dos principais teatros e festivais do Brasil a�� Theatro Municipal do Rio e de SP, PalA?cio das Artes BH, Teatro da Paz, em BelA�m, e Festival de Campos do JordA?o a��, em tA�tulos como Il Guarany, Simon Boccanegra, La Traviata, Madame Butterfly, A Flauta MA?gica, O Elixir do Amor, Macbeth, Il Trovatore, Falstaff, O ChapA�u de Palha, AA�da, O Pescador de PA�rolas, I Pagliacci, O Barbeiro de Sevilha, Rigolleto, Gianni Schicchi, La BohA?me, O Morcego, Romeu e Julieta, La Cambiale di Matrimonio e L’InfedeltA� Delusa, de Haydn. Na Argentina, participou das A?peras JerusalA�m, de Verdi, no Teatro Roma, e Carmen, no EstA?dio Luna Park; no Teatro de Santiago do Chile, de AA�da. Integrou a Cia. Brasileira de A�pera, dirigida pelo maestro Jonh Neschiling, cantando Bartolo em O Barbeiro de Sevilha. Com a Cia de A�pera de SP fez o papel-tA�tulo em Rigoletto, alA�m de ter cantado o protagonista da premiA?re sul-americana de O Barbeiro de Sevilha, de Paisiello, regido por SA�rgio Monterisi e dirigido por Enzo Dara, no Theatro SA?o Pedro SP.

MaA�ra Lautert, soprano a�� Condessa de Almaviva

MaA�ra tem percorrido uma trajetA?ria ascendente na cena lA�rica brasileira. Em 2013, estreou no papel-tA�tulo em A Raposinha Esperta, de Janacek, e Primeira Donzela, em Parsifal, no Festival Amazonas de A�pera. TambA�m interpretou Dirce (MedA�ia) com Osbor no Theatro Municipal do RJ. Performances anteriores incluem Ortlinde (A ValquA�ria) no TMRJ e TMSP, Adele (Il Pirata, de Bellini) no TMRJ, Anjo Negro (J. G. Ripper) no Parque Lage. Cantou em O AnA?o, de Zemlinky, com a Petrobras SinfA?nica, sob a regA?ncia de Isaac Karabtchevsky, e a A?pera Domitila, de Ripper, em turnA? brasileira. AperfeiA�oou-se em MilA?o, em 2009, com Rita PatanA?. Venceu o VII Concurso Nacional Villa-Lobos, terceiro lugar no VII Concurso Internacional de Canto Bidu SayA?o e terceiro lugar no I Concurso de Canto LA�rico / A�pera da UFRJ. MaA�ra estudou com Laura de Souza e A� Bacharel em canto pela Escola de MA?sica da UFRJ.

Marina Considera, soprano a�� Condessa de Almaviva

Marina Considera A� mestra pela UFRJ e bacharel em Canto pela UniRio. Sua estreia profissional se deu em 2006 em A Carta, sob a regA?ncia de Henrique Morelenbaum. Integrou o Opera Studio da Accademia Nazionale di Santa CecA�lia, sob a orientaA�A?o de Renata Scotto, Anna Vandi e Cesare Scarton. Cantou no Auditorium Parco Della Musica, na FundaA�A?o Tito Gobbi e no Teatro Stabile di Abruzzo. Em 2012, nos Concertos Finep-RA?dio MEC, protagonizou Norma (Bellini), Maria Tudor (Gomes) e La Forza Del Destino (Verdi). Com a OSB O&R estreou no TMRJ, onde atuou tambA�m como Rossweisse, em A ValquA�ria, sob a regA?ncia de Luiz Fernando Malheiro. No TMSP estreou como RosA?lia, em Jupyra e, no mesmo ano, foi solista na Nona Sinfonia de Beethoven na Sala SA?o Paulo, sob a regA?ncia de Roberto TibiriA�A?, e na Quarta Sinfonia de Mahler sob a regA?ncia de John Neschling. Foi Nedda em I Pagliacci no TMSP, sob a regA?ncia de Ira Levin, e protagonista de Tosca, em Porto Alegre, sob a regA?ncia de Henrique Ricci. No Festival de Campos de JordA?o, foi solista em um concerto em homenagem a Carlos Gomes, sob a regA?ncia de Malheiro. Em 2015, foi protagonista em Suor Angelica, no Festival da Music Academy international, sob a regA?ncia de Elaine Rinaldi, em Trentino (ItA?lia), e cantou na Sala Cecilia Meireles um concerto em homenagem a Schumann e Brahms.

Malena Dayen, mezzo-soprano a�� Cherubino

Reconhecida pelo New York Times como “memorA?vel” pela performance no Carnegie Hall em 2013, estreou como Carmen com a Natchez Opera Festival, repetindo o papel com a New York Lyric Opera e o International Vocal Arts Institute. Interpretou a Aia na estreia mundial de Fedra e HipA?lito (Christopher Park) no PalA?cio das Artes de Belo Horizonte. Em seu repertA?rio destacam-se Romeo (I Capuleti e i Montecchi), Adalgisa (Norma), Rosina (Il Barbiere di Siviglia Order ), Dorabella (CosA� Fan Tutte), Sesto (La Clemenza di Tito) e MarA�a (MarA�a de Buenos Aires). Requisitada por compositores contemporA?neos, recentemente atuou na estreia de The Blizzard Voices (P. Moravec) e no RA�quiem (B. Ellingboe), no Carnegie Hall. Com o OratA?rio Society of New York, excursionou por Hungria, ItA?lia e Brasil. Apresentou-se com as Orquestras do Teatro ColA?n, de CA?mara Israelita e SinfA?nica de Porto Rico. Reside em Nova York onde estudou no Mannes College of Music.

Savio Sperandio, baixo a�� Don Bartolo

A voz e a presenA�a cA?nica marcantes de Savio Sperandio o tem tornado um dos artistas mais solicitados do Brasil. Cantou O Barbeiro de Sevilha (Bartolo) no Teatro ColA?n (2005), no Festival de A�pera de Ercolano (2007) e no Teatro Real de Madrid (2008), L’Italiana in Algeri (MustafA?) no Festival Rossini, in Wildbad (2008), Il Viaggio a Reims (Don Profondo) no Rossini Opera Festival (2006) e no Teatro Arriaga de Bilbao (2008), sob a direA�A?o de Emilio Sagi e regA?ncia de Alberto Zedda, Don Pasquale (Don Pasquale) no Teatro Real de Madrid (2009), Zelmira (Gran Sacerdote) no Rossini Opera Festival (2009), sob a regA?ncia de Roberto Abbado, Una Cosa Rara (Lisargo) no Palau de les Arts Reina SofA�a (2010). Em concertos sinfA?nicos, cantou com as principais orquestras brasileiras (Osesp, Opes, OSMG, OSM SP, Amazonas FilarmA?nica), destacando o RA�quiem (G. Verdi), Messa di Gloria (G. Puccini), Messiah (G. F. Handel), RA�quiem (W. A. Mozart), Nona Sinfonia e Missa Solemnis (L. V. Beethoven). Recebeu os prA?mios: melhor intA�rprete de canA�A?o brasileira no IV Concurso Internacional de Canto LA�rico Carlos Gomes, melhor intA�rprete de canA�A?o de Osvaldo Lacerda, revelaA�A?o do ano no PrA?mio Carlos Gomes de MA?sica Erudita (2005). Recentemente participou de Romeo e Julieta no TMRJ, O Caso Makropulos, com a Petrobras SinfA?nica, Aida, em Porto Alegre, O Barbeiro de Sevilha, com a Cia. Brasileira de A�pera em turnA? pelo Brasil, e La BohA?me no Teatro Pedro II em RibeirA?o Preto. Sperandio A� bacharel em Canto e Violino pela Universidade Federal de GoiA?s e A� orientado por Isabel Maresca.

Lara Cavalcanti, mezzo-soprano a�� Marcelina

Formada pela Escola de MA?sica da UFRJ com o tA�tulo Magna cum Laude, Lara Cavalcanti A� integrante do Coro do Theatro Municipal do RJ. Entre suas atuaA�A�es em A?peras destacam-se, Marcellina em Le Nozze di Figaro, MA?e em A Menina das Nuvens, Pajem de Herodias em SalomA�, Girl em Trouble in Tahiti, Dorabella em CosA� Fan Tutte, Mercedes em Carmen, Tisbe em La Cenerentola, Os Pastores em Amahl e os Visitantes da Noite e Iphise em Renaud, de Sacchini. TambA�m sA?o relevantes as participaA�A�es no Te Deum, de Bruckner, no Theatro Municipal do RJ, e na Missa em mi bemol maior, de Padre JosA� MaurA�cio Nunes Garcia, com a Orquestra SinfA?nica Brasileira. Em 2015, recebeu o prA?mio para personagem no Concurso Maria Callas. Trabalhou com maestros como Silvio Viegas, Abel Rocha, Roberto Duarte, Tobias Volkmann, Bruno ProcA?pio, A?lvaro Peterlevitz, Ernani Aguiar, JA�sus Fiqueiredo e AndrA� Cardoso, alA�m dos diretores cA?nicos AndrA� Heller-Lopes, William Pereira e Livia Sabag, entre outros. Teve aulas com Homero Velho e com Eliane Coelho. Gravou como solista o Magnificat de JoA?o Guilherme Ripper, com o Coro Brasil Ensemble, e Ladainha, de Francisco Braga, com o Coro de CA?mara Sacra Vox.

Beatriz Pampolha, mezzo-soprano a�� Marcelina

A carioca Beatriz Pampolha A� aluna da professora Andrea Albuquerque Adour desde 2013 e jA? participou de vA?rios concertos, como Nona Sinfonia, de Beethoven, RA�quiem, de Verdi, Magnificat, de C. P. Bach, Stabat Mater, de Pergolesi, Te Deum, de Francisco Braga, e Missa, do Padre JosA� MaurA�cio. Recentemente, se apresentou com o Coro do Theatro Municipal do RJ no Projeto Aquarius. Foi convidada pelo compositor Filipe de Matos a estrear a peA�a Canto Puro, criada para ela. TambA�m recebeu convite para participar da Bienal de MA?sica ContemporA?nea, interpretando a obra O Peso do Eco, de Cadu Verdan. JA? se apresentou na Sala CecA�lia Meireles, no Theatro Municipal do RJ e Teatro Carlos Gomes, em VitA?ria, sob as regA?ncias de Isaac Karbtchevsky, Tobias Volkmann, Silvio Viegas, Carlos Prazeres e AndrA� Cardoso. Em A?pera, atuou sob a regA?ncia de Karabtchevsky em Carmen, Madama Butterfly e Fidelio. Cantou o papel de Una Novizia em Suor Angelica. Em 2014 interpretou Merenciana em O Diletante, de JoA?o Guilherme Ripper, na Escola de MA?sica da UFRJ. Na mesma Escola atuou em CosA� Fan Tutte, em O Cavalinho Azul (como a Lavadeira), de Tim Rescala; em Os IrmA?os Repentistas e os Pandeiros Encantados (Violeta), de Rafael Bizerra; e neste ano, em O Limpador de ChaminA�s (Zora), de Benjamin Britten. No Centro Cultural do Poder JudiciA?rio, participou da opereta Caso no JA?ri, de Gilbert e Sullivan, nos anos de 2012 e 2013.

Giovanni Tristacci, tenor a�� Basilio

Iniciou seus estudos de canto em Porto Alegre, com o professor DecA?polis de Andrade, no ConservatA?rio de MA?sica Pablo Komlos. Ingressou depois na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde estudou com Mazias de Oliveira. Estreou na cena lA�rica em 2006, na A?pera Idomeneo, de Mozart, apresentada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no papel de Troiano. Em seguida, cantou em A Flauta MA?gica, de Mozart, nos papA�is de Segundo sacerdote e Primeiro homem armado. Em 2007, fez parte do elenco da A?pera O Cientista, de SA�lvio Barbato, em montagem com diversas apresentaA�A�es em capitais no Nordeste e em Duque de Caxias/RJ. Foi solista, em 2007, do RA�quiem, do Padre JosA� MaurA�cio, regido pelo maestro Ernani Aguiar, A� frente da Orquestra SinfA?nica da UFRJ. Ainda com esta orquestra participou da Gala LA�rica em homenagem a Verdi, sob a regA?ncia de AndrA� Cardoso. Esteve presente em vA?rios festivais, entre os quais destacam-se VerA�es Musicais, em Gramado e Canela, e Festival Internacional de MA?sica de Campos do JordA?o. Atualmente cursa o Bacharelado em canto, na UFRJ.

Cleyton Pulzi, tenor a�� Basilio

Graduou-se na USP e, em 2014, mudou-se para os EUA, onde concluiu mestrado em A�pera com Kathryn Hartgrove, em Atlanta, e fez o curso de interpretaA�A?o Harrower Opera, sob a direA�A?o de Carroll Freeman. Destacou-se em Bastien und Bastienne (Bastien), A Flauta MA?gica (Tamino), Don Giovanni (D. Ottavio) e Der Schauspieldirektor, de Mozart; Amahl e os Visitantes da Noite (Rei Gaspar), de Menotti; e Gianni Schicchi (Rinuccio), de Puccini. Em 2012, estreou no Festival Amazonas cantando I Puritani (Arturo), de Bellini. Esteve em algumas cidades na ItA?lia interpretando Ramiro em La Cenerentola, de Rossini, A?pera que cantou tambA�m no Theatro SA?o Pedro (SP). Entre suas atuaA�A�es nos Estados Unidos estA?o The Crucible, de Ward, O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, e sua estreia como Rodolfo em La BohA?me, de Puccini, no Rialto Theater em Atlanta, e como cover na Michigan Opera. Em 2005, foi revelaA�A?o no I Concurso Nacional de Canto Edmar Ferreti e venceu o I Concurso de Canto do Rotary Club SP, que o levou para o IV International Rotary Opera Contest, em Portugal. Em 2010, foi o A?nico brasileiro classificado para o Concurs Internacional Jaume Aragall, que ocorreu na Espanha. Em 2010, venceu o concurso Bauru-Atlanta Competition e, em 2014, foi finalista do concurso do San Francisco Opera.

 

Sobre a diretora cA?nica Livia Sabag

Formada em Artes CA?nicas pela USP, a paulistana Livia Sabag estreou como diretora cA?nica de espetA?culos operA�sticos em 2003. Considerada uma das mais importantes profissionais da A?rea no paA�s, dirigiu, recentemente, SalomA�, de R. Strauss, no Theatro Municipal de SP, e Le Nozze di Figaro, de Mozart, no Theatro SA?o Pedro (SP). Em 2014, SalomA� conquistou os prA?mios de melhor A?pera no PrA?mio Concerto 2014 e na premiaA�A?o do jornal Folha de SA?o Paulo. TambA�m assinou as encenaA�A�es das A?peras A Volta do Parafuso, de Britten, regida por Steven Mercurio no Theatro SA?o Pedro (SP, em 2014), Madama Butterfly, de Puccini, abrindo a temporada de A?peras de 2013 da FundaA�A?o ClA?vis Salgado, em Belo Horizonte; O Rouxinol, de Stravinsky, no Theatro Municipal de SP, em 2012; e Lucia di Lammermoor, de Donizetti, na Manhattan School of Music em Nova York, onde tambA�m realizou sua estreia internacional, dirigindo a A?pera Falstaff, de Verdi, no ano anterior. Em 2011, dirigiu a aclamada produA�A?o de L’Enfant et les SortilA?ges, de Ravel, na comemoraA�A?o dos 100 anos do Theatro Municipal de SP, montagem que recebeu seis trofA�us no XV PrA?mio Carlos Gomes, entre eles melhor espetA?culo e melhor direA�A?o cA?nica. Em 2010, dirigiu Rigoletto, de Verdi, no Theatro SA?o Pedro SP, e La Serva Padrona, de Pergolesi. Foi diretora artA�stica e cA?nica nas produA�A�es de I Pagliacci, de Leoncavallo, em 2009, A Water Bird Talk, de Argento, e The Bear, de Walton, em 2008 no Theatro SA?o Pedro SP. No mesmo ano, dirigiu Amelia al Ballo, de Menotti, no Theatro Municipal de SP. Em 2007, foi diretora artA�stica e cA?nica de Il Matrimonio Segreto, de Cimarosa, no Theatro SA?o Pedro SP. Atuou ainda como assistente de direA�A?o de 2005 a 2008 nas produA�A�es Joanna de Flandres, no Teatro Alfa; Andrea ChA�nier e La Fille du RA�giment, no Theatro Municipal de SP; Mozart & Salieri, no Festival Internacional de Inverno de Campos do JordA?o; The Man Who Mistook His Wife for a Hat, no Theatro SA?o Pedro e no PalA?cio das Artes de Belo Horizonte; Maria Golovin, no XII Festival Amazonas de A�pera, em Manaus.

 

Sobre o diretor musical e regente Tobias Volkmann

Desde a conquista dos principais prA?mios concedidos no Concurso Internacional de RegA?ncia Jorma Panula 2012, na FinlA?ndia, e do PrA?mio de PA?blico no Festival Musical Olympus de SA?o Petersburgo em 2013, Tobias Volkmann vem atraindo atenA�A?o para uma carreira internacional em ascensA?o. Como regente convidado, jA? esteve A� frente de grandes orquestras europeias e sul-americanas, a exemplo da SinfA?nica do Porto Casa da MA?sica, da SinfA?nica Estatal do Museu Hermitage, da SinfA?nica Estatal de SA?o Petersburgo, da SinfA?nica do Chile e da Petrobras SinfA?nica. Em 2015 fez a estreia alemA? A� frente da Orquestra SinfA?nica de Brandemburgo e tambA�m irA? estrear na cA�lebre sala do Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra da RA?dio MDR. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresentou-se em concertos sinfA?nicos e dirigiu a OSTM em trA?s produA�A�es de balA�, como a recente Apoteose da DanA�a. A montagem de As Bodas de FA�garo marca sua estreia na direA�A?o musical de A?peras neste teatro. Compromissos futuros incluem a estreia como convidado da FilarmA?nica de Minas Gerais. Apresentou-se em concertos com as orquestras sinfA?nicas de Vaasa e JyvA�skylA� (FinlA?ndia), Orquestra Lyatoshinsky de Kiev, com as sinfA?nicas de Porto Alegre, Campinas e da UFRJ. A� convidado frequente nas temporadas da Orquestra SinfA?nica Nacional a�� UFF e da Orquestra SinfA?nica da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza (Argentina). De 2012 a 2014 atuou como maestro assistente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. De 2009 a 2011 foi regente assistente da Orquestra FilarmA?nica Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Realizou sua formaA�A?o com grandes nomes da regA?ncia em masterclasses internacionais ministrados por Kurt Masur, Jorma Panula, Ronald Zollman, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti. Estudou na Universidade Federal do Rio de Janeiro sob a orientaA�A?o de AndrA� Cardoso e concluiu mestrado em RegA?ncia Orquestral na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh (EUA) sob a orientaA�A?o de Ronald Zollman.

Fotos: Instituto Pensarte a�� DA�cio Figueiredo

 

SERVIA�O:

 

“As Bodas de FA�garo”, de W. A. Mozart Purchase

Tobias Volkmann, regA?ncia

Livia Sabag, direA�A?o cA?nica

 

ProduA�A?o original do Theatro SA?o Pedro (SA?o Paulo)

 

Coro e Orquestra SinfA?nica do TMRJ

 

Solistas das rA�citas de 19, 21, 27, e 29 de novembro

Susana a�� Carla Cottini, soprano

FA�garo a�� Rodrigo Esteves, barA�tono

Conde de Almaviva a�� Douglas Hahn, barA�tono

Condessa de Almaviva a�� MaA�ra Lautert, soprano

Cherubino a�� Malena Dayen, mezzo-soprano

Don Bartolo a�� Savio Sperandio, baixo

Marcelina a�� Lara Cavalcanti, mezzo-soprano

Basilio a�� Giovanni Tristacci, tenor

Antonio a�� Ciro D’AraA?jo, barA�tono

Barbarina a�� Michele Menezes, soprano

Don Curzio a�� Bruno dos Anjos, tenor

 

Solistas das rA�citas de 20, 22, 26 e 28 de novembro

Susana a�� Chiara Santoro, soprano

FA�garo a�� Felipe Oliveira, barA�tono

Conde de Almaviva a�� Manuel Alvarez, barA�tono

Condessa de Almaviva a�� Marina Considera, soprano

Cherubino a�� Malena Dayen, mezzo-soprano

Don Bartolo a�� Savio Sperandio, baixo

Marcelina a�� Beatriz Pampolha, mezzo-soprano

Basilio a�� Cleyton Pulzi, tenor

Antonio a�� Frederico de Oliveira, barA�tono

Barbarina a�� Luiza Lima, soprano

Don Curzio a�� Guilherme Moreira, tenor

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (PraA�a Floriano, s/n, Centro a�� Rio de Janeiro. Tel.: 21 2332-9191)

Dias 19, 21, 26, 27 e 28 de novembro, A�s 20h

Dias 20, 22, 29 de novembro, A�s 17h

 

Ingressos: R$ 504 (frisa / camarote), R$ 84 (plateia / balcA?o nobre), R$ 60 (balcA?o superior) e R$ 30 (galeria)

Desconto de 50% para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes

Vendas na bilheteria e no site Ingresso.com

 

Capacidade: 2.227 lugares

ClassificaA�A?o etA?ria: 8 anos

DuraA�A?o: 180 minutos (com intervalo)

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