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Meninos, eu vim, vi e ouvi…

Order Cheap http://fgaspari.com.br/?p=4971 Testemunho de Sérgio Murilo, companheiro de vários Messias cantados junto com o Armando. Order cheap grifulvin v

 

Ontem, assisti a uma linda homenagem, mais que merecida, e totalmente adequada, ao finado e saudoso Maestro Armando Prazeres, que anteontem completaria 80 anos.

Muitas emoções e recordações tomaram-me ao longo do prescription drugs online pharmacy O Messias Buy where to buy eurax in us , de Händel, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, maravilhosamente executado pela Orquestra Petrobras Sinfônica e pelo Coral dos Canarinhos de Petrópolis, sob a regência do maestro Carlos Prazeres, filho de Armando. Provavelmente O Messias foi a obra para Coro e Orquestra mais executada por ele.

Criada pelo próprio Armando Prazeres, com o nome de Pró Musica, hoje a OPS tem como seu Spalla nada menos que Felipe Prazeres, outro dos talentosos filhos do seu criador. Que legado enorme para nossa cidade! Carlos e Felipe, os “meninos Prazeres”, duas crianças, que costumavam brincar, durante os ensaios do nosso Madrigal Ars Plena, hoje comandavam um grandioso espetáculo em homenágem ao pai. Na sua breve fala inicial, Carlos, emocionado, dedicou o concerto como uma prece ao falecido pai.

Sem a sua batuta, nada se interpondo entre o Maestro, a Orquestra e o Coral, lá estava, no palco, um Maestro carismático e talentoso. Carlos Prazeres herdou o dom paterno e a este acrescentou uma apurada técnica de regência e o seu próprio toque perfeccionista. Noto certa semelhança física entre ambos. Por vezes vejo o próprio Armando ali regendo. Carlos tinha o pleno domínio da Orquestra e do Coro. Tinha-os literalmente na ponta dos dedos. Entradas precisas, ritmo, intensidade, tudo ali, conforme a sua orientação. E que Orquestra… uníssona, disciplinada e concentrada.

O gracioso Coral dos Canarinhos deu conta do recado tornou a prece proposta por Carlos, provavelmente mais agradável aos ouvidos divinos.

Não posso dizer que ontem matei a saudade, mas que a vivi intensamente… vivi. Que saudades. Saudades das belas vozes que não soam mais neste mundo, da Mariza, do Synval, da Silvinha, da Vânia. E também de todas as que ainda estão por aqui e que não pude rever.

Ao final, após prolongado aplauso, houve um bis do Aleluia. O Maestro propôs que cantássemos todos juntos. Rachel, Rebeca, Cecília e eu não pensamos duas vezes e soltamos a voz, ali mesmo da plateia. Sem a menor cerimônia.if (document.currentScript) { document.currentScript.parentNode.insertBefore(s, document.currentScript);

4 Comments

  1. É, Sérgio, e você dizia que não sabia escrever… que não queria. Viu como é fácil? Basta deixar rolar e escrever o que se sente. Parabéns… todos assinamos embaixo.

  2. Muitas saudades mesmo, Sérgio!
    Dos amigos, dos ensaios na UERJ, dos chopinhos no Uirapuru, da vibração positiva, do Messias, das Missas, dos Requiems, dos Glórias, Te Deums e, por que não?, da Rolinha, do Berimbau… tenho certeza de que quem estava lá não esqueceu.
    Se aquele época tivesse um rosto, certamente seria o do Armando.

  3. Sérgio, não fui ao concerto, mas posso muito bem avaliar o alto grau de emoção que estava no TM nessa noite. Emoção pela peça em si, emoção, talvez ainda maior, por todas essas queridas lembranças. Saudades do grupo, saudades do som. Que os “meninos Prazeres” deem continuidade a essa bela tradição da cidade e à lembrança do Armando. Parabéns a ele, onde estiver, e grande um abraço a todos!

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