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Marlos Nobre assume a Orquestra Sinfônica de Recife

O Prefeito Geraldo Júlio pela primeira vez na história da Orquestra, apresentou pessoalmente o novo gestor e regente.

Marlos Nobre ensaiando a orquestra
Marlos Nobre ensaiando a orquestra

O compositor Marlos Nobre aceitou assumir o cargo de Regente Titular e Gestor da Orquestra Sinfônica de Recife, em meio a uma crise profunda da orquestra: o anterior regente que ficara por 12 anos à cialis cene frente do conjunto vinha gerando profunda insatisfação. Finalmente um abaixo-assinado de 99% dos músicos pedindo seu afastamento sumário foi acatado pela Secretária de Cultura e pelo Prefeito de Recife.

Atendendo a um apelo da Secretária Leda Alves e do Prefeito Geraldo Júlio, aceitou a difícil tarefa de atuar no momento como gestor e novo regente da Orquestra, com a missão de reestruturá-la, acionar um projeto novo de gestão, estimular a auto-estima dos músicos e realizar um projeto de uma “Nova Orquestra Sinfônica de Recife” em termos profissionais.

Os primeiros passos foram simples e efetivos: uma imediata moralização do ânimo do grupo, totalmente esfacelado e sem uma programação definida, e que vinha tocando arranjos de músicas populares e cancelando suas apresentações sem mesmo um pré-aviso ao público.

O Prefeito Geraldo Júlio pela primeira vez na história da Orquestra, apresentou pessoalmente o novo gestor e regente, primeiro na sede da OSR, no Teatro de Santa Isabel e depois na Assembleia Legislativa, onde a indicação recebeu aclamação dos vereadores do Governo e da Oposição. A primeira batalha estava ganha, isto é, a confiança total dos músicos, dirigentes políticos e legislativos.

Imediatamente, começou os ensaios e, para testar as possibilidades da Orquestra colocou nas estantes a Quinta Sinfonia de Tchaikovsky. Após exaustivos ensaios a Orquestra começou a florescer e a desabrochar, com o empenho total dos músicos, já agora tendo um trabalho em andamento, com seriedade e empenho de todos.

Nas atuações circunstâncias, o novo gestor decidiu promover uma temporada com um concerto mensal, cada um deles trabalhado com intensidade e já prevendo um resultando de crescente qualidade.

O primeiro concerto de “estreia” desta nova Orquestra Sinfônica de Recife terá o seguinte programa e data:

ORQUESTRA SINFÔNICA DE RECIFE
– Teatro Santa Isabel
– Regência de Marlos Nobre
– Dia 28 de Agosto, 2013 às 20 horas

 

PROGRAMA

Beethoven
Abertura Egmont, Opus 84

Mozart
Concerto para Piano nº 27 em si bemol maior K.595
– Solista: Elyanna Caldas Silveira (1a. pianista brasileira finalista no Concurso Internacional Chopin, Varsóvia, Polônia)

Tchaikovsky
Sinfonia nº 5 em Mi menor Opus 64

 

 Os próximos concertos da Orquestra Sinfônica de Recife já estão programados nas seguinte datas:

– 25 de Setembro
– 23 de Outubro
– 20 de Novembro
– 17 de Dezembro

Todos serão realizados no Teatro de Santa Isabel (sede da Orquestra Sinfônica de Recife), sempre às 20 h.

A programação total destes próximos 4 concertos já está sendo acertada e será comunicada o mais breve possível.

 

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4 Comments

  1. Agradeço profundamente ao Senhor Compositor, Pianista e Regente Marlos Nobre e a todas as autoridades competentes de nossa Política por essa atitude louvável e de valor inapreciável.
    Antônio Almeida.
    Músico da Orquestra Sinfônica do Recife.

  2. Seria fantástico que o Grande Maestro Marlos Nobre promovesse a oportunidade para atuação de neófitos sobre sua orientação. Sempre sugeri isto ao regente anterior mas sem sucesso algum.
    Tenho regido orquestra como estudante nos festivais internacionais, mas no Recife, nunca tem havido lugar para este tipo de oportunidade.

  3. Sobre os músicos que encaram o cargo na OSR como algo secundário, e que chegam a faltar ensaios e mesmo concertos sem justificativa, Nobre foi incisivo: “Vamos lutar por um salário respeitável, mas eles, ainda que não sejam exclusivos da orquestra, deverão ter dedicação absoluta. A OSR voltará a ser um elemento vivo na cidade”, concluiu o novo regente.

  4. Acredito que o dinheiro não deve ser a principal motivação, mas, sem um salário digno, surge ai um espaço vago para ser ocupado pela “desmotivação”. E esta, por sua vez, desencadeia uma série de problemas! Vamos dar a esse músicos condições de expressarem os seus sentimentos, sem que em meio a essa expressão haja o medo de não cumprir com seus compromissos financeiros ou até mesmo a sua manutenção familiar!

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