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Marcelo Lehninger rege a OSB em programa de música eslava

Concerto de Dvorák traz à tona o folclore eslavo. Tchaikovaky e Liszt também estão no programa.

SERVIÇO

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Marechal Floriano s/nº, Centro
Informações do Theatro: (21) 2332‐9191/ 2332‐9005, a partir das 10h.
Bilheteria: 2332‐9005 / 2332‐9191

Sábado, 1º de junho, às 16h.

Preços: R$ 20 (Galeria), R$ 60 (Balcão Superior), R$ 100 (Plateia), R$ 140 (Balcão Nobre)

Acesso para  cadeirantes  e  pessoas  com  dificuldade  de locomoção  na  entrada  lateral  do

Há serviço de valet gratuito

Descontos: 50% para terceira idade, estudantes, portadores de necessidades especiais e menores de 21 anos.

 

 

O maestro carioca Marcelo Lehninger será o regente convidado do próximo concerto da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB). O programa é dedicado aos compositores eslavos, com peças-chave dos repertórios do tcheco Antonín Dvorák, do húngaro Franz Liszt e do russo Piotr Tchaikovsky. As peças são bastante representativas do período romântico, e demonstram a virtuosidade de todos os naipes orquestrais.

 

PROGRAMA

Série Topázio

Liszt
Os Prelúdios

Esta obra é o poema sinfônico mais importante do compositor, que inclusive inaugurou este gênero musical.

Dvorák
Scherzo Capriccioso, Op.66

Este concerto de Dvorák traz fortes elementos do folclore eslavo. Em muito se aproximam das danças e rapsódia eslava – composições marcantes do músico tcheco – com uma atmosfera bastante festiva.

Tchaikovsky
Sinfonia nº 5, Op.64

Uma das mais sinfonias mais famosas e de mais fácil reconhecimento. Por ser muito rica do ponto de vista melódico, a sinfonia já foi usada diversas vezes na história da TV e do cinema.

 

Marcelo Lehninger

Nascido no Rio de Janeiro, Marcelo Lehninger é diretor musical e regente titular da Orquestra Sinfônica de New West, em Los Angeles. Recentemente, renovou o contrato de regente assistente para uma terceira temporada na Sinfônica de Boston – uma das cinco maiores orquestras em todo o mundo. O único brasileiro que havia estado nesta posição antes foi Eleazar de Carvalho.

O maestro fez sua estreia no Carnegie Hall com a Sinfônica de Boston em 2011, com grandes elogios do crítico Anthony Tommasini, do “The New York Times”. Outras aparições importantes com a orquestra incluem a estreia em Tanglewood, em 2012, com o pianista Nélson Freire, além de performances com o violinista Joshua Bell e a pianista Gabriela Montero.

 

Sobre a Fundação OSB

A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira é uma entidade sem fins lucrativos, mantida por captação de recursos privados. Através dela são mantidos dois corpos artísticos – a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) e a OSB Ópera & Repertório – além de atividades de cunho educacional, orientadas para a formação de público ouvinte de música clássica. As atividades da Fundação OSB são viabilizadas pelo apoio da Vale, da Prefeitura do Rio de Janeiro, do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de um conjunto de investidores.

 

Sobre a OSB

A Orquestra Sinfônica Brasileira é o mais tradicional conjunto sinfônico do país. Roberto Minczuk é o maestro titular. Composta por 71 músicos, tem por meta alcançar o número viagra mexico over the counter de 95 até 2016. No ano de 2013, a OSB terá três séries de concerto no Theatro Municipal: Ametista, Turmalina e Topázio. Além da série Safira na Sala São Paulo, na capital paulista. A temporada é elaborada por Minczuk, em conjunto com o diretor artístico da Fundação, Pablo Castellar, e com a comissão de músicos desta orquestra.

Fundada em 1940 pelo maestro José Siqueira, a OSB foi a primeira a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. As missões institucionais contemplam a conquista de novos públicos para a música sinfônica, o incentivo a novos talentos e a divulgação de um repertório diversificado, objetivos alcançados em mais de quatro mil concertos realizados durante sete décadas de trajetória ininterrupta.

A história da OSB se compôs através da contribuição de grandes músicos e regentes como Eleazar de Carvalho e Isaac Karabtchevsky. Além de ter revelado nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses, a OSB também contou em sua história com a colaboração de alguns dos maiores artistas do século XX: Leonard Bernstein, Zubin Mehta, Kurt Sanderling, Arthur Rubinstein, Martha Argerich, Kurt Masur, Claudio Arrau, Mstislav Rostropovich, Jean-Pierre Rampal e José Carreras, dentre outros.

 

Apoio cultural: Banco Safira e Souza Cruz

Realização: Ministério da Cultura. A Orquestra Sinfônica Brasileira é mantida pela Vale e Prefeitura do Rio. Apoio financeiro: BNDES. Patrocinador master: Carvalho Hosken

 

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