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Maestro Evandro Matté estreia no Rio

A Sala Cecília Meireles, espaço da FUNARJ, apresenta sexta-feira, dia 30 de abril (presencial) e sábado  dia 1º de maio (presencial + YouTube), sempre às 19 horas, dentro da série Orquestras, a Orquestra Sinfônica da UFRJ, sob a regência de Evandro Matté, tendo como solista a violinista Priscila Rato. No programa, Ricardo Tacuchian, Mendelssohn e Dvoräk.

Na quarta-feira, dia 28 de abril, às 18 horas, será realizada a live Conversa na Sala #15, mediada por João Guilherme Ripper (compositor e diretor da sala Cecília Meireles), tendo como convidados o maestro Evandro Matté (regente e diretor artístico da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) e a violinista Priscila Rato. Transmissão pelo canal YouTube da Sala.

PROGRAMA

Ricardo Tacuchian (1939)
Sinfonieta para Fátima
– Vivace
– Andante
– Allegro

Felix Mendelssohn Bartholdy (1809 – 1847)
Concerto para violino e cordas em Ré menor
– Allegro
– Andante
– Allegro

Antonin Dvorák (1841- 1904)
Serenata para cordas, op. 22
– Moderato
– Minueto. Allegro con moto
– Scherzo. Vivace
– Larghetto
– Finale. Allegro vivace

 

SERVIÇO

 

Série Orquestras – Orquestra Sinfônica da UFRJ
Maestro Evandro Matté estreia no Rio

Dia 30 de abril, sexta-feira, às 19h  (presencial)
Dia 01 de maio, sábado, às 19h  (presencial + Youtube)

Ingressos: R$ 40,00 e R$ 20,00 na bilheteria da Sala

 Link para compra pela internet:

https://bileto.sympla.com.br/event/67685/d/97559

 

 

Evandro Matté – regente 

O maestro Evandro Matté tem se destacado no cenário da música de concerto por sua contribuição musical e como gestor. Atuou na liderança da construção da Casa da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre) e do Teatro Unisinos, na reestruturação de orquestras, na gravação de cinco CD’s e na fundação do projeto social Vida com Arte – Unisinos, que atende crianças em situação de vulnerabilidade social.

Foi através do trompete que, aos 7 anos de idade, Evandro Matté iniciou seus estudos em música. Aos 15 anos, passou a integrar a orquestra profissional da sua cidade natal, a Orquestra Sinfônica de Caxias do Sul. Radicado em Porto Alegre, inicia seus estudos na Escola de Música da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre).

Aos 19 anos, assumiu a cadeira de trompetista da OSPA e ingressou no curso de graduação em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Especializou-se na Universidade da Georgia (EUA) e no Conservatoire de Bordeaux (FRA).

Atraído pela regência, passou a atuar como maestro através de festivais e masterclasses, sendo orientado por prestigiados regentes, como o icônico Kurt Masur (ALE). Em 2007, assumiu a Orquestra Unisinos Anchieta como maestro e diretor artístico. À frente da orquestra, gravou quatro álbuns, com destaque para compositores latino-americanos e solos de virtuosos musicistas.

Em 2011, lançou o Festival Internacional SESC de Música – Pelotas, projeto por ele idealizado em parceria com o SESC RS. Desde então, tendo Evandro Matté na sua direção artística, o festival é reconhecido como um dos maiores e mais significativos da América Latina. Além do caráter de formação, o festival também se destaca por cumprir singular papel no fomento à cultura da região onde se insere.

Após 25 anos como trompetista, Evandro Matté assumiu o posto de diretor artístico e maestro da OSPA. Com realização de turnês, produção de discografia, fortalecimento de programas educacionais, construção de uma nova casa de concertos e busca da elevação do nível artístico da orquestra, seus cinco anos de gestão são celebrados por devolver à OSPA sua posição de excelência entre as orquestras da América Latina.

Desde 2018, é também diretor artístico e maestro da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro (OCTSP) e, em 2013, assumiu a direção artística e regência dos Concertos Comunitários Zaffari.

Por sua contribuição cultural ao desenvolvimento das artes francesas no Brasil, em 2019 foi condecorado pelo Ministère de la Culture da França pela insígnia de Chevalier de l´Ordre des Arts et des Lettres.

 

Priscila Rato  – violinista

Graduada pela Escola de Música da UFRJ, pela International Menuhin Music Academy (Suíça  com Maxim Vengerov e Liviu Prunaru. Na Suíça, foi integrante da Camerata Menuhin com a qual realizou concertos sob a regência de Maxim Vengerov em grande parte da Suíça, Portugal e Mônaco.

Participou de uma turnê com a Gstaad Festival Orchestra sob a regência de Kristian Jarvi na Suíça Italiana e na França acompanhando a cellista Sol Gabeta. Recentemente concluiu seu mestrado na Universidade Federal da Bahia.

De 2004 a 2006, participou do Festival Internacional de Campos do Jordão, em São Paulo, tendo aulas com Boris Belkin, Daniel Hope, Cláudio Cruz e Quarteto Borodin. Em 2006 e 2007, participou da Nordic Music Academy, em Mors na Dinamarca, onde estudou com Per Enoksson (Spalla da Orquestra Sinfônica de Gutenberg) e com o premiado violinista Nikolaj Znaider, realizando concertos em Copenhagem (Tivoli Hall).  Em 2009, passou uma temporada em Bruxelas para ter aulas com o pedagogo Rudolf Werthen. Teve aulas com o grande pedagogo Boris Kuschnir na Suiça em julho de 2012.

Foi vencedora do Concurso para jovens solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem (na qual foi spalla por 3 anos) e Orquestra Sinfônica Brasileira. Além dessas orquestras, também atuou como solista da Orquestra Sinfônica da UFRJ, Camerata Menuhin (na Sala de concertos Victoria Hall em Genebra), Camerata do Rio de Janeiro, Orquestra de Câmara da ULBRA (Porto Alegre), USP Filarmônica e Orquestra Johann Sebastian Rio, atuando nesses concertos sob a batuta de maestros como Ira Levin, Felipe Prazeres , Carlos Prazeres, Roberto Tibiriçá, Yeruham Scharovsky, Ernani Aguiar, Pietro Bastianeli, Carlos Rato e Bernardo Bessler.

Fez parte do corpo docente dos festivais de Domingos Martins e Oficina de Música de Curitiba. Atua ativamente como camerista e já se apresentou com Jean Louis Steurmann, Cristian Budu, Fabio Martino, Leonardo Hilsdorf, Carmelo de Los Santos, Massimo Macri (ITA), Gloria Campaner (ITA), Hugo Pilger, Joel Gisiger, Sérgio Burgani e Giulio Tampalini (ITA).

Atualmente é Spalla da Orquestra Sinfônica da Bahia e também membro fundador da Orquestra Johann Sebastian Rio

 

A Temporada 2021 da Sala Cecília Meireles tem o patrocínio da PETROBRAS.

A Sala Cecília Meireles segue o Protocolo de Segurança Sanitária elaborado pela FUNARJ, ratificado pela Secretaria Especial da Covid-19 do Estado do RJ e adotado pelo Governo do Rio de Janeiro, via decreto. As principais medidas adotadas incluem medição da temperatura de cada espectador antes de entrar na Sala; a redução da capacidade para 240 lugares (com espaços de duas poltronas vazias entre cada uma ocupada); a instalação de filtros Hepa (High Efficiency Particulate Air) em todos os equipamentos de refrigeração, os mesmos recomendados para uso em hospitais, laboratórios, nas indústrias farmacêutica e alimentícia e em cabines de segurança biológica; estações de álcool gel para higienização das mãos no hall e nos banheiros; sinalização para a manutenção do  distanciamento social; proteção para as cabines de bilheteria; corredores exclusivos para entrada e saída.

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