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Leonardo Hilsdorf e a Filarmônica de MG

Sob regência de Fabio Mechetti, Orquestra interpreta obras de Chopin, Miranda e Berlioz.

 

O premiado pianista brasileiro Leonardo Hilsdorf apresenta-se com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais nos dias 20 e 21 de julho, às 20h30, na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, interpretando o Concerto para piano n. 1 em mi menor Cheap , de Chopin. Ainda no repertório, Sinfonia Fantástica, de Berlioz, e Horizontes, de Ronaldo Miranda – que estará presente para assistir à execução de sua obra. A regência é do maestro Fabio Mechetti.

Antes das apresentações, das 19h30 às 20h, o público pode participar dos Concertos Comentados, palestras que abordam aspectos do repertório. Palestrante das duas noites, o clarinetista Principal da Orquestra, Marcus Julius Lander online , conduz o público pelos detalhes da online Sinfonia Fantástica, de Berlioz, trama orquestral que retrata as fantasias e paixões de um jovem músico sob o efeito do ópio.

 

Repertório

Frédéric Chopin (1810-1849) e a obra Concerto para piano n. 1 em mi menor, Op. 11 buy nolvadex canada
Peças criadas durante a juventude dos compositores raramente têm lugar permanente em seu repertório. Tal não é o que ocorre com os dois concertos para piano de Chopin, compostos ainda na Polônia, aos 19 anos. O Concerto n. 1 em mi menor, que integra o programa das duas apresentações da Filarmônica, foi executado, pela primeira vez, no último dos recitais dados pelo compositor no Teatro Nacional de Varsóvia, em 1830. Depois disso, Chopin se mudou para Paris e nunca voltou à sua terra natal. Os concertos para piano de Chopin ocupam lugar de exceção na história do gênero, pois se afastam do modelo criado e consagrado por Mozart. Nas peças mozartianas, orquestra e instrumento solista estabelecem diálogos. Chopin, por sua vez, limita o papel da orquestra, que, praticamente, apenas introduz temas e interliga episódios que são desenvolvidos pelo piano. A forte personalidade artística do músico se manifesta já nessas primeiras obras, no encanto melódico e no brilhantismo da escrita para o piano.

 

Ronaldo Miranda (1948-) e a obra Horizontes
A obra de Ronaldo Miranda divide-se em quatro fases: estudantil; atonalismo livre; neotonalismo ou neorromantismo; e, hoje, uma síntese das outras, com uso de técnicas tradicionais e modernas. Em sua carreira, o compositor tem escrito para formações diversas, da exploração de instrumentos solo a combinações camerísticas, orquestra, coro e ópera. Criada para grande orquestra, Horizontes foi feita para as comemorações dos 500 anos de descobrimento da América. O título alude aos novos horizontes que se abririam – nem sempre auspiciosos – com a chegada dos espanhóis a este lado do Atlântico. A peça, que sintetiza as técnicas composicionais desenvolvidas nas muitas fases do compositor, estreou em 1993, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, sob direção de Mário Tavares, na programação da Bienal Brasileira de Música Contemporânea.

 

Hector Berlioz (1803-1869) e a obra Sinfonia Fantástica, Op. 14 buy hoodia tea bags
Figura central do Romantismo musical europeu, Berlioz também se destacava como ensaísta e intelectual, com apreço por Shakespeare e Goethe. Tal comprometimento com a poética transborda em suas óperas, cantatas e sinfonias, devido ao conteúdo dramático revelador das paixões humanas. A Sinfonia Fantástica Female Viagra online representa uma revolução na história do gênero sinfônico. Ao partir da sugestão descritiva presente na Sinfonia Pastoral, de Beethoven, e sempre atento às formas clássicas, Berlioz cria uma sinfonia que irá influenciar o gênero dali para a frente e também os poemas sinfônicos de Liszt. Na Fantástica (1830), o compositor usa um tema recorrente, a idée fixe, célula musical que percorre, ciclicamente, toda a composição. A necessidade de exprimir diversos estados conflitantes de espírito influencia a escrita e a estrutura da obra, com contrastes de dinâmica e orquestração, possibilitando um novo universo de ritmos, melodias e harmonias.

 

Artistas

Desde 2008, Fabio Mechetti é diretor artístico e regente titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Com seu trabalho, posicionou a orquestra mineira nos cenários nacional e internacional e conquistou vários prêmios. Com ela, realizou turnês pelo Uruguai e Argentina e realizou gravações para o selo Naxos. Natural de São Paulo, Mechetti serviu recentemente como regente principal da Filarmônica da Malásia, tornando-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática. Depois de 14 anos à frente da Sinfônica de Jacksonville, Estados Unidos, atualmente é seu regente titular emérito. Foi também regente titular das Sinfônicas de Syracuse e de Spokane. Desta última é, agora, regente emérito. Foi regente associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington e com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio norte-americano. Da Sinfônica de San Diego, foi regente residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey e tem dirigido inúmeras orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. É convidado frequente dos festivais de verão nos Estados Unidos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York.

Realizou diversos concertos no México, Espanha e Venezuela. No Japão dirigiu as orquestras sinfônicas de Tóquio, Sapporo e Hiroshima. Regeu também a Orquestra Sinfônica da BBC da Escócia, a Orquestra da Rádio e TV Espanhola em Madrid, a Filarmônica de Auckland, Nova Zelândia, e a Orquestra Sinfônica de Quebec, Canadá. Vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, na Dinamarca, Mechetti dirige regularmente na Escandinávia, particularmente a Orquestra da Rádio Dinamarquesa e a de Helsingborg, Suécia. Recentemente fez sua estreia na Finlândia, dirigindo a Filarmônica de Tampere, e na Itália, dirigindo a Orquestra Sinfônica de Roma. Em 2016 estreou com a Filarmônica de Odense, na Dinamarca. Mechetti recebeu títulos de mestrado em Regência e em Composição pela prestigiosa Juilliard School de Nova York.

 

Expoente da nova geração de pianistas brasileiros, http://iraqitradeunions.org/?p=9684 Leonardo Hilsdorf tem se apresentado no Brasil, nos EUA e na Europa. Aclamado pela crítica especializada, é, hoje, um dos seletos solistas em residência na Capela Musical Rainha Elisabeth da Bélgica, onde trabalha sob os cuidados de Maria João Pires. Venceu competições na América e na Europa – Concurso Internacional de Piano Adilia Alieva 2012; Concurso Pianale KlavierAkademie 2011; União Europeia de Concursos de Música para a Juventude 2011. Em 2012, foi reconhecido com o prestigioso prêmio Nadia et Lilit Boulanger. Em 2016, obteve o terceiro prêmio no Concurso internacional de Colônia KRK. No Brasil, ganhou os concursos Jovens Instrumentistas do Brasil, Artlivre, Villa-Lobos e Paulo Giovaninni, dentre outros. Vencedor do 1º Concurso Grieg Nepomuceno 2005, gravou CD dedicado aos dois compositores. Em 2016, recebeu o primeiro prêmio, por unanimidade, no Concurso Internacional J. J. C. Yamaha do México.

Em 2007, abriu dois recitais de Nelson Freire, na Sala Cecília Meireles, no Rio, e no Theatro Municipal de São Paulo, com elogios da crítica especializada. Hilsdorf se apresentou em salas como Concertgebouw, Flagey, Bozar, Maison de la Radio e BeethovenHaus, e atou, em masterclasses, com Leon Fleisher, Garrick Ohlsson, Jean-Yves Thibaudet, Robert Levin e Dmitry Bashkirov. Foi solista com a Filarmônica da Radio France, Orchestre Royal de Wallonie e a Orquestra Sinfônica Brasileira. Na Europa, gravou para France Musique e Musiq3; no Brasil; para Rádio e TV Cultura e Rádio MEC. Bacharel em Piano pela Universidade de São Paulo (USP), sob cuidados de Eduardo Monteiro, foi aceito, aos 20 anos, no mestrado em Performance do New England Conservatory, em Boston, sob orientação de Wha Kyung Byun e Russell Sherman. Em 2014, por unanimidade, recebeu o Diploma de Concertista, mais alta distinção em Performance da École Normale de Musique de Paris Alfred Cortot. Hoje, estuda com Claudio Martinez Mehner, na escola de música de Colônia (Alemanha). Seus estudos no exterior têm apoio de BNDES e DAAD, além dos fundos Haas-Teichen e Buttenweiser.

 

doxycycline online Foto: Maria Calfopoulos

 

SERVIÇO:

 

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais viagra order

Leonardo Hilsdorf, piano

Fabio Mechetti, regente

 

Pills 20 e 21 de julho, quinta e sexta-feiras, às 20h30

Sala Minas Gerais (R. Tenente Brito Melo, 1.090, Barro Preto – Belo Horizonte. Tel.: 31 3219-9000)

 

Ingressos: R$ 105 (balcão principal), R$ 85 (plateia central), R$ 62 (balcão lateral), R$ 50 (mezanino) e R$ 40 (balcão palco e coro), com meia-entrada para estudantes, pessoas com mais de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação

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