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Filarmônica de MG e os irmãos Álvares

Orquestra recebe o pianista mineiro Paulo Álvares (na foto) para interpretar obra de seu irmão, Eduardo Álvares. Viagra Soft order

 

Nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, às 20h30, o pianista Paulo Álvares interpreta a obra O livro dos seres imaginários, de autoria de seu irmão, Eduardo Álvares (1959-2013), compositor mineiro de vasta produção e forte atividade na música contemporânea brasileira. Com regência do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais interpreta ainda a peça A Sudden Rainbow, do norte-americano Joseph Schwantner, e encerra a noite com a generic doxycycline Quarta Sinfonia buy doxycycline online Cheap  de Tchaikovsky.

Na série de palestras sobre obras, compositores e solistas que a Filarmônica promove antes das apresentações, das 19h30 às 20h, o palestrante das duas noites é o percussionista da Filarmônica de Minas Gerais e curador dos Concertos Comentados, Werner Silveira Purchase Purchase . As palestras são gravadas em áudio e ficam disponíveis no site da Orquestra.

 

Repertório

Joseph Schwantner (1943-) e a obra A Sudden Rainbow
Em 1982, a fim de reaproximar compositores, orquestras e público norte-americano, o programa Meet the Composer [Conheça o Compositor] selecionou cinco importantes nomes para dois anos de residência em cinco das maiores orquestras dos EUA. Assim, Joseph Schwantner iniciou sua colaboração com a St. Louis Symphony, para a qual escreveu A Sudden Rainbow [Um arco-íris súbito]. Estreada em 1986, a obra foi indicada no ano seguinte ao Grammy de Melhor Composição de Música Clássica Contemporânea e recebeu o terceiro prêmio no Kennedy Center Friedheim Award. A Sudden Rainbow Purchase Viagra Soft cheap oferece aos ouvidos um equivalente daquilo que o arco-íris traz aos olhos. Descrito pelo compositor como um fenômeno ofuscante, de beleza luminosa e prismática, o “arco-íris contém as cores puras do espectro visual em faixas consecutivas e é formado no céu pela refração, reflexão e dispersão dos raios do sol na chuva ou na neblina”. Analogamente, a música, escrita de forma simétrica, “frequentemente se desdobra em camadas estratificadas de cores orquestrais”, modeladas “pelo equilíbrio de forças tímbricas e espaciais em jogo na obra”.

Eduardo Álvares (1959-2013) e a obra cialis black 800mg purchase O livro dos seres imaginários
A música fixou-se logo como a forma preferida de expressão do mineiro Eduardo Álvares, bem como o fio condutor de uma proposta estética que tem origem nas artes plásticas e estende-se ao universo da dança, teatro, cinema e literatura. Sua vasta produção musical agrupa-se em três períodos. A fase de formação e de experimentação reúne obras de orientação surrealista e dramática, frutos da acumulação do trabalho com massas sonoras e harmonias dissonantes, linguagem serialista e espetáculos cênico-musicais. A segunda fase estende-se de 2001 a 2007, período no qual o compositor reorientou sua produção em direção a um pós-tonalismo mais convencional. A última fase retoma elementos da primeira, de caráter experimental, e assimila elementos musicais mais ásperos, dissonantes e dramáticos. A obra O livro dos seres imaginários (2006) foi inspirada no livro homônimo de Jorge Luis Borges. Trata-se de uma homenagem à música latino-americana primitivista de Villa-Lobos e Revueltas, e sinaliza o fim do segundo período composicional de Álvares. Escrito em quatro movimentos, o concerto joga com desníveis de linguagem e rejeita o “nacionalismo melódico e sentimental” em favor de uma força selvagem, percussiva e não europeia. Nas palavras de seu dedicatário e intérprete, Paulo Álvares, irmão de Eduardo, O livro dos seres imaginários “retrata o universo poético de Borges em toda sua estranheza, sua violência atávica e magmática, seu primitivismo moderno revisitado e sua aureolada matéria sonora em fusão”.

Pills Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) e a obra Sinfonia n. 4 em fá menor, Op. 36
A composição da Sinfonia n. 4 está intimamente ligada ao aparecimento de Nadezhda von Meck na vida de Tchaikovsky. Musicista amadora e excelente administradora, mantinha um grupo de artistas à sua disposição. Em 1876, encomendou a Tchaikovsky uma peça para violino e piano. Nascia aí um amor platônico e obsessivo e um caso duradouro de mecenato. Madame von Meck depositava mensalmente uma soma considerável de rublos para o compositor, destinada a liberá-lo de dar aulas para sobreviver, dedicando-se inteiramente à composição e às viagens. Os dois trocaram mais de mil cartas, e a única imposição feita por von Meck foi a de que nunca se encontrassem pessoalmente. Os primeiros esboços da Quarta Sinfonia datam de fevereiro de 1877. Na época, além de ocupado com a composição da ópera Eugene Onegin, Tchaikovsky embarcara em um casamento desastrado com sua antiga aluna Antonina Miliukova. A orquestração dos três primeiros movimentos foi concluída em Veneza, no mesmo ano. A conclusão de seu amado opus 36 viria no dia 7 de janeiro de 1878, em San Remo. Considerada pelo compositor como uma de suas melhores obras, a Sinfonia n. 4 foi naturalmente dedicada a Mme. von Meck.

 

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Paulo Álvares, piano
Professor de música de câmara contemporânea e improvisação na Escola de Música de Colônia e fundador do Ensemble for Aleatoric Music, Paulo Álvares é requisitado como pianista solo e camerista, particularmente em música contemporânea. Mineiro, nascido em 1960 e formado pela USP, estudou nos Estados Unidos com Caio Pagano e Steven De Groote, recebendo seu título de mestre pela Universidade Cristã do Texas. Frequentou, com bolsa do DAAD – Intercâmbio Acadêmico Alemão –, a Escola Superior de Música de Colônia, onde aperfeiçoou-se com Aloys Kontarsky e Hans Ulrich Humpert. Recebeu o Prêmio de Música Kranichstein no Darmstadt New Music Courses. Trabalhou com regentes e compositores, como Mauricio Kagel, Helmut Lachenmann, Luciano Berio, Earle Brown, Tristan Murail, Emmanuel Nunes, Péter Eötvös, Dieter Schnebel e Gerhard Stäbler. Colaborou ainda com as orquestras Sinfônica de WDR, Sinfônica de Gürzenich, Sinfônica Bochumer e também com diversos grupos de música nova.

 

SERVIÇO:

 

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Paulo Álvares, piano

Fabio Mechetti, regente

 

30 de novembro e 1 de dezembro, quinta e sexta-feiras, às 20h30

Sala Minas Gerais cialis black 800mg order (R. Tenente Brito Melo, 1.090, Barro Preto – Belo Horizonte. Tel.: 31 3219-9000)

 

Ingressos: R$ 105 (balcão principal), R$ 85 (plateia central), R$ 62 (balcão lateral), R$ 50 (mezanino) e R$ 40 (balcão palco e coro), com meia-entrada para estudantes, pessoas com mais de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação

 

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