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Festival MCB Edino Krieger

Cialis Soft cheap Homenagem ao grande compositor brasileiro contemporâneo.

 

O Festival de Música Contemporânea Brasileira Edino Krieger visa criar um espaço para eternizar a figura do compositor Edino Krieger, grande nome da música brasileira atual.

Além de homenagear o compositor catarinense, o projeto busca também criar oportunidades de valorização e promoção da criação artística de todo o país, em especial do estado de Santa Catarina. Sua estrutura apresenta discussões e recitais com obras do compositor, contando também com sua presença durante o evento e sua participação no recital comentado, realizado na segunda semana do Festival.

Este festival também tem por finalidade valorizar e fortalecer a memória e a diversidade da cultura brasileira; fomentar a produção contemporânea e, ao mesmo tempo, promover espaço para jovens artistas. Tem como objetivo selecionar composições que terão estreia no II Festival de Música Contemporânea Brasileira Edino Krieger.

As obras solistas poderão ser escritas para piano, violino, viola, violoncelo ou contrabaixo e as obras de câmara instrumentais poderão conter até 8 integrantes, utilizando os instrumentos citados acima. As obras poderão, ainda, ser compostas para coro “a capella” ou coro e piano.

Os trabalhos deverão ser enviados para avaliação até 15 de maio. Local do Festival: Florianópolis, 14 a 23 de setembro de 2017

 

As categorias aceitas são:

1. Composições para solistas ou duos.
2. Grupos de câmara com 3 a 10 intérpretes, sendo que todas as obras deverão ser escritas para: piano, violino, viola, violoncelo e/ou contrabaixo.

Cada proponente poderá concorrer com até duas composições. Acesse o edital pelo site do evento.

CRONOGRAMA

– Dia 15 de maio de 2017 – Prazo final para envio das obras generic doxycycline pelo site.

– Dias 16 de maio a 10 de junho de 2017 – Avaliação das obras

– Dia 12 de junho de 2017 – Publicação do resultado na internet.

 

Edino Krieger

Edino Krieger

Nasceu em Brusque, Santa Catarina, a 17 de março de 1928. Iniciou, aos sete anos, estudos de violino com seu pai, Aldo Krieger. Aos 15, transferiu-se para o Rio de Janeiro, para prosseguir sua formação no Conservatório Brasileiro de Música, onde estudou com H. J. Koellreutter. Em 1945, passou a integrar o Grupo Música Viva. Em 1948, foi escolhido em concurso para estudar com Aaron Copland, no Berkshire Music Center de Massachussets, EUA, onde assistiu também a aulas de Darius Milhaud. Estudou ainda na Juilliard School of Music, de Nova Iorque com Peter Mennin (composição) e na Henry Street Settlement School of Music com William Nowinsky (violino). Representou a Juilliard no Simpósio de Compositores dos Estados Unidos e Canadá realizado em Boston, e atuou como violinista da Mozart Orchestra de Nova Iorque.

Retornando ao Brasil em 1950, iniciou a atividade de produtor na Rádio Ministério da Educação, onde exerceu a função de diretor musical e organizou a Orquestra Sinfônica Nacional, e de crítico musical do jornal Tribuna da Imprensa. Em 1952, estudou com Ernst Krenek no III Curso Internacional de Verão de Teresópolis, RJ.

Com bolsa do Conselho Britânico, estudou em Londres durante um ano com Lennox Berkeley, da Royal Academy of Music. Em 1959, obteve o primeiro prêmio no I Concurso Nacional de Composição do Ministério da Educação, com Divertimento para Cordas. Em 1961, seu Quarteto de Cordas nº1 Cialis Soft order   obteve o Prêmio Nacional do Disco. Em 1965, suas Variações Elementares Red Viagra order  foram estreadas no III Festival Interamericano de Música de Washington, e no ano seguinte seu Ludus Symphonicus foi estreado pela Orquestra de Filadélfia no III Festival de Música de Caracas, Venezuela. Em 1969 e 1970, organizou e dirigiu os Festivais de Música da Guanabara, dos quais se originaram, a partir de 1975, as Bienais de Música Brasileira Contemporânea.

Entre os prêmios e honrarias que recebeu estão: Prêmio Internacional da Paz do Festival de Varsóvia (1955), Prêmio da Fundação Rottelini de Roma (1955), Medalha de Honra do Cinquentenário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (1959), Troféu Golfinho de Ouro (1969 e 1988), a Medalha do Mérito Cultural Cruz e Souza, do Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina (1997), Troféu Barriga-Verde (1977), Comenda da Ordem Cultural do Ministério da Cultura e Belas Artes da Polônia (1985), Medalha do Mérito Cultural Anita Garibaldi, do Estado de Santa Catarina (1986), Prêmio Nacional da Música do Ministério da Cultura (1994) e Medalha Pedro Ernesto, maior honraria concedida pela cidade do Rio de Janeiro. É membro do Conselho Estadual de Cultura do Rio de Janeiro.

Dirigiu a divisão de música clássica da Rádio Jornal do Brasil acquire doxycycline Red Viagra online e exerceu a crítica musical no Jornal do Brasil. Em 1976, assumiu a direção artística da FUNTERJ – Fundação de Teatros do Rio de Janeiro. Em 1979, criou o Projeto Memória Musical Brasileira/PRO-MEMUS, junto ao Instituto Nacional de Artes da FUNARTE – Fundação Nacional de Arte, do Ministério da Cultura. De 1981 a 1989, foi diretor do Instituto Nacional de Música. Foi presidente da FUNARTE, da Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro e da Academia Brasileira de Música.

Seu catálogo inclui obras para orquestra sinfônica e de câmara, oratórios, música de câmara, obras para coro e para vozes e instrumentos solistas, além de partituras incidentais para teatro e cinema. Suas composições têm sido executadas com frequência no Brasil e no exterior, inclusive por orquestras do Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Recife, Bahia, Belo Horizonte, Liège, Bruxelas, Paris, Londres, Munique, Buenos Aires, Córdoba, Nova York, Filadélfia, Washington, Colônia, Tóquio e outras.

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