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English Baroque Soloists e Monteverdi Choir na Série O Globo/Dell’Arte

A temporada 2019 de concertos internacionais – Série O Globo/Dell’Arte – será encerrada em grande estilo: com a apresentação da orquestra English Baroque Soloists, acompanhada por Monteverdi Choir, sob o comando do regente Sir John Eliot Gardiner. O espetáculo acontece no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na quinta-feira, dia 07 de novembro, às 20h.

Reverenciado como um dos músicos mais inovadores e dinâmicos do mundo, Sir John Eliot Gardiner é fundador e diretor artístico de Monteverdi Choir e English Baroque Soloists, sendo uma figura-chave no renascimento da chamada música clássica antiga.

Fundados nos anos 60 e 70, respectivamente, Monteverdi Choir e English Baroque Soloists tornaram-se referência mundial na interpretação de óperas e oratórios do período Barroco. Enquanto a orquestra explora ao máximo os instrumentos de época – seu som característico é quente e incisivo – o coro vai além da música e busca, através do impacto visual de suas apresentações e da exploração dos espaços, aguçar o senso dramático.

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=_mmIC3ryWUk

 

 

PROGRAMA

Claudio Monteverdi
Messa a 4 voci da cappella, SV. 190
Kyrie
– Gloria
– Credo
– Sanctus
– Benedictus
– Agnus Dei

Domenico Scarlatti
Stabat Mater
Stabat mater dolorosa
– Cujus animan gementem
– Quis non posset contristari
– Eja, mater, fons amoris
– Sancta mater, istud agas
– Fac me vere tecum flere
– Inflammatus et accensus

Henry Purcell
Hear my prayer, o Lord, Z.15
Jehova, quam multi sunt hostes, Z.135

Giacomo Carissimi
Jephté (oratório)
Historicus
– Jephté
– Coro a 6
– Historicus a 2
– Basso solo
– Coro a 6
– Historicus
– Historicus a 3
– Historicus
– Filia
– Coro a 2
– Filia
– Coro a 6
– Historicus
– Jephté
– Historicus a 4
– Filia
– Coro a 6

 

SERVIÇO

 

English Baroque Soloists – Monteverdi Choir
Sir John Eliot Gardiner, regente

Dia 07 de novembro, quinta-feira, às 20h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, s/n – Cinelândia – Rio – 2332 9191)

Ingressos:

Frisa e Camarote: R$ 600,00 (por pessoa)
Plateia e Balcão Nobre: R$ 600,00
Balcão Superior: R$ 290,00
Galeria: R$ 125,00
Preço promocional – R$ 50,00

Formas e condições de pagamento:

Internet: www.dellarte.com.br/concertos

Telefone: 4002-0019

 

 

The English Baroque Soloists

Fundado em 1978 por Sir John Eliot Gardiner, The English Baroque Soloists sempre buscaram desafiar as ideias preconcebidas sobre o Barroco e a música clássica antiga. O conjunto se estabeleceu, há muito tempo, como uma das principais orquestras de instrumentos de época do mundo. Com um repertório que vai de Monteverdi a Mozart e Haydn, eles se sentem igualmente à vontade em apresentações de câmara, sinfônicas e de óperas, sendo seu som característico, quente e incisivo, instantaneamente reconhecível.

O conjunto subiu ao palco dos mais prestigiados teatros e salas do mundo, incluindo o Teatro alla Scala de Milão, o Concertgebouw em Amsterdam e a Ópera de Sydney, na Austrália. Nos anos 90, eles apresentaram as sete óperas do período maduro de Mozart e gravaram todos os concertos de piano e sinfonias da maturidade do compositor.

The English Baroque Soloists participam regularmente de projetos conjuntos com o Monteverdi Choir – juntos, fizeram parte da famosa e icônica Peregrinação das Cantatas de Bach em 2000, quando todas as cantatas do compositor foram apresentadas por toda a Europa. Também empreenderam uma turnê com o Orphée et Eurydice de Gluck, em Hamburgo e Versalhes, na esteira de uma produção encenada na Royal Opera House, Covent Garden, em colaboração com a companhia de dança Hofesh Shechter.

Em 2016, participaram de várias turnês, que incluíram apresentações do Magnificat em Mi menor, Missa Luterana em Fá maior e da Cantata “Süßer Trost” de Bach, com o Coro Monteverdi, em centros musicais da Europa, além da execução da Paixão Segundo São Mateus de Bach e, também, de um programa misto com as Sinfonias Nos. 39-41, o Réquiem e a Grande Missa em Dó menor de Mozart.

Mais recentemente, participaram da aplaudida turnê com a trilogia Monteverdi 450, que os levou a encenar as três óperas sobreviventes de Monteverdi, levadas a toda a Europa e Estados Unidos, paralelamente ao lançamento de duas gravações, pelo selo SDG, da Paixão Segundo São Mateus e do Magnificat em Mi bemol de Bach. The English Baroque Soloists são patrocinados por Sua Alteza Real, o Príncipe de Gales.

 

Monteverdi Choir

Fundado por Sir John Eliot Gardiner como parte do movimento revolucionário de instrumentos de época dos anos 1960, o Monteverdi Choir sempre teve seu foco em trazer uma nova perspectiva ao seu repertório.

Com uma consumada combinação de técnica coral com a prática de execução historicamente informada, sua verdadeira diferença enquanto conjunto está em sua capacidade de transmitir música para seu público em todo o mundo.

O coro vai além da música e busca, através do impacto visual de sua apresentação, melhorar a experiência, explorando inclusive os espaços das salas em que se exibe, aguçando o imediatismo e o senso dramático. Esta abordagem levou o Monteverdi Choir a ser aclamado, nos últimos 50 anos, como um dos melhores coros do mundo.

Em 2000, em meio a uma série de turnês pioneiras, estava a “Peregrinação das Cantatas de Bach”, em cujo quadro o coro apresentou todas as 198 cantatas sacras de J.S. Bach, em mais de 60 igrejas na Europa e na América. O projeto integral, gravado pelo selo da instituição Soli Deo Gloria, foi saudado como “um dos projetos musicais mais ambiciosos de todos os tempos” pela revista Gramophone. O Monteverdi Choir tem um acervo de mais de 150 gravações, que lhe valeram inúmeros prêmios.

O coro também está comprometido no treinamento de futuras gerações de cantores, através do programa “Monteverdi Apprentices”. Muitos dos aprendizes acabam por se tornar membros plenos do coro, e alguns de seus ex-membros também passaram a desenvolver carreiras solo de sucesso. Participou de várias produções de ópera encenadas, incluindo Der Freischütz (2010); Carmen (2009), na Opéra Comique de Paris; e Les Troyens, no Théâtre du Châtelet. Em 2015, o coro apresentou Orphée et Eurydice de Gluck, na Royal Opera House, Covent Garden, em colaboração com a companhia de dança Hofesh Shechter.

Além disso, o coro participou de uma variedade de projetos em repertórios distintos – de uma extensa turnê da Paixão Segundo São Mateus de Bach (realizada de cor), com os English Baroque Soloists; ao Roméo et Juliette de Berlioz, no BBC Proms e Festival Berlioz, com a Orchestre Révolutionnaire et Romantique, em 2016.

Sob a direção de Sir John Eliot Gardiner, também colaborou com a London Symphony Orchestra, no Ein Sommernachtsraum de Mendelssohn; e com a Tonhalle Orchestra, na Missa Glagolítica de Janáček. Conquistas recentes incluem a aclamada turnê “Trilogia Monteverdi 450”, que os levou a realizar, em 2017, as três óperas sobreviventes de Monteverdi em toda a Europa e nos Estados Unidos. Este projeto recebeu um “RPS Music Award”, na categoria “Opera & Music Theater”.

Em 2018, o Coro empreendeu um programa misto das cantatas sacras de J.S. Bach com o English Baroque Soloists em toda a Europa, além das apresentações aclamadas pela crítica do Requiem de Verdi, ao lado do Orchestre Révolutionnaire et Romantique – incluindo um concerto histórico na Catedral de Westminster, em apoio ao “Cancer Research UK”. O Monteverdi Choir é patrocinado por Sua Alteza Real, o Príncipe de Gales.

 

Sir John Eliot Gardiner 

Reverenciado como um dos músicos mais inovadores e dinâmicos do mundo, Sir John Eliot Gardiner está constantemente na vanguarda da interpretação erudita, mantendo sua posição de líder na vida musical da atualidade. Seu trabalho, como fundador e diretor artístico do Monteverdi Choir, English Baroque Soloists e Orchestre Révolutionnaire et Romantique, o coloca como uma figura-chave tanto no renascimento da chamada música antiga, quanto como pioneiro de execuções historicamente informadas.

Convidado regular das principais orquestras sinfônicas do mundo, como a Orquestra Sinfônica de Londres, Orquestra da Rádio da Baviera, Orquestra do Royal Concertgebouw e Orquestra do Gewandhaus de Leipzig, Gardiner, dirige um repertório que inclui composições dos séculos XVII ao XX.

A grandiosidade do repertório de Gardiner é ilustrada pelo extenso catálogo de gravações premiadas com seus próprios conjuntos e com as principais orquestras do mundo. Inclui-se aí a Filarmônica de Viena, nas principais gravadoras (incluindo Decca, Philips, Erato e 30 registros para a Deutsche Grammophon), numa gama abrangente, que vai de Mozart, Schumann, Berlioz, Elgar e Kurt Weill, a obras de compositores renascentistas e barrocos.

Desde 2005, os conjuntos Monteverdi gravaram em seu selo independente, Soli Deo Gloria, fundado em 2000 para lançar as gravações ao vivo realizadas ao longo da Peregrinação Cantatas de Bach de Gardiner, pelas quais recebeu o Prêmio Realização Especial 2011 da publicação Gramophone, e um “Diapason d’or de l’année”, em 2012.

Seus muitos prêmios de gravação incluem dois Grammy. Gardiner é, por sinal, o artista vivo que recebeu mais prêmios Gramophone. Também dirigiu produções de ópera na Royal Opera House, Covent Garden, Opera Estatal de Viena e no Teatro alla Scala de Milão. De 1983 a 1988, foi diretor artístico da Opéra de Lyon, onde fundou uma nova orquestra.

Após o sucesso obtido em 2008, com o Simon Boccanegra de Verdi, na Royal Opera House, Gardiner voltou à casa londrina em 2012 para dirigir o Rigoletto, do mesmo compositor; e em 2013, Le nozze di Figaro de Mozart, coincidindo com o 40º aniversário de sua estreia na Royal Opera House.

No outono de 2015, retornou ao célebre palco londrino para dirigir Orphée et Eurydice de Gluck, com o Monteverdi Choir e o English Baroque Soloists, co-dirigido por Hofesh Shechter e John Fulljames.

Gardiner também flana pelo mundo literário. Seu livro “Music in the Castle of Heaven: A Portrait of Johann Sebastian Bach”, publicado em outubro de 2013, conquistou o prêmio “Prix des Muses” (Singer-Polignac). A obra é considerada e uma referência sobre a música de J.S. Bach.

Entre os vários prêmios recebidos em reconhecimento ao seu trabalho, Sir John Eliot Gardiner possui vários doutorados honorários. Foi-lhe outorgado o título de cavaleiro pelos serviços por ele prestados à música, na Lista de Honras do Aniversário da Rainha, em 1998. Em janeiro de 2016, recebeu o Prêmio Concertgebouw.

Em 2017, Gardiner e os conjuntos de Monteverdi comemoraram o 450º aniversário do nascimento do compositor com apresentações de suas três óperas sobreviventes na Europa e nos Estados Unidos, um projeto que recebeu o Prêmio de Música RPS na categoria Ópera e Música Teatral.

Gravações recentes incluem dois lançamentos de Bach com SDG, o Magnificat em Mi bemol e a Paixão Segundo São Mateus, juntamente com a gravação da Sinfonia Nº 2 “Lobgesang”, de Mendelssohn, com a Orquestra Sinfônica de Londres.

 

26 anos de aplausos

Para comemorar os 26 anos da série, a Dell’Arte montou uma seleção de oito atrações de primeira linha do universo clássico mundial.

A temporada, que começou em março com o brilhante violoncelista Antônio Meneses, trouxe também o pianista russo Pavel Nersessian, em abril; e a Orquestra de Câmara de Munique, em maio. Em junho, apresentaram-se a Boston Philharmonic Youth Orchestra, sob a regência musical do maestro Benjamin Zander, e o pianista francês Alexandre Tharaud.

No mês de agosto, mais um concerto original: o virtuoso bandolinista Avi Avital, que fez sua estreia no Rio com a orquestra alemã L’Arte del Mondo, fundada e dirigida pelo maestro Werner Ehrhardt. O conjunto se apresentou com valiosos instrumentos de época. Já em outubro, a Orquestra Sinfônica de Montreal, do diretor musical Kent Nagano, subiu ao palco com participação especial da violinista holandesa Simone Lamsma.

A Série O Globo/Dell’Arte Concertos Internacionais 2019 faz parte do Circuito Cultural Bradesco Seguros, que patrocina a Série desde 1998.

Desde sua primeira edição, a Série O Globo/Dell’Arte Concertos Internacionais se firmou como um dos principais eventos culturais calendarizados da cidade, transformando-se não só na mais importante e concorrida plataforma de música clássica do Rio de Janeiro, como em uma das principais do país.

A Série trouxe para os palcos do Rio de Janeiro mais de 200 atrações, entre orquestras, solistas e cantores vindos de todas as partes do mundo e celebrados como importantes nomes do cenário contemporâneo.

Já o Circuito Cultural Bradesco Seguros apresenta para o público brasileiro um calendário diversificado de eventos artísticos com espetáculos nacionais e internacionais de grande sucesso, em diferentes áreas culturais, como dança, música erudita, artes plásticas, teatro, concertos de música, exposições literárias e grandes musicais.

Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se os musicais “Bibi – uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “60 – Década de Arromba”, “Cinderella”, “Chacrinha, O Musical”, “Elis – A Musical”, “A Família Addams”, “O Rei Leão” e “Wicked”, “Ballet Zorba, O Grego” e a exposição inaugural da Japan House, “Bambu – histórias de um Japão”.  Para conhecer o calendário 2019 do Circuito Cultural Bradesco Seguros, acesse www.bradescoseguros.com.br, clique na opção “Outros Portais” e “Circuito Cultural”.

Os espetáculos têm apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Accenture, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.

A Repsol Sinopec, Mattos Filho Advogados e EDF Norte Fluminense também patrocinam a Série em 2019. A EDF Norte Fluminense é uma empresa geradora de energia elétrica do Grupo Electricité de France. Genuinamente carioca, mas com fortes raízes francesas, a empresa tem orgulho de apoiar iniciativas que buscam conexões e diálogo com manifestações artísticas e culturais.

 

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