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“EleEla” pA�e foco no jazz

EspetA?culo da AnacA? Cia. de DanA�aA�fala sobre o amor ideal e a (falsa) ideia do prA�ncipe/princesa encantado.

 

Nos dias 30 e 31 de julho, a AnacA? Cia. de DanA�a apresenta, no Teatro Municipal de Santo AndrA�, seu segundo espetA?culo: EleEla. Com direA�A?o artA�stica do coreA?grafo Purchase Cheap Edy Wilson e direA�A?o geral de HelA? GouvA?a, EleEla coloca o jazz no foco.

Para falar de amor, Edy inicia o espetA?culo subvertendo a ciA?ncia: A� a mulher que nasce do homem, e nA?o o contrA?rio. DaA� surgem as cenas que permeiam o espetA?culo sobre o amor ideal e da (falsa) ideia do prA�ncipe/princesa encantado (a) que bate A� porta. A partir de um conto de MoisA�s Vasconcelos, Edy criou 11 cenas acerca da diversidade de elos estabelecidos entre os gA?neros masculino e feminino, em como cada um conceitua o amor. Para concretizar a ideia no palco, foram convidados Asrsula FA�lix para criar o figurino, Raquel Balekian para a luz, Divanir Gattamorta na mA?sica e Lucas SimA�es na cenografia.

A estreia de EleEla ocorreu em 2015 no Teatro Alfa, em SA?o Paulo. Desde entA?o, o espetA?culo jA? passou por Santos e JundiaA�, e, atA� final de outubro, passarA? ainda por JacareA�, Bauru, SA?o JosA� do Rio Preto, Araraquara e Praia Grande.

 

AnacA? Cia. de DanA�a

Se a AnacA? Cia. de DanA�a estA? engatinhando em seus primeiros passos a�� EleEla A� seu segundo trabalho, o primeiro foi Principiar, em junho de 2013 a��, seus dirigentes, juntos, somam mais de sete dA�cadas de trajetA?ria profissional dedicada A� danA�a.

HelA? GouvA?a e Edy Wilson trilharam caminhos diferentes na danA�a, mas, em 2012, uniram-se para criar a companhia que colocaria o jazz na pauta da danA�a novamente. Assim nasceu a AnacA? Cia. de DanA�a, que abraA�ou o jazz como linguagem-motriz e A� composta atualmente por 16 bailarinos jovens, com idades mA�dias de 20 a 23 anos. AlA�m dos artistas que compA�em o grupo, hA? 40 alunos bolsistas que integram o projeto.

Edy Wilson, com 31 anos de carreira profissional, teve sua primeira experiA?ncia profissional no Corpo de Baile Municipal de Assis. Nessa cidade tambA�m se graduou em EducaA�A?o FA�sica, o que foi bastante importante para seu amadurecimento corporal. Em 1993, viajou pela primeira vez ao Festival de DanA�a de Joinville, quando conheceu Roseli Rodrigues (1955-2010), coreA?grafa da RaA�a Cia. de DanA�a e referA?ncia no desenvolvimento de uma linguagem brasileira de jazz dance, marcada pela criaA�A?o de obras que apostavam na polirritmia e na orquestraA�A?o de grandes grupos. Com ela, Edy montou coreografias, ganhou prA?mios e, em paralelo, atuou como preparador corporal dos atores dos musicais VA�tor ou VitA?ria (2001), dirigido por Jorge Takla, e Godspell (2002), dirigido por Miguel Falabella, alA�m de ter participado de montagens de vA?rios shows pelo Brasil.

Com suas obras autorais, conquistou prA?mios de melhor coreA?grafo em importantes eventos como o Passo de Arte (2001) e o Festival de DanA�a de Joinville (2006), o que lhe garantiu uma participaA�A?o na Bienal de DanA�a de Lyon, na FranA�a. “Tive uma influA?ncia muito grande da danA�a contemporA?nea, mas isso veio do prA?prio jazz, que permitia a criaA�A?o de um movimento a partir de outro, ou seja, vocA? nunca precisava imitar ou reproduzir o mesmo movimento sempre. Assim meu jazz ficou um pouco contemporA?neo”, avalia o coreA?grafo.

HelA? GouvA?a completou em 2015, nada menos que 45 anos de dedicaA�A?o A� danA�a. Sua paixA?o pelo jazz veio junto com seus anos de intercA?mbio com os mestres norte-americanos, nos meados dos anos 1970 e 1980, quando viajava aos EUA e trazia para o Brasil as novas tA�cnicas difundidas pelos professores de lA?. Assim foi com Lennie Dale (1934-1994), ex-danA�arino do mestre da Broadway Jerome Robbins (1918-1998) e criador do lendA?rio grupo Dzi Croquettes.

HelA? teve professores e parceiros de aula ilustres a�� e A�cones de suas geraA�A�es a��, como RenA�e Gumiel (1913-2006), Kitty Bodenheim (1912-2003), Klauss Vianna (1928-1992), Joyce Kermann (1955-2006), MA?nica Japiassu, Ruth Rachou, entre outros grandes nomes. Anos mais tarde, deu aulas para a atriz ClA?udia Raia e para a empresA?ria Ana Maria Diniz, hoje sua sA?cia no EstA?dio AnacA?, escola profissional que reA?ne mais de mil alunos em aulas disputadas, atualmente em duas unidades paulistanas: uma na Avenida Brasil e outra na Avenida Henrique Schaumann.

Em 2012, HelA? GouvA?a e o coreA?grafo Edy Wilson se encontraram durante o Passo de Arte e o Festival de DanA�a de Joinville, no qual atuaram como jA?ri e professores. Edy havia acabado de se desligar da RaA�a Cia. de DanA�a, onde atuava como diretor. Conversa vai, conversa vem, HelA? fez o convite para que ele e sete bailarinos pudessem trabalhar e ensaiar no EstA?dio AnacA?, inaugurado por ela dois anos antes em sociedade com Ana Maria Diniz. Surgia assim a pedra fundamental da AnacA? Cia. de DanA�a.

 

Sobre EleEla

Logo de inA�cio, o coreA?grafo apresenta sete casais para representar um nascimento A�s avessas: em vez de ser da mulher que nasce o homem, A� do homem que nasce a mulher – uma alusA?o ao mito de AdA?o e Eva, que inaugura as possibilidades de relaA�A?o entre homens e mulheres. Na visA?o de Edy Wilson, a atraA�A?o A� o que norteia desde o princA�pio esses dois indivA�duos.

Existe um homem ou mulher ideal para cada pessoa? O coreA?grafo quer desconstruir a ideia do prA�ncipe encantado que bate A� porta. Do jogo de seduA�A?o A�s promessas de amor eterno, dos olhares ao desejo, da Cinderela A�s farras amorosas e sexuais; todas essas fases sA?o atravessadas pelo amor, pelo arroubo do sentimento, mas vividas e sentidas diferentemente por cada um dos gA?neros. “A ideia do ‘prA�ncipe’ ou ‘princesa’ ainda A� atual para muita gente. Existe um homem/mulher ideal na cabeA�a das pessoas, mas as buscas por essa metade idealizada frustram, porque nA?o se concretiza nunca”, explica o coreA?grafo.

“Todos eles sentem o mesmo desejo, mas com intensidades diferentes. Quero mostrar outras nuances de atitudes de desejo”, diz Edy. O inA�cio do espetA?culo tambA�m apresenta o vocabulA?rio de movimentos com os quais vai trabalhar dali em diante, como a danA�a jazz sendo pontuada em meio A� construA�A?o de uma cena absolutamente contemporA?nea.

A partir daA�, o coreA?grafo passeia por diferentes formaA�A�es, entre solos, duos e trios e, especialmente, conjuntos para explorar temas como a dualidade entre homem e mulher, os jogos de seduA�A?o entre essas duas figuras, a sensualidade, a ilusA?o e a ingenuidade do amor romA?ntico. http://exreunite.com/yougara-shipping/ Purchase “Dessa vez irei para outra estrutura, diferente do que ocorreu em Principiar onde hA? mais solos duos, triosa�� Agora construirei as cenas com mais conjuntos”, conta.

O figurino desenvolvido por Asrsula FA�lix se alinha com essa concepA�A?o. Por mais de dez anos ela atuou como diretora criativa do ateliA? de TA?nia Agra, que, alA�m de sua mA?e, A� uma das mais conceituadas figurinistas de trajes de balA� clA?ssico do paA�s. Para himcolin bangladesh office aricept 5 mg cost EleEla online , Asrsula desenvolve um design que migra gradualmente, a cada cena, de tons terrosos para tons quentes, com destaque para os sapatos de salto que as bailarinas ostentam nos pA�s a�� um A�cone jazzA�stico por excelA?ncia.

Conhecido por seu trabalho na criaA�A?o de mA?sicas voltadas para danA�a contemporA?nea, o mA?sico Divanir Gattamorta, do Departamento de Artes Corporais da Unicamp, se arrisca pela primeira vez na composiA�A?o para uma obra de danA�a jazz. Ao misturar influA?ncias, ele trilha um caminho nada A?bvio para o gA?nero, desafiando o ouvido dos bailarinos, convocados por Edy Wilson a imprimirem suas individualidades em cada movimento.

 

Ficha tA�cnica

DireA�A?o executiva: Ana Maria Diniz
DireA�A?o geral: HelA? Gouvea
DireA�A?o artA�stica e coreografia: Edy Wilson De Rossi
MaA�tre de ballet: Eduardo Bonnis
Trilha sonora: Divanir Gattamorta
Designer de luz e direA�A?o tA�cnica: Raquel Balekian
Cenografia: Lucas SimA�es
Figurinos: Asrsula Felix
Texto: Bruna Martins
ProduA�A?o: Elinah Jacqueline
Elenco: Alexssandro Silva, Carolina de SA?, Camila Carolina, Daniela Correa, Janaina de Oliveira, JA�ssica Fadul, Jonatha Martins, Karine Miranda, LetA�cia Alfenas, Lindemberg Marques, Michael Martins, Paulo Victor, Rafael Luz, Rafael Trevisan e Thaynara Gomes

 

SERVIA�O:

 

Cheap “EleEla”

AnacA? Cia. de DanA�a

 

30 e 31 de julho, sA?bado e domingo, A�s 20h e 18h, respectivamente

Teatro Municipal AntA?nio Houaiss (PraA�a IV CentenA?rio, Centro a�� Santo AndrA�. Tel.: 11 4433-0789)

 

Entrada gratuita

DuraA�A?o aproximada: 60 minutos

ClassificaA�A?o: 12 anos

 

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