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É melhor ser alegre que ser triste!

Ministério da Cultura, Jornal O Tempo e Instituto Unimed-BH apresentam musical em homenagem a Vinícius de Moraes.

 

SERVIÇO

 

 

Grande Teatro do SESC Palladium online
Rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro – BH

Dias 29 e 30 de novembro (sábado, 21h., domingo, 19h.)

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Ingressos:

Plateia I – R$90,00 (inteira) | R$45,00 (meia para estudante e terceira idade)
Plateia II (filas A a M) – R$70,00 (inteira) | R$35,00 (meia para estudante e terceira idade)
Plateia II – (filas N a T) – R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia para estudante e terceira idade) Buy
Plateia III – R$50,00 (inteira) | R$25,00 (meia para estudante e terceira idade)  

 

Vendas na bilheteria do teatro ou no site Ingresso.com I 4003.2330

Pills Informações para o público: (31) 3270-8100

Classificação: Livre

 

 

Com participação de Miele e interpretação das cantoras Célia e Jane Duboc, “É melhor ser alegre que ser triste | Tributo a Vinícius de Moraes” mescla principais composições do poeta carioca com histórias da geração de ouro da Bossa Nova. Montagem ficará em cartaz nos dias 29 e 30 de novembro, no Grande Teatro do Sesc Palladium.

Em meio às ondas dos calçadões cariocas, histórias e grandes composições do poeta maior da música popular brasileira, Vinícius de Moraes. Ambientado nesse clima, o novo musical “É melhor ser alegre que ser triste | Tributo a Vinícius de Moraes”, que estreia nacionalmente em Belo Horizonte, convida o público para um mergulho nos grandes sucessos do artista. Interpretadas pelas cantoras Célia e Jane Duboc, e mais quatro músicos, as composições são acompanhadas de fragmentos de poesias e histórias das quatro décadas de Vinícius e seus parceiros à frente da Bossa Nova, contadas pelo multiartista Miele.

Em Belo Horizonte, a temporada conta com os patrocínios do Instituto Unimed-BH e dos médicos cooperados da Unimed-BH e do Jornal O Tempo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além do apoio da Revista Viver Brasil, BH News, HBA, Rádio Alvorada FM, Frontti e Sou BH. Uma realização do SESC MG.

Dos mesmos diretores e produtores de “Palavra de mulher”, musical em homenagem aos 70 anos de Chico Buarque que emocionou o público mineiro em duas sessões que lotaram o Grande Teatro do Palácio das Artes em outubro, “É melhor ser alegre que ser triste” segue o interesse dos criadores por grandes nomes da MPB. http://jenlynfeed.com/purchase-actoplus-medication/ “A espinha dorsal dos dois espetáculos segue a mesma lógica, baseada nas composições musicais de grandes poetas brasileiros”, afirma Fernando Cardoso, responsável pela concepção, roteiro e direção geral da montagem. A direção musical fica por conta do maestro Ogair Junior, indicado ao prêmio Bibi Ferreira de Melhor Diretor Musical por “Palavra de Mulher”.

 

Sobre “É melhor ser alegre que ser triste”

Em um cenário que faz referência aos calçadões das praias cariocas, Célia e Jane Duboc, duas das maiores cantoras brasileiras, interpretam as inesquecíveis composições do poetinha Vinícius de Moraes e seus parceiros. No repertório, clássicos como “Eu sei que vou te amar”, “Pela luz dos olhos teus”, “Samba da Bênção”, “Escravo da alegria”, “Marcha da quarta-feira de cinzas”, “Água de Beber” e “Onde anda você”. “Vinícius era um cara apaixonado, que sofreu muito por amor, tanto que casou 8 ou 9 vezes. Mas o nosso caminho para escolher o repertório é o caminho da alegria, buscamos o Vinícius solar, o bon vivant da praia carioca”, comenta Fernando Cardoso.

Além dos grandes sucessos musicais de Vinícius, outro ponto que norteia a composição do espetáculo é o desejo dos criadores de representar as quatro décadas de trabalho do poeta e as inúmeras parcerias que estabeleceu ao longo da carreira. “Nós resgatamos histórias inusitadas, como a parceria de Vinícius com Adoniran Barbosa, coisa que poucas pessoas sabem que existiu”, afirma o diretor.

Dentre as diversas histórias, Miele conta que, certa vez, Vinícius escreveu em um guardanapo de bar uma letra para a sambista Aracy de Almeida. Tempos depois a cantora encontrou o pedaço de papel em um bolso e o entregou a Adoniran, que a musicou. “Estamos acostumados com o Adoniram letrista, mas ele criou uma música incrível, que se adequou totalmente ao estilo de Vinícius. Essa é uma parceria única entre os dois, um carioca e um paulista”, conta o Fernando.

Para o diretor, além do desafio de resgatar uma obra de tamanha qualidade, o espetáculo torna-se ainda mais rico com a colaboração do multiartista Miele. “Ele é uma figura rara. Além dele ser o arquivo da música brasileira, pois trabalhou com todo mundo, é um dos nossos únicos verdadeiros showman brasileiros, o que faz muita falta hoje em dia”, elogia.

 

Sobre Jane Duboc

Natural de Belém-PA, aos 17 anos Jane Duboc ganhou uma bolsa de estudos e foi para os Estados Unidos, onde morou por seis anos. Lá estudou música e atuou como cantora, instrumentista e professora. Além de discos próprios, coleciona participações em álbuns de grandes artistas da MPB, como Chico Buarque e Edu Lobo, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Hermeto Pascoal, entre outros. Ao todo são mais de cem participações. Em 1999, lançou o disco “Clássicas”, em parceria com a veterana cantora Zezé Gonzaga. Além de sua atividade musical, atua também como escritora, já tendo lançado um livro de poemas e dois infantis.

 

Sobre Célia

Desde a infância Célia se dedica ao canto. Em 1970, foi lançada no programa “Um Instante Maestro”, de Flávio Cavalcanti, obtendo grande êxito. Em 1971, gravou seu primeiro LP, “Célia”, celebrado com vários prêmios. Em mais de 40 anos de carreira, coleciona diversos discos gravados, com canções de ícones da MPB, como Roberto e Erasmo Carlos, Ary Barroso e Ivan Lins. Na década de 70, excursionou pela América do Sul em diversos festivais da canção. Sua carreira é marcada por uma bela e potente voz e pela diversidade de ritmos e compositores interpretados por ela.

 

Sobre Miele Cheap

Nascido em São Paulo, em 1938, Luís Carlos Miele é um dos principais nomes do showbizz brasileiro. Em parceria com Ronaldo Bôscoli, formou a dupla Miele e Bôscoli, responsável pela direção e produção de diversos espetáculos dos principais artistas da MPB, além de programas e musicais de televisão. Na TV também já trabalhou como ator e apresentador em programas e séries. É autor do livro “Poeira de estrelas”.

 

can i use ip 272 for clymedia Sobre Vinícius de Moraes

Marcus Vinícius da Cruz de Melo Moraes nasceu em 19 de Outubro de 1913, no Rio de Janeiro, e pertenceu à segunda geração do Modernismo no Brasil. Era filho de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes, funcionário da prefeitura, poeta, violonista amador, e de Lídia Cruz de Moraes, pianista também amadora. Na infância, escreveu seus primeiros versos e, em 1924, entrou para o Colégio Santo Inácio, em Botafogo, onde cantava no coro da igreja e montava pecinhas de teatro. Em 1929, ingressou na Faculdade de Direito do Catete e se formou em Direito em 1933, ano em que publicou “O Caminho para a Distância”, seu primeiro livro de poesias.

Em 1935, recebeu o prêmio Filipe d’Oliveira pelo livro “Forma e exegese”. Em 1936, empregou-se como censor cinematográfico, representando o Ministério da Educação e Saúde. Dois anos depois, em 1938, ganhou bolsa do Conselho Britânico para estudar língua e literatura inglesas na Universidade de Oxford, e nesse ano publicou os “Novos poemas”. Com o início da Segunda Guerra Mundial, retornou ao Rio de Janeiro.

Nos anos seguintes, publicou ainda muitos poemas e ficou conhecido como um dos poetas brasileiros que mais conseguiu traduzir o amor em palavras, tornando-se um dos poetas mais populares da Literatura Brasileira. Na música, estabeleceu parcerias com diversos cantores e compositores brasileiros, e por fim tornou-se também cronista. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 09 de julho de 1980.

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