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Coro Luther King comemora seu 50º aniversário

Concerto no Auditório Ibirapuera tem participação da Camerata Sé, no “Requiem”, de Mozart.

 

No feriado do dia 15 de novembro, sexta-feira, a Camerata Sé apresenta-se às 19h no foyer do Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer. A entrada é gratuita para o concerto e conta com a participação do Coro Luther King. O grupo vocal comemora, em 2020, 50 anos de criação. A regência é de Martinho Lutero Galati de Oliveira, idealizador e diretor artístico dos dois corpos artísticos.

A obra escolhida para a apresentação é o Requiem em ré menor (K. 626), do W. Amadeus Mozart. Trata-se de uma missa fúnebre escrita sob encomenda pelo compositor austríaco para o Conde Franz von Walsegg e acabou se tornando a última composição de Mozart. A obra foi composta em 1791 e teve sua estreia cinco dias após a morte do compositor, dia 10 de dezembro do mesmo ano.

A obra é feita para ser interpretada por orquestra, coro e solistas e é dividida em oito partes. Esta apresentação tem a participação, além do Coro Luther King, do Coral A Tempo (com regência de Walter Chamun), de Adriana Hey Kim (soprano), Cecília Massa (mezzosoprano), Daniel Umbelino (tenor) e Jonas Mendes (baixo).

 

 

SERVIÇO

 

Camerata Sé e Coro Luther King – Requiem, de Mozart

 

Dia 15 de novembro, sexta-feira, às 19h

Foyer do Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer (Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Parque Ibirapuera | Portão 2)

Entrada franca

 

Classificação: Livre

 

 

Camerata Sé

A Camerata Sé foi idealizada pelo Maestro Martinho Lutero Galati de Oliveira, diretor artístico da Rede Cultural Luther King. Formada por músicos experientes, a orquestra é especializada em acompanhamento de música coral, voltada à execução de grandes obras da literatura musical brasileira e mundial.

Em 2020, a Rede Cultural Coro Luther King celebra 50 anos de atividades ininterruptas e aproveitou a data comemorativa para lançar mais um projeto ousado e inédito: a criação da Camerata Sé, uma orquestra de câmara especializada em acompanhamento de música coral e voltada à execução de obras importantes da literatura musical brasileira e estrangeira. O lançamento do grupo aconteceu em junho com duas apresentações lotadas em pontos turísticos da capital paulistana: a Catedral da Sé e o Centro Cultural São Paulo.

 

Coro Luther King

O Coro Luther King nasceu na cidade de São Paulo em novembro de 1970, fundado por Martinho Lutero Galati De Oliveira, reunindo um grupo de pessoas de diferentes classes sociais, cores e credos, em um dos períodos mais duros do país.

O grupo é detentor da Salva de Prata da Câmara Municipal de São Paulo desde 2010, do Prêmio APCA, em 2012, e da Medalha São Paulo Apóstolo – títulos de reconhecimento por seu valor social e dos serviços prestados à cultura. O coro se destaca por seus projetos ligados ao canto coral e pela vasta e profícua atuação nas áreas de performance de concertos; formação musical; pesquisa de repertório; execução de primeiras audições nacionais, latino-americanas e mundiais de obras da literatura coral nacional e internacional; intercâmbio com associações culturais de países como Itália, Portugal, França, Alemanha, México, Cuba, Argentina, Chile, Venezuela, Moçambique, Angola, Quênia, Burquina Faso, Tunísia, Croácia e Paraguai.

Sempre conectado ao seu tempo, o Coro Luther King tem colaborado para a construção do canto coral, formando e preparando milhares de paulistanos para a vida musical, artística e cidadã, realizando música do passado e do presente, promovendo externamente o desenvolvimento, a difusão da literatura coral brasileira e internacional e, internamente, a reflexão e o crescimento de seus integrantes.

 

Programação 2019

Em novembro, acontece mais um concerto da Camerata Sé no dia 27, quarta-feira, às 21h, no Teatro Anne Frank do Clube A Hebraica.

O programa trará uma ópera em três atos composta pelo pianista norte-americano Scott Joplin, Treemonisha. Trata-se da primeira ópera composta por um negro e que tem como um dos temas a escravidão nos EUA. A soprano Edna D’Oliveira participa do concerto, além de solistas da Ocupação Cultural Jeholu, do Coro Luther King e do Fórum Coral Paulistano.

A ópera ganhou sua primeira apresentação pública em 1972 e por causa dela, em 1976, o autor recebeu o prêmio Pulitzer de composição. Treemonisha segue a formatação de uma ópera tradicional, mas com elementos da música popular negra norte-americana, com pitadas de jazz, ragtime e outros ritmos e melodias.

 

Foto do post: apresentação da Camerata Sé e do Coro Luther King na Catedral Metropolitana de São Paulo (Sé), sob regência de Martinho Lutero. Foto de Luciney Martins.

 

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