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“Cores de Villa-Lobos” – show de Marina Cyrino

Em 2019, completam-se 60 anos de morte de Heitor Villa-Lobos. Em homenagem à data e ao trabalho do compositor, a cantora Marina Cyrino lançou o álbum “Cores de Villa-Lobos”. O show estreou na Cidade das Artes no início do ano, e agora chega ao Teatro da UFF, em Niterói. Será no dia 5 de dezembro (quinta-feira) às 18h.

“Cores de Villa-Lobos” faz um apanhado de várias fases do músico. No palco, Marina se coloca como tela em branco e é pintada pelo artista visual Marc Kraus com tintas em diversas cores, representando a pluralidade dessa obra. “Melodia Sentimental”, uma das faixas do disco, tem um clipe que está no ar no YouTube, com direção de Kraus, e representa bem esse caráter performático proposto pela cantora.

A cultura regional pulsa em canções como “Viola Quebrada” e “Estrela É Lua Nova” – que trazem elementos da cultura indígena e afro-brasileira. O show passeia também pelas composições para a Broadway, como “Bonsoir Paris!”, e por árias da grande obra “A Floresta do Amazonas”. Os arranjos originais de voz e piano do compositor foram preservados.

FICHA TÉCNICA

Direção geral: Marina Cyrino
Direção de Arte: Marc Kraus
Soprano: Marina Cyrino
Piano: Flávio Augusto

 

PROGRAMA

Villa-Lobos (1887-1959)
Guia Prático nº1: Manquinha
Nesta Rua
Estrella é Lua Nova
Viola Quebrada
O’ Pallida Madona 
The Emerald Song
Bon Soir Paris 
Food for Thought            
The Singing Tree  
Veleiros
Canção do Amor
Melodia Sentimental 

 

SERVIÇO

 

“Cores de Villa-Lobos” – Marina Cyrino

Dia 05 de dezembro, quinta-feira, às 18h

Teatro da UFF (Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí – Niterói – 3674 7515)

Ingressos: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia-entrada)

Classificação etária: livre

Marina Cyrino

Marina estudou canto e interpretação com grandes nomes no Brasil e nos Estados Unidos, com destaque para professores das famosas escolas de Juilliard, Northwestern e HB Studio. Em 2019, Marina se dedicou ao lançamento do seu primeiro álbum, “Cores de Villa-Lobos”, que homenageou os 60 anos de morte do compositor Heitor Villa-Lobos, e ao lançamento do EP “Três Canções Populares”, homenagem ao centenário de Claudio Santoro.

Foi solista em óperas como “Os Prazeres de Versalhes” de Charpentier, “O Morcego” de Strauss e “L’Incoronazzione di Poppea” de Monteverdi, e em produções de música de câmara, como o concerto “Calvariae”, com peças de Vivaldi e Pergolesi, e o espetáculo “Mélodies”, que levou canções francesas para teatros no Rio e Niterói. Em São Paulo, foi solista na execução do Magnificat de Vivaldi, com a Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos, sob a regência de Emiliano Patarra.

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