LateralÓperaProgramaçãoRio de Janeiro

Concertos Finep apresenta “La forza del destino”, de Verdi

Comemorando os 150 anos da estreia no Teatro Bolshoi Kemeny em São Petersburgo, Rússia, no dia 10 de novembro de 1862.

 

SERVIÇO

 

FINEP
Praia do Flamengo nº 200 – Pilotis

Dia 13 de novembro de 2012, terça-feira, às 18:30 h.

Entrada franca

 


RÁDIO MEC-FM

Praça da Republica nº 141 – A – Centro – Metrô Estação Central.

Dia 23 de novembro de 2012, sexta-feira, às 17 h.

Entrada franca

 


Cenas principais

– Marina Considera: Leonora – soprano.
– Ivan Jorgensen: Alvaro – tenor.
– Manuel Alvarez: Carlo – barítono.
– Padre Guardiano: Murilo Neves – baixo.
– Pianista: Eliara Puggina.
– Figurinos: Fernando Portugal.
– Cenários: Hélder Castro.
– Iluminação e Direção Geral: Lauro Gomes.
– Regência: Ciro d’Araújo.
– Coro masculino

Tenores:
– Anibal Mancini                                              
– Gabriel Costa
– Paulo de Mello
– Daniel Andrade

Barítonos:
– David Rasga                                                 
– Jessé Bueno

Baixos:
– Cícero Pires                                                  
– Patrick Oliveira

 

1º ato: Cenas II e III.
Me, pellegrina ed orfana –  ária de Leonora.
Ah! Per sempre – dueto de Alvaro e Leonora.

2º ato: Cenas IV, V, IX e X.
Son Pereda, son ricco d’onore – ária de Carlo.
Sono giunta! Grazie, o Dio! – ária de Leonora e coro.
Or siam soli – dueto de Guardiano e Leonora.
Il santo nome di Dio Signore – Guardiano, Leonora e coro.

3º ato: Cenas I, IV e V.
La vita è inferno all’infelice – ária de Alvaro.
Sollene in quest’ora – dueto de Alvaro e Carlo.
Morir tremenda cosa – ária de Carlo.

4º ato: Cenas V, VI, VII, VIII e IX.
Invano Alvaro ti celasti al modo – dueto de Carlo e Alvaro.
Pace, pace mio Dio – ária de Leonora.
Io muoio! Confessione – Carlo, Alvaro e Leonora.
Temerati, del ciel l’ira fuggite! – Leonora e Alvaro.
Ella, ferita – trio de Alvaro, Guardiano e Leonora.

 

Sinopse

La Forza del Destino, de Verdi. Libreto de Francesco Maria Piave e Antonio Ghislanzoni. Estreia dia 10 de novembro de 1862 – Teatro Bolshoi Kamenny – São Petersburgo – Rússia.

1º ato:

No castelo do Marquês de Calatrava em Sevilha.
O Marquês deseja boa noite à sua filha Leonora. Depois que ele parte, Leonora diz para a sua camareira, que prometera fugir com Álvaro naquela noite. Hesitante, ela sabe que o pai nunca dará o seu consentimento ao casamento deles, porque Álvaro, o último sobrevivente de uma nobre família inca no Peru, luta contra o domínio colonial espanhol na sua pátria.
Me, pellegrina ed orfana –  ária de Leonora.

Entrando pela varanda, Álvaro aparece no quarto. Com dificuldade persuade Leonora a ir com ele.
Ah! Per sempre – dueto de Alvaro e Leonora.

São interrompidos pelo aparecimento do pai dela que está armado. Álvaro está preparado para lutar com o Marquês enfurecido e saca uma pistola, mas impossibilitado de usar a arma contra o pai da mulher que ama, joga-a ao chão. A pistola, ao cair, detona e a bala atinge mortalmente o Marquês. Morrendo, ele amaldiçoa a filha. Leonora desfalece e Álvaro foge.

2º ato:

Vários meses depois. Leonora disfarça-se como um homem, assistente de um tropeiro, na aldeia de Hornachuelos, onde várias festividades camponesas acontecem. Entre os convidados, ela reconhece seu irmão, Carlo. Ele está buscando vingar a honra da família dele, sob o disfarce de Pereda, um estudante à procura da irmã e do amante dela.
Son Pereda, son ricco d’onore – ária de Carlo.

Os festejos continuam perto do Monastério de Nossa Senhora dos Anjos e Leonora está cansada e vestida como um homem. Ela conta do seu desespero e da esperança de encontrar paz de espírito no vizinho monastério, onde pretende passar o resto da vida em penitência.
Sono giunta! Grazie, o Dio! – ária de Leonora e coro.

O padre superior (Padre Guardiano) concorda em permitir que Leonora fique desde que seja numa caverna, ali perto. Se precisar de ajuda, ela tocará um sino e os padres acorrerão.
Or siam soli – dueto de Guardiano e Leonora.
Il santo nome di Dio Signore – Guardiano, Leonora e coro.

3º ato:

Perto de um campo de batalha em Velletri, Itália, os soldados estão jogando. Álvaro, agora no serviço militar, lamenta e reza para Leonora – a quem ele acredita morta.
La vita è inferno all’infelice – ária de Álvaro.

Ouvindo os gritos de um outro oficial, ele corre em socorro e retorna com Carlo. Nenhum dos  homens se conhecem e ambos estão usando nomes falsos. Carlo agradece a Álvaro porque salvou sua vida dos inimigos que estavam de tocaia. Eles juram amizade na vida e morte, então correm para a batalha.

A batalha recrudesce novamente e agora é Álvaro quem está ferido, sendo salvo pelo novo amigo. O cirurgião que está a ponto de extrair a bala avisa dos riscos de vida. Para encorajar o amigo no leito de morte, Carlo promete designá-lo um Cavaleiro de Calatrava. A menção deste nome produz forte comoção em Álvaro, notada por Carlo. Certo de que morrerá, Álvaro confia a Carlo a chave de sua maleta pessoal, recomendando que ele só a abra, em caso de sua morte e destrua uma carta que ali encontrará. Ele promete, naquela hora solene.
Sollene in quest’ora – dueto de Alvaro e Carlo.

Surpreso e perturbado com a reação do amigo ao nome de Calatrava e sem poder resistir mais ao desejo de ler a misteriosa carta, Carlo abre a maleta e acha um retrato de Leonora. A identidade de Álvaro é revelada. O médico avisa que a operação foi um sucesso e que Álvaro viverá. Carlo se alegra por seu inimigo estar vivo e clama por vingança.
Morir tremenda cosa – ária de Carlo.

Recuperado dos seus ferimentos, Álvaro, surpreso em descobrir quem era o amigo, é desafiado para um duelo por Carlo. Neste momento, descobre que Leonora ainda está viva e, quando ouve Carlo dizer que pretende matar também sua irmã, Álvaro aceita o desafio imediatamente.

4º ato:

Uns cinco anos depois, fora do Monastério de Nossa Senhora dos Anjos.
Carlo, que permaneceu inconsciente depois do duelo, aparece e pede para falar com o Padre Rafaello. Chamado pelo porteiro, Padre Rafaello se mostra indiferente, mas Carlo acusa-o de covardia e o ofende e a sua família, seguidas vezes. Finalmente, Álvaro resolve defender sua honra e escolhem como local do duelo, o terreno bem em frente da caverna onde Leonora está vivendo em refúgio. O duelo acontece e Carlo é mortalmente ferido.
Invano Alvaro ti celasti al modo – dueto de Carlo e Alvaro.

Leonora surge da sua caverna, desalinhada e aflita, para rezar pela paz, que continua a torturá-la,  sente no seu coração que ainda ama Álvaro.
Pace, pace mio Dio – ária de Leonora.

Ouvindo um barulho por perto, ela foge para a caverna. Álvaro tenta buscar um confessor para o homem agonizante e grita por socorro em direção à caverna.

Leonora ouve e soa o sino para obter ajuda do monastério. Ao sair, ela reconhece Álvaro e seu irmão, correndo em sua direção para ajudá-lo. Álvaro feriu mortalmente Carlo, e vai pedir ao eremita para dar a absolvição ao moribundo. Eles se reconhecem e Álvaro deplora mais uma vez que tem o sangue de sua família nas mãos. Leonora vai abraçar Carlo, que com suas últimas forças a fere com um golpe mortal. O Padre Guardiano entra e Álvaro sofre com os últimos suspiros da agonia de Leonora… ela o aguardará no céu.
Io muoio! Confessione – Carlo, Alvaro e Leonora.
Temerati, del ciel l’ira fuggite! – Leonora e Alvaro.
Ella, ferita – trio de Alvaro, Guardiano e Leonora.

FIM

 

CURRÍCULOS

Marina Considera

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Formada em canto pela UNIRIO e mestre pela Escola de Musica da UFRJ, Marina Considera fez sua estreia profissional em 2006, sob regência do maestro Henrique Morelenbaum, na primeira montagem da ópera brasileira A Carta, do compositor de Elomar Figueira Mello, com direção cênica de André Paes Leme, no CCBB de Brasília. Em 2007, ingressou no Opera Studio da renomada cantora Renata Scotto, em Roma, na Accademia Nazionale di Santa Cecília, do qual participou por 5 sessões consecutivas até  2009. Durante este curso, desenvolveu vasto repertório e cantou no prestigioso Auditorium Parco della Musica, em Roma.

Durante 2009, apresentou- se também na fundação Tito Gobbi, em Roma, e nel Teatro Stabile di abruzzo em Áquila, sob direção artística de Anna Vandi. Em 2010, ingressou como professora na Escola de Música da UFRJ e foi selecionada entre 15 de 400 cantores na Espanha, para participar do Master-class e concerto final no auditório de Zaragoza, sob supervisão da renomada cantora Montserrat Caballé.

Nos Concertos FINEP e na Rádio MEC, cantou os papéis protagonistas das óperas “Norma” de Bellini, considerado um dos 10 melhores espetáculos de 2011 e, em 2012, “Maria Tudor”, de Carlos Gomes, recebendo unânimes elogios da crítica especializada. Ainda em 2012, com a OSB – Ópera & Repertório cantou “Il Re Pastore”, de Mozart e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, trechos da “Norma” de Bellini. No Brasil, estudou com Mauricio Moço, Eliane Sampaio, Leila Farah, Mirna Rubim e, atualmente, Nélson Portella.

 

Ivan Jorgensen

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Natural do Rio de Janeiro, cursou o bacharelado em canto pela Escola de Música da UFRJ. Atualmente se aperfeiçoa com Paulo Louzada. Participou de cursos com Roland Hermann e Maria Venuti (Karlsruhe), Neyde Thomas e Rio Novello. Em 2007, atuou como solista na Fantasia coral de Beethoven com a OPES, sob a regência de Isaac Karabtchevsky. No mesmo ano participou, como solista, da ópera “L’Orfeo”, em produção do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e da estreia brasileira da ópera “Arianna in Creta” de Händel, com a Symphonia Brasil Barroco, na Sala Cecília Meirelles.

Protagonizou ainda “La Bohème” (2009) e  coprotagonizou, “Atilla”, e “Gianni Schicchi”, de Verdi, com a Cia. Lírica do Rio de Janeiro. Integrou o Conjunto Vocal Calíope, com o qual atuou como solista na ópera “O pescador e sua alma”, de Marcos Lucas (Brasília e Rio, 2006/2007), sob a direção de Júlio Moretzsohn. Atuou como solista com a Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro, sob regência de Florentino Dias (2007) e no Theatro Municipal de Niterói, em recitais solo e concertos líricos em 2008 e 2009.

Em 2011e 2012, apresentou-se cantando os principais trechos das óperas “O Trovador”, de Verdi; “Norma”, de Bellini; “Maria Tudor”, de Carlos Gomes; “Manon”, de Massenet, nos Concertos Finep e na Sala de Concerto da Rádio MEC-FM. Em 2012, cantou a ópera o “ Il Re Pastore”, de Mozart com a OSB – Ópera & Repertório. Atualmente integra o coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

Manuel Alvarez

.

A carreira do barítono carioca Manuel Alvarez começou em 1999, quando ele chamou a atenção da crítica especializada durante turnê brasileira de uma montagem da ópera Lo Schiavo, de Carlos Gomes. De lá para cá, além de outros papéis do compositor brasileiro, ele adicionou uma série de grandes desafios ao seu repertório, em especial no que diz respeito às óperas de Giuseppe Verdi.

As interpretações de Manuel em papéis como o “Amonasro”, da Aida; “Germont”, em La Traviata, e os papéis-título de “Nabucco” e “Simon Boccanegra” – todos eles interpretados em prestigiados palcos como o Municipal, do Rio de Janeiro, São Paulo e o Teatro Roma, de Buenos Aires – fizeram com que, em alguns anos, este barítono dramático conquistasse lugar de destaque dentro do universo do canto lírico brasileiro.

Participou de vários Concertos Finep e na Rádio MEC, entre os quais num grande recital com o soprano internacional Adriane Queiróz e nos trechos principais das óperas: Fosca e Lo Schiavo, de Carlos Gomes; La Bohème, de Puccini; O Trovador, de Verdi; Maria Tudor, de Carlos Gomes, e Thais, de Massenet.

Segundo colocado do Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão, em sua edição de 2001, ele ainda contabiliza em seu repertório obras de Donizetti, Puccini, Leoncavallo, Mascagni, Saint-Saëns e Bizet, além de importantes peças sinfônicas (como a Sinfonia nº 9, de Beethoven) e litúrgicas (tal como a Missa da Coroação, de Mozart, e o Requiem, de Verdi). Em todo esse repertório o artista mostra um sólido conhecimento sobre os mais variados estilos musicais e as possibilidades expressivas do canto lírico.

 

Murilo Neves

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Murilo Neves, baixo-barítono, fez sua estreia profissional em 2000 na produção de DIE DREIGROSCHENOPER (A ÓPERA DOS TRÊS VINTÉNS) de Kurt Weill/ Bertolt Brecht, no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. No ano seguinte, participou do Festival Amazonas de Ópera, em LA BOHÈME, de Puccini e na remontagem de DIE DREIGROSCHENOPER.

No Theatro Municipal do Rio de Janeiro, cantou MADAMA BUTTERFLY de Puccini e integrou o elenco de O FANTASMA DO THEATRO, espetáculo infanto-juvenil que abriu a temporada do TMRJ em 2002. No mesmo ano, cantou VIVA LA MAMMA de Donizetti no CCBB – RJ.

Em 2003, voltou ao Festival Amazonas de Ópera, integrando o elenco da estreia nacional de MAGDALENA, de Villa-Lobos, e FLORENCIA EN generic viagra for less EL AMAZONAS, de Daniel Catán. Ainda em 2003, participou da estreia da ópera ANJO NEGRO, de João Guilherme Ripper, no CCBB-SP, e cantou a ópera CARMEN, de Bizet, no Teatro do CIC em Florianópolis. Em 2004, atuou na montagem de ZAIRA, de Sousa Queiroz, a primeira ópera composta no Brasil, em Juiz de Fora.

Em 2005, cantou LA CAMBIALE DI MATRIMONIO, de Rossini, no Teatro da UFF em Niterói com a Companhia Experimental de Ópera. Com a mesma companhia, cantou também DIDO & AENEAS, de Purcell, e o papel-título em DON GIOVANNI, de Mozart, no Salão Leopoldo Miguez, no Rio de Janeiro.

Em 2006, cantou a ópera MAROQUINHAS FRU-FRU, de Ernst Mahle, no Festival Música nas Montanhas, em Poços de Caldas, e participou da estreia da ópera O CAIXEIRO DA TAVERNA, de Guilherme Bernstein-Seixas, no Theatro São Pedro, em São Paulo. No Festival de Inverno de Petrópolis, cantou COSÌ FAN TUTTE, de Mozart, no Palácio de Cristal. Em 2007, cantou em recital de canções brasileiras no Castelo Ruspoli, nas imediações de Roma, na Itália.

Em 2008, atuou na montagem da ópera AS DAMAS TROCADAS, de Marcos Portugal, no Paço Imperial no Rio de Janeiro, e no Palácio de Cristal em Petrópolis, evento inserido nas comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real. No mesmo ano, na série Encontros com a Ópera, em Araras/SP, cantou ROMÉO ET JULIETTE, de Gounod.

Em 2009, retornou ao Festival Amazonas de Ópera, em LES TROYENS, de Berlioz, PELLEAS ET MÉLISANDE, de Debussy, LA VIE PARISIENNE, de Offenbach e em recital de canções francesas. No mesmo ano, cantou o oratório COLOMBO, de Carlos Gomes, com Orquestra Sinfônica e Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no Teatro João Caetano.

Com a ORSEM-UFRJ, cantou as óperas DON PASQUALE, de Donizetti, DIE HEIMKEHR AUS DER FREMDE, de Mendelssohn e DER FREISCHÜTZ, de Weber. Além disso, cantou diversas vezes em Vesperais Líricas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em São Paulo, em títulos como EUGENE ONEGIN, de Tchaikovsky, HALKA, de Moniuszko, DIE TOTE STADT, de Korngold e AMELIA AL BALLO, de Menotti.

Participa regulamente do projeto Ópera no Bolso, da Prefeitura do Rio de Janeiro, onde cantou LA CENERENTOLA, de Rossini, LES PÉCHEURS DE PERLES, de Bizet, DON PASQUALE, de Donizetti e L’ITALIANA IN LONDRA, de Cimarosa.

 

Ciro d’ Araújo

Barítono carioca, formado em economia pela PUC-RJ. Iniciou seus estudos de piano ainda criança, interessando-se posteriormente pela flauta transversa e pelo canto lírico, começando seus estudos com o maestro Silas Sias (Souza Marques-RJ) e a prof. Semita Valenka (UFRJ). Estudou também com Patrícia Peres (CBM-RJ), Mazias de Oliveira (UFRS-POA), e integrou conjuntos orquestrais como flautista e corais como cantor.

Participou de curso de especialização na Accademia di Santa Cecilia em Siena/Italia, com masterclasses com o tenor Franco Corelli. Completou estudos em nível de pós-graduação (mestrado) na New World School of the Arts em Miami, na Florida, sob orientação da grande soprano Diana Soviero e Jorge Gavira.  Ainda na Flórida, atuou como chefe de naipe e cantor auxiliar na Sinagoga Beith Sion (Miami Beach). Atualmente estuda técnica vocal com o Dr. Paulo Louzada.

O barítono fez sua estreia em ópera na Cavalleria Rusticana, de P. Mascagni, em 1998, cantando o papel de Alfio em temporada dupla no Teatro São Pedro em Porto Alegre e no Teatro Municipal de Niterói.   Em 1999, participou do programa de jovens cantores da Florida Grand Opera realizando papéis coprimários em produções da compania e recitais líricos e integrando o corpo coral, incluindo participação no Macbeth de G. Verdi.

Retornando ao Brasil, ingressou no Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no final de 1999, integrando o mesmo até hoje. Como diretor musical e regente, atuou durante muitos anos no Coro Italia – coro oficial do consulado da República Italiana no Rio de Janeiro.  Como solista lírico, atuou ainda nas óperas La Cambiale di Matriomonio – G. Rossini (UFRJ – 2005), Die Zauberflote -W. A. Mozart (Festival de Inverno de Petrópolis – 2005), Don Giovanni – W.A. Mozart (UFRJ – 2005), Arianna in Creta – G. F. Händel (Symphonia Brasil Barroco – Sala Cecília Meireles, 2007).

Como solista de repertório coral-sinfônico, atuou na Fantasia Coral – Beethoven (Orquestra Petrobras Sinfônica, Theatro Municipal, 2007) e em diversos concertos com a Symphonia Brasil Barroco no repertório de peças brasileiras do século XVIII e XIX.  Pela Cia Lírica, cantou Germont em La Traviata – G. Verdi (2010 e 2011 – CCJF e Sala Baden Powell), Valentin no Faust – C. Gounod (2011 – CCJF e 2012 – Theatro Municipal de Niterói), Ezio no Attila – G. Verdi (2011 – CCJF e Sala Baden Powell), Sharpless na Madama Butterfly – G. Puccini (2011 – CCJF e Teatro Municipal de Niterói).

Como solista com o Theatro Municipal do RJ, cantou nas temporadas de 2010 e 2011, nos espetáculos Madallena – Villa Lobos, Romeo et Juliette – C. Gounod, e Tosca – G. Puccini.   Já atuou ao lado de renomados solistas da cena lírica mundial tais comos Dimitri Hvorostovsky, Sondra Radvanovsky, Sumi Jo, James Morris, Deborah Voigt, Juan Pons, maestros como Silvio Viegas, Silvio Barbato e Isaac Karabtchevsky e grandes cantores nacionais como Fernado Portari, Rosana Lamosa, Lício Bruno, Thiago Arancam, Atalla Ayan, entre outros.


Eliara Pugina
– piano

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Nasceu em Santana do Livramento- RS. Iniciou seus estudos de piano aos cinco anos de idade com sua mãe, Eloah Puggina. Graduou-se em piano na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde teve como professora a pianista Norma Bojunga.
Conquistou o primeiro Lugar no  I Concurso Estadual de piano de Porto de Alegre no ano de 1978.  Atuou como solista a frente da Orquestra de câmara da OSPA, com obras de Bach, Mozart entre outros.

Radicou-se no Rio de Janeiro onde estudou com Arnaldo Cohen e Linda Bustani. Em 1993, começou a trabalhar como pianista acompanhadora junto a diversos grupos e solistas entre os quais, Escola de Música Villa Lobos, TORJ, ABAL, Grupo André Vivanti, Glória Queiroz, Sérgio Lavour e inúmeros outros.

Acompanhou óperas completas em inúmeras salas e teatros do Rio de Janeiro e participou por diversas vezes do programa Sala de Concerto da rádio Mec, acompanhando cantores em óperas e recitais.  É pianista acompanhadora da UNIRIO.  Tem atuado como contratada pelo Teatro Municipal do RJ como pianista da Orquestra e como acompanhadora do Coro do Teatro em óperas e ballet.

Teve citado no JB DE 2011 como um dos melhores concertos de ópera do ano,  seu trabalho na ópera – Norma melhores momentos – apresentado no Espaço FINEP e Rádio Mec.

Destacou-se especialmente o trabalho da pianista Eliara Puggina, que mostrou entrosamento com os intérpetres, além de domínio virtuosístico e adequada sonoridade” Carlos Dantas – Tribuna da Imprensa.

 

Lauro Gomes

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Começou estudando canto particularmente com Lília Nunes, e logo após, no Conservatório Brasileiro de Música, com Graziela de Salerno, completando os seus estudos técnicos com a professora Leda Coelho de Freitas. Estudou acordeão durante cinco anos, na Academia Alencar Terra.

Formação de diretor, ator e professor teatral no Conservatório Nacional de Teatro (Registro nº 4325-Liv.21-Fls.60-DRT34849/81). Radialista, produtor executivo, autor, roteirista, locutor, apresentador e entrevistador (Registro nº 3684-Liv.19-Fls.94 e 45).

Em 1969 e 1970 – Autor teatral três vezes premiado pela Secretaria de Educação do então Estado da Guanabara. Em 1974, foi contratado como Técnico em Programação Radiofônica da Rádio MEC, passando logo a seguir, a realizar programas especiais para a emissora. Produziu entre vários, os programas: “O Barroco Instrumental”, “O Clássico”, “A Música no Romantismo”, “Nova Dimensão”, “MEC – Especial”, ”Concerto de Gala”, “Acervo MEC”,  “Concerto MEC” e “A Ópera – Theatro Municipal – 100 anos”, “Especiais – FM”. Atualmente, produz e apresenta “Sala de Concerto”, “Música e Músicos do Brasil”, além de “Ciclos” e “Especiais” focalizando efemérides.

Para a Escola de Música Villa-Lobos, dirigiu a ópera “Maroquinhas Fru-fru”, de Maria Clara Machado e música de Ernest Mahle, apresentada com grande êxito nas Salas Funarte e Cecília Meirelles, em 1978/79.  Em 1979 e 80, foi programador e Redator dos roteiros dos Concertos Didáticos do “Projeto Elos” e, também, apresentador do “Projeto José Maurício”, do Instituto Nacional de Música, da Fundação Nacional de Arte.

Em 1983 – Redator do projeto “Domingo na Escadaria”, concertos realizados pela Fundação de Artes do Rio de Janeiro, na escadaria do Teatro Municipal. Em 1975, reabriu o Teatro Duse dirigindo a peça “Os Cordeiros de Deus”, de Silva Ferreira. Escreveu e dirigiu para o “Grupo Etc E Tal” o musical infantil “A Princesinha Mimada e o Dragão Malvado”, que estreou no dia 2 de julho de 1977, no Teatro Glória.

Em 1974, Lauro Gomes dirigiu “Hoje é Dia de Rock”, de José Vicente, com o Grupo Scena, de Juiz de Fora, em Minas Gerais. De 1979 a 1982, foi Redator e roteirista dos programas “Escala” e “Opus”, na TVE. Em 1988, pelos seus intensos trabalhos com diretor teatral em Alagoas, recebeu o Titulo de Cidadão Honorário de  Maceió. Em 1990, recebeu da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro a “Medalha Pedro Ernesto”, por reivindicação de músicos e artistas líricos brasileiros.

Dirigiu para os CONCERTOS FINEP e para a SALA de CONCERTO da Rádio MEC-FM, as principais cenas das óperas: La Bohéme, de Puccini – Fosca, Lo Schiavo e Maria Tudor, de Carlos Gomes – O Contratador de Diamantes e L’Inocente, de Francisco Mignone – O Trovador, de Verdi – Norma, de Bellini – Manon e Thais, de Massenet.
Atualmente, Lauro também escreve diversos artigos sobre música e teatro para várias revistas especializadas e jornais do país.

Por diversas vezes, Lauro participou como jurado em concursos e festivais de música.

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