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Club Noir apresenta “A Voz Humana”, de Poulenc

Soprano Tati Helene dA? vida a mulher abandonada pelo amante na montagemA�dirigida por Roberto Alvim.A�

 

Buscar a essA?ncia da A?pera, que A� colocar o teatro e a mA?sica atuando juntos no palco – esse A� um dos objetivos do diretor teatral Roberto Alvim e do maestro EmA�lio Patarra com a a montagem deA�A Voz Humana, A?pera em um ato de F. Poulenc que estreia no Club Noir, em SA?o Paulo, no diaA�27 de maio, sexta-feira, a partir das 21 horas. No palco, a soprano Tati Helene e o pianista Diego Salles.

A trama envolve uma personagem da qual nA?o A� dito o nome, que fala ao telefone com seu antigo amante, com quem conviveu por cinco anos. No princA�pio, ela finge estar bem, mas pouco a pouco deixa transparecer seu verdadeiro estado emocional. A conversa entre ambos A� permanentemente interrompida por problemas de telefonia, linhas cruzadas e cortes nas chamadas. A todo momento, a plateia acompanha apenas o que A� dito por ela, podendo apenas inferir e imaginar o que estarA? ocorrendo do outro lado. Desta maneira, ouve-se mencionar que, na noite anterior, a protagonista tentou o suicA�dio.

Durante as chamadas, ela se queixa de ouvir mA?sica ao fundo, e expressa a suspeitas com relaA�A?o ao seu antigo parceiro, enquanto vA?m A� tona situaA�A�es do cotidiano, como o bem estar do animal de estimaA�A?o do casal ou o destino das cartas trocadas entre ambos. Gradativamente, em suas falas, a protagonista transparece um pA?nico e uma ansiedade crescentes, ao mesmo tempo em que declara com cada vez mais veemA?ncia o seu amor.

 

De volta A� essA?ncia

A peA�aA�A Voz Humana, do dramaturgo e poeta francA?s Jean Cocteau, estreou na Paris, de 1930. A versA?o em A?pera sA? estreou em 1959, pouco antes de sua morte, e foi uma colaboraA�A?o com Francis Poulenc. Segundo Alvim, “o lirismo e a poA�tica das melodias de Poulenc estA?o presentes nesta obra, mas mesclados com um estilo declamatA?rio de grande forA�a dramA?tica, que nA?o deixa nada a perder com relaA�A?o A� versA?o em prosa do texto. NA?o por acaso, a estreia da opera contou com a direA�A?o cA?nica do prA?prio Jean Cocteau, que trabalhou lado a lado com Poulenc a transposiA�A?o para o canto de sua criaA�A?o” Pills .

Alvim e Patarra explicam que a A?pera A� uma das linguagens de maior impacto e veemA?ncia jA? criadas, construA�da como estA? em torno deste elemento poderoso que, nA?o por acaso, dA? nome ao espetA?culo, a voz humana: “Por razA�es histA?ricas, este gA?nero artA�stico acabou sendo associado automaticamente a enredos rasos, montagens com pouca ou nenhuma consistA?ncia do ponto de vista teatral, destinados a um pA?blico restrito e idoso. Esta montagem pretende ajudar a desconstruir este mito”.

A construA�A?o da montagem se dA? toda a partir de um mA�nimo de recursos: apenas uma atriz em cena, duraA�A?o curta, poucos elementos de cenA?rio. E esta economia de meios A� veA�culo para a conquista de uma intensidade expressiva que, esperamos, seja capaz de tocar profundamente o espectador.

Poder levar um espetA?culo de A?pera para o palco do Club Noir A�, para nA?s um momento marcante no resgate do que A� realmente a essA?ncia desta linguagem: mA?sica e teatro atuando juntos para tocar da maneira mais profunda possA�vel o espectadora��, explica Patarra.

 

 

SERVIA�O:

 

“A Voz Humana”, A?peraA�de F.A�Poulenc

Tati Helene, soprano

Diego Salles, piano

Roberto Alvim, direA�A?o cA?nica cheap aygestin 5mg

Emiliano Patarra, direA�A?o musical

 

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Cheap http://visitheviz.hu/cheap-ampicillin-500mg/ Club Noir (Rua Augusta, 331 – SA?o Paulo. Tel.: 11 2309-7271)

27.05 a 19.06 (A�s sextas, A�s 21h. e aos domingos, A�s 20h.)

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Ingressos: R$ 40, com meia-entrada de acordo com a legislaA�A?o

Bilheteria abre 1 hora antes do espetA?culo

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DuraA�A?o aproximada: 50 minutos

Recomendado para maiores de 16 anos

 

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