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Carla Cottini – jovem soprano brasileira

Carla chega ao Brasil para temporadas nos teatros São Pedro e Municipal SP.


A cantora lírica foi escolhida para interpretar o papel de Susanna na ópera “As Bodas de Fígaro”, de Mozart, em montagem do Theatro São Pedro com direção musical e regência do maestro Luiz Fernando Malheiro

“... o soprano lírico Carla Cottini, brilhante e esplêndida, abraçou uma Zerlina sedutora e sensual.”  – Marco Antonio Seta, movimento.com, setembro de 2013, sobre a atuação da cantora na ópera “Don Giovanni, no Theatro Municipal de São Paulo

Reservo um parágrafo especial a Carla Cottini, no esplendor de uma Valencienne bela e malévola, condensando sensualidade, graça, antipatia, descaso, com inegável torpor para quem a assiste. Perfeita. Fabulosa. Força da natureza numa mulher em viço e volume de saia rodada e pernas de fora. Simplesmente apaixonante o seu desempenho kamagra 100mg oral jelly review .” – Raphael Vidigal, esquinamusical, novembro de 2012, sobre sua atuação como Valencienne na opereta “A Viúva Alegre”

Radicada na Europa, a soprano “lírico-jovem” brasileira Carla Cottini optou pela ópera como carreira depois de participar de alguns musicais dirigidos por importantes nomes da cena musical, como Jorge Takla, Charles Randolph Wright e Richard Staford. A adaptação à opera foi um caminho natural para a artista, que, desde jovem, se dedicou a desenvolver seu talento para o canto.

Nesse sentido, a dedicação de Carla ao canto lírico e à música erudita é total. Foi em 2012 que conheceu Eliane Coelho, que veio a ser sua professora e mestra. Agora, ela se prepara para interpretar Susanna no Theatro São Pedro, tradicional casa de ópera paulistana, onde será regida pelo maestro Luiz Fernando Malheiro na montagem de “As Bodas de Fígaro”, de Wolfgang Amadeus Mozart.

Para 2015, Carla já tem duas produções agendadas no Theatro Municipal de São Paulo: será uma “niña” em “Ainadamar”, do compositor argentino Osvaldo Golijov (direção musical de Rodolfo Fischer e ensaios e récitas de 16 de março a 3 de maio), e Crobyle, em “Thais”, de Jules Massenet (direção musical de A. Guingal e ensaios e récitas de 27 de julho a 2 de agosto).

 

Buy online Trajetória

A trajetória artística de Carla vem desde a infância. Além de cantar, ela sempre gostou de dançar. Estudou balé clássico desde os 7 anos de idade e tem formação pela Royal School of Ballet. Aos 18 anos, participou de sua primeira peça profissional, a superprodução “My Fair Lady”, espetáculo em que foi dirigida por Jorge Takla.
Carla sempre soube que sua vida seria nos palcos desde a primeira vez em que subiu em um deles. Em 2008, quando se formou em Administração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas, pôde, então, dedicar-se integralmente ao estudo de teatro, dança e canto.

Em 2010, passou a conhecer mais de perto o mundo da ópera por meio de seu amigo e pianista, Rafael Andrade. Foi ele quem chamou sua atenção para a facilidade que tinha em entender a música e percebeu que o potencial de sua voz poderia ser melhor aproveitado na ópera. Desde então, Carla começou a trilhar um caminho sem volta. A artista se sente sobrepujada pelo universo da ópera, o qual ela descreve como intenso, difícil, celibatário e apaixonante.

Em 2011, após encerrar a sua última temporada em teatro musical, com o espetáculo “Cats”, Carla diminuiu sua dedicação  à dança e ao teatro e mergulhou, definitivamente, na música. “ Pills Foi um novo mundo Purchase Purchase ”, diz. Recebeu, nesse mesmo ano, o prêmio Revelação do 10º Concurso de Canto Maria Callas. Na ocasião, cantou árias das óperas “La Sonnambula”, de Vicenzo Bellini, “Rigoletto”, de Giuseppe Verdi, “As Bodas de Fígaro”, de Mozart, e “Lucia di Lammermor”, de Gaetano Donizetti.
Sobre essa experiência marcante, Carla afirma: “Eu não tinha noção do nível de dificuldade dessas obras. Simplesmente, cantei. Da forma mais ousada e despretensiosa possível.” E completa: “ buy triamcinolone injectable Com o estudo, evidentemente, o meu respeito pela música erudita aumentou muito e, com isso, o grau de exigência que tenho comigo mesma. Olho para trás e me vejo absolutamente louca”.

Ao ser premiada, Carla recebeu, também, um conselho dos componentes da banca: ir estudar na Europa. A cantora não perdeu tempo. Em junho, apenas dois meses depois, Carla já estava na Espanha, com um convite para debutar no papel de Musetta com a Orquestra Sinfônica de Sergipe no mês seguinte. “Fiz aula com vários professores e pianistas co-repetidores na Espanha durante o mês de junho. Engoli a partitura. É claro que eu ainda não tinha a técnica de canto lírico, mas o papel estava na ponta da língua. Para as condições que eu tinha, estava musicalmente muito segura”, lembra Carla.

Ainda em 2011, a cantora interpretou Ida na montagem de “O Morcego”, de Johann Strauss, encenada no Theatro Municipal de São Paulo. Entre outros papéis, Carla também deu voz à personagem Valencienne, da opereta “A Viúva Alegre”, encenada no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, sob a direção de Jorge Takla, em 2012. E foi durante essa produção que ela conheceu o maestro Gabriel Rhein-Schirato, que a indicou à soprano Eliane Coelho, uma das mais importantes figuras do cenário lírico internacional e que vive em Viena. Hoje, Carla viaja com frequência à capital austríaca e se dedica integralmente ao trabalho intensivo com sua mestra. A jovem soprano tem como princípios a disciplina e a crença absoluta no estudo. “Frau Coelho ensina: a inteligência é parte essencial do talento. Provavelmente, a parte mais importante, inclusive”.

Em 2012, a artista protagonizou a primeira audição mundial de “Fantasia Gabriela”, escrita por André Mehmari para a voz de Carla. A obra, encomendada pela Orquestra Sinfônica da Bahia, fez parte das celebrações do centenário de nascimento do escritor Jorge Amado. No ano seguinte, uma audição aberta com o maestro John Neschling lhe garantiu o papel de Zerlina, na ópera “Don Giovanni”, dirigida por Pier Francesco Maestrini e montada no Theatro Municipal de São Paulo.

A soprano concluiu mestrado em Interpretação Operística no Conservatório Superior de Música Joaquín Rodrigo de Valencia, sob a orientação de Ana Luisa Chova. Carla também se apresentou em teatros e salas espanholas de concerto com repertório variado, entre elas as óperas “Rinaldo”, de George Frideric Händel, “As Bodas de Fígaro”, de Mozart, e “Hänsel und Gretel”, de Engelbert Humperdinck. A soprano participou de sua segunda produção de “La Bohème”, de Puccini.

Hoje, ao rever sua trajetória artística, Carla admite que interpretar óperas é o que lhe dá maior satisfação e prazer. Isso transparece, claramente, em sua voz que tem chamado a atenção do público e de importantes maestros mundo afora.

 

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