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BMW Jazz Festival

Há algum tempo nos perguntávamos como poderíamos unir atributos da marca BMW a um estilo musical no qual a precisão e a estética gravitassem conjuntamente com o prazer de viver e de improvisar em cada momento de nossas vidas.

SERVIÇO

São Paulo

Ingressos: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia)
Ingressos a preços populares, setores posteriores (fileira M a P) – R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia), vendidos somente na bilheteria do Auditório.

Meia Entrada:
– Estudantes: apresentar Carteira de Identidade Estudantil na entrada do evento
– Professores da Rede Estadual, Aposentados e Idosos acima de 60 anos: apresentar RG e comprovante.
– Menores de 12 anos, acompanhados pelos pais, têm direito a 50% de desconto do valor da inteira, quando Censura Livre.

Formas de Pagamento:
Visa, Amex e Mastercard, todos os cartões de débito e dinheiro. Cheques não são aceitos.

Estacionamento para compra de ingressos:
Existem 5 vagas no estacionamento do Parque Ibirapuera, localizadas em frente à Marquise e sinalizadas por uma faixa branca, as vagas podem ser utilizadas para compra de ingressos na bilheteria do Auditório sem a necessidade de Zona Azul. A tolerância de permanência é de 15 minutos.

 

Rio de Janeiro

Ingressos: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia)

Vendas pela internet ou por telefone:
Ingresso.com: www.ingresso.com / 21 4003-2330
Pontos de venda (sem taxa de conveniência):
Bilheteria do Oi Casa Grande
Avenida Afrânio de Melo Franco 290, Leblon
www.oicasagrande.com.br
2511-0800

Horários de funcionamento da bilheteria:

NÃO ABRE SEGUNDA-FEIRA
Terça: 15h às 20h
Quarta a sexta: das 15h às 21h30
Sábado: das 15h às 22h
Domingo: das 15h às 19h30
Cheques não são aceitos;
Pagamento em dinheiro, cartões de crédito, cartões de débito e Oi Paggo;
Não trocamos ingressos (confira suas entradas no ato da compra);
Não fazemos reservas;
A bilheteria não se responsabiliza por queda do sistema dos cartões de crédito/débito.
Para aquisição de ingresso com desconto de 50%, é obrigatória a apresentação do documento de escolaridade e identidade (acima de 60 anos), no momento da compra e no dia do espetáculo.

 

Criamos então o BMW Jazz Festival, que tem como propósito fundir esses atributos proporcionando momentos sublimes de educação musical, além de mostrar a todos as facetas de diversos estilos jazzísticos em uma peregrinação de puro prazer auditivo. O BMW Jazz Festival coloca o Brasil novamente no circuito mundial dos grandes eventos de jazz.

De 10 a 12 de junho, a cidade de São Paulo recebe a primeira edição do BMW Jazz Festival, no Auditório Ibirapuera. A cidade do Rio de Janeiro também receberá o festival, em um formato especial, nos dias 13 e 14 de junho no Teatro Oi Casa Grande. O BMW Jazz Festival apresentará os maiores nomes do jazz internacional, unindo artistas consagrados às últimas revelações do gênero.

Com a promessa de ser um dos mais primorosos e completos festivais de jazz de todos os tempos no Brasil, e para incentivar um conhecimento mais profundo sobre o gênero, o BMW Jazz Festival não ficará restrito aos palcos. Serão oferecidos workshops com as principais atrações e uma programação ao ar livre (e gratuita) no parque do Ibirapuera, que inclui show e uma sessão de cinema com filme relacionado ao estilo musical.

 

PROGRAMAÇÃO

São Paulo

Sexta-feira, 10 de junho, a partir das 21h.
Billy Harper Quintet
Joshua Redman Trio
Wayne Shorter Quartet

Sábado, 11 de junho, a partir das 21h.
Zion Harmonizers
Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz
Sharon Jones & The Dap-Kings

Domingo, 12 de junho, a partir das 21h.
Tord Gustavsen Trio
Renaud Garcia-Fons
Marcus Miller – Tutu Revisited

Espetáculos no parque e na platéia externa do Auditório Ibirapuera – Entrada Franca:
Domingo, 12 de junho
10h – Funk Off Brass Band Parade
17h30m – Sharon Jones & The Dap-Kings
19h – Cinema ao ar livre BMW: apresentação do filme ‘Jazz on a Summer’s Day’
Filme de Bert Stern, com co-direção de Aram Avakian
Duração: 84min
Ano de lançamento: 1960

Rio de Janeiro

Segunda-feira, 13 de junho, às 21h.
Joshua Redman Trio
Wayne Shorter Quartet

Terça-feira, 14 de junho, às 21h.
Sharon Jones & The Dap-Kings
Marcus Miller – Tutu Revisited

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=yug8V50B3Jw[/youtube]


AS ESTRELAS DO JAZZ INTERNACIONAL.

O jazz possui enorme sinergia e diversos atributos em comum com a BMW, como a classe, a elegância, a sofisticação, a estética e a orientação cultural. Com o BMW Jaz z Festival, a idéia é resgatar a cultura do jazz, contribuindo para o fortalecimento do gênero no país.

Entre as atrações estão: os saxofonistas Wayne Shorter, Joshua Redman, e Billy Harper, a cantora Sharon Jones, mais nova diva da black music americana, o compositor e baixista norte-americano Marcus Miller, Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz, principal representante da música brasileira no line-up do festival, que mistura jazz e ritmos afro-brasileiros, em formato de big band, a Funk Off Brass Band, banda marcial italiana de sopro e percussão, Zion Harmonizers, o mais antigo grupo vocal gospel norte americano, o contrabaixista Renaud Garcia-Fons, o pianista norueguês Tord Gustavsen.

 

Wayne Shorter

Reconhecido como um dos mais importantes saxofonistas e compositores da história do jazz e da música moderna, o americano Wayne Shorter ganhou nove dos 13 Grammy a que foi indicado. Hoje, ele continua a impressionar o público com o seu quarteto e com o seu projeto sinfônico, criando algumas das músicas mais poderosas de sua prolífica carreira. Shorter se envolveu definitivamente com a música aos 15 anos de idade, quando começou a tocar o clarinete. Aos 17, migrou para o sax tenor e rapidamente começou a chamar atenção em Manhattan, cidade vizinha a Newark, onde nasceu e foi criado.

Em 1959, aos 27 anos, passou a integrar o Art Blakey’s Jazz Messengers e, pelos seus dotes de compositor, foi promovido rapidamente ao cargo de diretor musical do grupo. Quando Shorter se juntou à banda de Miles Davis, em 1964, suas músicas foram essenciais na definição da sonoridade daquele quinteto clássico, que incluía ainda Herbie Hancock, Ron Carter e Tony Williams. Mesmo enquanto gravava com maestria o seu projeto solo, pelo selo Blue Note, ele continuou a trabalhar com Davis. Quando acompanhou o trompetista em suas incursões pelo jazz elétrico, adotou o sax soprano como segundo instrumento. Nas palavras de Davis, “Wayne é um compositor de verdade. Ele sabe que a liberdade na música é conhecer as regras para depois entortá-las ao seu próprio gosto e satisfação”.

Shorter fundou em 1970, com o tecladista Joe Zawinul, o grupo Weather Report, onde realizou trabalhos bem-sucedidos artística e comercialmente, como o disco de ouro Heavy Weather, de 1977. Nos anos 80 e 90, o saxofonista trabalhou em diversas trilhas sonoras e emprestou o seu talento à música pop de Milton Nascimento, Streely Dan, Joni Mitchell e Carlos Santana, entre outros. Em 2001, começou a excursionar com um elenco novato, composto pelo pianista Danilo Perez, o baixista John Patitucci e o baterista Terri Lyne Carrington, todos artistas celebrados e líderes de suas próprias bandas. Com eles, levou dois prêmios Grammy pelos discos Alegria (2003) e Beyond the Sound Barrier (2005). Em 2007, Shorter foi aclamado mais uma vez ao revelar o seu novo repertório sinfônico, que incluía releituras e material novo, apresentando-se com algumas das melhores orquestras do mundo, como a Filarmônica de Los Angeles e a Orquestra Real do Concertgebouw.

 

Billy Harper Quintet

Membro de uma geração de saxofonistas tenores influenciados por John Coltrane, Billy Harper é um dos poucos que se alimentou da obra de seu mestre sem simplesmente imitá-la. Músico de extrema habilidade e elegância, consegue se apresentar convincentemente em qualquer contexto do jazz e possui vasto conhecimento harmônico. Dono de uma criatividade extraordinária, sua música se conecta diretamente com suas raízes no gospel e blues. Harper cresceu em Houston, no Texas, onde, aos cinco anos de idade, já cantava na igreja e participava de diversos corais. Aos onze, ganhou de Natal seu primeiro saxofone. De formação autodidata – apesar de ter recebido bastante ajuda de seu tio Earl, um trompetista amador –, durante a adolescência tocou em bandas de R&B e, com 14 anos, formou seu primeiro quarteto de jazz.

No início dos anos 1960, ingressou na Universidade de North Texas State, onde estudou teoria musical e foi o primeiro negro a integrar a big band da instituição. Harper se mudou para Nova Iorque em 1966 e rapidamente começou a receber convites para tocar seu sax tenor com grandes nomes do jazz. Com Gil Evans, Max Roach, Thad Jones, Mel Lewis, Lee Morgan, Art Blakey and the Jazz Messengers e o seu próprio grupo, o Billy Harper Quintet, fez shows pela Europa, África, Ásia e Estados Unidos. Com onze discos lançados na carreira, Harper hoje se divide entre as apresentações com o seu quinteto e a vida acadêmica como professor de música na Faculdade de Livingstone e na Universidade de Rutgers

 

Sharon Jones & The Dap-Kings

Há dez anos na estrada, Sharon Jones & The Dap-Kings lançou em abril de 2010 seu quarto disco, I Learned the Hard Way, que chegou ao 15º lugar da parada Top 200 da Billboard americana e já superou a marca de 150 mil cópias vendidas. Os primeiros trabalhos, ‘Dap Dippin’ with Sharon Jones and the Dap-Kings (2002) e Naturally (2005), receberam atenção imediata de entusiastas, DJs e colecionadores, mas o álbum que elevou o grupo a outro patamar foi o celebrado 100 Days, 100 Nights (2007), que vendeu mais de 100 mil exemplares. Dona de uma voz poderosa, a ex-carcereira Sharon Jones foi descoberta somente em 1996, aos 42 anos de idade, durante uma gravação em que fazia vocais de apoio para o veterano do funk Lee Fields. Um de seus descobridores, o produtor e baixista Gabriel “Bosco Mann” Roth, depois de produzir diversas faixas-solo da cantora, fundou alguns anos mais tarde o selo Daptone Records e, em seguida, a banda que passaria a acompanhá-la, o Dap-Kings.

Composto por nove músicos, o conjunto ganhou reconhecimento mundial ao gravar seis das onze faixas de Back to Black, disco de maior sucesso de Amy Winehouse, que os convidou para tocar em sua turnê norte-americana, em 2007. A devoção de Sharon Jones & The Dap-Kings ao soul e o funk dos anos 1960 e 1970 fica evidente na sonoridade clássica apresentada pelo grupo, que resgata com propriedade, através de canções originais, a era de ouro da música produzida pelos lendários selos Motown e Stax. Uma boa parte deste resultado se deve ao fato de a banda evitar ao máximo o uso da tecnologia digital em favor de métodos de gravação analógicos.

 

Marcus Miller – Tutu Revisited

Um músico versátil e requisitado como Marcus Miller costuma estar envolvido em diversos projetos ao mesmo tempo. Atualmente, o multi-instrumentista – primariamente baixista – divide-se entre a composição de trilhas sonoras, gravações no estúdio e o celebrado projeto Tutu Revisited, criado originalmente como uma apresentação única para fechar a mostra We Want Miles, em Paris, em 2009. Miller foi um personagem importante na história de Miles Davis ao produzir e compor a maioria das músicas – além de tocar diversos instrumentos – do seminal Tutu (1986), disco que venceu o Grammy e tornou-se um marco da última fase da carreira do trompetista.

A faixa-título, composta em homenagem ao bispo sul-africano Desmond Tutu, vem a ser um dos últimos clássicos do jazz, regravada por nomes importantes da música, como Al Jarreau & George Benson, The Manhattan Transfer, Cassandra Wilson e S.M.V. (Stanley Clarke, Miller and Victor Wooten). No entanto, até agora ninguém havia feito uma releitura das outras músicas do disco, onde a beleza crua do trompete de Davis soa entre um mar de sintetizadores, baterias eletrônicas e teclados (todos tocados por Miller). Quando foi convidado a fazer o show em tributo ao disco, o músico hesitou porque, segundo suas palavras, “uma coisa universalmente compreendida sobre Miles Davis é que ele nunca olhou para trás”. Por outro lado, sentiu-se instigado a homenagear o trompetista e começou a se perguntar como poderia apresentar aquela música de forma revigorada. Compreendeu que a melhor solução seria convidar músicos jovens para acompanhá-lo.

No time formado por Miller, o camisa dez é o trompetista sensação Sean Jones, de 32 anos, que tem cinco discos na bagagem e a autoconfiança necessária para assumir no projeto o lugar de Davis. Para a bateria, convocou Louis Cato, de apenas 23 anos, que tocou com Norah Jones, Roy Hargrove e Bilal, entre outros. Frederico Gonzalez Pena, um músico de técnica apurada que fez parte da banda de Me’Shell NdegéOcello, assumiu os teclados e Alex Han, um promissor instrumentista de 22 anos, descoberto por Miller, o sax alto. Dono de dois prêmios Grammy e com nove discos lançados (seis de estúdio e três ao vivo) em sua carreira solo, Marcus Miller é um músico de técnica singular e está entre os mais talentosos e inovadores baixistas do mundo. Seu nome aparece nos créditos de trilha sonora de diversos filmes e nos encartes de mais de 500 discos, dos mais variados estilos: rock (Eric Clapton e Donald Fagen), jazz (George Benson, Dizzy Gillespie, Joe Sample, Wayne Shorter e Grover Washington, Jr.), pop (Roberta Flack, Paul Simon e Mariah Carey), R&B (Aretha Franklin and Chaka Khan), hip hop (Jay-Z e Snoop Dogg), blues (Z.Z. Hill), new wave (Billy Idol), smooth jazz (Al Jarreau e Michael Franks) e ópera (colaborações com Kenn Hicks e Kathleen Battle).

 

Joshua Redman

O premiado saxofonista Joshua Redman é um dos mais importantes artistas do jazz a ter surgido nos anos 90. Filho do lendário saxofonista Dewey Redman, começou a tocar o clarinete aos nove anos de idade e, um ano depois, passou a aprender o que viria a ser seu instrumento principal, o sax tenor. Apesar de Joshua adorar a música, tornar-se um músico profissional não era sua prioridade. No entanto, em 1991, após se formar em Ciências Sociais pela Faculdade de Harvard, resolveu tirar um ano sabático em Nova York para se dedicar exclusivamente à música. Em pouco tempo se viu totalmente imerso na cena de jazz nova-iorquina, apresentando-se com alguns dos mais importantes músicos de sua geração: Peter Bernstein, Larry Goldings, Kevin Hays, Roy Hargrove, Geoff Keezer, Leon Parker, Jorge Rossy e Mark Turner, entre outros.

Cinco meses após a mudança, sua decisão se mostrou acertada quando venceu o conceituado concurso Thelonious Monk International Saxophone Competition. Logo estava gravando e excursionando com grandes mestres do jazz, como o seu pai, Jack DeJohnette, Charlie Haden, Elvin Jones, Joe Lovano, Pat Metheny, Paul Motian e Clark Terry. De lá pra cá, lançou mais de dez discos solo, incluindo Momentum e Back East, indicados ao Grammy de 2005 e 2007, respectivamente, e tocou com artistas do calibre de Chick Corea, Brad Mehldau, Brian Blade, Dave Brubeck, Herbie Hancock, The Dave Matthews Band, B.B. King, Yo Yo Ma, Branford Marsalis, Christian McBride, John Medeski, The Rolling Stones, John Scofield, McCoy Tyner e Stevie Wonder, entre outros.

 

Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz

Atribuindo à ancestral música baiana uma roupagem harmônica moderna, o maestro, compositor, arranjador e saxofonista Letieres Leite criou a Letieres Leite & Orkestra Rumpilezz (com K, como no original grego). O grupo de percussão e sopro tem suas composições e arranjos concebidos a partir das claves e desenhos rítmicos do universo percussivo baiano. Com as composições inspiradas na cultura rítmica do centro de Salvador, nos toques de orixás da música sacra afro-baiana, em grandes agremiações percussivas, como o Ilê Aiyê, Olodum e em sambas do Recôncavo, a banda apresenta sensibilidade rítmica e influência jazzística, em formato de big band. A Orkestra, formada por cinco percussionistas e 15 músicos de sopro, tem em seu nome a representatividade dos três atabaques do candomblé: o Rum, o Rumpi e o Lé, acrescido do ZZ, de Jazz. Com duas indicações ao Prêmio da Música Brasileira, nas categorias Revelação e Melhor Grupo, a Rumpilezz já recebeu no palco grandes nomes da música nacional e internacional, como Ed Motta, Armandinho Macêdo, Toninho Horta, Stanley Jordan, Retrofoguetes e Max de Castro.

 

Funk Off Brass Band

A Funk Off Brass Band é uma banda marcial italiana de sopro e percussão, composta por quinze integrantes, liderada pelo maestro Dario Cecchini, que, além de tocar saxofone, compõe e arranja as canções do repertório. O grupo destacou-se na cena musical contemporânea ao apresentar releituras do folk de Nova Orleans e da Itália, numa fusão de funk, soul, jazz e R&B, reverberando a influência da escola de George Clinton, Maceo Parker, James Brown e Frank Zappa. Cecchini e seus séquitos fazem apresentações entusiasmadas, embaladas por coreografias irreverentes. Com participações marcantes nos principais festivais de jazz ao redor do mundo, como o de Vitoria, Montreaux, Londres, Viena e Istambul, a Funk Off lançou em 2010 seu quarto disco, Una Banda Cosi, que sucedeu Jazz On (2007), Little Beat (2004) e Uh Yeah (2001).

 

Renaud Garcia-Fons

Talvez o mais impressionante contrabaixista do mundo, Renaud Garcia-Fons tem como marcas registradas a virtuosidade arrebatadora, o senso melódico mediterrânico e o som singular que tira com o arco. Estudante particular do lendário baixista sírio François Rabatth, Garcia-Fons não é apenas influenciado pela música clássica e o jazz, mas também pela música flamenca, celta, andaluza, africana, latino-americana, arábica e índica. Inovador ao adicionar uma quinta corda ao contrabaixo, sua criatividade única também resultou em inúmeras parcerias bem-sucedidas com nomes celebrados do jazz americano e europeu, como Rabih Abou-Khalil, Michael Riessler, Dhafer Youssef, Nguyên Lê, Gérard Marais, Pedro Soler, Cheb Mami e Michel Godard. Nascido nos arredores de Paris, em 1962, de uma família de origem catalã, começou a aprender o piano aos cinco anos de idade, mudou para o violão clássico aos oito e somente optou pelo contrabaixo aos 16. No início dos anos 80, se inscreveu no Conservatório de la Ville, em Paris, onde estudou com Jean-Pierre Logerrot e, de 1987 a 1993, fez parte da orquestra francesa L’Orchestre de Contrebasses, composta apenas por contrabaixos, antes de iniciar sua jornada solo. Em janeiro de 2011, Garcia-Fons lançou o décimo álbum de sua discografia, Mediteranées, onde, inspirado por suas raízes espanholas e italianas, explora os sons e a música do Mediterrâneo.

 

Tord Gustavsen Trio

O pianista norueguês Tord Gustavsen já era um artista importante na cena de jazz de seu país antes de iniciar sua carreira solo e ganhar reconhecimento mundial pela sua contribuição ao gênero, como instrumentista e compositor. Com quatro discos lançados, Changing Places (2003), The Ground (2005), Being There (2007) e Restored, Returned (2009), pelo qual venceu o Grammy norueguês, o Tord Gustavsen Trio já rodou o mundo com a sua música, que combina elementos do folk escandinavo, sons do Caribe, blues e cool jazz. Sua forma de colocar o jazz para conversar com temas reflexivos nórdicos traz à tona um som intrigante no cenário musical contemporâneo. Seu trio é formado pelo baterista Jarle Vespestad e o contrabaixista Mats Eileirtsen, dois dos mais requisitados músicos de jazz da Escandinávia, ambos envolvidos em diversos projetos paralelos. Formado em psicologia, Gustavsen tem mestrado em musicologia pela Universidade de Oslo e sua principal área de interesse é a psicologia e fenomenologia da improvisação

 

Zion Harmonizers

Mais antigo grupo vocal gospel em atividade nos EUA, o Zion Harmonizers foi criado em Nova Orleans, em 1939. Um dos principais representantes da velha escola do gospel americano, o grupo já participou dos principais festivais de jazz nos EUA e excursionou 22 vezes pela Europa.

 

 

Vendas pela internet ou por telefone:
Tickets for Fun: www.ticketsforfun.com.br / (11) 4003-5588

Pontos de venda (sem taxa de conveniência):
Bilheteria do Auditório Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, s/no, Portão 2, Parque Ibirapuera
NÃO ABRE SEGUNDA-FEIRA
Terça a Quinta: das 11h às 18h
Sexta: das 11h às 22h
Sábado: das 9h às 22h
Domingo: das 9h às 20h

Pontos de venda (com taxa de conveniência):
Saraiva Mega Store – Morumbi Shopping – SP
Av. Roque Petroni Jr, 1089 – Morumbi SP
Saraiva Mega Store – Shopping Anália Franco – SP
Av. Regente Feijó, 1739 – Nível Orquídea – Anália Franco
Saraiva Mega Store – Shopping Center Norte – SP
Trav Casalbuono, 120 – Vila Guilherme
Saraiva Mega Store – Shopping Eldorado – SP
Avenida Rebouças, 3970 – Pinheiros
Saraiva Mega Store – Shopping Ibirapuera – SP
Av. Ibirapuera, 3.103 SUC 145 Piso Moema – Moema
Saraiva Mega Store – Shopping Pátio Paulista – SP
R. Treze de Maio, 1947 – Bela Vista
Saraiva Mega Store – Shopping Vila Olimpia – SP
Av. Olimpíadas, 360 – Loja 416 -3º Piso – Vila Olímpia
Saraiva Mega Store – Shopping Center Iguatemi – Campinas
Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina – 2o.Piso
Saraiva Mega Store – NorteShopping – RJ
Av. Dom Elder Camara, 5080 Loja 4503 Piso S – Pilares
Saraiva Mega Store – Shopping Rio Sul – RJ
R. Lauro Muller, 116 – Loja 301 – 3o.Piso – Botafogo
FNAC Morumbi Shopping – SP
Av. Roque Petroni Jr, 1089 -Térreo – Morumbi
FNAC Paulista – SP
Av. Paulista, 901 – Bela Vista
FNAC Pinheiros – SP
Av. Pedroso de Moraes, 858 – Pinheiros
FNAC Campinas – SP
Av. Guilherme Campos, 500 – Loja A 017 – Santa Genebra – Campinas
FNAC Shopping Ribeirão Preto – SP
Av. Cel Fernando Ferreira Leite,1540 – Jd Califórnia – Ribeirão Preto
FNAC Barra Shopping – RJ
Av. das Américas, 4666 lj. B101 a114 – Barra
FNAC Park Shopping Barigüii – PR
Av. Prof Pedro Parigot de Souza, 600 – Loja 101 – Mossungue – Curitiba
FNAC Park Shopping – DF canadian pharmacy orlistat
SAI/SO Área 6580 – Park Shopping – Entrada C1
FNAC – Shopping Barra Sul – RS
Av. Diário de Notícias, 300 – Loja 1113 – Porto Alegre
FNAC Porto Alegre – RS
Av. Diário de Notícias, 300 – Cristal – Porto Alegre
FNAC Belo Horizonte – MG
Rod. BR 356, 3049 MA 61 – Belvedere – Belo Horizonte
Citibank Hall São Paulo – SP
Av. dos Jamaris, 213 – Moema – São Paulo
Chevrolet Hall – MG
Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 – São Pedro – Belo Horizonte
Câmbio Café – SP
R. Alagoas, 836 – Higienópolis
Central de Turismo – Bar Brahma – SP
Av. São João, 677 – Centro
Central de Turismo – Shopping Center Frei Caneca – SP
R. Frei Caneca, 569 – Piso térreo – Consolação
Central de Turismo – Hotel Blue Tree – SP
R. Verbo Divino, 1323 – Chácara Santo Antônio
Central de Turismo – Super Shopping Osasco – SP
Av. dos Autonomistas, 1828 – 2º Piso – Osasco
Shopping Center Iguatemi – SP
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.232 – Piso Térreo – Jd. Paulistano
Posto Ipiranga São Bernardo – SP
R. Jurubatuba, 1.500 – São Bernardo do Campo
Posto Ipiranga Gravatinha – Santo André – SP
Av. Portugal, 1756 – Jardim Bela Vista – Santo André
Posto Piraque Lagoa – RJ
Av. Borges de Medeiros, s/n – Lagoa
Livraria Leitura BH Shopping – MG
Rodovia BR-356, 3049 – Lojas 37/38 – Belvedere – Belo Horizonte
Livraria Leitura Savassi – MG
Av. Cristóvão Colombo, 167 – Savassi – Belo Horizonte
My Tickets – RS
R. dos Andradas, 1342 – Centro – Porto Alegre

 

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