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Benjamin Britten – concerto do centenário

Orquestra Experimental de Repertório e o Coral Paulistano homenageiam Benjamin Britten.

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SERVIÇO

 

Theatro Municipal de SP

Dia 03 de novembro, domingo, às 11h.

Ingressos: R$ 40, 20 e 10,00

Bilheteria do Theatro Municipal:

Fone: 3397-0327

De segunda à sábado, das 10h00 às 19h00. Domingos, das 10h00 às 17h00.

Nos dias de espetáculos, até o início do evento.

Em dias de espetáculo pela manhã, a partir das 09h00.

www.ingressorapido.com.br/prefeitura

 

O concerto traz duas importantes obras de Britten, a Cantata Academica, que será regida pelo Mto. Bruno Facio, Titular do Coral Paulistano, e a Sinfonia da Requiem, além de uma obra do compositor estoniano, Arvo Pärt, dedicada a Britten, Cantus in Memoriam Benjamin Britten, ambas regidas por Jamil Maluf, Titular da OER.

 

 

PROGRAMA

 

Benjamin Britten
Cantata Acadêmica, Carmen Basiliense, Op.62
Iª Parte – Corale – Alla rovesco – Recitative – Arioso – Duettino – Recitative – Scherzo
IIª Parte – Tema seriale con fuga – Soli et duetto – Arioso com canto popolare – Recitative – Canone ed istinato – Corale con canto

Coral Paulistano, participação especial
Bruno Facio, regente

Composta em 1959, foi escrita por Britten para comemorar o 500º aniversário de fundação da Universidade da Basiléia, onde teve sua estreia em 1960. A obra, dividida em duas partes e treze seções, prevê a participação de coral a quatro vozes, quatro solistas vocais e orquestra. O texto, em latim, é baseado em escrituras da Universidade.

 

Arvo Pärt
Cantus in Memoriam Benjamin Britten

O Cantus in Memoriam Benjamin Britten é um cânon em lá menor, escrito em 1977 pelo compositor estoniano, Arvo Pärt, para orquestra de cordas e campana. A escrita é despojada e baseada em uma simples melodia que, à medida que a peça de apenas seis minutos progride, vai se enredando em uma estrutura cada vez mais densa. Pärt escreveu essa obra como um memorial à morte de Britten, ocorrida em dezembro de 1976, compositor cuja “inusual pureza” era admirada por ele.

 

Benjamin Britten – Sinfonia da Requiem, op.20
Lacrymosa – Dies Irae – Requiem aeternam

Foi escrita em 1940, quando Britten tinha vinte e seis anos de idade, como encomenda do governo japonês para comemorar o 2.600º aniversário de fundação do Império Japonês. O governo japonês, porém, rejeitou a obra, por conta do uso de subtítulos extraídos do réquiem católico. A estreia aconteceu em Nova Yorque, no Carnegie Hall, mas foi o sucesso de sua apresentação em Boston, com a Boston Symphony Orchestra, que levou à encomenda da ópera Peter Grimes.

A Sinfonia da Requiem é a maior obra puramente sinfônica de Britten, tornando-se uma de suas criações mais executadas em salas de concerto. Seus três movimentos (Lacrymosa, Dies Irae e Requiem Aeternam) são tocados sem interrupção, com uma duração total de aproximadamente vinte minutos.

Escrita como um memorial para seus pais, a Sinfonia também representa uma reação do compositor, um pacifista, à deterioração do ambiente político, que levaria à Segunda Guerra Mundial.

 

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