Música de câmaraProgramaçãoSão Paulo

As canções de Glauco Velásquez

I Fórum Internacional de Discussão sobre a Identidade e a Diversidade Cultural Brasileira – período: 22 a 25/08/2011

SERVIÇO

Teatro Maria de Lourdes Sekeff – IA/UNESP
non prescription viagra from india Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271
Ao lado do metro Barra Funda

Dia 25/08/2011, às 18h.

Entrada franca

OS INTÉRPRETES

– Márcia Guimarães – soprano
– Achille Picchi – piano
– Eduardo Oliva – piano

Glauco Velásquez

Glauco Velasquez

Nasceu em Nápoles, Itália, em 22 de março de 1884 e faleceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1914. Foi um compositor de curtíssima mas brilhante aparição no cenário musical brasileiro no início do século XX. Em 1911, estreou publicamente como compositor, mas a essa altura já se encontrava doente de tuberculose.

Foi um dos mais avançados compositores brasileiros da sua geração, com uma obra de caráter revolucionário cuja linguagem, no final de sua curta carreira, se aproximava da de Satie e empregava recursos como a politonalidade e mesmo passagens atonais, além de ter sido um dos que retornaram ao uso do contraponto, então bastante desprezado como arcaísmo, mas fazendo isso de forma moderna.

Na sua produção se destacam um Quarteto de cordas, a ópera inacabada Soeur Beatrice e o Trio nº 4, que foi completado por Milhaud. Compôs ainda diversas outras peças de câmara, gênero em que conseguiu seus melhores resultados. Na música vocal deixou uma série de canções de cunho fortemente lírico e romântico, explorando variadas atmosferas e muitas vezes chegando a tons pessimistas e mórbidos, mas são interessantes pela sua linguagem harmônica ousada e pela técnica declamatória altamente expressiva, das quais merecem lembrança A fada negra, Romance, Alma minha gentil, Na capela e Mal secreto.

PROGRAMA

A casa do coração (1904)
– Poema: Antero de Quental (1842-1891)
Eduardo Oliva – piano

Ouvir estrelas (1905)
– Poema: Olavo Bilac (1865-1918)
Achille Picchi – piano

À Berenice (1905)
– Poema: Barão de Paranapiacaba (1827-1915)
Achille Picchi – piano

Mal secreto (1907)
– Poema: Raymundo Corrêa (1859-1911)
Achille Picchi – piano

Un organetto suona per la via (1908)
– Poema: Lorenzo Stecchetti  (1845-1916)
Eduardo Oliva – piano

Seus olhos (1906)
– Poema: Gonçalves Dias (1823-1864)
Eduardo Oliva – piano

Na capella (1910)
– Poema: Antero de Quental (1842-1891)
Achille Picchi – piano

Un desiderio (1912)
– Poema: Giannina di Milli (1825-1888)
Achille Picchi – piano

Amor Vivo (1910)
– Poema: Antero de Quental (1842-1891)
Achille Picchi – piano

Fatalitá (1912)
– Poema: Ada Negri (1870-1945)
Achille Picchi – piano

À Virgem Santíssima (1910)
– Poema: Antero de Quental (1842-1891)
Eduardo Oliva – piano

Alma Minha Gentil (1913)
– Poema: Luís de Camões (1524-1580)
Eduardo Oliva – piano

A Fada Negra (1910)
– Poema: Antero de Quental (1842-1891)
Eduardo Oliva – piano