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“As bodas de fígaro” no Teatro São Pedro – SP

 Luiz Fernando Malheiro rege e Carla Cottini interpreta Susanna. Purchase

 

SERVIÇO

 

Theatro São Pedro
Rua Albuquerque Lins, 207, Campos Elíseos, São Paulo, Cheap ciprofloxacin dark urine
Informações: 11 3361-6600 | www.theatrosaopedro.org.br Cheap

Pills online Dias 26, 28 de novembro e 4 e 5 de dezembro, às 20h.
Dias 30 de novembro e 7 de dezembro, às 17h. online

Ingressos:
Esgotado para as récitas de 30 de novembro e 7 de dezembro.

Dias 26, 28 de novembro e 5 de dezembro
– Plateia …………………………………………… R$ 60,00
– 1o. balcão ………………………………………. R$ 30,00 
– 2o. balcão ……………………………………… R$ 20,00


Dia 4 de dezembro

– Plateia …………………………………………..R$ 40,00
– 1o. balcão ………………………………………R$ 20,00  Buy
– 2o. balcão ………………………………………R$ 10,00

 

 

A soprano “lírico-jovem” brasileira Carla Cottini é o nome escolhido para interpretar a protagonista da ópera “As Bodas de Fígaro”, de Wolfgang Amadeus Mozart, que terá direção musical e regência do maestro Luiz Fernando Malheiro, no Theatro São Pedro, na capital paulista. Radicada na Espanha, Carla foi convidada pelo regente para vir especialmente ao Brasil para participar da sua primeira produção como diretor artístico da instituição.

Em seu primeiro trabalho com o maestro, que é um dos mais reconhecidos no universo da ópera brasileira, Carla dará vida a Susanna, personagem que ela interpretou recentemente em Valência e foi objeto de estudo da soprano em seu mestrado em Interpretação Operística na Espanha.

Na obra de Mozart, Susanna é uma bela serva que está prestes a se casar com Fígaro, a quem ama. Contudo, a jovem sofre com o assédio de seu senhor, o Conde di Almaviva, que insiste em reviver um costume que ele mesmo aboliu: passar a noite de núpcias com a jovem antes de seu noivo.

Para Carla, Susanna é uma personagem “articulada, dotada de muita inteligência emocional, cheia de valores e muito correta em suas ações, além de atenciosa com aqueles que a cercam. Ela valoriza a justiça, não gosta de ver as pessoas sofrerem. Ama Fígaro, apesar de, às vezes, se irritar com ele”, comenta sua intérprete.

É um presente para uma cantora poder interpretar uma personagem tão humana, tão próxima da realidade quanto a Susanna. Mas é um grande desafio também do ponto de vista musical, pois é um papel imenso em quantidade de texto, números musicais e detalhes da partitura e, lógico, o estilo de Mozart”, completa Carla.

Para 2015, Carla já tem agendadas duas montagens no Theatro Municipal de São Paulo: será uma “niña” em “Ainadamar”, do compositor argentino Osvaldo Golijov (direção musical de Rodolfo Fischer e ensaios de 16 de março a 3 de maio), e Crobyle, em “Thais”, de Jules Massenet (direção musical de A. Guingal e ensaios de 27 de julho a 2 de agosto).

 

CARLA COTTINI

A soprano “lírico-jovem” brasileira mora na Europa, onde estuda com Eliane Coelho. Recentemente, concluiu mestrado em Interpretação Operística no Conservatório Superior de Música Joaquín Rodrigo de Valencia, sob a orientação de Ana Luisa Chova.

Vencedora do 10º Concurso de Canto Maria Callas na categoria Revelação, Carla atuou nas óperas “As Bodas de Fígaro”, de Mozart, “Rinaldo”, de George Frideric Handel, e “João e Maria”, de Engelbert Humperdinck, todas encenadas nos palcos europeus.
No Brasil, a cantora interpretou Ida, na montagem de “O Morcego” no Teatro Municipal de São Paulo, em 2011, Valencienne, na opereta “A Viúva Alegre”, encenada no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, sob a direção de Jorge Takla em 2012. No ano seguinte, deu vida à Zerlina, na ópera “Don Giovanni”, de Johann Strauss, dirigida por Pier Francesco Maestrini, ambas encenadas no Teatro Municipal de São Paulo. Carla também interpretou Musetta, personagem de “La Bohème”, de Giacomo Puccini, com a Orquestra Sinfônica de Sergipe em 2011 e em 2014 na Espanha.

Em 2012, a artista esteve à frente da primeira audição mundial de “Fantasia Gabriela”, escrita especialmente por André Mehmari para a voz de Carla. A obra, encomendada pela Orquestra Sinfônica da Bahia, fez parte das celebrações do centenário de nascimento do escritor Jorge Amado.

 

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2 Comments

  1. A ópera Don Giovanni, encenada em 2013 no Theatro Municipal de SP é de Wolfgang Amadeus Mozart e não de Johann Strauss.

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