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“Apoteose da DanA�a” volta ao TMRJ

EspetA?culo tem programa duplo com as coreografias Age of Innocence, de Edwaard Liang, e SA�tima Sinfonia, de Uwe Scholz.

 

Devido ao grande sucesso de pA?blico e de crA�tica, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz de volta o espetA?culo Apoteose da DanA�a, com programa duplo: Age of Innocence, com mA?sicas de Philip Glass e Thomas Newman, e coreografia de Edwaard Liang, e SA�tima Sinfonia, com mA?sica de Ludwig van Beethoven e coreografia, cenA?rios e figurinos de Uwe Scholz. Os primeiros bailarinos CecA�lia Kerche, Claudia Mota, MA?rcia Jaqueline e Francisco TimbA? buy nimotop espanol Pills , alA�m dos solistas Carolina Neves, Deborah Ribeiro, Karen Mesquita Buy , Mel Oliveira, Priscila Albuquerque, Renata TubarA?o, CA�cero Gomes, Edifranc Alves, Filipe Moreira, Moacir Emanoel, Murilo Gabriel e Rodrigo Negri irA?o se revezar nas duas coreografias ao longo das oito rA�citas nos dias 12, 16, 17, 19, 23 e 24 de marA�o, A�s 20h, e 13 e 20 de marA�o, A�s 17h. O BalA� do TMRJA�tem direA�A?o artA�stica das primeiras bailarinas Ana Botafogo e CecA�lia Kerche. Na regA?ncia da Orquestra SinfA?nica do Theatro Municipal estA? o maestro Tobias Volkmann.

 

Leia crA�tica da apresentaA�A?o de 2015

O coreA?grafo Edwaard Liang concebeu Age of Innocence em 2008 para o Joffrey Ballet (Chicago), inspirado no romance The Age of Innocence, de Edith Wharton, e por livros de Jane Austen, que descrevem uma mulher que nA?o tinha voz prA?pria e mantinha contato muito limitado com outras pessoas, principalmente, com os homens. A� um balA� sobre relacionamentos, cuja coreografia traz a expansA?o e a respiraA�A?o de uma obra contemporA?nea. A cena inicial A� ambientada num salA?o de baile, onde Liang pinta um palco cheio de retratos pessoais particulares, como se estivA�ssemos observando cenas que nos remetem ao passado, imagens contrastantes de esperanA�a sem fA?lego e de desejos sem esperanA�a. Situado em um mundo onde a escolha no amor A� limitada a alguns preciosos momentos e a felicidade pode, A�s vezes, ser sentida apenas durante o tempo em que durar a prA?xima danA�a, Age of Innocence acaba por transcender seu contexto histA?rico ao tratar de sentimentos que permeiam a vida e atravessam os sA�culos.

JA? SA�tima Sinfonia foi criado por Uwe Scholz (1958-2004) para o BalA� de Stuttgart em 1991. A� danA�a no seu estado mais puro, sem enredo, ou seja, o conteA?do expressivo da mA?sica transposto para a linguagem corporal. O impulso rA�tmico se transforma em movimento coreogrA?fico e revela as estruturas musicais. Scholz, na dupla condiA�A?o de mA?sico e coreA?grafo, oferece sua interpretaA�A?o da obra de Beethoven. NA?o pela prA?pria mA?sica, mas pela danA�a. O diretor artA�stico do Theatro Municipal, maestro AndrA� Cardoso, informa que foi Richard Wagner quem identificou na SA�tima Sinfonia de Beethoven uma mA?sica de forte apelo coreogrA?fico, a ela se referindo como a “Apoteose da DanA�a”. Ainda conforme Cardoso, aquilo que Wagner percebeu como qualidade essencial da SA�tima Sinfonia encontrou em Uwe Scholz o seu melhor tradutor.

Apoteose da DanA�a fez parte da temporada de 2015, com apenas quatro espetA?culos. Volta agora como primeira produA�A?o de balA� de 2016 para uma nova temporada que se reveste de especial emoA�A?o para todos nA?s, pois marca a despedida de CecA�lia Kerche. Nas A?ltimas dA�cadas, CecA�lia protagonizou inA?meros papA�is nas temporadas do Theatro Municipal e tornou-se uma das estrelas da companhia, um nome de referA?ncia na danA�a brasileira. Eu mesmo tive o privilA�gio de acompanhA?-la em balA�s como A CriaA�A?o, Les Sylphides e O Lago dos Cisnes, comenta AndrA� Cardoso.

 

Cena de "SA�tima Sinfonia"
Cena de “SA�tima Sinfonia”

 

Biografias

Edwaard Liang a�� CoreA?grafo de Age of Innocence

Ex-bailarino do New York City Ballet e do Nederlands Dans Theater, Liang tem construA�do uma reputaA�A?o internacional como coreA?grafo. Durante a A?ltima dA�cada, ele criou trabalhos para o BalA� Bolshoi, Houston Ballet, Joffrey Ballet, BalA� Kirov, New York City Ballet, Pacific Northwest Ballet, San Francisco Ballet, BalA� de Xangai, Singapura e Washington Dance Theatre Ballet. Nascido em Taipei, Taiwan, e criado em Marin County, CalifA?rnia, iniciou sua formaA�A?o em danA�a aos cinco anos no Marin Ballet. Depois de estudar na School of American Ballet, entrou para o New York City Ballet, em 1993. Nesse mesmo ano, foi vencedor de medalha no Prix de Lausanne International Ballet Competition e ganhou o Mae L. Wien Award. Em 1998 foi promovido a solista. Convidado por Jiri Kylian para se juntar A� aclamada Companhia do Nederlands Dans Theater 1, descobriu sua paixA?o e amor pela coreografia. ApA?s retornar da Holanda, voltou a danA�ar no New York City Ballet, de 2004 a 2007. Desde que se estabeleceu como coreA?grafo, seus trabalhos tA?m sido apresentados por companhias de danA�a em todo o mundo e recebido inA?meros prA?mios, incluindo o National Choreographic Competition em 2006. Em 2013, foi nomeado diretor artA�stico do BalletMet, na cidade estadunidense de Columbus, em Ohio, onde continua a coreografar novas obras para diversos ballets, sempre com grande A?xito.

Philip Glass a�� Compositor de Sinfonia n. 3, II e IV movimentos e de The Poet Acts (Age of Innocence)

O norte-americano Philip Glass nasceu em 1937. Protagonista do movimento minimalista, estudou com Darius Milhaud e Nadia Boulanger. Seu primeiro trabalho, auxiliando Ravi Shankar em uma trilha sonora de um filme, marcou o inA�cio de sua bem-sucedida carreira no cinema, e atA� o momento jA? orquestrou mais de 50 filmes. Seus primeiros trabalhos tendiam ao abstrato, mas a partir de meados dos anos 1970 sua atenA�A?o se voltou para o palco. O seu primeiro triunfo operA�stico, Einstein on the Beach, revigorou a cena internacional da A?pera contemporA?nea. Profundamente interessado em culturas tradicionais, Glass muitas vezes se baseia em tradiA�A�es orientais, como no Monsters of Grace, uma colaboraA�A?o multimA�dia baseado nos poemas de Jalaluddin Rumi. De renome mundial a�� segundo o New York Times, “o mais prolA�fico e popular de todos os compositores contemporA?neos” a��, sua obra abrange de sinfonias e A?peras a trilhas sonoras de filmes.

Thomas Newman a�� Compositor de End Title (Age of Innocence)

Membro da segunda geraA�A?o da dinastia musical proeminente de Hollywood, Thomas continuou o legado de sua famA�lia por meio de uma sA�rie de trilhas sonoras de filmes indicados ao Oscar. Nasceu em Los Angeles em 1955, filho de Alfred Newman e sobrinho de Lionel e Emil Newman, todos trA?s compositores renomados e maestros da idade de ouro de Hollywood. Thomas estudou piano e violino em crianA�a, cursou a Universidade do Sul da CalifA?rnia, formando-se mestre em MA?sica pela Universidade de Yale. Em 1983, ele conquistou a indA?stria cinematogrA?fica orquestrando a mA?sica do filme de John Williams, O Retorno de Jedi, e no ano seguinte compA?s sua primeira partitura completa, Reckless. A inspiraA�A?o A�tnica do arranjo de Newman para o filme de Procura-se Susan Desesperadamente, com Madonna, comprovou sua maestria, aperfeiA�oando ainda mais a sua abordagem orquestral em projetos subsequentes, como Os Garotos Perdidos e Abaixo de Zero. Sua contribuiA�A?o para o cinema inclui tambA�m Tomates Verdes Fritos, Perfume de Mulher, Beleza Americana, Procurando Nemo e O Segredo de Berlim. A� ganhador de vA?rios PrA?mios Grammy.

Uwe Scholz a�� CoreA?grafo de SA�tima Sinfonia

Nasceu no estado de Hesse, na Alemanha. Entrou para Landstheater Darmstadt. Treinado por John Cranko, Scholz passou para a Escola de BalA� de Wurttembergischen Staatstheater Stuttgart. No mesmo ano, passou a ser membro do Stuttgart Ballet. Foi indicado por MA?rcia HaydA�e para realizar diversos trabalhos coreogrA?ficos. Em 1980 recebeu contrato de coreA?grafo permanente, finalizando sua carreira como bailarino. Mais tarde, foi nomeado coreA?grafo residente com a morte de John Cranko. Premiado com o Ommagio Alla Danza, o Premio Theatre Awards e o German Dance Prize em Essen. Foi condecorado com a Ordem da RepA?blica Federativa da Alemanha. Foi diretor do Zurich Opera House, do Leipzig Ballet, fundador do Freien Akademie der KA?nste zu Leipzig, professor de coreografia da Faculdade Felix Mendelssohn Bartholdy para MA?sica e Theatro em Leipzig. Scholz criou mais de 100 obras para balA�. Coreografou para a Vienna State Opera, o Teatro Alla Scala de MilA?o, Stuttgart Ballet, Les Ballets de Monte Carlo, Jiri KiliA?n e Nederland Dans Theater. Atualmente muitos de seus trabalhos figuram no repertA?rio de grandes companhias de danA�a. O BalA� do Theatro Municipal do RJ danA�ou trA?s de suas obras: JeuneHomme-Pas-de-deux, em 1998 e 2000, SA�tima Sinfonia Purchase Purchase , em 2004, e A CriaA�A?o, em 2005, 2006 e 2012. Ao criar a SA�tima Sinfonia, Scholz fez sua coreografia em cima das notas dos instrumentos da orquestra, como se cada grupo de bailarinos ou solista representasse um instrumento. Uwe Scholz faleceu em 21 de novembro de 2004 com 45 anos de idade.

 

Solistas principais

Cecilia Kerche

Seu nome constitui um dos expoentes mais notA?veis surgidos no balA� latino-americano das A?ltimas dA�cadas. Nascida no Brasil, iniciou seus estudos com Vera Mayer, Halina Biernacka e Pedro Kraszczuk, seu professor e marido. Integra o BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro como primeira bailarina. Nos mais respeitados teatros de quatro continentes, apresentou-se ao lado de grandes nomes do cenA?rio internacional do balA�. Com vasto repertA?rio, incluindo diversas versA�es dos mais importantes clA?ssicos, apresentou-se junto ao BalA� Nacional do Chile, Teatro ColA?n na Argentina, BalA� do Teatro Sodre, assim como em companhias na RA?ssia, Estados Unidos e BalA� Nacional de Cuba. No English National Ballet, atuou como Senior Principal Resident Guest Artist, danA�ando de 1993 a 2000. Foi aclamada por Madame Nathalia Makarova como a melhor intA�rprete de Odette/Odile em O Lago dos Cisnes. ApresentaA�A�es em diversas galas coreogrA?ficas a levaram a Nova York, Madri, Seul, Moscou, Odessa, Novosibirsky, Tashkent, Baskiria e Perm (RA?ssia), Londres, Melbourne, Sidney, Santander, Peralada, Nervi, Jerez, MA�xico, Caracas, Santiago do Chile, AssunciA?n, MontevidA�u, Buenos Aires, Porto Rico, Dresden, Bruxelas, AntuA�rpia e Paris. Nestas A?ltimas cidades tomou parte do encerramento da ediA�A?o europeia de Les GA?ants de la Danse, junto A� Maya Plissetskaya. Em 2010, no ano em que comemorou 20 anos de carreira internacional, lanA�ou seu livro fotobiogrA?fico Cecilia Kerche, Vida e Palco. Em 2013, fez parte da seleta banca de jurados do Festival Internacional de BalA� Tanzolimp, em Berlim. Atualmente responde, junto com Ana Botafogo, pela direA�A?o artA�stica do Corpo de Baile do Theatro Municipal do RJ.

Claudia Mota

Formada pela Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa, A� primeira bailarina do TMRJ desde 2007, protagonizando todo o repertA?rio da companhia. Com grande destaque em seu paA�s, Claudia representa o Brasil em galas internacionais danA�ando em diversas cidades da Argentina, assim como Paraguai, Cuba, Estados Unidos, CanadA? e, recentemente, a convite de Julio Bocca, estrelou a versA?o de La BayadA?re de Natalia Makarova junto ao BalA� Nacional Sodre, em MontevidA�u. Recebeu prA?mio de melhor bailarina da AmA�rica Latina pelo Conselho Latino Americano de DanA�a e, por seu desempenho artA�stico e tA�cnico e representatividade no cenA?rio internacional da danA�a, conquistou o TA�tulo de Membro do Conselho Internacional de DanA�a da Unesco.

MA?rcia Jaqueline

Natural do Rio de Janeiro, A� formada pela Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa. Aos 14 anos, entrou para o BalA� do TMRJ, no qual vem se destacando como primeira bailarina nos balA�s de repertA?rio da companhia tais como Coppelia, O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, Les Sylphides, Raymonda, La Fille Mal GardA�e, Onegin, Serenade, Voluntaries, Nuestros Valses, La BayadA?re, Paquita, Giselle, Don Quixote, O Quebra-Nozes, L’ArlA�sienne e Carmen de Roland Petit, Romeu e Julieta de John Cranko e O Espectro da Rosa de Fokine. MA?rcia A� primeira bailarina do BalA� do TMRJ desde 2007, apresentando-se em todas as temporadas da companhia, representando-a em galas nacionais e internacionais, e com presenA�a constante, como convidada, em companhias de danA�a de todo o Brasil.

Karen Mesquita

Carioca, iniciou seus estudos de danA�a aos 3 anos de idade no Grupo Cultural de DanA�a Ilha, concluindo-os em 2006. No mesmo ano ingressou na Akademie des Tanzes Mannheim e fez parte do corpo de baile da Badisches Staattheater Karlsruhe-Alemanha. Fez parte da Cia. Brasileira de BalA�, participando de temporadas em SA?o Paulo, Minas Gerais e MA?naco. Em 2010 entrou para o BalA� do TMRJ, participando como solista dos balA�s de repertA?rio da companhia e em obras de coreA?grafos consagrados. Em 2012, foi promovida a primeira solista. Participa de galas ao redor do paA�s, como convidada, jurada, ministrando workshops entre outras atividades correlatas A� danA�a.

Francisco TimbA?

Iniciou seus estudos de danA�a na Escola do Sesi, em Fortaleza, sua cidade natal, sob a direA�A?o de Dennis Gray. Aos 15 anos, complementa sua formaA�A?o, cursando a escola Mudra, em Bruxelas, direA�A?o de Maurice BA�jart. Em sua trajetA?ria, integrou o BalA� da Cidade de SA?o Paulo, o Corpo de Baile Lina Penteado em Campinas, o BalA� Nacional de Cuba e o Ballet Teatre La��Ensemble-ItA?lia. Como primeiro bailarino do BalA� do TMRJ, destacou-se em Giselle, Don Quixote, O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, Coppelia, cialis super active canada O Quebra-Nozes, Raymonda, La Fille Mal GardA�e, Paquita, La BayadA?re Buy , Les Sylphides, Les PrA�ssages, A Megera Domada e Onegin (Cranko), Romeu e Julieta (Vasiliev), Suite en Blanc (Serge Lifar), Serenade e Divertimento n. 15 (Balanchine), Les Noces (Nijinska), SA�tima Sinfonia, Jeunehomme e A CriaA�A?o (Scholz), Tempo de Tango (Luis Arrieta) e Floresta AmazA?nica Cheap , com mA?sica de Villa-Lobos e coreografia de Dalal Achcar, entre outros balA�s neoclA?ssicos e contemporA?neos. Recebeu do MinistA�rio da Cultura o PrA?mio Minc a�� 1A? Mambembe de DanA�a: melhor bailarino nacional. Participou do Encontro ContemporA?neo de DanA�a em New York, com coreografia de Regina Miranda. Foi o homenageado do XVII Festival Internacional de DanA�a da AmazA?nia, em 2010.

Alef Albert

Natural do PiauA�, iniciou seus estudos de danA�a aos 15 anos na Escola de BalA� Helly Batista, no ano de 2008, e formou-se no The Harid Conservatory, na Florida/EUA. Recebeu vA?rias premiaA�A�es em festivais nacionais e internacionais. Integrou a Especial Academia de BalA� em SA?o Paulo, onde aprimorou seus dotes artA�sticos e tA�cnicos. Entrou para o BalA� do TMRJ em 2014 e desde entA?o vem se destacando como solista nos balA� de repertA?rio da companhia.

CA�cero Gomes

Formado na Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa, no Rio de Janeiro, CA�cero tem passagens pela Escola de DanA�a da A�pera de Vienna e Elmhurst School for Dance by Birminghan Royal Ballet. Seu nome estA? na CalA�ada da Fama do Festival de Joinville, onde conquistou prA?mio de melhor bailarino em 2005. Trabalhou na Cia. Jovem de BalA� do RJ. Bailarino solista do TMRJ desde 2007, estreou em O Lago dos Cisnes, no papel de Bobo da Corte, obtendo sucesso de pA?blico e crA�tica nos papA�is principais das temporadas, incluindo Coppelia, O Quebra-Nozes, Don Quixote, Romeu e Julieta, Onegin, L’ArlA�sienne de Roland Petit e Le Spectre de la Rose de Fokine. Convidado em galas de danA�a no Brasil e AmA�rica Latina. Trabalhou com nomes de peso do cenA?rio mundial da danA�a.

Filipe Moreira

Paulistano, iniciou seus estudos de danA�a clA?ssica no NA?cleo de DanA�a de SA?o Paulo. Em 2003 ingressou no BalA� do TMRJ, destacando-se e vindo a danA�ar todos os primeiros papA�is dos balA�s de repertA?rio da companhia, como O Lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, O Quebra-Nozes, Raymonda, Coppelia, Giselle, Floresta AmazA?nica, Onegin, Romeu e Julieta, Carmen e La BayadA?re. Filipe A� convidado para representar o BalA� do TMRJ e o Brasil em galas internacionais. Recentemente apresentou-se na Gala de Miami. Foi reconhecido pela crA�tica e pelo pA?blico como um dos maiores talentos dos A?ltimos tempos, dada a sua virilidade, excelA?ncia tA�cnica, fA�sica e interpretativa.

Moacir Emanoel

Paranaense de MaringA?, Moacir estudou na Escola do Teatro GuaA�ra, em Curitiba, na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, em Joinville, e na Cia. Brasileira de BalA�, no Rio. TambA�m aperfeiA�oou sua tA�cnica em cursos com importantes coreA?grafos, a exemplo de Tadheo de Carvalho, Henrique Talmah, MA?rio Nascimento, Ilara Lopes e Jorge Teixeira. Recebeu diversas premiaA�A�es em festivais no Brasil e na Europa. Apresenta-se em eventos pelo Brasil ao lado de grandes nomes da danA�a como Ana Botafogo, Marianela NuA�ez e Thiago Soares. Desde 2010, integra o BalA� do TMRJ, apresentando-se com destaque como solista nos balA�s Romeu e Julieta (Paris) e Onegin (Gremin) e nos primeiros papA�is de O Quebra-Nozes (PrA�ncipe das Neves), na versA?o de Dalal Achcar, e L’ArlA�sienne (FrA�dA�ri).

Fotos: JA?lia RA?nai

 

Cena de "SA�tima Sinfonia"
Cena de “SA�tima Sinfonia”

 

SERVIA�O:

 

“Apoteose da DanA�a”

 

BalA� e Orquestra SinfA?nica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Primeiros bailarinos: CecA�lia Kerche, Claudia Mota, MA?rcia Jaqueline e Francisco TimbA?

Solistas principais: Carolina Neves, Deborah Ribeiro, Karen Mesquita, Mel Oliveira, Priscila Albuquerque, Renata TubarA?o, CA�cero Gomes, Edifranc Alves, Filipe Moreira, Moacir Emanoel, Murilo Gabriel e Rodrigo Negri

RegA?ncia: Tobias Volkmann

 

Dias 12, 16, 17, 19, 23 e 24 de marA�o, A�s 20h, e 13 e 20 de marA�o, A�s 17h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (PraA�a Floriano s/n., Centro a�� Rio de Janeiro. Tel.: 21 2332-9191)

 

Ingressos: R$ 600 (frisas e camarotes), R$ 100 (plateia e balcA?o nobre), R$ 72 (balcA?o superior) e R$ 36 (galeria), com meia entrada para para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes

 

Capacidade: 2.227 lugares

ClassificaA�A?o etA?ria: livre

DuraA�A?o: 90 minutos, com intervalo

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